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FASCITE PLANTAR, O QUE É E COMO IDENTIFICAR?

O que é fascite plantar?

fascite plantar ou fasceíte plantar é a inflamação da fáscia plantar dos pés. O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

A facite plantar tem um dos motivos mais frequentes de problemas nos pés em relação com dores no calcanhar. Microtraumatismos no osso calcâneo podem levar à formação do esporão. As mesmas lesões que, normalmente, desencadeiam o surgimento de uma condição chamada fascite plantar, isto é, inflamação da fáscia plantar – tecido que recobre a musculatura da sola do pé.

A fascite plantar ou fasceíte plantar é a inflamação da fáscia plantar dos pés. O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

A planta do pé é composta por estruturas elásticas (músculo) e rígidas (fáscia) que aumentam a eficiência do impulso da marcha e potencializam a força dos músculos. O esporão de calcâneo é caracterizado por um calo ósseo na base do osso calcâneo (na sola do pé) ou ainda na região posterior do calcâneo, bem próximo à inserção do tendão de Aquiles. 

Pessoas com a curvatura dos pés acentuada, que sofrem com o sobrepeso ou que trabalham em pé durante muito tempo têm forte tendência a apresentar o problema. 

Fascite plantar – causas

Embora as causas da fascite plantar não sejam completamente conhecidas, alguns fatores de risco para o desenvolvimento da doença são conhecidos:

• Obesidade (excesso de peso) – índice de massa corporal (IMC) maior que 30
• Atividades esportivas (corrida, salto, dança), ou quando as pessoas estão de pé por longos períodos de tempo;
• A velhice;
• Pé cavo/ pé plano/padrões anómalos de marcha;
• Redução da dorsiflexão do tornozelo (menos de 0°)
• Retração dos músculos gastrocnêmio-soleo e bíceps femorais;
•Doenças inflamatórias secundárias a nível sistêmico.

É controverso se a presença do esporão do calcanhar contribui para os sintomas. Deve-se notar que entre 11 e 46% dos pacientes com esporas de calcanhar são assintomáticos, e em 32% dos pacientes com fascite plantar a presença do esporão de calcanhar não é encontrada.

Outros fatores de risco para o surgimento do esporão de calcâneo como usar, excessivamente, salto alto ou calçados que sejam pouco apropriados para os pés. Praticar esportes com forte impacto nos pés. Dança e corrida, por exemplo; pisar com o pé torto por longos períodos também podem desencadear esse problema.

Fascite plantar – tratamento

O tratamento para o esporão e para a fascite plantar é controlar a inflamação com repouso e gelo local. Mas nos casos em que há resistência, a melhor forma de tratamento é a fisioterapia que oferece exercícios e alongamentos bem específicos para os pés e as panturrilhas. A grande maioria dos pacientes responde muito bem ao tratamento com fisioterapia, assim como liberações miofasciais e manipulações de osteopatia e quiropraxia. A acupuntura pode ser associada sendo uma grande aliada no controle dos sintomas de dor.

Fascite plantar – prevenção

A prevenção deve ser enfatizada como a melhor das opções, portanto controlar o excesso de peso do próprio corpo para reduzir o estresse provocado sobre os pés; usar calçados adequados nas práticas esportivas e no dia-a-dia; evitar permanecer de pé por longos períodos e fortalecer, regularmente, a musculatura da planta do pé, certamente irão contribuir para que o problema não ocorra.

Gelol, para que serve? Quando usar?

Olá pessoal!

Venho através deste trazer semanalmente informações sobre a área da saúde e bem-estar para vocês.

Em Franca tanto na área da Fisioterapia, quanto na osteopatia, quiropraxia e acupuntura tenho muitos pacientes e potenciais pacientes, e entendam isso como “atletas” de final de semana, que me queixam a respeito do uso de adesivos e sprays a base, quase sempre de cânfora para lesões e dores.

Quando usar? Para que serve? qual o melhor momento?então decidi falar sobre isso essa semana.

Bom, para entender melhor a indicação é necessário entender primeiro, o que é, certo?

Composição

Então, esse tipo de composto que associa normalmente mentol, salicilato de metila e cânfora tem o objetivo de gerar vasodilatação no local. Isso quer dizer que os vasos sanguíneos que chegam ao local a ser aplicado vão aumentar de calibre e com isso facilitar a chegada de sangue no local, ponto.

O aumento do aporte de sangue local traz consigo oxigênio e nutrientes, ao mesmo tempo, levar embora as toxinas provenientes da lesão, acelerando o processo de cicatrização.

Este produto pode ser encontrado em farmácias, farmácias de manipulação e até mesmo em supermercado.

Prós e Contras

Porém, como nem tudo são flores, o que não é noticiado na propaganda da TV é que em lesões articulares agudas, isto é, aquela lesão que esta “aquecida” pela inflamação não responde bem ao calor. Óbvio, pois o calor, nesse caso iria aumentar a inflamação local, sendo necessário, nesse caso, o uso do gelo.

Em dores musculares em que não ocorre uma inflamação significativa ou em dores mais cronificadas, isto é, dores “antigas” com mais de 3 dias, o uso desse tipo de pomada, ou spray é sim recomendada.

Recapitulando: Lesões ou traumas, pancadas, torções, pisões, caneladas, quedas usa-se gelo no momento e sprays depois de 3 dias.

Cãimbras, contraturas, estiramento (muito comuns em pernas de pau que “furam” a bola na pelada), nesse caso o spray é com certeza uma boa opção associado by the way  com uma massagem local, ok? 

Após sessões de osteopatia e quiropraxia também podem ser uteis para aliviar pequenos espasmos que tenham permanecido.

Espero que esse artigo seja de alguma utilidade e caso queiram me procurem no facebook ou no meu blog.

Boa semana a todos!

Para saber mais assistam o vídeo : 

Tudo o que você precisa saber sobre dor ciática – Osteopatia

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Nervo Ciático

O nervo ciático é o mais longo do corpo humano, nasce a partir da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo responsável pela sensibilidade e motricidade das pernas.

A dor ciática ocorre devido a processos inflamatórios ou compressivos de uma ou mais das raízes nervosas que o formam, bem como de possíveis lesões ao longo do trajeto do nervo.

A compressão das raízes nervosas é causada por distúrbios na coluna (artrose, fraturas, osteoporose, hérnias, tumores ou processos inflamatórios).

A dor costuma se manifestar ao longo do trajeto do nervo, ou seja, na região do quadril e irradia-se para a parte de traz da coxa e das panturrilhas, podendo afetar, inclusive, o pé, variando bastante em cada paciente na dependência de quais raízes ou porções do nervo sejam afetadas.

Hérnia de Disco

A hérnia de disco é a causa mais comum de dor ciática. A dor ciática costuma se caracterizar por uma dor lombar que se irradia para uma das pernas, na maioria dos casos.

Além da dor, o paciente pode sentir dormência, sensações como queimação ou formigamento ao longo do trajeto do nervo (parte posterior da perna e panturrilha) e diminuição da força de alguns músculos da perna, levando à sensação de fraqueza e dificuldade para alguns movimentos como caminhar e subir escadas.

Como resposta à dor, costuma haver espasmo dos músculos próximos da coluna lombar, gerando uma rigidez da região que dificulta ainda mais a mobilidade do indivíduo afetado.

Habitualmente, uma crise aguda de dor lombar/dor ciática costuma durar de três a seis semanas, mas até em um terço dos casos pode evoluir por mais tempo tornando-se uma dor crônica, limitando os movimentos e o retorno para às atividades habituais da pessoa, inclusive ao trabalho.

O Iico de Incidência

O pico de incidência, fase em que as crises de dor ciática costumam surgir, ocorre por volta da terceira e quarta década da vida, podendo se repetir ao longo de toda a vida do indivíduo, tendendo a piorar a intensidade e a frequência com o advento da idade avançada devido às mudanças degenerativas que ocorrem com o tempo, como perda de massa muscular e o processo de artrose da coluna.

Dor no Ciático

A dor no ciático, na maior parte dos casos, é de causa mecânica, relacionada com excesso de pressão exercida sobre as vértebras da coluna lombar pelo peso do corpo, que leva ao deslocamento e ruptura do disco intervertebral conforme mecanismo descrito anteriormente.

Situações que aumentam a pressão sobre a região lombar têm sido apontadas como fatores de risco para o desenvolvimento de dor ciática, como excesso de peso, posturas inadequadas, movimentos de elevação de carga acima da linha de cintura, fraqueza nos músculos de sustentação do tronco, principalmente os abdominais e da região lombar.

Essas situações devem ser evitadas através de atividade física regular, tanto aeróbica, para evitar o ganho de peso, quanto para o fortalecimento de musculatura localizada, correção de hábitos posturais inadequados durante trabalho, descanso e, mesmo ao dormir, e através de cuidados quando da  execução de movimentos de abaixar para apanhar objetos, carregar peso e torcer o tronco, particularmente nas pessoas que o fazem de forma repetitiva, seja no trabalho, nas atividade domésticas ou em práticas esportivas.

Tratamento da dor Ciática

O tratamento da dor ciática baseia-se na definição do diagnóstico etiológico da dor, ou seja, no mecanismo causador dela. Conforme citado acima, a dor é habitualmente de causa mecânica devido a deslocamentos dos discos intervertebrais, como também por processos degenerativos dos ossos e articulações da coluna, sendo considerado o fator físico da compressão sofrida pelas raízes nervosas o principal problema a ser tratado. 

Recomendações

A recomendação de tratamento inicial é reduzir a carga sobre essa região da coluna, o que se faz com um período de repouso em posição deitada, evitando-se movimentos de se dobrar para frente, torção lateral da coluna e carregar peso, medidas que, associadas ao uso de medicação sintomática como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares costumam ser eficazes na maior parte dos casos, levando a uma resolução completa dos sintomas em até três meses.

Métodos fisioterápicos analgésicos também são importantes aliados nessa fase para o alívio e o retorno mais precoce às atividades, assim como a acupuntura e massoterapia e, para alguns casos mais resistentes, métodos invasivos de controle de dor (bloqueios neurais e infiltrações), a serem executados por médico especialista.

O que precisa ser conscientizado pelo portador dessas condições é que o alívio da dor não significa cura, pois o processo mecânico de compressão neural ainda estará presente e, possivelmente, acompanhará o indivíduo por toda a vida.

Cabe, então, o tratamento de prevenção para se evitar novas crises, o que pode ser feito com mudanças de hábitos de vida, como perda de peso e atividades físicas que reforcem a musculatura abdominal e paravertebral, além de mudanças posturais durante o trabalho, atividades cotidianas, lazer e o sono, necessitando do acompanhamento de fisioterapeutas e educadores físicos.  

Para um pequeno número dos portadores de dor ciática, essas estratégias, acima descritas, não serão suficientes para trazer um melhora suficiente e duradoura, sendo candidatos aos tratamentos cirúrgicos existentes.

Nesses casos, cabe ao médico especialista ortopedista ou neurocirurgião, optar, entre as várias técnicas atualmente disponíveis, a que melhor convém àquele indivíduo específico.

Dicas para escolher o tamanho correto da sua cabeceira

Saiba escolher o tamanho da cabeceira de cama ideal para seu quarto e faça toda a diferença na decoração.

Um dos principais móveis que compõem a decoração do quarto é a cabeceira da cama. Este objeto impacta diretamente todo o ambiente, sendo bem mais que apenas um item decorativo. Além disso, a escolha de cabeceira de cama ajuda a otimizar o espaço.

No passado, as camas tradicionais já vinham com cabeceiras. No entanto, atualmente, a maioria das pessoas tem optado pela modernidade e pela praticidade das camas box, já que elas possuem uma grande variedade de modelos e tamanhos de cabeceiras, possibilitando inúmeros tipos de decoração.

Por isso, escolher uma cabeceira que esteja de acordo com a decoração do quarto é importante. Dentro desse meio, há vários fatores a seguir para tomar essa decisão, seja o tamanho, a praticidade, a elegância ou qualquer outro. Dessa forma, a seguir, confira dicas de acordo com suas necessidades.

Tamanho da cama

Na hora de escolher o tamanho da cabeceira, o primeiro ponto que deve ser levado em consideração é a dimensão da cama, pois a cabeceira não deve ser menor que ela. Na verdade, esteticamente falando, o ideal é que ela seja um pouco maior que a largura do colchão. Portanto, antes de tudo, verifique tanto o modelo quanto as dimensões do seu colchão. Depois, escolha o tamanho da cabeceira.

Dimensões do quarto

No quarto, não é apenas a decoração que importa. Saber adequar o tamanho da cabeceira às dimensões do cômodo também é fundamental. Após tirar as medidas do quarto, escolha a cabeceira de modo que o local seja otimizado, ou seja, não ocupe todo o espaço com o móvel e preveja a área necessária para a instalação.

Estilo da cabeceira

Na hora de escolher o tamanho da cabeceira, outro ponto relevante é o estilo que você deseja. Cabeceiras de madeira maciça, por exemplo, soam como clássicas. O ideal é que ela não seja tão grande para não contrastar com o restante do quarto.

Já as cabeceiras do tipo painel de madeira dão um ar mais simples e moderno, sendo possível optar por tamanhos maiores. De todo modo, é fundamental que você saiba adaptar o tamanho ideal da cabeceira ao estilo que você deseja.

Conforto

O ideal é que a cabeceira traga o máximo de conforto possível. Não há uma regra específica relacionada a isso, visto que essa é uma questão muito pessoal, mas recomenda-se que o tamanho da cabeceira seja suficiente para apoiar as costas de maneira confortável.

Roupa de cama

Tendo em mente o estilo de roupa de cama que será utilizado, assim como a proporção, não é difícil adequar esse ponto ao tamanho da cabeceira. Se você usar especialmente tons mais claros ou neutros, é possível optar por um tamanho mais modesto de cabeceira, pois essas cores ampliam visualmente tudo o que estiver em volta.

Por outro lado, se você optar por tons mais fortes e chamativos, pode usar cabeceiras um pouco maiores, visto que cores vibrantes chamam mais a atenção, tirando o foco da cabeceira e fazendo com que ela pareça visualmente menor.

Conclusão

Como já foi dito acima, há milhares de modelos de cabeceira para cama no mercado, sendo que todos eles têm tamanhos e cores diferentes. Por isso, não é fácil escolher aquela que se adeque ao que você precisa, mas também não é impossível.

Utilizando as dicas dessa publicação, qualquer um é capaz de escolher o tamanho de cabeceira ideal, unindo o conforto, a elegância e a praticidade, além de deixar o quarto ainda mais belo ao complementar a decoração já existente.

Acupuntura, osteopatia e quiropraxia no SUS

Olá pessoal!

Hoje trago pra vocês um assunto que vai além do que hoje podemos ter nos dias atuais.

O SUS brilhante na teoria, fere os direitos oferecidos na prática por não se estruturar corretamente prevendo as necessidades de cada um a fim de evitar o gargalo nos plantões e emergências espalhadas pelo pais.

O SUS tem um sistema que abrange a cobertura de “terapias complementares” ao repasse do sistema aos municípios. Porem são pouco os que atuam de forma correta nessa questão, liberando profissionais das áreas de Acupuntura, Osteopatia, Quiropraxia, Massoterapia, para a realização de procedimentos iniciais em um sem número de casos em que poderia desafogar as queixas simples de dores crônicas, psicossomáticas e leves que tanto custam ao sistema.

Espero que algum dia o sistema corresponda ao que ele foi criado e de uma chance aos profissionais não médicos atuarem de forma multidisciplinar no combate a escassez de saúde no Brasil.

Trabalho Multidisciplinar em Franca

Olá a todos! É sempre um prazer vir aqui e esclarecer duvidas e expor conteúdo a respeito de saúde, esse assunto tão extenso e complexo.

Gostaria hoje de falar sobre o trabalho multidisciplinar. Isso é o trabalho feito em conjunto com profissonais de diversas áreas da saúde e que de alguma forma complementam o tratamento de um mesmo paciente, tendo o enfoque na orientação completa e multidirecional, abrangendo portanto todos os aspectos que estejam envolvidos em seu problema.

O tema pode ser de grande importancia e as vezes, tem-se a impressão que isso nao é bem seguido na nossa sociedade.

A tendencia muitas vezes tende a ser o isolamento de uma área segmentada e tão especifica que fica contido em um unico olhar, perdendo assim a complexidade que o individuo é :

Darei um exemplo do que acontece no cotidiano

Na área da fisioterapia, osteopatia e quiropraxia em Franca é muito comum recebermos pacientes indicados de outros profissionais como médicos e psicólogos, porque o individuo que adoece geralmente passa pelo médico que lhe encaminha a fazer exames e a tomar medicamentos.

Sintomas

Tais sintomas podem ser remissivos mas podem recidivar, ou seja, voltar, sendo necessário nesse caso o acompanhamento do fisioterapeuta.

Se esse paciente, por exemplo, deixa de (trabalhar, praticar esportes ou fazer algo que gostava antes de lesionar), possivelmente vai desenvolver um quadro de melancolia e isso pode gerar problemas psicologicos, sendo necessario o encaminhamento para o profissional da area.

Consequências e Soluções

Se esse paciente tem dificuldades em voltar a se relacionar em sociedade, seja por conta de sequelas do tratamento ou por conta de uma dificuldade fisica, entra ai a terapia ocupacional, importante na reestruturação social desse individuo.

Quando há de fato o interesse na recuperação integral do paciente é de suma importância o pensamento multidiscipinar, é impossivel e altamente enviesado que um único profissional seja capaz de abranger toda a necessidade de todos os casos de adoencimento de um indivíduo, pois é cada vez mais comum a especialização aguda em áreas de conhecimento e isso promove, de fato, um enfoque bem mais especifico nos problemas, mas também retira do foco areas que nao estao relacionadas.

Funções do Profissional

É preciso que o profissional reconheça os limites de sua atuação e conceda a outros colegas e ao paciente a oportunidade de dar continuidade com vistas ao bem estar e qualidade de vida do individuo que nos procura.

Hoje há ainda, infelismente, uma grande distancia entre as profissões, tanto por receio de não estar fazendo a coisa certa, ou por não conhecer o profissional certo para o caso, quanto por questões financeiras, entendendo que estaria “perdendo” aquele paciente.

Pensamentos Finais

Ora, a visão estreita sempre afeta aquela que mais precisa e menos entende, portanto é importante que o profissional esteja atento as outra profissoes complementares a fim de pode ter mais autonomia e confiança na indicação e obter feedbacks em troca, fazendo um acompanhamento de perto e com um olhar amplo para com quem nos procura.

Dor ciática ou dor no ciático? Causas, Sintomas e Tratamento

O que é do ciática? Como acontece? Como prevenir?

Dor ciática ou “dor no ciático” é uma condição dolorosa que afeta grande parte da população mundial, sendo altamente incapacitante. A dor é relatada como um “choque” que percorre a perna, do glúteo podendo chegar até o pé na parte de posterior (atrás) das pernas.

A ciatalgia, como é formalmente conhecida, não é uma doença, mas sim um sintoma que pode vir acompanhada de formigamentos, e diminuição de força e coordenação motora no membro afetado.

Para que o nervo doa é necessário que aja alguma força ou pressão o comprimindo, isto é, o nervo não se inflama do nada, sempre há algo por traz dessa inflamação e portanto deve ser tratada a sua causa e não apenas a dor.

Existem duas maneiras de compressão do nervo ciático, são elas:

1- Compressão da raiz nervosa: esse tipo de pressão ocorre na raiz do nervo, assim que ele sai da coluna e pode ser causado ou por hérnia de disco, espondiloartrose, espondilolistese, espondilólise, osteófitos (bicos de papagaio), tumores, fraturas, desidratação discal ou diminuição do espaço intervertebral.

2- Compressão no trajeto do nervo: Após sair da coluna o nervo passa por um trajeto sinuoso, próximo a articulações, ossos e músculos. Em qualquer ponto desse trajeto ele pode ser “incomodado”. As causas mais comuns pra disparar esse “incomodo” são: Espasmos musculares, principalmente do músculo piriforme, posições viciosas no trabalho ou em exercícios e bloqueios articulares, que são tratados com quiropraxia ou osteopatia.

Fatores de Risco da dor Ciática

Todos podemos estar sujeitos a ter uma dor ciática em algum momento de nossas vidas. Os fatores de risco que aumentam essa probabilidade são, idade avançada, sobrepeso/obesidade, jornadas de trabalhos desgastantes, exercícios feitos em excesso (overtrainning), e sedentarismo.

Tratamento da dor Ciática

No tratamento deve ser levado em conta, primeiramente, a desinflamação do nervo, usando para tanto medicamentos associados a fisioterapia anti-inflamatória. Após passada a inflamação inicial deve ser avaliado qual fator desencadeou essa compressão e nesse caso os exames de imagens são importantes ferramentas esclarecedoras e munidos disso a osteopatia, ou a quiropraxia são altamente resolutivas em poucas sessões.

A fisioterapia ortopédica é uma área em franco crescimento na cidade de Franca, surgem a cada dia novos estudos e técnicas eficazes no tratamento de diversas patologias como a osteopatia, a quiropraxia, a acupuntura, antes só resolvidas por meio de cirurgias, evitando assim o aumento do custo com saúde e ao mesmo tempo diminuindo o tempo de coalescência dos pacientes.

Medindo a barriga

Cuidado com sua Barriga Grande

Diferente do que a maioria das pessoas pensam, a obesidade não é uma doença.

É verdade que as pessoas acima do peso têm mais chances de enfrentar doenças como diabetes, hipertensão e colesterol alto, mas nem toda pessoa obesa tem problemas de saúde.

O grande sinal de perigo é na verdade, o tamanho da circunferência abdominal, ou seja, o tamanho da barriga.

Isso, sim, indica que o indivíduo está propenso a enfrentar sérios problemas de saúde.

Neste artigo, vamos falar por que ter um abdômen avantajado pode ser tão perigoso, principalmente para os homens.

Mostraremos, também, quais são as melhores formas de lidar com esse problema. Ficou interessado? Então continue com a gente!

Aprenda o modo correto de medir a circunferência abdominal

A circunferência abdominal diz respeito ao acúmulo de gordura presente na área do abdômen.

O tipo de gordura que se localiza nessa região do corpo é considerado a pior de todas, por ser um fator de risco para diversas doenças e a mais difícil de perder.

Quanto maior a circunferência abdominal, mais chances o paciente tem de sofrer alguma doença cardiovascular.

Mas, esse não é o único ponto que deve ser analisado. Existem outros fatores relevantes que devem ser levados em consideração como o peso e o índice de massa corpórea (IMC).

Para saber o seu IMC, é preciso fazer um cálculo. O resultado dele indica qual é o seu grau de obesidade.

Mesmo uma pessoa magra e de IMC considerado normal, precisa se preocupar com o tamanho de sua circunferência abdominal, porque há pessoas que estão no peso ideal e, mesmo assim, têm um abdômen avantajado, e nesse caso, existe maior risco de desenvolver uma doença cardiovascular do que alguém que esteja, simplesmente, acima do peso.

Como calcular o meu IMC

O cálculo para descobrir o IMC é muito simples: peso/altura x altura.

Caso você não confie nos seus cálculos matemáticos, basta utilizar um medidor de IMC na internet.

Há vários sites que disponibilizam esse medidor e ainda mostram qual é a classificação do seu IMC. A tabela padrão de índice de IMC é:

  • abaixo de 18,5 kg/m2: desnutrição
  • entre 18,5 e 24,9: faixa do peso saudável
  • entre 25 e 29,9: excesso de peso
  • 30 ou mais: obesidade

Como medir a aminha circunferência abdominal

Medir a circunferência abdominal é bem simples.

Basta posicionar uma fita métrica ao redor de sua barriga, mais precisamente sobre o seu umbigo.

O ideal é que as mulheres tenham uma circunferência abdominal abaixo de 88 cm e os homens abaixo de 102 cm.

Qualquer valor acima desses, representa um risco elevado para o indivíduo.

Agora com essas duas informações em mãos, analise a sua situação.

Lembre-se de que o IMC calcula o seu grau de obesidade, entretanto, não indica onde a sua gordura se localiza.

Portanto, esse cálculo e o seu peso não devem ser os únicos fatores a serem levados em consideração.

Os riscos da circunferência abdominal aumentada

A gordura abdominal é um tipo de gordura visceral, ou seja, ela fica muito próxima a vários órgãos essenciais do corpo humano, como coração, fígado e pâncreas.

Além disso, essa gordura também favorece a produção de substâncias pró-inflamatórias, aumentando o risco de ateroscleroses.

A aterosclerose, por exemplo, acontece quando há o acúmulo de gordura ou qualquer outra substância nas paredes das artérias, deixando-as mais estreitas e dificultando a passagem do fluxo sanguíneo.

Em suma, a aterosclerose compromete a irrigação sanguínea do órgão dependente daquela artéria, se a artéria em questão for a do coração, então o paciente tem grande risco de sofrer um ataque cardíaco.

A gordura abdominal também favorece o surgimento de doenças como hipertensão arterial, diabetes, colesterol e triglicérides alto, além de tromboses e vários outros problemas.

É preciso ficar atento aos fatores de risco, ou seja, características que agravam as chances de uma dessas doenças surgir, como: tabagismo, histórico familiar e consumo de álcool.

Veja também : 17 dicas para trincar de uma vez por todas  seu abdômen.

Os homens precisam estar mais atentos ao tamanho de seu abdômen, pois os riscos de morte por doenças cardiovasculares são maiores em homens do que em mulheres.

Como diminuir a circunferência abdominal?

Antes de citar as melhores formas de acabar com a gordura localizada no abdômen, é necessário esclarecer uma dúvida comum entre a maioria dos pacientes: a lipoaspiração ou abdominoplastia eliminam a barriga?

É claro que esses procedimentos acabam com a barriga esteticamente, mas não solucionam o problema de circunferência abdominal aumentada.

Tanto a lipoaspiração quanto a abdominoplastia retiram apenas a gordura subcutânea, aquela que fica embaixo da pele, e não a gordura visceral que se encontra próxima aos órgãos.

A melhor maneira de acabar com a gordura do abdômen é seguindo aquela antiga receita tão adorada pelos nutricionistas: dieta balanceada e exercícios físicos.

Aqui, é válido mencionar que a dieta balanceada é fundamental para a perda de peso e a melhor opção para quem pretende eliminar esse tipo de gordura especificamente.

A gordura que se aloja no abdômen é proveniente de alimentos gordurosos e calóricos, então, se você deseja diminuir a sua circunferência abdominal, é preciso parar de ingerir alimentos que favoreçam o surgimento da gordura visceral.

Os exercícios ajudam na queima de calorias e no fortalecimento dos músculos, além de aumentar a resistência e melhorar a qualidade de vida do indivíduo. Aliando a alimentação balanceada, resulta em um combo de sucesso para a saúde.

Conheça as melhores atividades físicas para reduzir a circunferência abdominal

Muitas pessoas acham que o segredo para perder medida da barriga é fazer abdominal, mas isso não é verdade.

Os exercícios abdominais fortalecem os músculos do abdômen, mas sobre a placa de músculo está o tecido adiposo, a gordura.

Caso a gordura não seja eliminada, os músculos continuarão sem aparecer mesmo se estiverem fortalecidos.

Por isso, a melhor maneira de perder circunferência abdominal é associar exercícios aeróbicos aos exercícios localizados.

Os aeróbicos são um tipo de atividade que tem como finalidade aumentar o fluxo sanguíneo e fazer o coração trabalhar mais do que o normal.

Esses exercícios são intensos e ideais para quem pretende queimar gordura.

A seguir:

6 Atividades que ajudam a diminuir a circunferência abdominal

1.    Pular corda

É muito indicado para quem deseja queimar gordura abdominal. Além de queimar mais de 300 calorias em 30 minutos, também ajuda a tonificar os músculos da coxa, do abdômen e do bumbum.

2.    Caminhada ou corrida

Esses são ótimos exercícios para perder gordura visceral. Eles intensificam os batimentos cardíacos e aceleram o metabolismo.

Para obter resultados, é necessário que sejam feitos ao menos 30 minutos diariamente.

3.    Ginástica funcional

Muito indicado para quem deseja emagrecer, perder gordura e definir os músculos. A ginástica funcional consiste em exercícios utilizando o peso do próprio corpo, pequenos pesos e bolas, e auxílio de cabos elásticos, sem a necessidade de aparelhos de academia.

4.    Andar de bicicleta

Esse exercício pode queimar até 400 calorias por hora, além de trabalhar a parte cardiovascular e provocar intensa queima de gordura.

É indicado para quem deseja diminuir a gordura visceral e é recomendado, ao menos, 30 minutos três vezes por semana.

5.    Crossfit

É uma atividade de alta intensidade e ideal para quem deseja queimar gordura. Por ser muito dinâmico, melhora a capacidade física, fortalece os músculos e aumenta a resistência.

6.    Dançar

Ótimo exercícios aeróbico, quando praticado ao menos 3 vezes na semana, é excelente para perder circunferência abdominal.

Além de poder queimar até 600 calorias em uma hora, melhora a postura, o equilíbrio e ajuda a combater a depressão.

É IMPORTANTE BUSCAR A AJUDA DE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FISICA ANTES DE COMECAR A PRATICAR ALGUMA ATIVIDADE FÍSICA.

7 Alimentos que te ajudam a reduzir a circunferência abdominal

A alimentação balanceada é o principal aliado para reduzir a circunferência abdominal.

Então criamos uma lista com os 7 principais alimentos que podem ser incluídos na dieta para auxiliar na diminuição da gordura abdominal:

Veja também : Principais  Alimentos Queimadores de calorias.

1.    Chia

Rica em antioxidantes, auxilia a acelerar o organismo e na queima de gorduras. Os melhores horários para ingerir são no café da manhã e lanche da tarde.

2.    Abacate

Fonte de gordura monoinsaturada, ajuda a diminuir o acúmulo de células de gordura no abdômen. Pode ser consumido da maneira que preferir, 1 vez ao dia.

3.    Pimenta vermelha

graças à capsaicina, tem ação termogênica, o que ajuda a acelerar o metabolismo. É indicada a ingestão de 3 gramas, todos os dias.

4.    Vinagre de maçã

Tem ácido acético, que evita picos de insulina, reduzindo o acúmulo de gordura, e diminui a fome. Para o consumo, dilua 2 colheres de sopa em um copo de água e beba antes do almoço e do jantar.

5.    Gengibre

Rico em gingerol, substância que ajuda na queima de gordura e acelera o metabolismo. Ele pode ser ingerido cru, refogado ou em forma de chá, sendo um pedaço de 2 cm por dia.

6.    frutas vermelhas

As frutas vermelhas, como morango e amora, são ricas antocianina que tem ação antioxidante e auxilia na queima de gordura. Deve-se consumir 2 colheres de sopa por dia, de preferência frescas.

7.    Iogurte

Os probióticos presentes ajudam a regular o intestino. Além disso, o cálcio interfere nas células de gordura diminuindo o volume dentro delas. Coma 1 ou 2 porções todos os dias, de preferência desnatados e sem açúcar.

Leia também: Segredos para se tornar uma máquina de queimar gordura

Não esqueça de deixar o seu comentário sobre o nosso artigo, dicas e sugestões são sempre bem vidas por aqui!

 

Grande abraço e até a próxima!

Fonte Original : https://blog.partmedsaude.com.br/circunferencia-abdominal-por-que-os-homens-devem-se-preocupar/

Espondilolistese: o que é e quais são as suas causas?

Ola pessoal, hoje um novo assunto bem comum entre as causas de dores na coluna lombar principalmente. É a espondilolistese.

O nome vem do grego Espôndilo (vértebra) listese (escorregamento), portanto se trata de um deslizamento, escorregamento de uma vértebra sobre outra. Isso pode gerar muito incômodo e dores localizadas ou irradiadas, dependendo de onde ocorre a listese. Sendo este mais comumente localizado na coluna lombar. Entre outros fatores que contribuem para o maior acometimento da coluna lombar, o fato de ocorrer nesse segmento a curvatura lordótica, que naturalmente projeta o corpo vertebral anteriormente.

A espondilolistese pode ser classificada em até 5 graus, dependendo da intensidade do escorregamento, sendo que a primeira indica apenas uma leve anteriorização de um corpo vertebral sobre outro e a ultima uma ptose, isto é, uma luxação de uma vértebra sobre a outra, o que poderia acarretar inclusive a paraplegia.

Veja alguns tipos de causa da espondilolistese :

  • Degenerativa: geralmente causada por alterações na coluna pelo processo de envelhecimento. E pode ser mais comum em mulheres, normalmente atingindo a região lombar;
  • Ístmica: formada por defeito vertebral ou má formação. Pode aparecer mais em crianças e adolescentes;
  • Traumática: gerada por quedas e acidentes que resultam em fraturas ou traumas na região, levando ao deslizamento das vértebras;
  • Displásica: costuma ocorrer na região lombar, entre as vértebras L5 e S1. Pode ser mais comum em adolescentes e acontece quando os ossos não suportam a força exercida e deslizam;
  • Patológica: mais rara, é resultado de uma doença óssea ou tumor na região.

As mais comuns são as ístmicas e as degenerativas, sendo que essas últimas as que mais aparecem no consultório.

No tratamento deve ser considerado que até o grau 2 de escorregamento o prognóstico é muito bom, sendo que os sintomas de paresia e parestesia ainda se apresentam em grau leve e a dor pode ser eliminada após algumas sessões de osteopatia associada ao RPG.

Fortalecimento da região

O fortalecimento da região do CORE aumenta a resistência às oscilações vertebrais o que ajuda a “firmar” a vértebra em uma posição de maior estabilidade, mais difícil de se movimentar mediante solicitações ambientais.

Tratamento Cirúrgico

O tratamento cirúrgico deve ser solicitado quando os sintomas não cessam ou quando o grau de escorregamento é superior à 4. Nesse caso faz-se uma fixação das vértebras conhecido como artrodese e a mobilidade é reduzida drasticamente, comprometendo a qualidade de vida do paciente. Portanto, é necessário que aja consciência antes de encarar uma cirurgia desse porte e a fisioterapia tem o papel fundamental de prorrogar o quanto puder essa opção de risco.

Bom espero ter ajudado em algum esclarecimento e qualquer dúvida comentem!!

Abraço…

Melhor material para sua poltrona

Os melhores materiais para sua poltrona

Conheça os principais gêneros de tecidos usados para esse tipo de revestimento.

Seja na sala de estar, no quarto, escritório ou até mesmo na varanda, ter uma boa poltrona traz um conforto extra para o espaço onde ela está localizada, isso sem falar da sofisticação, a depender do modelo e do material.

Quem pretende adquirir um móvel desse tipo ou ainda mudar o forro da poltrona, no entanto, precisa conhecer melhor os principais tecidos e materiais usados, a exemplo do revestimento de couro natural ou sintético, suede e sarja.

Vale lembrar que o tipo de ambiente — sala de estar, escritório ou varanda —, qual o uso e a disponibilidade financeira são os principais fatores para escolher os materiais e tecidos da sua poltrona.

A poltrona ideal para cada ambiente

Quando se ouve a palavra poltrona, provavelmente, as primeiras imagens que vêm à nossa mente são daqueles modelos reclináveis, conhecidos como “cadeira do papai”, ou o clássico de couro com acabamento em capitonê, muito presente nas casas de nossos avós.

Esse tipo de móvel é super usado nas salas de estar ou de visitas, sendo uma cadeira mais confortável e com apenas um assento. Porém, não é apenas nesses ambientes que as poltronas podem estar dentro de uma casa.

No quarto do bebê é muito comum a presença de poltronas usadas durante a amamentação, por exemplo. Em escritórios, um belo modelo serve para dar mais conforto na hora da leitura. Na varanda, um conjunto delas oferece um conforto extra para ver o pôr do sol ou apreciar o amanhecer.

Seja onde for, as poltronas são móveis que já não se restringem ao espaço da sala, por isso mesmo, precisam de cuidados para manter sua beleza e conforto. Por essa razão, considere onde elas vão ficar, se receberão luminosidade ao longo do dia, o quanto serão usadas para avaliar o melhor material da sua poltrona.

Analisando esses aspectos fica muito mais fácil escolher o material mais adequado para forrar a sua poltrona ou mesmo na hora de comprar uma nova.

Tipos de material e tecido para poltronas

Couro

Um dos tecidos mais antigos da história da humanidade, o couro animal é ainda muito usado como revestimento de sofás e poltronas. O maior benefício é sua durabilidade ilimitada (desde que seja devidamente cuidado), mas o preço é bem salgado.

Couro sintético

Como o próprio nome já diz, o couro sintético é um material artificial que reproduz a aparência e o toque do couro de verdade. Esse material é bem mais barato, porém, com uma qualidade bem inferior ao original. O ideal é saber se a marca é de qualidade antes de comprar para sua poltrona.

Chenille

Um tecido de um excelente custo-benefício é o chenille. Por ser resistente e macio ao mesmo tempo, ele é muito usado em ambientes de uso contínuo como sala de estar. Mas não é muito indicado para quem tem animais peludos e é alérgico, pois o material tende a acumular mais sujeira que os demais.

Lona

Se você quer economia, a lona pode ser uma excelente alternativa exatamente por ser bem mais barata. Ela é um material bem resistente e pode ser usada em ambientes externos, além de ser impermeável e oferecer praticidade na hora da limpeza.

Jacquard

Sinônimo de luxo, o jacquard é uma opção para quem está disposto a investir um bom dinheiro para ter a poltrona dos sonhos. Ele é super resistente e fácil de limpar, além de não acumular muita poeira. Ponto para os alérgicos de plantão.

Sarja

Quem tem crianças e animais domésticos ficará encantado com os benefícios da sarja. Esse gênero de tecido, além de maleável, é resistente e não absorve tanto a sujeira. Isso sem falar que a sarja traz uma sensação extra de conforto e elegância para qualquer ambiente.

Suede

Outro material que é sinônimo de excelente custo-benefício é o suede, uma camurça sintética super confortável e de fácil manejo para limpar. No entanto, é um tecido que precisa ser impermeabilizado, já que o contato com líquidos pode acabar causando manchas definitivas.

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