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Osteopatia, Quiropraxia e Acupuntura em Franca SP

Desde que comecei a trabalhar com osteopatia e quiropraxia ou acupuntura tenho tido, sem demagogia ou falsa modéstia, uma taxa de sucesso acima de 80% em se tratando de dores de coluna lombar, torácica e cervical (90% dos casos) e membros que são afetados tanto por dores irradiadas dos problemas axiais quanto por problemas pontuais em articulações.

Claro, que na maioria das vezes preciso de ao menos 3 consultas para uma melhora relatada de ao menos 80%. Apos a alta consequentemente encaminho o paciente para exercícios de fortalecimento e alongamentos que atuarão como manutenção da melhora a longo prazo, com algumas consultas de manutenção, na maioria das vezes uma vez ao mês.

Percebo contudo que o mais difícil no processo terapêutico é a entrega do paciente à terapia, tanto no sentido de assiduidade das consultas quanto no sentido de entender que o tratamento ira mudar seu padrão corporal e isso de inicio pode gerar alguns desconfortos até que a mudança seja de fato definitiva.

E essas fase de adaptação provavelmente exigira deste paciente mudanças de sua rotina, como a quebra de alguns paradigmas ou mudanças de padrões cotidianos.

Sendo assim entendo que a busca pela terapêutica e assim sendo pela melhora de algo que incomoda, deve começar no plano energético, isto é, na vontade.

Se preparar para mudanças e para enfrentar uma fase de transformações exige planejamento e atitude, algo que é pre requisito para qualquer coisa que realmente faz sentido na vida.

Portanto se você deseja mudanças na sua saúde e no alivio de dores se prepare e faça, pois todo o universo conspirará para que se torne real!!

Tudo o que você precisa saber sobre dor ciática – Osteopatia

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Nervo Ciático

O nervo ciático é o mais longo do corpo humano, nasce a partir da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo responsável pela sensibilidade e motricidade das pernas.

A dor ciática ocorre devido a processos inflamatórios ou compressivos de uma ou mais das raízes nervosas que o formam, bem como de possíveis lesões ao longo do trajeto do nervo.

A compressão das raízes nervosas é causada por distúrbios na coluna (artrose, fraturas, osteoporose, hérnias, tumores ou processos inflamatórios).

A dor costuma se manifestar ao longo do trajeto do nervo, ou seja, na região do quadril e irradia-se para a parte de traz da coxa e das panturrilhas, podendo afetar, inclusive, o pé, variando bastante em cada paciente na dependência de quais raízes ou porções do nervo sejam afetadas.

Hérnia de Disco

A hérnia de disco é a causa mais comum de dor ciática. A dor ciática costuma se caracterizar por uma dor lombar que se irradia para uma das pernas, na maioria dos casos.

Além da dor, o paciente pode sentir dormência, sensações como queimação ou formigamento ao longo do trajeto do nervo (parte posterior da perna e panturrilha) e diminuição da força de alguns músculos da perna, levando à sensação de fraqueza e dificuldade para alguns movimentos como caminhar e subir escadas.

Como resposta à dor, costuma haver espasmo dos músculos próximos da coluna lombar, gerando uma rigidez da região que dificulta ainda mais a mobilidade do indivíduo afetado.

Habitualmente, uma crise aguda de dor lombar/dor ciática costuma durar de três a seis semanas, mas até em um terço dos casos pode evoluir por mais tempo tornando-se uma dor crônica, limitando os movimentos e o retorno para às atividades habituais da pessoa, inclusive ao trabalho.

O Iico de Incidência

O pico de incidência, fase em que as crises de dor ciática costumam surgir, ocorre por volta da terceira e quarta década da vida, podendo se repetir ao longo de toda a vida do indivíduo, tendendo a piorar a intensidade e a frequência com o advento da idade avançada devido às mudanças degenerativas que ocorrem com o tempo, como perda de massa muscular e o processo de artrose da coluna.

Dor no Ciático

A dor no ciático, na maior parte dos casos, é de causa mecânica, relacionada com excesso de pressão exercida sobre as vértebras da coluna lombar pelo peso do corpo, que leva ao deslocamento e ruptura do disco intervertebral conforme mecanismo descrito anteriormente.

Situações que aumentam a pressão sobre a região lombar têm sido apontadas como fatores de risco para o desenvolvimento de dor ciática, como excesso de peso, posturas inadequadas, movimentos de elevação de carga acima da linha de cintura, fraqueza nos músculos de sustentação do tronco, principalmente os abdominais e da região lombar.

Essas situações devem ser evitadas através de atividade física regular, tanto aeróbica, para evitar o ganho de peso, quanto para o fortalecimento de musculatura localizada, correção de hábitos posturais inadequados durante trabalho, descanso e, mesmo ao dormir, e através de cuidados quando da  execução de movimentos de abaixar para apanhar objetos, carregar peso e torcer o tronco, particularmente nas pessoas que o fazem de forma repetitiva, seja no trabalho, nas atividade domésticas ou em práticas esportivas.

Tratamento da dor Ciática

O tratamento da dor ciática baseia-se na definição do diagnóstico etiológico da dor, ou seja, no mecanismo causador dela. Conforme citado acima, a dor é habitualmente de causa mecânica devido a deslocamentos dos discos intervertebrais, como também por processos degenerativos dos ossos e articulações da coluna, sendo considerado o fator físico da compressão sofrida pelas raízes nervosas o principal problema a ser tratado. 

Recomendações

A recomendação de tratamento inicial é reduzir a carga sobre essa região da coluna, o que se faz com um período de repouso em posição deitada, evitando-se movimentos de se dobrar para frente, torção lateral da coluna e carregar peso, medidas que, associadas ao uso de medicação sintomática como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares costumam ser eficazes na maior parte dos casos, levando a uma resolução completa dos sintomas em até três meses.

Métodos fisioterápicos analgésicos também são importantes aliados nessa fase para o alívio e o retorno mais precoce às atividades, assim como a acupuntura e massoterapia e, para alguns casos mais resistentes, métodos invasivos de controle de dor (bloqueios neurais e infiltrações), a serem executados por médico especialista.

O que precisa ser conscientizado pelo portador dessas condições é que o alívio da dor não significa cura, pois o processo mecânico de compressão neural ainda estará presente e, possivelmente, acompanhará o indivíduo por toda a vida.

Cabe, então, o tratamento de prevenção para se evitar novas crises, o que pode ser feito com mudanças de hábitos de vida, como perda de peso e atividades físicas que reforcem a musculatura abdominal e paravertebral, além de mudanças posturais durante o trabalho, atividades cotidianas, lazer e o sono, necessitando do acompanhamento de fisioterapeutas e educadores físicos.  

Para um pequeno número dos portadores de dor ciática, essas estratégias, acima descritas, não serão suficientes para trazer um melhora suficiente e duradoura, sendo candidatos aos tratamentos cirúrgicos existentes.

Nesses casos, cabe ao médico especialista, ortopedista ou neurocirurgião, optar, entre as várias técnicas atualmente disponíveis, a que melhor convém àquele indivíduo específico.

Degeneração discal e a Osteopatia / Quiropraxia

Ha algum tempo venho falando sobre os benefícios da osteopatia e quiropraxia, citando sempre as duas técnicas juntas pois aprendi as duas e fica quase impossível separa-las pois têm grande parte das manobras compartilhadas.

O grande leque de possibilidades que essas ciências abrangem demonstra que em se tratando principalmente de coluna e dores, não ha hoje melhor opção para o tratamento não invasivo, isto é, não cirúrgico. É claro que em alguns casos quando o problema se tornou demasiadamente grave essa opção não é descartada, tudo em vista da melhor qualidade de vida do paciente.

O assunto que trago hoje é sobre a degeneração discal. O disco intervertebral é uma estrutura fibrogelatinosa localizada nos espaços entre cada uma das vértebras da coluna, e tem a função de amortecer e flexibilizar a coluna, permitindo o movimento e ao mesmo tempo preservando as articulações do peso corporal.

Em casos quando o disco sofre, seja por excesso do uso, em casos de pessoas que fazem trabalho braçal, ou em casos em que a postura corporal é desleixada, fazendo o peso incidir sobre algum disco em detrimento de outros, algo deve ser feito. Para a osteopatia dois passos são fundamentais nesse processo, que são: remover os bloqueios acima e abaixo do local lesionado, e por fim direcionar o centro de gravidade para a posição ideal, a fim de dividir a tarefa para as dezenas de discos que ainda estão saudáveis e por consequência eliminar a sobrecarga sobre o disco lesionado.

Os procedimentos levam em torno de 2 meses e devem ser feitos regularmente para que ocorra a remissão dos sintomas. O sobre peso e o excesso em atividades do dia a dia devem ser diminuídos assim como o aumento das atividades preventivas e de manutenção como o Pilates e o RPG.

Todos os comprometimentos que afetam a coluna devem ser tratados com prioridade, pois é la que se encontram as informações e comandos que percorrem o corpo, além de ser o eixo central de todo o corpo humano, gerando estabilidade e afetando todo o organismo.

 

3° Pilar da quiropraxia – Saúde Espiritual

Ola a todos, gostaria de apresentar a vocês o terceiro e ultimo pilar da quiropraxia, que juntamente com a saúde física e emocional, a saúde espiritual esta associada a bloqueios tratados na quiropraxia, osteopatia e acupuntura. Todo bloqueio na mente ou no corpo etéreo gera somatizações, ja descritas aqui como a forma física do problema que inicia no plano energético.

A nossa vida é repleta de sonhos, ambições, realizações e frustrações. Todas essas emoções são oriundas de uma mesma insatisfação constante que tentamos preencher com bens, compras e pessoas. Essa insatisfação é inquietante e não se sacia por muito tempo, fazendo com que entremos em um ciclo vicioso de compulsão e tristeza, nunca completamente suprida por muito tempo.

A humanidade moderna perdeu um pouco do contato com as forças formadoras, com as forças que nos movem enquanto seres pensantes, forças que nos elevam a qualidade de responsaveis pelo nosso livre arbitrio, portanto, conscientes das nossas escolhas. É muito mais facil me sedar em frente a uma televisão ou da internet e deixar as coisas escondidas debaixo do tapete, a base de antidepressivos e outros venenos que nos anuvia a visão, mesmo sabendo que a montanha formada um dia nos engolirá.

É necessário encontrarmos um equilíbrio entre as forças que nos regem, e para isso o silencio e a interiorização são importantes. Meditação e Yoga são apenas algumas das tecnicas milenares propostas para entrarmos em conexão com o nosso intimo adormecido e despertar a verdade absoluta que esta em nosso inconsciente e que pode ser resgatada quando a mente dissipa as nuvens e os barulhos da superficialidade. A caridade também nos faz enxergar o mundo pelos olhos de outras pessoas e tirar a atenção do nosso ego exigente insaciável.

O trabalho de ajudar extrai aquilo que é importante em nos, pois é com isso que iremos trabalhar na orientação do outro, e esse processo nos faz refletir sobre quem realmente somos além do que mostramos e gostaríamos de mostrar na sociedade.

Espondilolistese: o que é e quais são as suas causas?

Ola pessoal, hoje um novo assunto bem comum entre as causas de dores na coluna lombar principalmente. É a espondilolistese.

O nome vem do grego Espôndilo (vértebra) listese (escorregamento), portanto se trata de um deslizamento, escorregamento de uma vértebra sobre outra. Isso pode gerar muito incômodo e dores localizadas ou irradiadas, dependendo de onde ocorre a listese. Sendo este mais comumente localizado na coluna lombar. Entre outros fatores que contribuem para o maior acometimento da coluna lombar, o fato de ocorrer nesse segmento a curvatura lordótica, que naturalmente projeta o corpo vertebral anteriormente.

A espondilolistese pode ser classificada em até 5 graus, dependendo da intensidade do escorregamento, sendo que a primeira indica apenas uma leve anteriorização de um corpo vertebral sobre outro e a ultima uma ptose, isto é, uma luxação de uma vértebra sobre a outra, o que poderia acarretar inclusive a paraplegia.

Veja alguns tipos de causa da espondilolistese :

  • Degenerativa: geralmente causada por alterações na coluna pelo processo de envelhecimento. E pode ser mais comum em mulheres, normalmente atingindo a região lombar;
  • Ístmica: formada por defeito vertebral ou má formação. Pode aparecer mais em crianças e adolescentes;
  • Traumática: gerada por quedas e acidentes que resultam em fraturas ou traumas na região, levando ao deslizamento das vértebras;
  • Displásica: costuma ocorrer na região lombar, entre as vértebras L5 e S1. Pode ser mais comum em adolescentes e acontece quando os ossos não suportam a força exercida e deslizam;
  • Patológica: mais rara, é resultado de uma doença óssea ou tumor na região.

As mais comuns são as ístmicas e as degenerativas, sendo que essas últimas as que mais aparecem no consultório.

No tratamento deve ser considerado que até o grau 2 de escorregamento o prognóstico é muito bom, sendo que os sintomas de paresia e parestesia ainda se apresentam em grau leve e a dor pode ser eliminada após algumas sessões de osteopatia associada ao RPG.

Fortalecimento da região

O fortalecimento da região do CORE aumenta a resistência às oscilações vertebrais o que ajuda a “firmar” a vértebra em uma posição de maior estabilidade, mais difícil de se movimentar mediante solicitações ambientais.

Tratamento Cirúrgico

O tratamento cirúrgico deve ser solicitado quando os sintomas não cessam ou quando o grau de escorregamento é superior à 4. Nesse caso faz-se uma fixação das vértebras conhecido como artrodese e a mobilidade é reduzida drasticamente, comprometendo a qualidade de vida do paciente. Portanto, é necessário que aja consciência antes de encarar uma cirurgia desse porte e a fisioterapia tem o papel fundamental de prorrogar o quanto puder essa opção de risco.

Bom espero ter ajudado em algum esclarecimento e qualquer dúvida comentem!!

Abraço…

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