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OMS para atividades físicas

Veja recomendações da OMS para atividades físicas

Confira algumas dicas de intensidade e frequência de atividades físicas de acordo com a sua faixa etária e mantenha a saúde do seu organismo.

Há muitos anos a ciência investiga e reafirma a importância de praticar atividades físicas regularmente para manter a saúde do organismo e reduzir as chances de problemas diversos, desde complicações nas articulações, doenças cardiovasculares, atrofia muscular, diabetes tipo 2, distúrbios de sono, entre outros.

Na correria do cotidiano, sobretudo para quem tem filhos pequenos, muita gente acaba deixando de praticar exercícios físicos, o que tem um impacto direto sobre a saúde. Por isso, diferentes grupos nacionais e internacionais divulgam a necessidade de colocar o corpo em movimento.

Um desses grupos é a Organização Mundial da Saúde (OMS), agência especializada e subordinada à Organização das Nações Unidas (ONU). Confira algumas recomendações deste órgão, considerado um dos mais importantes do mundo, antes de comprar boas peças esportivas para ter conforto durante cada atividade.

 

Crianças e adolescentes

Por estarem em uma fase em que o corpo se desenvolve intensamente e várias estruturas físicas são fortalecidas, é recomendado a crianças e adolescentes praticarem pelo menos 60 minutos diários de atividade física moderada ou intensa durante a semana (ou pelo menos 3 vezes na semana). E a maior parte dessa atividade física deve ser aeróbica.

Além de fortalecer músculos e ossos, essas atividades melhoram a aptidão cardiorrespiratória, a saúde cardiometabólica, a cognição (o que tem impactos diretos no desempenho escolar) e a saúde mental, além de proporcionar sociabilidade, o que é fundamental nessa fase para construir repertório emocional.

O ideal é que as crianças e adolescentes comecem com quantidades e intensidades moderadas de exercício e, com o passar do tempo, aumentem isso. Se você conhecer uma criança ou adolescente com dificuldades para praticar exercícios físicos, uma boa ideia é encorajá-los a começar: pouca atividade física é sempre melhor que nenhuma.

 

Adultos

Já para a população adulta (com idade entre 18 e 64 anos), a OMS recomenda entre 150 e 300 minutos semanais de atividade física aeróbica de intensidade moderada ou de 75 a  150 minutos de atividade física aeróbica de muita intensidade. Pelo menos dois dias da semana devem ser marcados por essa prática.

Nessa faixa etária, as atividades físicas praticadas de forma regular reduzem a mortalidade por doenças cardiovasculares, a incidência de hipertensão e de diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e sintomas de depressão e ansiedade. Por fim, também fortalece a saúde cognitiva, o sono e a saúde dos músculos e ossos.

 

Idosos

Para a população idosa (com idade acima de 64 anos), é recomendada a mesma quantidade de exercícios físicos indicada para adultos, exceto se o(a) idoso(a) em questão tiver algum problema de mobilidade ou contra-indicação médica decorrente de algum problema específico.

Além de reduzir a atrofia muscular e ajudar a prevenir ou reduzir uma série de impactos decorrentes de diferentes doenças, praticar atividades físicas ajuda os idosos a prevenir quedas e lesões relacionadas à redução da capacidade funcional e saúde dos ossos.

Outro cuidado que os idosos precisam ter é, juntamente às atividades físicas, realizar exercícios de fortalecimento muscular de intensidade moderada em dois ou mais dias da semana. Isso proporciona benefícios adicionais para a saúde, além de mais segurança para realizar as atividades físicas.

 

Grávidas

Um grupo que também precisa realizar atividades físicas regulares são as gestantes, tanto na gestação quanto no pós-parto. Além de reduzir o risco de pré-eclâmpsia, hipertensão e diabetes gestacional, isso ajuda a reduzir chances de complicações no parto e depressão nas primeiras semanas após o nascimento.

Para o bebê, uma mãe fisicamente ativa também é importante para eles terem menos efeitos adversos de peso e menor risco de morrerem no parto. A OMS recomenda às gestantes uma prática de pelo menos 150 minutos de atividade física aeróbica de intensidade moderada. É fundamental ter a supervisão de um(a) profissional para não realizar movimentos ou ter uma intensidade que coloque em risco a saúde da gestante e do bebê.

alimentos que fazem mal para a pele

Saiba quais alimentos fazem mal para a pele

Conheça os alimentos que devem ficar de fora da alimentação para uma pele mais bonita e saudável.

Os cuidados com a pele vão além da estética e de uma rotina de skincare adequada. É preciso investir em práticas que mantenham a pele saudável de dentro para fora.

Manter uma alimentação balanceada é a melhor forma de prevenir a acne e outros problemas. Além disso, é possível evitar alguns alimentos que prejudicam a saúde da pele, contribuindo para uma aparência mais bonita e para um corpo com mais saúde. Pensando nisso, falaremos um pouco mais a fundo sobre esses alimentos.

Chocolate

O primeiro item da nossa lista representa uma paixão mundial. O chocolate está presente em muitas receitas e guloseimas. Os açúcares e gorduras presentes no chocolate são os principais fatores que contribuem para a piora da saúde da pele.

Para não abdicar do consumo de chocolate, é possível recorrer a opções com menor taxa de gordura e açúcares, como os chocolates amargos e meio-amargos.

Pães e alimentos com farinha branca

A farinha branca é um item essencial para a realização de muitas receitas, mas é preciso ter cuidado quando o ingrediente se torna um dos componentes principais do prato, como no caso dos pães.

O índice glicêmico desses alimentos que têm a farinha como base se mostram altos, o que pode desencadear a inflamação das glândulas sebáceas, fazendo com que surjam pontos de acne pela pele.

Refeições industrializadas e congeladas

As refeições industrializadas e congeladas se mostram uma opção prática para quem não possui tempo para cozinhar no dia a dia, mas é preciso ter cuidado.

Apesar de se apresentarem como uma opção mais saudável comparada a outros alimentos rápidos, as refeições prontas possuem um alto nível de sódio, o que contribui para a retenção de líquidos no organismo e afeta a saúde da pele.

Bebidas alcoólicas

As bebidas alcoólicas não são alimentos propriamente ditos, mas fazem parte das refeições e de pratos típicos do país. Afinal, quem nunca comeu uma feijoada e pediu uma caipirinha para acompanhar?

Quando se trata desse tipo de bebida, é preciso ter moderação. O excesso de álcool no organismo aumenta a demanda por eliminação de toxinas realizada pelo fígado. Por conta desse processo, o órgão passa a se dedicar prioritariamente a essa função, deixando de lado processos essenciais para a manutenção de uma pele saudável.

Fast food

Podemos definir como fast food qualquer lanche rápido disponível em franquias. Esses lanches estão presentes na alimentação da maioria dos brasileiros, principalmente em dias mais corridos e aos finais de semana.

O excesso de consumo desses alimentos pode contribuir para uma piora na saúde da pele graças aos altos níveis de gorduras saturadas presentes nos lanches. Essas gorduras podem desequilibrar a flora intestinal, resultando em processos inflamatórios que afetam a pele.

Para não deixar esses alimentos de lado, é recomendado recorrer a opções mais saudáveis como pizzas e hambúrgueres feitos artesanalmente.

Doces e açúcar refinado

Os doces e o açúcar refinado, presentes em altas quantidades nos refrigerantes, contribuem diretamente para uma piora na saúde da pele. Isso acontece graças ao aumento da resistência insulínica no sangue, desencadeada pelo consumo excessivo desses alimentos.

Essa resistência também estimula a produção de hormônios andrógenos que, em grande quantidade, afetam a oleosidade da pele, desencadeando o surgimento de regiões com acne.

 

É importante ter em mente que nenhum alimento isolado e em quantidades adequadas em uma alimentação equilibrada tem a capacidade de afetar significativamente a saúde da pele. Com os cuidados e o equilíbrio necessários, é possível manter uma pele saudável sem enxergar nenhum alimento como um grande vilão.

Produtos de limpeza e outros compostos que devem ficar longe do seu pet

Algumas substâncias são tóxicas e podem causar envenenamento nos animais. Veja o que evitar!

 

Quando você tem um pet em casa, precisa redobrar a atenção ao escolher os produtos de limpeza. Isso não significa abrir mão de um lar confortável e limpo, mas selecionar itens que não sejam prejudiciais para o seu cão ou gato.

 

Algumas substâncias são altamente tóxicas e o animal pode passar mal, sendo necessário levá-lo a uma emergência, sem nem mesmo tê-las ingerido. Até porque o faro dos cães é muito mais sensível, então respirar um produto químico pode ser perigoso para eles.

Produtos de limpeza perigosos para os pets

Você sabe quais são os produtos de limpeza perigosos para os pets? Confira:

 

  • alvejantes;
  • ácido bórico;
  • ácido sulfúrico;
  • amônia;
  • cloro;
  • detergentes;
  • hipoclorito de sódio;
  • amaciante de roupa;
  • óxido de cálcio;
  • silicato de sódio;
  • soda cáustica;
  • ceras;
  • desinfetantes fortes.

 

Para evitar problemas, antes de fazer a compra vale uma lida nos rótulos. Até porque quem deixa os animais dentro de casa pode procurar por substâncias mais fortes para remover o cheiro de urina, mas isso não é indicado.

Produtos que podem ser utilizados

O indicado para deixar os espaços sempre limpos é investir nos detergentes neutros, mistura de água com sabão neutro e o próprio álcool, que evapora rápido e não deixa cheiro. As substâncias de base vegetal também estão liberadas e têm a mesma eficiência, então, vale usá-las no lugar dos produtos mais tradicionais.

 

Se o local estiver muito sujo (o banheiro pet, por exemplo), você pode passar um pano umedecido em uma mistura de água, detergente neutro e uma colher de sopa de água sanitária. Faça isso enquanto o animal não está por perto e mantenha o ambiente arejado.

 

Outra dica legal, ideal para as áreas do seu companheiro de quatro patas, é investir nos produtos de limpeza próprios para pets, como os detergentes. Estas são substâncias desenvolvidas para não causar alergias, além de deixarem o ambiente limpo e perfumado.

Sinais de envenenamento nos animais

Como os produtos de limpeza podem causar envenenamento nos pets, é importante se atentar a alguns sinais, como:

 

  • vômito;
  • diarreia;
  • falta de apetite;
  • dificuldade para respirar.

 

Há casos em que o cão ou gato também pode ficar apático, mas os vômitos e a diarreia costumam ser os sinais mais comuns.

Limpeza segura de cada ambiente

Para manter a casa em ordem, veja o que você pode utilizar sem prejudicar a saúde do seu companheiro de quatro patas.

Pisos

Use o aspirador ou a vassoura para remover os pelos e a poeira. Lembre-se de aspirar também sofás e camas. Depois, um pano úmido com desinfetante neutro e sem amônia resolve bem a questão. O pet fez xixi fora do lugar? Aplique uma mistura de partes iguais de álcool e vinagre para eliminar o odor.

Quintal

Água e sabão neutro cumprem muito bem a função de limpeza, mas, se quiser, vale misturar também água morna com vinagre (⅔ de água para ⅓ de vinagre) e esfregar bem. Espere o piso do quintal secar antes de deixar os animais voltarem para lá.

Cantinho do pet

O espaço do seu companheiro também merece atenção. A cada troca de água, lave os potes com água corrente e sabão neutro. O mesmo vale para o prato de ração. Coloque caminhas e cobertores no sol, para evitar a umidade e sempre passe o aspirador no local, para evitar acúmulo de pelos e poeira.

Banheiro pet

O banheiro dos cães costuma ser o jornal ou o tapete higiênico. Este último é o mais recomendado, pela melhor absorção. Troque o jornal ou tapete sempre que estiver úmido e limpe o piso com um detergente próprio para pets ou a mistura de água e vinagre. No caso dos gatos, é recomendado renovar a areia ao menos duas vezes por dia.

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