Categoria: <span>Quiropraxia</span>

Mulher aplicando spray na perna.

Como prevenir as lesões na musculação e no esporte?

Muitas pessoas só recorrem a musculação para fortalecer e tornear os músculos, mas essa prática ajuda em diversos outros aspectos. O que poucos sabem é que essa prática ajuda na prevenção de lesões e no tratamento das mesmas.

Mesmo com a rivalidade estipulada de fisioterapia e musculação, é cada vez mais comum vermos fisioterapeutas atuando em academias e espaços de musculação.

Existem vários tipos de lesões que possuem uma variedade de causas. As lesões podem ter incidência nos tendões, articulações, ossos, ligamentos e nos músculos.

São comumente causadas por acidentes cotidianos e pela prática esportiva, por meio de uma atrofia, encurtamento, exagero de peso, prática excessiva e desequilíbrio muscular, que pode encadear em quedas, na perda de dentes e assim, na adesão do implante dentário.

Como dito, as lesões possuem diversos tipos, esse fato faz com que seja difícil estipular uma ação preventiva exata. Contudo, o fortalecimento do corpo e o ganho de maior resistência ajuda a evitar essas ocorrências, uma vez que o corpo consegue suportar baques e quedas de maior intensidade e ganha um maior equilíbrio e preparativo.

Prevenção de lesão na musculação

Pessoas que possuem os músculos dorsais e abdominais sem força, são as mais suscetíveis para sofrerem uma lesão na região das costas ou uma irregularidade na coluna, complicações que podem se agravar e desencadearem problemas como hérnia de disco e artrose.

Na idade avançada, lesões causadas pela osteoporose, redução de equilíbrio, e atrofia muscular são casos ainda mais comuns, assim, a musculação atuaria na ajuda, além do fortalecimento dos músculos, no ganho de maior flexibilidade e de massa óssea.

  • É através de exercícios que promovem a força e resistência que conseguimos adquirir tais efeitos.
  • É por meio da musculação que se consegue desenvolver a noção de certas movimentações cotidianas, que quando executadas podem encadear em lesões, como o ato de agachar e carregar peso.
  • É somente se preparando, concertando a postura e evitando certas posições que prevenimos com eficiência tais lesões. A prevenção de lesões na musculação é semelhante à do esporte, veja:

Prevenção de lesão no esporte

Em certos esportes e algumas atuações profissionais, alguns músculos são especificamente mais utilizados do que os demais, fazendo, com a prática demasiada, que haja a sua exaustão e o desequilíbrio muscular, que pode levar as lesões.

Qualquer seja a atividade física que necessite de um impacto; tênis, basquete ou futebol, a única prevenção possível para evitar danos causados pelo impacto é um músculo bem desenvolvido e fortalecido no momento.

Caso esteja no início da prática procure por um acompanhamento de um personal trainer, ao mesmo tempo que a prática de esporte e da musculação podem prevenir lesões elas também podem as motivar caso não haja a sua execução correta, ou até mesmo procure um ortopedista especialista que irá lhe auxiliar o que melhor convém para suas atividades físicas.

Lembre-se que para uma boa prática outros fatores são importantes, como uma boa alimentação e hidratação, que também são necessários para a boa condição corporal e essenciais para sua manutenção e para a prevenção de problemas internos e externos.

Qual Esporte Escolher Para Evitar Dor nas Costas?

Você sabia que quatro em cinco pessoas sofrerão em algum momento de suas vidas de dor nas costas?

Mas isso não significa que você deve evitar atividades físicas, muito pelo contrário. Para evitar a dor nas costas, uma recomendação: movimentar-se.

Os profissionais são unânimes em afirmar que a regularidade é essencial, e recomendam atividades físicas pelo menos três vezes por semana, de trinta a quarenta minutos, obviamente de intensidade moderada.

Caminhar, correr, nadar, pedalar, dançar…qual esporte é mais indicado para quem tem problema de coluna ou quer evitar ter?

Por que atividades físicas são importantes

Seja para quem já sofre de dores nas costas ou deseja prevenir problemas na coluna, saiba que as atividades físicas podem ajudar bastante.

Isso porque fortalecem e alongam os músculos, minimizando assim a pressão exercida em outras estruturas, como os discos e ligamentos.

Agora, algumas precauções são necessárias antes, durante e após os exercícios, pois senão em vez de ajudar, vai acabar piorando.

Por exemplo, fazer aquecimento antes de praticar um exercício e alongar o corpo ao final.

Qual esporte escolher para evitar dor nas costas?

Em primeiro lugar, lembre-se sempre antes de começar qualquer atividade física, conversar com seu médico para saber qual esporte é mais adequado para a sua condição.

Mesmo que você tenha algum problema na coluna, isso não é desculpa para não se exercitar.

Apenas tome cuidado por que certos esportes podem agravar o problema.

Selecionamos aqui os esportes mais indicados para evitar dor nas costas:

Caminhar

A caminhada pode ser feita sozinha ou em grupo e traz muitos benefícios à saúde.

Fortalece nossos músculos e nossa capacidade respiratória, mobiliza as articulações, reduz o risco de doenças cardíacas, fortifica os ossos, ativa a circulação sanguínea, entre outros.

É importante estar vestido adequadamente, com roupas leves e tênis apropriados para caminhada.

Dançar

A dança promove movimentar praticamente com todo corpo. E como existem várias modalidades, com certeza você encontrará com a qual mais se identifique.

Apenas tome cuidado para evitar lesões no joelho, mas dançar no seu ritmo, ajuda a evitar dor nas costas.

Nadar

O grande diferencial da natação é que se trata de um esporte de baixo impacto, sendo uma atividade onde a pressão exercida sobre os discos vertebrais é mínima.

A hidroginástica também é uma outra ótima opção, pois alivia o peso do corpo sobre a coluna.

Musculação

Se você tem problemas na coluna, a musculação é outra atividade física indicada.

Para que a coluna fique estável, é preciso fortalecer a musculatura do core, abdômen, quadril e lombar, o que é possível com a musculação.

Apenas preste atenção para não sobrecarregar um grupo muscular em detrimento de outro, ou seja, é preciso encontrar um equilíbrio.

Pedalar

Para quem sofre de dores nas costas, é recomendado usar uma bicicleta ergométrica, pois possibilita o ajuste.

Dessa forma, a coluna se mantém na sua posição natural, ao mesmo tempo que fortalece os músculos do quadril.

Pilates

O pilates está muito em alta, especialmente entre quem apresenta problema na coluna, pois não coloca em risco os músculos das costas.

Como a área do abdômen é bastante trabalhada no pilates, por sua vez, não traz efeito prejudicial à coluna.

Lembrando também que, é um tipo de exercício que ajuda a manter uma postura adequada.

Independentemente da atividade física, é primordial manter uma boa postura, pois é uma maneira de preservar a sua coluna, evitar o desgaste dos discos e articulações, ajudando a prevenir dor e outros problemas.

Quais cuidados com a coluna na prática de exercícios

As dores na coluna podem ser decorrentes de vários fatores, desde uma postura incorreta, uma sobrecarga ou um processo degenerativo.

É essencial seguir as orientações de um profissional habilitado caso você já tenha um problema instalado, como por exemplo um médico especialista em coluna.

E quais os cuidados com a coluna?

  • Aquecer antes dos exercícios;
  • Manter a postura correta;
  • Não sobrecarregar nos pesos;
  • Faça intervalos entre os treinos para o corpo se recuperar;
  • Use roupas confortáveis e tênis adequados;
  • Alongar após as atividades físicas.

São cuidados básicos que ajudam bastante a preservar a saúde da coluna e não gerar problemas mais graves.

Então, se você sofre de algum problema na coluna ou sente dores, não deixe de se exercitar, mas busque pelos exercícios certos e com orientação correta.

Saiba a diferença entre Osteopatia e Quiropraxia

Quiropraxia e Osteopatia, qual a diferença?

A história da terapia manual remonta o início da história escrita e provavelmente já havia algo assim, de forma mais rudimentar na pré história.

Pois, o toque e a própria reação instintiva de levar as mãos no lugar onde dói já indicam que a mão realmente tem potencial terapêutico.
Falando da história, as informações de terapias manuais mais antigas remontam da China, há cerca de 5000 anos.

Técnicas Do in para relaxar.
Técnicas Do in para relaxar.

La nasceram técnicas como o Anmá ou o Do In que são formas de tratar o doente usando os mesmos princípios da acupuntura porém sem agulhas.

Massagem Anmá

Eles acreditam que meridianos de energia, que hoje conhecemos como vasos sanguíneos e nervos, carregavam a energia vital Qi por todo o corpo, e a interrupção desse fluxo traria a doença. Fatos semelhantes também ocorria na cultura Hindú através do entendimento dos chakras energéticos, em que o bloqueio desses vórtices, como o chamavam, desencadearia desequilíbrio que a longo prazo poderia trazer patologias.

Esse apanhado histórico serve para contextualizar o raciocínio por trás da osteopatia e da quiropraxia, que muito longe do oriente em tempo e espaço, simpatizam com o mesmo objetivo, tratar regiões onde estão os bloqueios, e não exatamente a dor.

Como a Osteopatia e a Quiropraxia pode te ajudar?

Por que entendemos que o bloqueio seja ele articular, muscular, neural, vascular, facial, orgânico, visceral, emocional ou craniano são as causas primárias de desequilíbrio, que impedem o sistema de auto cura do corpo entrar em homeostase (equilíbrio) e provoca dores e disfunções orgânicas por todo o corpo.

Infográfico da história da terapia manual

Assim apresenta-se a história da terapia manual moderna, que teve seu início desenvolvido nos estados do centro oeste dos EUA por um cientista da saúde chamado Andrew Taylor Still na segunda metade do séc. XIX. Filho de um médico pioneiro e sempre fascinado pela anatomia humana a pela ciência da cura, Still dedicou sua vida ao estudo e a prática clínica, até eventualmente estabelecer a arte de cura da Osteopatia.

Still articulou primeiramente a ideia de melhorar a prática médica durante sua vida no Kansas em 1874. Na época ele teve um pensamento inspirador: O corpo humano possui muito em comum com uma máquina, que para funcionar bem precisa estar tudo em ordem.

Still era um típico médico de fronteira, que foi treinado como um aprendiz. E como muitos médicos de fronteiras, ele fez muitas coisas além da prática médica: agricultura, trabalho como mecânico e lutar na Guerra Civil.

Sua prática médica incluía cuidar dos colonos e dos índios americanos. Ele enfrentou epidemias como a da cólera, malária, pneumonia, varíola, difteria e tuberculose. Após a guerra, a meningite levou três de seus filhos, e então ele começou a buscar por um melhor sistema de prática médica.

Cuidando dos índios americanos

Esse novo sistema prometia simplesmente dar um suporte a mais a saúde, o que a princípio não parecia nada polêmico. Porém o final do século 19 era um tempo de muitas escolas de saúde, e na fronteira havia muita competição entre os médicos e uma grande desconfiança sobre novas ideias.

Assim Still se tornou um médico itinerante, primeiro no Kansas, depois no Missouri. Conversava com todos que estavam interessados em seus novos métodos, que se centrava no tratamento do corpo através da melhora das suas funções naturais. No princípio ele continuou utilizando alguns medicamentos, mas gradualmente ele atingiu bons resultados sem nenhum deles.

Com o tempo, ele começou a condenar quase todos os medicamentos usados na época.

Os métodos de tratamento de Still, que incluíam manipulações para melhorar a circulação e para corrigir a biomecânica alterada, começaram a apresentar resultados. Em 1889 o número de pacientes viajando para ver Still em sua recém-fundada enfermaria foi tão grande que ele foi forçado a ficar em Kirksville, Missouri, ao invés de viajar para ver seus pacientes. Ele se tornou atarefado e as pessoas começaram a falar dele com respeito.

Três anos mais tarde Still inaugurou a American School of Osteopathy (ASO). No início os estudantes aprendiam anatomia com William Smith, M.D., um escocês que havia estudado medicina em Edimburgo e se interessou pela osteopatia durante sua viagem nos Estados Unidos ele foi o primeiro a receber um certificado de D.O.. Still o que o possibilitou a ensinar osteopatia através de seminários, demonstrações e com prática com seus próprios pacientes.

A ASO concedeu 18 diplomas em março de 1894 e mais escolas abriram após a ASO, e graduados em osteopatia se espalharam pelo país com seus consultórios particulares.

Através da observação anatômica e da biomecânica resultante da interação entre essas mesmas peças anatômicas ele foi capaz, juntamente com diversos outros cientistas e colaboradores, de desenvolver um raciocínio clinico através de testes, palpações acuradas e quadro clinico (sinais e sintomas).

Esse raciocínio segue justamente a linha dos antigos “cientistas” orientais antigos, ou seja, que o bloqueio, ou melhor, a falta de movimento ou de fluidez corporal são as causas de “todas” as patologias e sendo assim a liberação dessa área cessaria o mal pela raiz, sendo assim evitável, inúmeros casos de medicações excessivas e cirurgias desnecessárias.

osteopatia-entenda-o-que-e-e-que-doencas-trata

Essa ciência criada por Still foi chamada de osteopatia (ostheophaty), e tem seu nome unicamente pelo fato de no início a maioria das manobras estar destinadas à parte óssea do corpo, muito porque se entendiam, não erroneamente, mas incompleto, que a noção da coluna abrigar a medula e de lá saírem toda a rede neural que conecta e da vida e movimento para o corpo.

É certo que o tratamento da parte esquelética é essencial na osteopatia justamente pelo que foi citado da sua relação neural, porem com o decorrer dos estudos verificaram que o chamado tecido mole também tem uma parcela extremamente valiosa na complicada interação biomecânica de todo o corpo humano, principalmente as fáscias.

Estas são responsáveis pela parte de preenchimento dos diversos compartimentos do corpo, separando, sustentando, unindo e permitindo a nutrição de todo o organismo, pois através das fáscias que passam os vasos e nervos de grande calibre do corpo, que então se ramificam e vão servir a diferentes tecidos dando-lhes a vitalidade necessária para funcionar.

A Distinção entre Quiropraxia e Osteopatia

Como foi dito, a osteopatia é uma ciência muito complexa por isso mesmo tem diversas linhas paralelas de abordagem. Alguns dão mais ênfase na parte musculoesquelética, outros nas funções do sistema nervoso autonômico (SNA), outros nas fáscias, desenhando suas linhas de pesquisas ou de atuação clínica para essas vertentes.

Consequentemente surgiram experts em áreas bastantes especificas e as subdivisões provenientes da osteopatia se encontram em orgânico desenvolvimento até hoje.

Exemplos mais conhecidos são a quiropraxia, que será explicada a seguir, a terapia miofascial de Jones, Sutherland, Dejarne, Maitland, Mulligan, entre outros. Cada qual com sua visão derivada da osteopatia de Still.

A quiropraxia foi uma das variações oriundas da osteopatia e foi sintetizada por David Palmer também nos EUA. A visão de Palmer era simplificar a osteopatia em técnicas mais diretas e sem muitos rodeios, indo direto para a área a ser tratada utilizando técnicas mais abrangentes e genéricas, cobrindo em uma manobra áreas inteiras que na osteopatia seriam descontruídas uma a uma.

Por isso diz-se que a quiropraxia é uma técnica mais reflexogena que a ostepatia, justamente por tratar áreas ao invés de pontos ela produz um efeito mais responsivo no corpo, ativando de forma mais poderosa o sistema de autocura do corpo.

Existe inclusive uma brincadeira para explicar essa diferença: diz-se que para diferenciar a atuação de um osteopata para um quiropata, ou quiropraxista é assim; como se faz para achar um gato em um balaio de coelhos? O osteopata palpa tudo e encontra o gato, o quiropata joga o balaio na parede e o que miar é o gato…

Isso serve para ilustrar que a osteopatia tem a finesa e o minimalismo dos movimentos a fim de atuar de forma precisa e sem excessos que podem gerar a famosa “ressaca” da consulta (dor causada pelos próprios ajustes que tendem a passar em 24h após).

A Filosofia da Quiropraxia

A quiropraxia tem uma abordagem quase que oposta nessa filosofia, eles entendem que gerando grande carga energética com as manipulações temos mais chances de acertar o que está errado no corpo, pois assim podemos tratar de forma mais rápida com movimentos mais agressivos que vão gerar grande quantidade de reações corporais e com isso resultar em mudanças mais radicais e rápidas.

O ideal para o terapeuta é entender as mais diversas vertentes das terapias manuais para que com ferramentas diversificadas fique mais fácil entender e atuar em cada corpo conforme as necessidades.

Para aqueles corpos mais delicados a osteopatia pode ser mais efetiva, enquanto que em grandes áreas de bloqueios e em corpos maiores a quiropraxia pode ser mais efetiva, até porque muitas vezes seja por dificuldade na palpação ou na correta avaliação, seja por dor ou falta de cooperação involuntária do paciente fica impossível chegar a alguma conclusão por testes.

O objetivo deste é informar sobre as principais dúvidas que aparecem em consultório e ajudar a esclarecer e facilitar a escolha de terapias ou exercícios para cada caso específico.

Pensamentos finais sobre: diferenças entre Osteopatia e Quiropraxia!

Para começo de conversa, ambas as técnicas tem muito mais coisas parecidas do que distintas.
São técnicas destinadas a correções de microlesões ou desajustes, como é usualmente chamado, que apesar de serem micro causam grandes problemas no funcionamento biomecânico do corpo, o que inevitavelmente leva a dores e perda da qualidade de vida.

Tais ajustes podem ser realizados em articulações, músculos, órgãos e vísceras, nervos e até mesmo artérias, sendo para tanto utilizado em inúmero arsenal de manobras, como manipulações (os famosos estalos), mobilizações (não produzem estalos), alongamentos, liberações fasciais e até mesmo choques verbais.

O que podemos salientar que existe na osteopatia e também na quiropraxia é a forma com que é entendido o processo de lesão primária.

Entende-se que a lesão primária não esta onde a dor aparece. Como em um escritório que não funciona bem, quem se queixa não é o que esta sem trabalhar, e sim o que trabalha dobrado para compensar a perda de uma função. Portanto, para isso, devemos trabalhar em zonas de ipomobilidade, ou seja, aquela que esta sem movimento.

Para a Quiropraxia o sistema nervoso é a fonte de toda a vida do organismo, sendo assim, com o sistema nervoso correto a saúde estará presente, sendo o contrário também verdadeiro.

Já na Osteopatia entende-se que a estrutura governa a função, sendo assim o tecido em sofrimento é o grande causador de dores, especialmente em função da disfunção do aporte sanguíneo.

Para a osteopatia o corpo possui uma característica inata de auto cura, sendo assim, quando este possui suas estruturas em ordem todo o organismo se reorganiza espontaneamente.

Cada técnica tem sua utilidade em sua devida hora, cabe ao terapeuta entender quando é hora de utilizar uma ou outra!!

Espero ter esclarecido alguma dúvida e comentem que será um prazer responder !!

Grande abraço a todos. Obrigado!!!

Frederico

O nervo ciatico é um nervo formado pelas raizes de 4 vertebras diferentes

O que é e o que causa dor no nervo ciático?

Nervo ciático ou Isquiático

O nervo ciático é um nervo formado pelas raizes de 4 vertebras diferentes. De Lombar 4 a Sacro 2. essas raizes nervosas se anastomosam e formam esse que é o nervo mais calibroso do corpo humano e que tem seu comprometimento muito frequente devido a alguns fatores que falaremos a seguir.

O que é Dor Ciática (Ciatalgia)

sintomas

A compressão ou qualquer outro stress mecânico no nervo ciático podem gerar dor que percorre toda a face postero lateral do membro inferior, mas também parestesia,que é formigamento ou dormência e paresia que é perda de força e coordenação motora nos músculos inervados pelo ciático.

Causalidades

As dores ciáticas geralmente são iniciadas por hérnias de disco, espondiloartroses que é artrose (desgaste ósseo) na coluna, que por vezes geram os osteofitos (bicos de papagaio) e que agem como agente estressor da raiz do nervo, assim como a hernia de disco. Se algo incomoda a raiz de qualquer um dos 4 nervos descritos acima como originarios do nervo ciatico os sintomas podem aparecer.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE HÉRNIA DE DISCO E BICO DE PAPAGAIO - Doutor H

tratamento

O tratamento medicamentoso deve durar os primeiros 7 dias, caso não tenha o resultado precisa investigar e ver o que esta gerando esse pinçamento. Esse é o papel da osteopatia e quiropraxia que vão tirar a causa do problema removendo a pressão sobre as raizes e assim removendo a causa primaria da dor. Isso não quer dizer que medicamentos não podem ser usados, digo apenas que medicamentos sozinhos não resolver a dor, e que os pacientes podem procurar um osteopata, quiropraxista ou fisioterapeuta ja no inicio dos sintomas, nao dependendo do medico indicar.

Contato

Fred Soares Fisioterapia

(16) 99167-9057

(16) 99117-3434

Franca SP

Osteopatia

Osteopatia, quiropraxia no tratamento de dores cervicais e torcicolos

Osteopatia. O que é? Para que serve?

A Osteopatia ainda é um tratamento desconhecido do grande público em geral. Mas vem se tornando uma grande aliado principalmente em se tratando de dores, em especial na coluna, principalmente por ser um tratamento rápido não invasivo, isto é, não cirúrgico. É claro que em alguns casos quando o problema se tornou demasiadamente grave essa opção não é descartada, tudo em vista da melhor qualidade de vida do paciente.

Essa é uma área da fisioterapia ortopédica que se iniciou nos EUA no século XIX pelo Dr. Still e se espalhou pelo mundo de forma exponencial até chegar ao Brasil na década de 90. Para entender melhor é preciso entender que os princípios da Osteopatia são a de que a estrutura governa a função e vice versa, isto é, quando a estrutura (ossos, músculos, ligamentos, discos, etc) esta em sofrimento a função será alterada, gerando dificuldades em realizar as atividades diárias, assim como se a função for comprometida, isto é, a limitação de movimentos provocados por uma dor, as estruturas sofrerão com isso.

O tratamento com Osteopatia visa a liberação de áreas em que estão bloqueadas propiciando a retomada da função normal de todos os segmentos do corpo, com isso a mecânica se reorganiza naturalmente aliviando os sintomas de dor. Para isso o profissional usa de várias técnicas como os famosos thrusts que são as manobras de estalos que provocam a imediata função do segmento bloqueado, assim como liberações de músculos e fáscias, bem como ligamentos e tendões, tudo feito de forma manual sem auxilio de equipamentos ou aparelhos externos. Dessa forma ela pode ser realizada em um ambiente simples e que necessita simplesmente do conhecimento do profissional devidamente formado.

Os bloqueios podem ocorrer pelos mais diversos motivos, sejam eles físicos, como um tropeção, acidentes, esforços repetitivos, mas também emocionais como estresse, tristeza, medo e ainda problemas químicos, como alimentação, fumo, ou remédios em excesso, que afetam os órgãos e vísceras, interferindo na função normal do organismo trazendo dores.

A Osteopatia têm muito o que crescer no Brasil pois nossa população necessita de profissionais que sejam resolutivos no tratamento de dores que causam tantos prejuízos a população de forma geral. A divulgação via mídias sociais vem trazendo muitas informações e abrindo essa opção fantástica para o publico entender e buscar esse tipo de profissional.

Dores no pescoço, os famosos torcicolos

Quando pensamos em dores no pescoço nós lembramos, sem exceção, dos famosos torcicolos.

Normalmente aparecem ao passarmos muito tempo em uma determinada posição e ao mudar repentinamente, ele aparece.

Isso ocorre por que os músculos que se adaptaram a aquela posição inicial permanente não consegue, por meio de falha no comando neural, liberar o movimento ao mudar de posição de forma abrupta, e isso gera uma espécie de curto circuito nós nós músculos do pescoço, impedindo-o de voltar ao seu estado de relaxamento.

Normalmente o tratamento de um torcicolo é muito rápido com técnicas de osteopatia, quiropraxia e até mesmo liberação miofacial e acupuntura.

Mas apenas um profissional gabaritado deve tentar ajustar isso pois, apesar de parecer não é tão simples.

Ao fazermos as correções osteopáticas e quiropráticas a melhora é percebida instantaneamente e não é necessário a ingestão de medicamentos. Se não conhece, entre em contato que teremos enorme prazer em ajudar.

Boa semana a todos!

Tudo o que você precisa saber sobre dor ciática – Osteopatia

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Nervo Ciático

O nervo ciático é o mais longo do corpo humano, nasce a partir da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo responsável pela sensibilidade e motricidade das pernas.

A dor ciática ocorre devido a processos inflamatórios ou compressivos de uma ou mais das raízes nervosas que o formam, bem como de possíveis lesões ao longo do trajeto do nervo.

A compressão das raízes nervosas é causada por distúrbios na coluna (artrose, fraturas, osteoporose, hérnias, tumores ou processos inflamatórios).

A dor costuma se manifestar ao longo do trajeto do nervo, ou seja, na região do quadril e irradia-se para a parte de traz da coxa e das panturrilhas, podendo afetar, inclusive, o pé, variando bastante em cada paciente na dependência de quais raízes ou porções do nervo sejam afetadas.

Hérnia de Disco

A hérnia de disco é a causa mais comum de dor ciática. A dor ciática costuma se caracterizar por uma dor lombar que se irradia para uma das pernas, na maioria dos casos.

Além da dor, o paciente pode sentir dormência, sensações como queimação ou formigamento ao longo do trajeto do nervo (parte posterior da perna e panturrilha) e diminuição da força de alguns músculos da perna, levando à sensação de fraqueza e dificuldade para alguns movimentos como caminhar e subir escadas.

Como resposta à dor, costuma haver espasmo dos músculos próximos da coluna lombar, gerando uma rigidez da região que dificulta ainda mais a mobilidade do indivíduo afetado.

Habitualmente, uma crise aguda de dor lombar/dor ciática costuma durar de três a seis semanas, mas até em um terço dos casos pode evoluir por mais tempo tornando-se uma dor crônica, limitando os movimentos e o retorno para às atividades habituais da pessoa, inclusive ao trabalho.

O Iico de Incidência

O pico de incidência, fase em que as crises de dor ciática costumam surgir, ocorre por volta da terceira e quarta década da vida, podendo se repetir ao longo de toda a vida do indivíduo, tendendo a piorar a intensidade e a frequência com o advento da idade avançada devido às mudanças degenerativas que ocorrem com o tempo, como perda de massa muscular e o processo de artrose da coluna.

Dor no Ciático

A dor no ciático, na maior parte dos casos, é de causa mecânica, relacionada com excesso de pressão exercida sobre as vértebras da coluna lombar pelo peso do corpo, que leva ao deslocamento e ruptura do disco intervertebral conforme mecanismo descrito anteriormente.

Situações que aumentam a pressão sobre a região lombar têm sido apontadas como fatores de risco para o desenvolvimento de dor ciática, como excesso de peso, posturas inadequadas, movimentos de elevação de carga acima da linha de cintura, fraqueza nos músculos de sustentação do tronco, principalmente os abdominais e da região lombar.

Essas situações devem ser evitadas através de atividade física regular, tanto aeróbica, para evitar o ganho de peso, quanto para o fortalecimento de musculatura localizada, correção de hábitos posturais inadequados durante trabalho, descanso e, mesmo ao dormir, e através de cuidados quando da  execução de movimentos de abaixar para apanhar objetos, carregar peso e torcer o tronco, particularmente nas pessoas que o fazem de forma repetitiva, seja no trabalho, nas atividade domésticas ou em práticas esportivas.

Tratamento da dor Ciática

O tratamento da dor ciática baseia-se na definição do diagnóstico etiológico da dor, ou seja, no mecanismo causador dela. Conforme citado acima, a dor é habitualmente de causa mecânica devido a deslocamentos dos discos intervertebrais, como também por processos degenerativos dos ossos e articulações da coluna, sendo considerado o fator físico da compressão sofrida pelas raízes nervosas o principal problema a ser tratado. 

Recomendações

A recomendação de tratamento inicial é reduzir a carga sobre essa região da coluna, o que se faz com um período de repouso em posição deitada, evitando-se movimentos de se dobrar para frente, torção lateral da coluna e carregar peso, medidas que, associadas ao uso de medicação sintomática como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares costumam ser eficazes na maior parte dos casos, levando a uma resolução completa dos sintomas em até três meses.

Métodos fisioterápicos analgésicos também são importantes aliados nessa fase para o alívio e o retorno mais precoce às atividades, assim como a acupuntura e massoterapia e, para alguns casos mais resistentes, métodos invasivos de controle de dor (bloqueios neurais e infiltrações), a serem executados por médico especialista.

O que precisa ser conscientizado pelo portador dessas condições é que o alívio da dor não significa cura, pois o processo mecânico de compressão neural ainda estará presente e, possivelmente, acompanhará o indivíduo por toda a vida.

Cabe, então, o tratamento de prevenção para se evitar novas crises, o que pode ser feito com mudanças de hábitos de vida, como perda de peso e atividades físicas que reforcem a musculatura abdominal e paravertebral, além de mudanças posturais durante o trabalho, atividades cotidianas, lazer e o sono, necessitando do acompanhamento de fisioterapeutas e educadores físicos.  

Para um pequeno número dos portadores de dor ciática, essas estratégias, acima descritas, não serão suficientes para trazer um melhora suficiente e duradoura, sendo candidatos aos tratamentos cirúrgicos existentes.

Nesses casos, cabe ao médico especialista ortopedista ou neurocirurgião, optar, entre as várias técnicas atualmente disponíveis, a que melhor convém àquele indivíduo específico.

Plexo Braquial – osteopatia, quiropraxia e acupuntura

 

Plexo braquial é o nome dado ao conjunto de nervos provenientes da região da coluna cervical que tem como destino todo o membro superior do corpo humano.

Para entender a importância do plexo braquial é necessário primeiro entender o que é e a importância do nervo. O nervo é considerado a parte elétrica do corpo humano, tem a capacidade de transmitir sinais elétricos que são interpretadas como sensações e movimento para os diversos sistemas que compõe nosso corpo. O plexo braquial é, portanto, o conjunto de nervos em um complexo de ramificações e prolongamentos nervosos que percorre todo nosso membro superior, a começar pelo pescoço, passando pela axila, por baixo da clavícula e do musculo peitoral menor e se estendendo pelo braço, passando pelo cotovelo, antebraço, mão e dedos.

Qualquer desvio, compressão ou interrupção desse trajeto nervoso terá como consequência, dores, parestesia, também conhecida como formigamento ou dormência e eventualmente paresia, que significa perda de força. A interrupção dos sinais pode acontecer em qualquer parte desse trajeto, sendo de raiz as que ocorrem no inicio do plexo e de trajeto as que ocorrem em algum local ao longo do nervo.

A maior parte das compressões que resultam em dor e perda de função ocorrem na raiz, isto é, onde o nervo “nasce” na coluna cervical. Quando o nervo é comprimido nessa altura ele gera sintomas para todo o restante, gerando as famosas dores irradiadas, podendo ser sentida no ombro, trapézios, braço, antebraço, mãos e dedos.

A compressão de raiz de nervo pode ocorrer por diversas razões, entre elas estão hérnias de disco, espondiloartroses (desgaste), osteófitos (bicos de papagaio), fixações vertebrais mantidas, compressões de peso sobre a cabeça, traumas, quedas, entre outras.

O tratamento osteopático ou quiropático consiste em identificar o local da compressão e aliviar esse complicador, dessa forma a biomecânica se normaliza assim como os sintomas. O trabalho osteopatico é eficaz justamente por focar a atenção na causa e não nos sintomas, resolvendo os problemas em metade do tempo de um tratamento convencional.

 

Degeneração discal e a Osteopatia / Quiropraxia

Ha algum tempo venho falando sobre os benefícios da osteopatia e quiropraxia, citando sempre as duas técnicas juntas pois aprendi as duas e fica quase impossível separa-las pois têm grande parte das manobras compartilhadas.

O grande leque de possibilidades que essas ciências abrangem demonstra que em se tratando principalmente de coluna e dores, não ha hoje melhor opção para o tratamento não invasivo, isto é, não cirúrgico. É claro que em alguns casos quando o problema se tornou demasiadamente grave essa opção não é descartada, tudo em vista da melhor qualidade de vida do paciente.

O assunto que trago hoje é sobre a degeneração discal. O disco intervertebral é uma estrutura fibrogelatinosa localizada nos espaços entre cada uma das vértebras da coluna, e tem a função de amortecer e flexibilizar a coluna, permitindo o movimento e ao mesmo tempo preservando as articulações do peso corporal.

Em casos quando o disco sofre, seja por excesso do uso, em casos de pessoas que fazem trabalho braçal, ou em casos em que a postura corporal é desleixada, fazendo o peso incidir sobre algum disco em detrimento de outros, algo deve ser feito. Para a osteopatia dois passos são fundamentais nesse processo, que são: remover os bloqueios acima e abaixo do local lesionado, e por fim direcionar o centro de gravidade para a posição ideal, a fim de dividir a tarefa para as dezenas de discos que ainda estão saudáveis e por consequência eliminar a sobrecarga sobre o disco lesionado.

Os procedimentos levam em torno de 2 meses e devem ser feitos regularmente para que ocorra a remissão dos sintomas. O sobre peso e o excesso em atividades do dia a dia devem ser diminuídos assim como o aumento das atividades preventivas e de manutenção como o Pilates e o RPG.

Todos os comprometimentos que afetam a coluna devem ser tratados com prioridade, pois é la que se encontram as informações e comandos que percorrem o corpo, além de ser o eixo central de todo o corpo humano, gerando estabilidade e afetando todo o organismo.

 

3° Pilar da quiropraxia – Saúde Espiritual

Ola a todos, gostaria de apresentar a vocês o terceiro e ultimo pilar da quiropraxia, que juntamente com a saúde física e emocional, a saúde espiritual esta associada a bloqueios tratados na quiropraxia, osteopatia e acupuntura. Todo bloqueio na mente ou no corpo etéreo gera somatizações, ja descritas aqui como a forma física do problema que inicia no plano energético.

A nossa vida é repleta de sonhos, ambições, realizações e frustrações. Todas essas emoções são oriundas de uma mesma insatisfação constante que tentamos preencher com bens, compras e pessoas. Essa insatisfação é inquietante e não se sacia por muito tempo, fazendo com que entremos em um ciclo vicioso de compulsão e tristeza, nunca completamente suprida por muito tempo.

A humanidade moderna perdeu um pouco do contato com as forças formadoras, com as forças que nos movem enquanto seres pensantes, forças que nos elevam a qualidade de responsaveis pelo nosso livre arbitrio, portanto, conscientes das nossas escolhas. É muito mais facil me sedar em frente a uma televisão ou da internet e deixar as coisas escondidas debaixo do tapete, a base de antidepressivos e outros venenos que nos anuvia a visão, mesmo sabendo que a montanha formada um dia nos engolirá.

É necessário encontrarmos um equilíbrio entre as forças que nos regem, e para isso o silencio e a interiorização são importantes. Meditação e Yoga são apenas algumas das tecnicas milenares propostas para entrarmos em conexão com o nosso intimo adormecido e despertar a verdade absoluta que esta em nosso inconsciente e que pode ser resgatada quando a mente dissipa as nuvens e os barulhos da superficialidade. A caridade também nos faz enxergar o mundo pelos olhos de outras pessoas e tirar a atenção do nosso ego exigente insaciável.

O trabalho de ajudar extrai aquilo que é importante em nos, pois é com isso que iremos trabalhar na orientação do outro, e esse processo nos faz refletir sobre quem realmente somos além do que mostramos e gostaríamos de mostrar na sociedade.

2° Pilar da quiropraxia – Saúde emocional

 

2° Pilar – Saúde emocional

A saúde não se encontra apenas no que se vê, mas também no que se sente. A saúde emocional é tão ou mais importante que a saúde física (1° pilar da quiropraxia), pois as emoções podem desencadear somatizações que são justamente sintomas físicos decorrentes de desequilíbrios psíquicos.

Nosso organismo se comunica seguindo uma hierarquia bem específica, sendo o cérebro o grande “chefe” que gerencia todas as funções orgânicas. Ele atua tanto de forma consciente, como por exemplo a ativação muscular ou inconsciente, como o bater do coração. Dessa forma todo o processo de vida passa primeiro pelo cérebro.

A comunicação que o cérebro usa para enviar mensagens para o corpo é feita através de um sistema chamado endócrino, que tem hormônios como mensageiros dessa comunicação. A cada tipo de solicitação do nosso dia a dia ou de nossas emoções, são enviados mensageiros como adrenalina, cortisol, insulina, para que cumpram uma função específica num local específico, como por exemplo quando estamos em situação de perigo, nesse caso a adrenalina nos prepara para lutar ou correr; em situações de estresse ou irritação constante o hormônio cortisol age como anti-inflamatório atuando nas pequenas inflamações comuns na parte celular do corpo, e ainda a conhecida insulina que é liberada para auxiliar a entrada da glicose na célula. Dessa forma o cérebro consegue se comunicar e controlar todas as funções do corpo.

O segundo pilar da quiropraxia entende que esse mecanismo deve estar em harmonia, funcionando em homeostase e equilíbrio, favorecendo a saúde.

Quando nossas emoções estão alteradas e esse quadro se instala por um longo período de tempo, de forma crônica, nosso cérebro permite a liberação anormal de hormônios fazendo com que o corpo entre em conflito consigo mesmo, gerando problemas diversos como dores musculares e articulares, problemas reumatológicos que atacam olhos, pele, articulações, irritações gástricas, intestinais, desarranjos variados e causando o que chamamos anteriormente de somatizações no corpo físico.

Nosso pensamento tem um poder muito grande e ele está diretamente ligado a liberação de hormônios como vimos, portanto, para quebrar o ciclo vicioso entre dor e estresse é preciso entender o processo patológico e com isso procurar uma terapia adequada para cada casos.

A psicoterapia aliada a um conjunto de modificações na rotina diária tem um poder transformador, e é essa a chave pra a melhora de um paciente somático.

ESPECIALISTA EM OSTEOPATIA, QUIROPRAXIA E ACUPUNTURA

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