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Degeneração discal e a Osteopatia / Quiropraxia

Ha algum tempo venho falando sobre os benefícios da osteopatia e quiropraxia, citando sempre as duas técnicas juntas pois aprendi as duas e fica quase impossível separa-las pois têm grande parte das manobras compartilhadas.

O grande leque de possibilidades que essas ciências abrangem demonstra que em se tratando principalmente de coluna e dores, não ha hoje melhor opção para o tratamento não invasivo, isto é, não cirúrgico. É claro que em alguns casos quando o problema se tornou demasiadamente grave essa opção não é descartada, tudo em vista da melhor qualidade de vida do paciente.

O assunto que trago hoje é sobre a degeneração discal. O disco intervertebral é uma estrutura fibrogelatinosa localizada nos espaços entre cada uma das vértebras da coluna, e tem a função de amortecer e flexibilizar a coluna, permitindo o movimento e ao mesmo tempo preservando as articulações do peso corporal.

Em casos quando o disco sofre, seja por excesso do uso, em casos de pessoas que fazem trabalho braçal, ou em casos em que a postura corporal é desleixada, fazendo o peso incidir sobre algum disco em detrimento de outros, algo deve ser feito. Para a osteopatia dois passos são fundamentais nesse processo, que são: remover os bloqueios acima e abaixo do local lesionado, e por fim direcionar o centro de gravidade para a posição ideal, a fim de dividir a tarefa para as dezenas de discos que ainda estão saudáveis e por consequência eliminar a sobrecarga sobre o disco lesionado.

Os procedimentos levam em torno de 2 meses e devem ser feitos regularmente para que ocorra a remissão dos sintomas. O sobre peso e o excesso em atividades do dia a dia devem ser diminuídos assim como o aumento das atividades preventivas e de manutenção como o Pilates e o RPG.

Todos os comprometimentos que afetam a coluna devem ser tratados com prioridade, pois é la que se encontram as informações e comandos que percorrem o corpo, além de ser o eixo central de todo o corpo humano, gerando estabilidade e afetando todo o organismo.

 

Dor ciática ou dor no ciático? Causas, Sintomas e Tratamento

O que é do ciática? Como acontece? Como prevenir?

Dor ciática ou “dor no ciático” é uma condição dolorosa que afeta grande parte da população mundial, sendo altamente incapacitante. A dor é relatada como um “choque” que percorre a perna, do glúteo podendo chegar até o pé na parte de posterior (atrás) das pernas.

A ciatalgia, como é formalmente conhecida, não é uma doença, mas sim um sintoma que pode vir acompanhada de formigamentos, e diminuição de força e coordenação motora no membro afetado.

Para que o nervo doa é necessário que aja alguma força ou pressão o comprimindo, isto é, o nervo não se inflama do nada, sempre há algo por traz dessa inflamação e portanto deve ser tratada a sua causa e não apenas a dor.

Existem duas maneiras de compressão do nervo ciático, são elas:

1- Compressão da raiz nervosa: esse tipo de pressão ocorre na raiz do nervo, assim que ele sai da coluna e pode ser causado ou por hérnia de disco, espondiloartrose, espondilolistese, espondilólise, osteófitos (bicos de papagaio), tumores, fraturas, desidratação discal ou diminuição do espaço intervertebral.

2- Compressão no trajeto do nervo: Após sair da coluna o nervo passa por um trajeto sinuoso, próximo a articulações, ossos e músculos. Em qualquer ponto desse trajeto ele pode ser “incomodado”. As causas mais comuns pra disparar esse “incomodo” são: Espasmos musculares, principalmente do músculo piriforme, posições viciosas no trabalho ou em exercícios e bloqueios articulares, que são tratados com quiropraxia ou osteopatia.

Fatores de Risco da dor Ciática

Todos podemos estar sujeitos a ter uma dor ciática em algum momento de nossas vidas. Os fatores de risco que aumentam essa probabilidade são, idade avançada, sobrepeso/obesidade, jornadas de trabalhos desgastantes, exercícios feitos em excesso (overtrainning), e sedentarismo.

Tratamento da dor Ciática

No tratamento deve ser levado em conta, primeiramente, a desinflamação do nervo, usando para tanto medicamentos associados a fisioterapia anti-inflamatória. Após passada a inflamação inicial deve ser avaliado qual fator desencadeou essa compressão e nesse caso os exames de imagens são importantes ferramentas esclarecedoras e munidos disso a osteopatia, ou a quiropraxia são altamente resolutivas em poucas sessões.

A fisioterapia ortopédica é uma área em franco crescimento na cidade de Franca, surgem a cada dia novos estudos e técnicas eficazes no tratamento de diversas patologias como a osteopatia, a quiropraxia, a acupuntura, antes só resolvidas por meio de cirurgias, evitando assim o aumento do custo com saúde e ao mesmo tempo diminuindo o tempo de coalescência dos pacientes.

Espondilolistese: o que é e quais são as suas causas?

Ola pessoal, hoje um novo assunto bem comum entre as causas de dores na coluna lombar principalmente. É a espondilolistese.

O nome vem do grego Espôndilo (vértebra) listese (escorregamento), portanto se trata de um deslizamento, escorregamento de uma vértebra sobre outra. Isso pode gerar muito incômodo e dores localizadas ou irradiadas, dependendo de onde ocorre a listese. Sendo este mais comumente localizado na coluna lombar. Entre outros fatores que contribuem para o maior acometimento da coluna lombar, o fato de ocorrer nesse segmento a curvatura lordótica, que naturalmente projeta o corpo vertebral anteriormente.

A espondilolistese pode ser classificada em até 5 graus, dependendo da intensidade do escorregamento, sendo que a primeira indica apenas uma leve anteriorização de um corpo vertebral sobre outro e a ultima uma ptose, isto é, uma luxação de uma vértebra sobre a outra, o que poderia acarretar inclusive a paraplegia.

Veja alguns tipos de causa da espondilolistese :

  • Degenerativa: geralmente causada por alterações na coluna pelo processo de envelhecimento. E pode ser mais comum em mulheres, normalmente atingindo a região lombar;
  • Ístmica: formada por defeito vertebral ou má formação. Pode aparecer mais em crianças e adolescentes;
  • Traumática: gerada por quedas e acidentes que resultam em fraturas ou traumas na região, levando ao deslizamento das vértebras;
  • Displásica: costuma ocorrer na região lombar, entre as vértebras L5 e S1. Pode ser mais comum em adolescentes e acontece quando os ossos não suportam a força exercida e deslizam;
  • Patológica: mais rara, é resultado de uma doença óssea ou tumor na região.

As mais comuns são as ístmicas e as degenerativas, sendo que essas últimas as que mais aparecem no consultório.

No tratamento deve ser considerado que até o grau 2 de escorregamento o prognóstico é muito bom, sendo que os sintomas de paresia e parestesia ainda se apresentam em grau leve e a dor pode ser eliminada após algumas sessões de osteopatia associada ao RPG.

Fortalecimento da região

O fortalecimento da região do CORE aumenta a resistência às oscilações vertebrais o que ajuda a “firmar” a vértebra em uma posição de maior estabilidade, mais difícil de se movimentar mediante solicitações ambientais.

Tratamento Cirúrgico

O tratamento cirúrgico deve ser solicitado quando os sintomas não cessam ou quando o grau de escorregamento é superior à 4. Nesse caso faz-se uma fixação das vértebras conhecido como artrodese e a mobilidade é reduzida drasticamente, comprometendo a qualidade de vida do paciente. Portanto, é necessário que aja consciência antes de encarar uma cirurgia desse porte e a fisioterapia tem o papel fundamental de prorrogar o quanto puder essa opção de risco.

Bom espero ter ajudado em algum esclarecimento e qualquer dúvida comentem!!

Abraço…

ESPECIALISTA EM OSTEOPATIA, QUIROPRAXIA E ACUPUNTURA

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