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5 dicas de como melhorar a postura

Cuidar do corpo e da saúde como um todo é uma necessidade de todas as pessoas, para que possam se manter mais ativas e aumentar o seu bem-estar. Mas um ponto que é constantemente esquecido é o cuidado com a postura.

Em geral, quando se vê uma pessoa tentando manter as costas sempre retas e alinhadas, pode parecer engraçado. No entanto, esse cuidado certamente vai trazer diversas vantagens para ela. 

Para entender melhor, basta verificar como você está sentado agora. Sua postura está reta ou curvada? Seu pescoço está alinhado? Essas características vão te ajudar a entender que você pode estar comprometendo a sua saúde futuramente. 

É muito comum ouvir dizer que alguém está com dor nas costas, e há vários motivos para isso. Em uma avaliação médica, certamente o paciente será encaminhado para uma atividade física, que pode ser um pilates para coluna ou mesmo para a fisioterapia. 

Tudo isso pode ser diretamente benéfico para a rotina de qualquer pessoa, que passará a desfrutar de uma maior qualidade de vida e até mesmo a ter muito mais disposição para as suas atividades diárias. 

Ao mesmo tempo, é possível evitar possíveis traumas para a coluna, que poderão ter um agravamento com o passar dos anos. 

Para isso, alguns cuidados simples que podem ser implementados no dia a dia fazem toda a diferença para a sua saúde. Quer saber quais são eles? Então, siga na leitura deste conteúdo e conheça dicas importantes sobre o tema. 

Os sinais de que há algo errado com a sua coluna

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 80% da população mundial sente ou já sentiu dores nas costas. O problema se dá, na grande maioria dos casos, devido a erros na postura nas mais diversas situações. 

Para se ter uma ideia, existem diversos tipos de patologias que trazem esse incômodo, sendo alguns deles:

  • Hérnia de Disco;
  • Lombalgia;
  • Artrose;
  • Escoliose;
  • Osteoporose.

A hérnia de disco costuma causar, além de dor, formigamento, queimação e fraqueza nos membros. Por isso, é um quadro que depende de fisioterapia para ser tratado. Casos mais graves podem indicar a necessidade de cirurgia. 

A lombalgia é o quadro mais comum de dor nas costas, que pode trazer como consequência a dor ciática. 

Ela pode ser vista em pessoas com excesso de peso, que devem procurar por um nutricionista esportivo para encontrar uma dieta adequada, assim como por quem não toma cuidado com a postura, ou mesmo após carregar objetos pesados. 

A artrose, mesmo que seja conhecida por ser uma doença presente em pessoas com mais idade, também afeta os jovens. Pode ser causada por acidentes, excesso de atividade física ou fatores genéticos. 

O quadro de escoliose é aquele no qual há um desvio da coluna, muito comum em adolescentes e jovens de várias idades. Para o tratamento, é indispensável a correção da postura, fisioterapia, uso de coletes e, em casos mais sérios, a realização de cirurgia.

Enquanto isso, a osteoporose causa dores na coluna quando há uma fraqueza nos ossos, e é mais frequente em pessoas com mais de 50 anos. Além do acompanhamento médico, ela depende de medicação, exercícios e uma boa postura para apresentar melhoras. 

Geralmente, é com o auxílio de um check up geral, no qual se realizam exames de raio-x, que essas doenças podem ser detectadas e, com isso, encaminhadas para a forma de tratamento mais conveniente. 

A importância de corrigir a postura

Muito já se ouviu que “é melhor prevenir do que remediar”, não é verdade? Essa expressão também se aplica para quem acaba deixando de lado os cuidados com a coluna. 

Os tratamentos para diferentes problemas na região costumam ser longos e exigir um grande empenho do paciente. Além disso, seguir fielmente a recomendação médica é essencial para que se tenha maior qualidade de vida. 

Tomar medidas para manter a coluna sempre alinhada é indispensável. Por isso, não deixe de prestar atenção com frequência sobre como estão os seus ombros, a sua cabeça, o seu pescoço e as suas costas, evitando sobrecarga em qualquer uma dessas regiões. 

Cuidar da sua postura traz efeitos no curto e no longo prazo. Sendo assim, após visualizar um banner informativo com as principais ações que você pode tomar, não deixe de aplicá-las no seu cotidiano para ter maior conforto e disposição.

Como melhorar a sua postura

Há alguns cuidados que podem ser tomados no dia a dia e que visam diminuir os problemas causados pela postura inadequada, seja durante os períodos de trabalho ou mesmo de descanso. 

Assim, é importante seguir algumas dessas recomendações para diminuir a pressão causada pela falta de alinhamento das costas, conseguindo assim desfrutar de maior bem-estar no dia a dia. 

1. Tome cuidado com a postura

O primeiro e principal deles é, sem dúvida, manter a postura sempre adequada. Para quem passa grande parte do dia sentado no trabalho, o ideal é escolher uma cadeira alta para escritório, na qual seja possível manter os pés no chão. 

Além disso, é importante que a coluna esteja totalmente apoiada no encosto da cadeira, evitando que o peso corporal cause pressão nos discos presentes na estrutura do corpo. 

O importante é evitar que as costas fiquem curvadas, sendo esse o problema que interfere mais diretamente nas dores sentidas por pessoas de diferentes perfis corporais. 

2. Pratique exercícios físicos

A importância de praticar exercícios físicos já é conhecida por vários motivos. Assim, utilizar a esteira para academia, fazer musculação e alguns tipos de atividades aeróbicas não só ajuda a controlar o peso como também a manter a musculatura sempre fortalecida. 

Os alongamentos também devem fazer parte da rotina de exercícios, e podem ser feitos em diversos momentos do dia. Sendo assim, fazer pausas no trabalho para alongar o corpo é essencial para diminuir a tensão muscular e garantir que ele não fique sobrecarregado. 

Para quem tem dificuldades em ir para a academia, a sugestão é encontrar um parceiro que também precise se cuidar, aproveitando a ida ao estabelecimento para fazer uma aula funcional em dupla e poder conversar durante as diferentes etapas de exercícios. 

3. Cuide da hora do sono

O momento de dormir e descansar também possui relevância na melhoria da postura. Sendo assim, é fundamental tomar alguns cuidados para ter uma noite de sono reparadora. 

Um dos elementos mais importantes para evitar problemas nas costas é escolher a altura adequada do travesseiro. Ele deve estar devidamente alinhado com a coluna, para não forçar nenhuma das vértebras. 

Isso é importante para quem dorme de barriga para cima, de costas ou de lado. Para quem prefere esta última posição, uma sugestão prática e benéfica é posicionar um travesseiro entre os joelhos, aliviando o peso e a tensão em diferentes partes do corpo. 

O colchão também pode interferir na qualidade do sono. Por isso, não deixe de trocá-lo sempre que necessário, garantindo a firmeza da superfície ideal para as suas costas. 

4. Use cintas ou coletes

Muitas pessoas que passam por um tratamento para diminuir a dor nas costas e para cuidar de um quadro de saúde podem receber como indicação médica o uso de cintas ou de coletes que ajudam a manter a postura reta. 

Mas mesmo quem ainda não teve um diagnóstico e reconhece que esse é um cuidado necessário, pode encontrar no uso desses itens uma solução para que a sua coluna esteja sempre bem alinhada, ajudando no dia a dia. 

5. Evite carregar peso em excesso

Quem nunca teve que carregar um peso extra e depois foi surpreendido por uma intensa dor nas costas? Justamente por isso, é fundamental evitar esse tipo de situação. 

É verdade que as pessoas que fazem exercícios na academia conseguem trabalhar melhor a sua musculatura, e que por isso possuem maior capacidade de pegar peso sem sofrer lesões ou dores. 

Por isso, começar a se movimentar é essencial. Portanto, invista em atividades como uma aula de fitdance para iniciantes e vá aumentando a quantidade e a frequência aos poucos, sempre com a devida indicação de um profissional da área. 

Desse modo, você consegue trabalhar bem o seu corpo para não ter mais problemas ao carregar peso em alguma ocasião necessária. 

Considerações finais

Cuidar da postura é importante para prevenir desconfortos e dores frequentes, que podem trazer até mesmo limitações de deslocamento para diversas pessoas. 

Nesse sentido, nada mais necessário do que investir em ações preventivas, sendo a principal delas a correção da postura corporal nas mais diversas situações do cotidiano. 

Dessa forma, é possível ter maior qualidade de vida e evitar quadros de saúde que vão surgindo com o passar dos anos, e que podem ter um tratamento prolongado para serem realmente eficazes. 

Sendo assim, não deixe de seguir as dicas mencionadas neste conteúdo, e consiga desfrutar de uma rotina mais leve e livre de dores nas costas. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Mulher aplicando spray na perna.

Como prevenir as lesões na musculação e no esporte?

Muitas pessoas só recorrem a musculação para fortalecer e tornear os músculos, mas essa prática ajuda em diversos outros aspectos. O que poucos sabem é que essa prática ajuda na prevenção de lesões e no tratamento das mesmas.

Mesmo com a rivalidade estipulada de fisioterapia e musculação, é cada vez mais comum vermos fisioterapeutas atuando em academias e espaços de musculação.

Existem vários tipos de lesões que possuem uma variedade de causas. As lesões podem ter incidência nos tendões, articulações, ossos, ligamentos e nos músculos.

São comumente causadas por acidentes cotidianos e pela prática esportiva, por meio de uma atrofia, encurtamento, exagero de peso, prática excessiva e desequilíbrio muscular, que pode encadear em quedas, na perda de dentes e assim, na adesão do implante dentário.

Como dito, as lesões possuem diversos tipos, esse fato faz com que seja difícil estipular uma ação preventiva exata. Contudo, o fortalecimento do corpo e o ganho de maior resistência ajuda a evitar essas ocorrências, uma vez que o corpo consegue suportar baques e quedas de maior intensidade e ganha um maior equilíbrio e preparativo.

Prevenção de lesão na musculação

Pessoas que possuem os músculos dorsais e abdominais sem força, são as mais suscetíveis para sofrerem uma lesão na região das costas ou uma irregularidade na coluna, complicações que podem se agravar e desencadearem problemas como hérnia de disco e artrose.

Na idade avançada, lesões causadas pela osteoporose, redução de equilíbrio, e atrofia muscular são casos ainda mais comuns, assim, a musculação atuaria na ajuda, além do fortalecimento dos músculos, no ganho de maior flexibilidade e de massa óssea.

  • É através de exercícios que promovem a força e resistência que conseguimos adquirir tais efeitos.
  • É por meio da musculação que se consegue desenvolver a noção de certas movimentações cotidianas, que quando executadas podem encadear em lesões, como o ato de agachar e carregar peso.
  • É somente se preparando, concertando a postura e evitando certas posições que prevenimos com eficiência tais lesões. A prevenção de lesões na musculação é semelhante à do esporte, veja:

Prevenção de lesão no esporte

Em certos esportes e algumas atuações profissionais, alguns músculos são especificamente mais utilizados do que os demais, fazendo, com a prática demasiada, que haja a sua exaustão e o desequilíbrio muscular, que pode levar as lesões.

Qualquer seja a atividade física que necessite de um impacto; tênis, basquete ou futebol, a única prevenção possível para evitar danos causados pelo impacto é um músculo bem desenvolvido e fortalecido no momento.

Caso esteja no início da prática procure por um acompanhamento de um personal trainer, ao mesmo tempo que a prática de esporte e da musculação podem prevenir lesões elas também podem as motivar caso não haja a sua execução correta, ou até mesmo procure um ortopedista especialista que irá lhe auxiliar o que melhor convém para suas atividades físicas.

Lembre-se que para uma boa prática outros fatores são importantes, como uma boa alimentação e hidratação, que também são necessários para a boa condição corporal e essenciais para sua manutenção e para a prevenção de problemas internos e externos.

Qual Esporte Escolher Para Evitar Dor nas Costas?

Você sabia que quatro em cinco pessoas sofrerão em algum momento de suas vidas de dor nas costas?

Mas isso não significa que você deve evitar atividades físicas, muito pelo contrário. Para evitar a dor nas costas, uma recomendação: movimentar-se.

Os profissionais são unânimes em afirmar que a regularidade é essencial, e recomendam atividades físicas pelo menos três vezes por semana, de trinta a quarenta minutos, obviamente de intensidade moderada.

Caminhar, correr, nadar, pedalar, dançar…qual esporte é mais indicado para quem tem problema de coluna ou quer evitar ter?

Por que atividades físicas são importantes

Seja para quem já sofre de dores nas costas ou deseja prevenir problemas na coluna, saiba que as atividades físicas podem ajudar bastante.

Isso porque fortalecem e alongam os músculos, minimizando assim a pressão exercida em outras estruturas, como os discos e ligamentos.

Agora, algumas precauções são necessárias antes, durante e após os exercícios, pois senão em vez de ajudar, vai acabar piorando.

Por exemplo, fazer aquecimento antes de praticar um exercício e alongar o corpo ao final.

Qual esporte escolher para evitar dor nas costas?

Em primeiro lugar, lembre-se sempre antes de começar qualquer atividade física, conversar com seu médico para saber qual esporte é mais adequado para a sua condição.

Mesmo que você tenha algum problema na coluna, isso não é desculpa para não se exercitar.

Apenas tome cuidado por que certos esportes podem agravar o problema.

Selecionamos aqui os esportes mais indicados para evitar dor nas costas:

Caminhar

A caminhada pode ser feita sozinha ou em grupo e traz muitos benefícios à saúde.

Fortalece nossos músculos e nossa capacidade respiratória, mobiliza as articulações, reduz o risco de doenças cardíacas, fortifica os ossos, ativa a circulação sanguínea, entre outros.

É importante estar vestido adequadamente, com roupas leves e tênis apropriados para caminhada.

Dançar

A dança promove movimentar praticamente com todo corpo. E como existem várias modalidades, com certeza você encontrará com a qual mais se identifique.

Apenas tome cuidado para evitar lesões no joelho, mas dançar no seu ritmo, ajuda a evitar dor nas costas.

Nadar

O grande diferencial da natação é que se trata de um esporte de baixo impacto, sendo uma atividade onde a pressão exercida sobre os discos vertebrais é mínima.

A hidroginástica também é uma outra ótima opção, pois alivia o peso do corpo sobre a coluna.

Musculação

Se você tem problemas na coluna, a musculação é outra atividade física indicada.

Para que a coluna fique estável, é preciso fortalecer a musculatura do core, abdômen, quadril e lombar, o que é possível com a musculação.

Apenas preste atenção para não sobrecarregar um grupo muscular em detrimento de outro, ou seja, é preciso encontrar um equilíbrio.

Pedalar

Para quem sofre de dores nas costas, é recomendado usar uma bicicleta ergométrica, pois possibilita o ajuste.

Dessa forma, a coluna se mantém na sua posição natural, ao mesmo tempo que fortalece os músculos do quadril.

Pilates

O pilates está muito em alta, especialmente entre quem apresenta problema na coluna, pois não coloca em risco os músculos das costas.

Como a área do abdômen é bastante trabalhada no pilates, por sua vez, não traz efeito prejudicial à coluna.

Lembrando também que, é um tipo de exercício que ajuda a manter uma postura adequada.

Independentemente da atividade física, é primordial manter uma boa postura, pois é uma maneira de preservar a sua coluna, evitar o desgaste dos discos e articulações, ajudando a prevenir dor e outros problemas.

Quais cuidados com a coluna na prática de exercícios

As dores na coluna podem ser decorrentes de vários fatores, desde uma postura incorreta, uma sobrecarga ou um processo degenerativo.

É essencial seguir as orientações de um profissional habilitado caso você já tenha um problema instalado, como por exemplo um médico especialista em coluna.

E quais os cuidados com a coluna?

  • Aquecer antes dos exercícios;
  • Manter a postura correta;
  • Não sobrecarregar nos pesos;
  • Faça intervalos entre os treinos para o corpo se recuperar;
  • Use roupas confortáveis e tênis adequados;
  • Alongar após as atividades físicas.

São cuidados básicos que ajudam bastante a preservar a saúde da coluna e não gerar problemas mais graves.

Então, se você sofre de algum problema na coluna ou sente dores, não deixe de se exercitar, mas busque pelos exercícios certos e com orientação correta.

FASCITE PLANTAR, O QUE É E COMO IDENTIFICAR?

O que é fascite plantar?

fascite plantar ou fasceíte plantar é a inflamação da fáscia plantar dos pés. O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

A facite plantar tem um dos motivos mais frequentes de problemas nos pés em relação com dores no calcanhar. Microtraumatismos no osso calcâneo podem levar à formação do esporão. As mesmas lesões que, normalmente, desencadeiam o surgimento de uma condição chamada fascite plantar, isto é, inflamação da fáscia plantar – tecido que recobre a musculatura da sola do pé.

A fascite plantar ou fasceíte plantar é a inflamação da fáscia plantar dos pés. O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

A planta do pé é composta por estruturas elásticas (músculo) e rígidas (fáscia) que aumentam a eficiência do impulso da marcha e potencializam a força dos músculos. O esporão de calcâneo é caracterizado por um calo ósseo na base do osso calcâneo (na sola do pé) ou ainda na região posterior do calcâneo, bem próximo à inserção do tendão de Aquiles. 

Pessoas com a curvatura dos pés acentuada, que sofrem com o sobrepeso ou que trabalham em pé durante muito tempo têm forte tendência a apresentar o problema. 

Fascite plantar – causas

Embora as causas da fascite plantar não sejam completamente conhecidas, alguns fatores de risco para o desenvolvimento da doença são conhecidos:

• Obesidade (excesso de peso) – índice de massa corporal (IMC) maior que 30
• Atividades esportivas (corrida, salto, dança), ou quando as pessoas estão de pé por longos períodos de tempo;
• A velhice;
• Pé cavo/ pé plano/padrões anómalos de marcha;
• Redução da dorsiflexão do tornozelo (menos de 0°)
• Retração dos músculos gastrocnêmio-soleo e bíceps femorais;
•Doenças inflamatórias secundárias a nível sistêmico.

É controverso se a presença do esporão do calcanhar contribui para os sintomas. Deve-se notar que entre 11 e 46% dos pacientes com esporas de calcanhar são assintomáticos, e em 32% dos pacientes com fascite plantar a presença do esporão de calcanhar não é encontrada.

Outros fatores de risco para o surgimento do esporão de calcâneo como usar, excessivamente, salto alto ou calçados que sejam pouco apropriados para os pés. Praticar esportes com forte impacto nos pés. Dança e corrida, por exemplo; pisar com o pé torto por longos períodos também podem desencadear esse problema.

Fascite plantar – tratamento

O tratamento para o esporão e para a fascite plantar é controlar a inflamação com repouso e gelo local. Mas nos casos em que há resistência, a melhor forma de tratamento é a fisioterapia que oferece exercícios e alongamentos bem específicos para os pés e as panturrilhas. A grande maioria dos pacientes responde muito bem ao tratamento com fisioterapia, assim como liberações miofasciais e manipulações de osteopatia e quiropraxia. A acupuntura pode ser associada sendo uma grande aliada no controle dos sintomas de dor.

Fascite plantar – prevenção

A prevenção deve ser enfatizada como a melhor das opções, portanto controlar o excesso de peso do próprio corpo para reduzir o estresse provocado sobre os pés; usar calçados adequados nas práticas esportivas e no dia-a-dia; evitar permanecer de pé por longos períodos e fortalecer, regularmente, a musculatura da planta do pé, certamente irão contribuir para que o problema não ocorra.

Saiba a diferença entre Osteopatia e Quiropraxia

Quiropraxia e Osteopatia, qual a diferença?

A história da terapia manual remonta o início da história escrita e provavelmente já havia algo assim, de forma mais rudimentar na pré história.

Pois, o toque e a própria reação instintiva de levar as mãos no lugar onde dói já indicam que a mão realmente tem potencial terapêutico.
Falando da história, as informações de terapias manuais mais antigas remontam da China, há cerca de 5000 anos.

Técnicas Do in para relaxar.
Técnicas Do in para relaxar.

La nasceram técnicas como o Anmá ou o Do In que são formas de tratar o doente usando os mesmos princípios da acupuntura porém sem agulhas.

Massagem Anmá

Eles acreditam que meridianos de energia, que hoje conhecemos como vasos sanguíneos e nervos, carregavam a energia vital Qi por todo o corpo, e a interrupção desse fluxo traria a doença. Fatos semelhantes também ocorria na cultura Hindú através do entendimento dos chakras energéticos, em que o bloqueio desses vórtices, como o chamavam, desencadearia desequilíbrio que a longo prazo poderia trazer patologias.

Esse apanhado histórico serve para contextualizar o raciocínio por trás da osteopatia e da quiropraxia, que muito longe do oriente em tempo e espaço, simpatizam com o mesmo objetivo, tratar regiões onde estão os bloqueios, e não exatamente a dor.

Como a Osteopatia e a Quiropraxia pode te ajudar?

Por que entendemos que o bloqueio seja ele articular, muscular, neural, vascular, facial, orgânico, visceral, emocional ou craniano são as causas primárias de desequilíbrio, que impedem o sistema de auto cura do corpo entrar em homeostase (equilíbrio) e provoca dores e disfunções orgânicas por todo o corpo.

Infográfico da história da terapia manual

Assim apresenta-se a história da terapia manual moderna, que teve seu início desenvolvido nos estados do centro oeste dos EUA por um cientista da saúde chamado Andrew Taylor Still na segunda metade do séc. XIX. Filho de um médico pioneiro e sempre fascinado pela anatomia humana a pela ciência da cura, Still dedicou sua vida ao estudo e a prática clínica, até eventualmente estabelecer a arte de cura da Osteopatia.

Still articulou primeiramente a ideia de melhorar a prática médica durante sua vida no Kansas em 1874. Na época ele teve um pensamento inspirador: O corpo humano possui muito em comum com uma máquina, que para funcionar bem precisa estar tudo em ordem.

Still era um típico médico de fronteira, que foi treinado como um aprendiz. E como muitos médicos de fronteiras, ele fez muitas coisas além da prática médica: agricultura, trabalho como mecânico e lutar na Guerra Civil.

Sua prática médica incluía cuidar dos colonos e dos índios americanos. Ele enfrentou epidemias como a da cólera, malária, pneumonia, varíola, difteria e tuberculose. Após a guerra, a meningite levou três de seus filhos, e então ele começou a buscar por um melhor sistema de prática médica.

Cuidando dos índios americanos

Esse novo sistema prometia simplesmente dar um suporte a mais a saúde, o que a princípio não parecia nada polêmico. Porém o final do século 19 era um tempo de muitas escolas de saúde, e na fronteira havia muita competição entre os médicos e uma grande desconfiança sobre novas ideias.

Assim Still se tornou um médico itinerante, primeiro no Kansas, depois no Missouri. Conversava com todos que estavam interessados em seus novos métodos, que se centrava no tratamento do corpo através da melhora das suas funções naturais. No princípio ele continuou utilizando alguns medicamentos, mas gradualmente ele atingiu bons resultados sem nenhum deles.

Com o tempo, ele começou a condenar quase todos os medicamentos usados na época.

Os métodos de tratamento de Still, que incluíam manipulações para melhorar a circulação e para corrigir a biomecânica alterada, começaram a apresentar resultados. Em 1889 o número de pacientes viajando para ver Still em sua recém-fundada enfermaria foi tão grande que ele foi forçado a ficar em Kirksville, Missouri, ao invés de viajar para ver seus pacientes. Ele se tornou atarefado e as pessoas começaram a falar dele com respeito.

Três anos mais tarde Still inaugurou a American School of Osteopathy (ASO). No início os estudantes aprendiam anatomia com William Smith, M.D., um escocês que havia estudado medicina em Edimburgo e se interessou pela osteopatia durante sua viagem nos Estados Unidos ele foi o primeiro a receber um certificado de D.O.. Still o que o possibilitou a ensinar osteopatia através de seminários, demonstrações e com prática com seus próprios pacientes.

A ASO concedeu 18 diplomas em março de 1894 e mais escolas abriram após a ASO, e graduados em osteopatia se espalharam pelo país com seus consultórios particulares.

Através da observação anatômica e da biomecânica resultante da interação entre essas mesmas peças anatômicas ele foi capaz, juntamente com diversos outros cientistas e colaboradores, de desenvolver um raciocínio clinico através de testes, palpações acuradas e quadro clinico (sinais e sintomas).

Esse raciocínio segue justamente a linha dos antigos “cientistas” orientais antigos, ou seja, que o bloqueio, ou melhor, a falta de movimento ou de fluidez corporal são as causas de “todas” as patologias e sendo assim a liberação dessa área cessaria o mal pela raiz, sendo assim evitável, inúmeros casos de medicações excessivas e cirurgias desnecessárias.

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Essa ciência criada por Still foi chamada de osteopatia (ostheophaty), e tem seu nome unicamente pelo fato de no início a maioria das manobras estar destinadas à parte óssea do corpo, muito porque se entendiam, não erroneamente, mas incompleto, que a noção da coluna abrigar a medula e de lá saírem toda a rede neural que conecta e da vida e movimento para o corpo.

É certo que o tratamento da parte esquelética é essencial na osteopatia justamente pelo que foi citado da sua relação neural, porem com o decorrer dos estudos verificaram que o chamado tecido mole também tem uma parcela extremamente valiosa na complicada interação biomecânica de todo o corpo humano, principalmente as fáscias.

Estas são responsáveis pela parte de preenchimento dos diversos compartimentos do corpo, separando, sustentando, unindo e permitindo a nutrição de todo o organismo, pois através das fáscias que passam os vasos e nervos de grande calibre do corpo, que então se ramificam e vão servir a diferentes tecidos dando-lhes a vitalidade necessária para funcionar.

A Distinção entre Quiropraxia e Osteopatia

Como foi dito, a osteopatia é uma ciência muito complexa por isso mesmo tem diversas linhas paralelas de abordagem. Alguns dão mais ênfase na parte musculoesquelética, outros nas funções do sistema nervoso autonômico (SNA), outros nas fáscias, desenhando suas linhas de pesquisas ou de atuação clínica para essas vertentes.

Consequentemente surgiram experts em áreas bastantes especificas e as subdivisões provenientes da osteopatia se encontram em orgânico desenvolvimento até hoje.

Exemplos mais conhecidos são a quiropraxia, que será explicada a seguir, a terapia miofascial de Jones, Sutherland, Dejarne, Maitland, Mulligan, entre outros. Cada qual com sua visão derivada da osteopatia de Still.

A quiropraxia foi uma das variações oriundas da osteopatia e foi sintetizada por David Palmer também nos EUA. A visão de Palmer era simplificar a osteopatia em técnicas mais diretas e sem muitos rodeios, indo direto para a área a ser tratada utilizando técnicas mais abrangentes e genéricas, cobrindo em uma manobra áreas inteiras que na osteopatia seriam descontruídas uma a uma.

Por isso diz-se que a quiropraxia é uma técnica mais reflexogena que a ostepatia, justamente por tratar áreas ao invés de pontos ela produz um efeito mais responsivo no corpo, ativando de forma mais poderosa o sistema de autocura do corpo.

Existe inclusive uma brincadeira para explicar essa diferença: diz-se que para diferenciar a atuação de um osteopata para um quiropata, ou quiropraxista é assim; como se faz para achar um gato em um balaio de coelhos? O osteopata palpa tudo e encontra o gato, o quiropata joga o balaio na parede e o que miar é o gato…

Isso serve para ilustrar que a osteopatia tem a finesa e o minimalismo dos movimentos a fim de atuar de forma precisa e sem excessos que podem gerar a famosa “ressaca” da consulta (dor causada pelos próprios ajustes que tendem a passar em 24h após).

A Filosofia da Quiropraxia

A quiropraxia tem uma abordagem quase que oposta nessa filosofia, eles entendem que gerando grande carga energética com as manipulações temos mais chances de acertar o que está errado no corpo, pois assim podemos tratar de forma mais rápida com movimentos mais agressivos que vão gerar grande quantidade de reações corporais e com isso resultar em mudanças mais radicais e rápidas.

O ideal para o terapeuta é entender as mais diversas vertentes das terapias manuais para que com ferramentas diversificadas fique mais fácil entender e atuar em cada corpo conforme as necessidades.

Para aqueles corpos mais delicados a osteopatia pode ser mais efetiva, enquanto que em grandes áreas de bloqueios e em corpos maiores a quiropraxia pode ser mais efetiva, até porque muitas vezes seja por dificuldade na palpação ou na correta avaliação, seja por dor ou falta de cooperação involuntária do paciente fica impossível chegar a alguma conclusão por testes.

O objetivo deste é informar sobre as principais dúvidas que aparecem em consultório e ajudar a esclarecer e facilitar a escolha de terapias ou exercícios para cada caso específico.

Pensamentos finais sobre: diferenças entre Osteopatia e Quiropraxia!

Para começo de conversa, ambas as técnicas tem muito mais coisas parecidas do que distintas.
São técnicas destinadas a correções de microlesões ou desajustes, como é usualmente chamado, que apesar de serem micro causam grandes problemas no funcionamento biomecânico do corpo, o que inevitavelmente leva a dores e perda da qualidade de vida.

Tais ajustes podem ser realizados em articulações, músculos, órgãos e vísceras, nervos e até mesmo artérias, sendo para tanto utilizado em inúmero arsenal de manobras, como manipulações (os famosos estalos), mobilizações (não produzem estalos), alongamentos, liberações fasciais e até mesmo choques verbais.

O que podemos salientar que existe na osteopatia e também na quiropraxia é a forma com que é entendido o processo de lesão primária.

Entende-se que a lesão primária não esta onde a dor aparece. Como em um escritório que não funciona bem, quem se queixa não é o que esta sem trabalhar, e sim o que trabalha dobrado para compensar a perda de uma função. Portanto, para isso, devemos trabalhar em zonas de ipomobilidade, ou seja, aquela que esta sem movimento.

Para a Quiropraxia o sistema nervoso é a fonte de toda a vida do organismo, sendo assim, com o sistema nervoso correto a saúde estará presente, sendo o contrário também verdadeiro.

Já na Osteopatia entende-se que a estrutura governa a função, sendo assim o tecido em sofrimento é o grande causador de dores, especialmente em função da disfunção do aporte sanguíneo.

Para a osteopatia o corpo possui uma característica inata de auto cura, sendo assim, quando este possui suas estruturas em ordem todo o organismo se reorganiza espontaneamente.

Cada técnica tem sua utilidade em sua devida hora, cabe ao terapeuta entender quando é hora de utilizar uma ou outra!!

Espero ter esclarecido alguma dúvida e comentem que será um prazer responder !!

Grande abraço a todos. Obrigado!!!

Frederico

O nervo ciatico é um nervo formado pelas raizes de 4 vertebras diferentes

O que é e o que causa dor no nervo ciático?

Nervo ciático ou Isquiático

O nervo ciático é um nervo formado pelas raizes de 4 vertebras diferentes. De Lombar 4 a Sacro 2. essas raizes nervosas se anastomosam e formam esse que é o nervo mais calibroso do corpo humano e que tem seu comprometimento muito frequente devido a alguns fatores que falaremos a seguir.

O que é Dor Ciática (Ciatalgia)

sintomas

A compressão ou qualquer outro stress mecânico no nervo ciático podem gerar dor que percorre toda a face postero lateral do membro inferior, mas também parestesia,que é formigamento ou dormência e paresia que é perda de força e coordenação motora nos músculos inervados pelo ciático.

Causalidades

As dores ciáticas geralmente são iniciadas por hérnias de disco, espondiloartroses que é artrose (desgaste ósseo) na coluna, que por vezes geram os osteofitos (bicos de papagaio) e que agem como agente estressor da raiz do nervo, assim como a hernia de disco. Se algo incomoda a raiz de qualquer um dos 4 nervos descritos acima como originarios do nervo ciatico os sintomas podem aparecer.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE HÉRNIA DE DISCO E BICO DE PAPAGAIO - Doutor H

tratamento

O tratamento medicamentoso deve durar os primeiros 7 dias, caso não tenha o resultado precisa investigar e ver o que esta gerando esse pinçamento. Esse é o papel da osteopatia e quiropraxia que vão tirar a causa do problema removendo a pressão sobre as raizes e assim removendo a causa primaria da dor. Isso não quer dizer que medicamentos não podem ser usados, digo apenas que medicamentos sozinhos não resolver a dor, e que os pacientes podem procurar um osteopata, quiropraxista ou fisioterapeuta ja no inicio dos sintomas, nao dependendo do medico indicar.

Contato

Fred Soares Fisioterapia

(16) 99167-9057

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Franca SP

Osteopatia

Osteopatia, quiropraxia no tratamento de dores cervicais e torcicolos

Osteopatia. O que é? Para que serve?

A Osteopatia ainda é um tratamento desconhecido do grande público em geral. Mas vem se tornando uma grande aliado principalmente em se tratando de dores, em especial na coluna, principalmente por ser um tratamento rápido não invasivo, isto é, não cirúrgico. É claro que em alguns casos quando o problema se tornou demasiadamente grave essa opção não é descartada, tudo em vista da melhor qualidade de vida do paciente.

Essa é uma área da fisioterapia ortopédica que se iniciou nos EUA no século XIX pelo Dr. Still e se espalhou pelo mundo de forma exponencial até chegar ao Brasil na década de 90. Para entender melhor é preciso entender que os princípios da Osteopatia são a de que a estrutura governa a função e vice versa, isto é, quando a estrutura (ossos, músculos, ligamentos, discos, etc) esta em sofrimento a função será alterada, gerando dificuldades em realizar as atividades diárias, assim como se a função for comprometida, isto é, a limitação de movimentos provocados por uma dor, as estruturas sofrerão com isso.

O tratamento com Osteopatia visa a liberação de áreas em que estão bloqueadas propiciando a retomada da função normal de todos os segmentos do corpo, com isso a mecânica se reorganiza naturalmente aliviando os sintomas de dor. Para isso o profissional usa de várias técnicas como os famosos thrusts que são as manobras de estalos que provocam a imediata função do segmento bloqueado, assim como liberações de músculos e fáscias, bem como ligamentos e tendões, tudo feito de forma manual sem auxilio de equipamentos ou aparelhos externos. Dessa forma ela pode ser realizada em um ambiente simples e que necessita simplesmente do conhecimento do profissional devidamente formado.

Os bloqueios podem ocorrer pelos mais diversos motivos, sejam eles físicos, como um tropeção, acidentes, esforços repetitivos, mas também emocionais como estresse, tristeza, medo e ainda problemas químicos, como alimentação, fumo, ou remédios em excesso, que afetam os órgãos e vísceras, interferindo na função normal do organismo trazendo dores.

A Osteopatia têm muito o que crescer no Brasil pois nossa população necessita de profissionais que sejam resolutivos no tratamento de dores que causam tantos prejuízos a população de forma geral. A divulgação via mídias sociais vem trazendo muitas informações e abrindo essa opção fantástica para o publico entender e buscar esse tipo de profissional.

Dores no pescoço, os famosos torcicolos

Quando pensamos em dores no pescoço nós lembramos, sem exceção, dos famosos torcicolos.

Normalmente aparecem ao passarmos muito tempo em uma determinada posição e ao mudar repentinamente, ele aparece.

Isso ocorre por que os músculos que se adaptaram a aquela posição inicial permanente não consegue, por meio de falha no comando neural, liberar o movimento ao mudar de posição de forma abrupta, e isso gera uma espécie de curto circuito nós nós músculos do pescoço, impedindo-o de voltar ao seu estado de relaxamento.

Normalmente o tratamento de um torcicolo é muito rápido com técnicas de osteopatia, quiropraxia e até mesmo liberação miofacial e acupuntura.

Mas apenas um profissional gabaritado deve tentar ajustar isso pois, apesar de parecer não é tão simples.

Ao fazermos as correções osteopáticas e quiropráticas a melhora é percebida instantaneamente e não é necessário a ingestão de medicamentos. Se não conhece, entre em contato que teremos enorme prazer em ajudar.

Boa semana a todos!

Osteopatia, Quiropraxia e Acupuntura em Franca SP

Desde que comecei a trabalhar com osteopatia e quiropraxia ou acupuntura tenho tido, sem demagogia ou falsa modéstia, uma taxa de sucesso acima de 80% em se tratando de dores de coluna lombar, torácica e cervical (90% dos casos) e membros que são afetados tanto por dores irradiadas dos problemas axiais quanto por problemas pontuais em articulações.

Claro, que na maioria das vezes preciso de ao menos 3 consultas para uma melhora relatada de ao menos 80%. Apos a alta consequentemente encaminho o paciente para exercícios de fortalecimento e alongamentos que atuarão como manutenção da melhora a longo prazo, com algumas consultas de manutenção, na maioria das vezes uma vez ao mês.

Percebo contudo que o mais difícil no processo terapêutico é a entrega do paciente à terapia, tanto no sentido de assiduidade das consultas quanto no sentido de entender que o tratamento ira mudar seu padrão corporal e isso de inicio pode gerar alguns desconfortos até que a mudança seja de fato definitiva.

E essas fase de adaptação provavelmente exigira deste paciente mudanças de sua rotina, como a quebra de alguns paradigmas ou mudanças de padrões cotidianos.

Sendo assim entendo que a busca pela terapêutica e assim sendo pela melhora de algo que incomoda, deve começar no plano energético, isto é, na vontade.

Se preparar para mudanças e para enfrentar uma fase de transformações exige planejamento e atitude, algo que é pre requisito para qualquer coisa que realmente faz sentido na vida.

Portanto se você deseja mudanças na sua saúde e no alivio de dores se prepare e faça, pois todo o universo conspirará para que se torne real!!

Cervicobraquialgia, o que é? Como ocorre? Como tratar? Osteopatia, Quiropraxia, Acupuntura em Franca SP

Ultimamente venho recebido em consultório diversos casos de dores que se iniciam na região cervical (pescoço) e que “andam” para o braço. As causas para essa condição pode ser tão vasta quanto a própria vida, pois cada pessoa possui sua identidade postural, e isso por si só diferencia as causas das dores do João e da Maria, mesmo que os sintomas sejam exatamente os mesmo. Protusões ou hérnias discais, espondiloartroses (artrose na coluna cervical) são as consequências de um processo de posturas inadequadas a longo prazo. E esses fatores causam uma compressão da raiz nervosa que sai da coluna. Que por sua vez gera dor por toda a extensão do nervo que percorre o corpo, oriundo dessa raiz. Dai a explicação do porque a dor “anda”.

imagem : https://www.hong.com.br/cervicobraquialgia-o-que-e-causas-e-sintomas/

Os sintomas podem ser 3, agindo de forma isolada ou em conjunto.

1- Dor: local ou irradiada

2- Parestesia: dormência, pode também ser local ou irradiada.

3- Paresia: dificuldade de movimentação de algum segmento ou falta de força no mesmo.

Tudo isso resulta em uma perda progressiva da qualidade de vida da pessoa, primeiro como um incômodo mas depois passa a restringir as atividades de vida diária (AVDs) que incluem dirigir, lavar louça, tomar banho, entre outras.

O tratamento correto é interromper o processo causador da compressão, isso é retirar de sobre a raiz nervosa qualquer estrutura que a esteja comprimindo e assim os sintomas somem naturalmente justamente por ter-se retirado o fator causador.

O tratamento medicamentoso é importante principalmente no inicio dos sintomas a fim de controlar a inflamação resultante desse tipo de agressão. E a cirurgia deve ser vista com muita cautela visto que a região é extremamente sensível e vital, e qualquer erro causa tetraplegia ou morte.

Tudo o que vem entre o medicamento e a cirurgia é de competência do fisioterapeuta, e esse deve ser de fato competente para que o tratamento não seja focado apenas em sintomas mas sim no processo causador, como foi explicado acima.

Normalmente em casos graves demoro de 1 a 2 meses para obter melhoras significativas ou curas desse tipo de problema e em seguida os encaminho para manutenção em algum tipo de atividade física. Sendo assim o uso de drogas fica restrito apenas ao necessário e a cirurgia é descartada.

Enfatizo que a conduta deve ser levado muito a serio no sentido de participação ativa do paciente em todos os retornos e nas orientações a fim de que o tempo de tratamento seja reduzido, evitando recidivas…

aos que gostarem do post e quiserem mais informações entre em contato pelo tel: (16) 99167-9057 ou (16) 99117-3434.

Grande abraço a todos e desculpem os erros de português, ma o objetivo é ser conciso e prático. rsrs…

Tudo o que você precisa saber sobre dor ciática – Osteopatia

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Nervo Ciático

O nervo ciático é o mais longo do corpo humano, nasce a partir da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo responsável pela sensibilidade e motricidade das pernas.

A dor ciática ocorre devido a processos inflamatórios ou compressivos de uma ou mais das raízes nervosas que o formam, bem como de possíveis lesões ao longo do trajeto do nervo.

A compressão das raízes nervosas é causada por distúrbios na coluna (artrose, fraturas, osteoporose, hérnias, tumores ou processos inflamatórios).

A dor costuma se manifestar ao longo do trajeto do nervo, ou seja, na região do quadril e irradia-se para a parte de traz da coxa e das panturrilhas, podendo afetar, inclusive, o pé, variando bastante em cada paciente na dependência de quais raízes ou porções do nervo sejam afetadas.

Hérnia de Disco

A hérnia de disco é a causa mais comum de dor ciática. A dor ciática costuma se caracterizar por uma dor lombar que se irradia para uma das pernas, na maioria dos casos.

Além da dor, o paciente pode sentir dormência, sensações como queimação ou formigamento ao longo do trajeto do nervo (parte posterior da perna e panturrilha) e diminuição da força de alguns músculos da perna, levando à sensação de fraqueza e dificuldade para alguns movimentos como caminhar e subir escadas.

Como resposta à dor, costuma haver espasmo dos músculos próximos da coluna lombar, gerando uma rigidez da região que dificulta ainda mais a mobilidade do indivíduo afetado.

Habitualmente, uma crise aguda de dor lombar/dor ciática costuma durar de três a seis semanas, mas até em um terço dos casos pode evoluir por mais tempo tornando-se uma dor crônica, limitando os movimentos e o retorno para às atividades habituais da pessoa, inclusive ao trabalho.

O Iico de Incidência

O pico de incidência, fase em que as crises de dor ciática costumam surgir, ocorre por volta da terceira e quarta década da vida, podendo se repetir ao longo de toda a vida do indivíduo, tendendo a piorar a intensidade e a frequência com o advento da idade avançada devido às mudanças degenerativas que ocorrem com o tempo, como perda de massa muscular e o processo de artrose da coluna.

Dor no Ciático

A dor no ciático, na maior parte dos casos, é de causa mecânica, relacionada com excesso de pressão exercida sobre as vértebras da coluna lombar pelo peso do corpo, que leva ao deslocamento e ruptura do disco intervertebral conforme mecanismo descrito anteriormente.

Situações que aumentam a pressão sobre a região lombar têm sido apontadas como fatores de risco para o desenvolvimento de dor ciática, como excesso de peso, posturas inadequadas, movimentos de elevação de carga acima da linha de cintura, fraqueza nos músculos de sustentação do tronco, principalmente os abdominais e da região lombar.

Essas situações devem ser evitadas através de atividade física regular, tanto aeróbica, para evitar o ganho de peso, quanto para o fortalecimento de musculatura localizada, correção de hábitos posturais inadequados durante trabalho, descanso e, mesmo ao dormir, e através de cuidados quando da  execução de movimentos de abaixar para apanhar objetos, carregar peso e torcer o tronco, particularmente nas pessoas que o fazem de forma repetitiva, seja no trabalho, nas atividade domésticas ou em práticas esportivas.

Tratamento da dor Ciática

O tratamento da dor ciática baseia-se na definição do diagnóstico etiológico da dor, ou seja, no mecanismo causador dela. Conforme citado acima, a dor é habitualmente de causa mecânica devido a deslocamentos dos discos intervertebrais, como também por processos degenerativos dos ossos e articulações da coluna, sendo considerado o fator físico da compressão sofrida pelas raízes nervosas o principal problema a ser tratado. 

Recomendações

A recomendação de tratamento inicial é reduzir a carga sobre essa região da coluna, o que se faz com um período de repouso em posição deitada, evitando-se movimentos de se dobrar para frente, torção lateral da coluna e carregar peso, medidas que, associadas ao uso de medicação sintomática como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares costumam ser eficazes na maior parte dos casos, levando a uma resolução completa dos sintomas em até três meses.

Métodos fisioterápicos analgésicos também são importantes aliados nessa fase para o alívio e o retorno mais precoce às atividades, assim como a acupuntura e massoterapia e, para alguns casos mais resistentes, métodos invasivos de controle de dor (bloqueios neurais e infiltrações), a serem executados por médico especialista.

O que precisa ser conscientizado pelo portador dessas condições é que o alívio da dor não significa cura, pois o processo mecânico de compressão neural ainda estará presente e, possivelmente, acompanhará o indivíduo por toda a vida.

Cabe, então, o tratamento de prevenção para se evitar novas crises, o que pode ser feito com mudanças de hábitos de vida, como perda de peso e atividades físicas que reforcem a musculatura abdominal e paravertebral, além de mudanças posturais durante o trabalho, atividades cotidianas, lazer e o sono, necessitando do acompanhamento de fisioterapeutas e educadores físicos.  

Para um pequeno número dos portadores de dor ciática, essas estratégias, acima descritas, não serão suficientes para trazer um melhora suficiente e duradoura, sendo candidatos aos tratamentos cirúrgicos existentes.

Nesses casos, cabe ao médico especialista ortopedista ou neurocirurgião, optar, entre as várias técnicas atualmente disponíveis, a que melhor convém àquele indivíduo específico.

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