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Água tônica: 8 drinks para fazer com esta bebida

Com vários sabores diferentes, as misturas envolvendo a bebida chamam a atenção durante o verão.

Com uma mistura feita de água, açúcar, gás e sal de quinino, responsável pelo sabor amargurado, a água tônica conquistou fãs no mundo todo. Muitos apreciam a bebida incolor gaseificada pura, mas ela se tornou um ingrediente importante para realizar vários drinks.

Com a chegada do verão e do calor intenso, que tal conhecer alguns drinks que você pode fazer utilizando a bebida? Veja como prepará-los abaixo.

Gin tônica

O gin tônica é o drink mais conhecido no planeta envolvendo a água tônica, inclusive sendo o responsável por popularizar o uso na combinação de drinks. Para prepará-lo, são necessários 60 ml de água tônica, 30 ml de gin, 4 folhas de manjericão, 3 framboesas e gelo.

Coloque o gin, o manjericão, as framboesas e o gelo em um copo longo. Depois, lentamente, adicione a água tônica, de forma que ela não perca o gás. Sirva e saboreie!

Porto tônica

Se você é um amante de vinhos, precisa conhecer esta combinação chamada Porto tônica. O saboroso drink envolve a mistura de vinho do Porto gelado, água tônica e um ramo de hortelã ou uma fatia de limão, que dá aquele toque especial, em meia xícara.

Caso queira, você pode utilizar o vinho Porto branco seco. Para complementar a bebida e deixá-la ainda mais refrescante, adicione bastante gelo.

Pink tônica

Uma opção diferente e gostosa envolvendo a bebida é a pink tônica. O seu preparo envolve duas doses de vermute rosso, uma fatia de limão e a água. Encha um copo longo com gelo e adicione o vermute. Coloque a água tônica e finalize o preparo com a fatia de limão.

Vodka com frutas vermelhas

Outra opção refrescante é o drink de vodka com frutas vermelhas. Para prepará-lo, serão necessários 50 ml de vodka com 60 ml de suco preparado de frutas vermelhas, que você encontra em supermercado. Também é necessário suco de ¼ de 1 limão e gelo.

Misture os ingredientes, adicione a água tônica e mexa-os bem, para garantir um sabor delicioso. Aqui, também vale adicionar gelo para tornar o drink mais refrescante, ideal para os dias de calor.

Rum entardecer light

Para quem procura uma opção com poucas calorias, este é o drink ideal. Para prepará-lo, misture uma lata de água tônica zero com duas doses de rum, além de gotas de essência de coco. O resultado é uma delícia que não pesa no corpo.

Tônica tropical

A tônica tropical é um drink com a cara do Brasil. Seu preparo envolve 50 ml de gin, 25 mil de suco de limão, 15 ml de suco de maracujá adoçado, 30 ml de água tônica e 10 folhas de hortelã.

Em uma coqueteleira, coloque as folhas de hortelã e use um esmagador para macerá-las. Acrescente o gin, o suco de limão, maracujá e o gelo. Feche a coqueteleira e agite-a bem. Sirva a mistura em um copo com muito gelo e acrescente a água tônica. O toque final é decorar o copo com uma folha de hortelã.

Chilcano de maracujá

Para quem gosta do efeito calmante e do sabor do maracujá, o chilcano é um drink envolvendo água tônica que você pode preparar no seu lar. Para isso, você precisa de 1 lata de água tônica, a polpa de 1 maracujá, 30 ml de cachaça e 1 colher de sopa de açúcar.

Misture os ingredientes em um copo, e o drink já estará pronto. Caso queira, você pode adicionar gelo e folhas de manjericão para deixar a bebida ainda mais gostosa.

Tônica cítrica

Para fechar a lista, apresentamos um drink para quem gosta de frutas cítricas. Esta opção necessita de 60 ml de gin, 20 ml de suco de limão, 30 ml de suco de abacaxi, 20 ml de xarope de açúcar (feito com uma xícara de açúcar e outra de água, em fogo alto) e três sementes de cardamomo.

Coloque as sementes de cardamomo em uma coqueteleira e amasse-as com um socador. Em seguida, adicione os demais ingredientes, com exceção da água tônica. Agite-os bem e coloque-os em um copo estilo caneca. Termine adicionando a água tônica e o gelo. Se quiser, você pode decorar a bebida com folhas de abacaxi.

4 notebooks com melhor custo-benefício

Se você está com um orçamento mais restrito, confira alguns modelos de notebook que oferecem ótimo custo-benefício e bom desempenho.

Em 2020, a economia brasileira enfrentou grandes desafios no cenário mundial, como a desvalorização do real em comparação ao dólar e ao euro, o que aumentou consideravelmente o preço de produtos importados.

Nesse contexto, um dos segmentos mais afetados no mercado interno foi o de eletrônicos, com destaque para os notebooks, cuja alta foi recorde nos últimos sete anos. Além da valorização do dólar, outro fator que contribuiu para isso foi a popularização do home office em várias categorias profissionais, o que aumentou a demanda pelo aparelho.

Por isso, se você está em busca de um notebook novo com um preço baixo, confira algumas sugestões de equipamentos que mantêm um bom custo-benefício.

Samsung Flash F30

Este aparelho faz parte da nova linha superbásica da Samsung, que apresenta um hardware mais simplificado para estudantes. Entre os principais chamativos, estão a tela de 13.3 polegadas com resolução Full HD, um bom ângulo de visão e bateria duradoura. O preço mais comum deste aparelho é, em média, R$ 2.300.

O design é mais descolado, e as teclas remetem às máquinas de escrever. Este aparelho também é mais compacto, possuindo apenas 1,69 cm de espessura e pesando 1,37 kg. A configuração é básica e conta com memória RAM de 4 GB, processador Celeron N4000 e armazenamento interno de 64 GB, em memória Flash, que equivale ao SSD.

Asus Vivobook X512FJ

Este é um aparelho intermediário para quem busca um notebook com tela Full HD. Ele possui um design menor e fica próximo de modelos com 14 polegadas, além de ter bordas reduzidas. O notebook ASUS tem um processador Core i5 8265U de 8ª geração, HD de 1 TB e memória RAM de 8 GB.

Trata-se de um bom aparelho para quem gosta de jogos de níveis médios, já que ele possui GPU NVIDIA Geforce MX230 com 2 GB de memória de vídeo gDDR5. O preço médio varia em torno de R$ 2.500.

Samsung Expert X20

É possível encontrar este modelo em branco, preto e cinza. O processador é Intel Core i5 8265U com até 3.4 GHz e memória RAM de 4 GB. Em junho de 2019, ele foi eleito o melhor notebook da linha básica.

Outras configurações vantajosas são: placa de vídeo integrada Intel UHD Graphics 620, armazenamento HD de 1 TB (5400 RPM), peso de apenas 1,9 kg, espessura de 1,9 cm e tela 15.6 Full HD com resolução 1920 x 1080p. O preço mais comum no mercado brasileiro hoje é de R$ 3.300, em média.

Lenovo Ideapad S145

Este notebook foi lançado em 2019 e oferece opções para os gostos mais diversos. Nessa linha, existem equipamentos básicos, com processador Intel Celeron, mais adequados para estudo e trabalho que não requer grandes tecnologias, intermediários, com Intel Core i5, para jogos leves e atividades mais complexas, e sofisticados, com Intel Core i7 e placa de vídeo com ótima resolução.

Para quem está com o orçamento mais restrito, uma boa pedida é o modelo 81WT0000BR, cujo preço mais comum varia entre R$ 2.500 e R$ 2.600. O processador é o Intel Celeron N4000 com velocidade de 1,1 GHz. A placa de vídeo é integrada. A tela possui 15,6 polegadas de resolução e armazenamento de 500 GB em HD.

Esse modelo é para quem utiliza o notebook para atividades mais básicas. As dimensões dele cabem em qualquer mochila média: 25,1 de profundidade, 36,2 cm de largura e 1,85 kg.

Como usar o alho para aumentar a imunidade?

O alho (Alliumsativum) é um alimento funcional que auxilia na melhora do metabolismo e previnediversos problemas de saúde.

Com ação anti-inflamatória, antioxidante, antimicrobiana e antifúngica, apresenta vários efeitos benéficos, contribuindo inclusive para aumentar a imunidade.

O principal composto ativo do alho é a alicina, responsável pela maioria das ações biológicas na defesa do organismo. Porém, já foram identificados cerca de 30 componentes do alho que apresentam efeito terapêutico.

Essas substâncias incluem enzimas, como a alinase, compostos sulfurados, destacando-se a alina, vitaminas A, B1, B2, C e minerais como cálcio, enxofre, iodo, magnésio, selênio, sódio e zinco.

Seu uso como tempero já é difundido há mais de cinco mil anos, assim como seu uso medicinal, sendo um dos primeiros fitoterápicos que se tem registro.

É verdade que o alho aumenta a imunidade?

Considerado um auxiliarna prevenção de doenças e na manutenção da saúde, diversos estudos científicos comprovam que o alho é também um potente estimulante do sistema imunológico.

Observou-se que o Alliumsativum L. pode estimular tanto imunidade celular quanto a humoral.

O principal componente responsável por essa atividade é a alicina, um aminoácido sulfurado, com ação antioxidante, antimicrobiana, antifúngica, antitumoral e imunomoduladora.

Os efeitos imunomoduladores do alho aumentam a atividade de macrófagos, células natural killer(NK) e a produção de células T e B. Dessa forma, o alho pode reduzir a duração e a gravidade das infecções, especialmente do trato respiratório superior, justificando seu uso contra gripes e resfriados.

Na literatura científica podemos encontrar estudos que revelam que o extrato aquoso de alho aumentou significativamente a contagem de leucócitos totais, a atividade de linfócitos T e a concentração da interleucina-2.

Pesquisadores observaram também que a ingestão desse fitoterápico estimula a diferenciação de células Th0 em Th1 e aumenta a função de células NK.

O Alliumsativum L. também mostrou efeitos imunológicos positivos em pacientes imunocomprometidos portadores do HumanImunodeficiencyVirus (HIV). Estudo em ratos mostrou que o extrato de alho fresco aumentou significativamente as células NK nesses animais, elevando assim sua capacidade de eliminação de células cancerígenas.

O composto alicina também demonstrou possui atividade contra uma vasta gama de bactérias Gram – negativas e positivas, incluindo Escherichia coli, além de atividade antifúngica, particularmente contra Cândida albicans e atividade antiparasitária contra os principais protozoários parasitas intestinais humanos, como Entamoebahistolytica e Giardialamblia.

 

Como usar o alho para aumentar a imunidade?

A melhor forma de consumir o alho e aproveitar suas propriedades é cru ou em cápsulas de óleo de alho, pois o alho cozido não apresenta os mesmos efeitos do alho fresco.

 

Quando submetido ao aquecimento, a ação da alicina é reduzida, bem a dos demaisprincípios ativos do alho que são muito sensíveis ao calor.

 

 

Para quem não gosta do consumo do alho na forma crua, pode-se ingerir na forma de cápsulas de óleo de alho. Além de praticidade, não se tem o sabor e cheiro característico do alho durante a ingestão.

 

De forma geral, os suplementos de alho são bem tolerados e podem ser consumidos como uma opção para auxiliar na estimulação da imunidade.

A Nutriblue traz para você o óleo de alho. São 60 cápsulas de 500mg para você se beneficiar com essa substância.

Recomenda-se ingerir 2 cápsulas ao dia do suplemento de óleo de alho Nutriblue, preferencialmente antes das principais refeições, ou conforme orientação de nutricionista ou médico.

 

Quais os benefícios da cápsula de alho?

O óleo de alho em cápsulastraz os benefícios do alho de forma prática para auxiliar a aumentar a imunidade e, dessa forma, ajudar na proteção do organismo contra infecções em geral.

Possui também efeito antioxidante que ajuda na prevenção de doenças do sistema cardiovascular, na regulação dos níveis de colesterol, diabetes, além de combater o envelhecimento precoce e demais danos dos radicais livres.

 

Os principais benefícios da cápsula de alhos são:

 

– Auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares;

 

– Ajuda na redução dos níveis de colesterol;

 

– Auxilia na regulação da pressão arterial;

 

– Ajuda a reduzir a agregação plaquetária;

 

– Prevenção do envelhecimento precoce;

 

– Ajuda a fortalecer o sistema imunológico;

 

– Ajuda a controlar a Diabetes.

 

Conclusão

O alho (Alliumsativum) já é utilizado há muito tempo na cultura popular para auxiliar na prevenção e tratamento de diversas condições de saúde, incluindo na melhora da imunidade.

Essa capacidade de estimular o sistema imunológico foi comprovada por estudos científicos, onde foi constatado que ele pode estimular a proliferação e amplificar a resposta imune mediada por células T e NK. Observou-se também uma maior produção de citocinas pró-inflamatórias.

Para melhorar, o óleo de alho além de ajudar a aumentar a imunidade, é bem tolerado, devido à suabaixa toxicidade.

Aproveite os benefícios do óleo de alho para turbinar sua imunidade.

Acesse: https://www.nutriblue.com.br/oleo-de-alho-nutriblue-60-capsulas-de-500mg/pe confira nossa promoção das cápsulas de alho.

Saiba a diferença entre Osteopatia e Quiropraxia

Quiropraxia e Osteopatia, qual a diferença?

A história da terapia manual remonta o início da história escrita e provavelmente já havia algo assim, de forma mais rudimentar na pré história.

Pois, o toque e a própria reação instintiva de levar as mãos no lugar onde dói já indicam que a mão realmente tem potencial terapêutico.
Falando da história, as informações de terapias manuais mais antigas remontam da China, há cerca de 5000 anos.

Técnicas Do in para relaxar.
Técnicas Do in para relaxar.

La nasceram técnicas como o Anmá ou o Do In que são formas de tratar o doente usando os mesmos princípios da acupuntura porém sem agulhas.

Massagem Anmá

Eles acreditam que meridianos de energia, que hoje conhecemos como vasos sanguíneos e nervos, carregavam a energia vital Qi por todo o corpo, e a interrupção desse fluxo traria a doença. Fatos semelhantes também ocorria na cultura Hindú através do entendimento dos chakras energéticos, em que o bloqueio desses vórtices, como o chamavam, desencadearia desequilíbrio que a longo prazo poderia trazer patologias.

Esse apanhado histórico serve para contextualizar o raciocínio por trás da osteopatia e da quiropraxia, que muito longe do oriente em tempo e espaço, simpatizam com o mesmo objetivo, tratar regiões onde estão os bloqueios, e não exatamente a dor.

Como a Osteopatia e a Quiropraxia pode te ajudar?

Por que entendemos que o bloqueio seja ele articular, muscular, neural, vascular, facial, orgânico, visceral, emocional ou craniano são as causas primárias de desequilíbrio, que impedem o sistema de auto cura do corpo entrar em homeostase (equilíbrio) e provoca dores e disfunções orgânicas por todo o corpo.

Infográfico da história da terapia manual

Assim apresenta-se a história da terapia manual moderna, que teve seu início desenvolvido nos estados do centro oeste dos EUA por um cientista da saúde chamado Andrew Taylor Still na segunda metade do séc. XIX. Filho de um médico pioneiro e sempre fascinado pela anatomia humana a pela ciência da cura, Still dedicou sua vida ao estudo e a prática clínica, até eventualmente estabelecer a arte de cura da Osteopatia.

Still articulou primeiramente a ideia de melhorar a prática médica durante sua vida no Kansas em 1874. Na época ele teve um pensamento inspirador: O corpo humano possui muito em comum com uma máquina, que para funcionar bem precisa estar tudo em ordem.

Still era um típico médico de fronteira, que foi treinado como um aprendiz. E como muitos médicos de fronteiras, ele fez muitas coisas além da prática médica: agricultura, trabalho como mecânico e lutar na Guerra Civil.

Sua prática médica incluía cuidar dos colonos e dos índios americanos. Ele enfrentou epidemias como a da cólera, malária, pneumonia, varíola, difteria e tuberculose. Após a guerra, a meningite levou três de seus filhos, e então ele começou a buscar por um melhor sistema de prática médica.

Cuidando dos índios americanos

Esse novo sistema prometia simplesmente dar um suporte a mais a saúde, o que a princípio não parecia nada polêmico. Porém o final do século 19 era um tempo de muitas escolas de saúde, e na fronteira havia muita competição entre os médicos e uma grande desconfiança sobre novas ideias.

Assim Still se tornou um médico itinerante, primeiro no Kansas, depois no Missouri. Conversava com todos que estavam interessados em seus novos métodos, que se centrava no tratamento do corpo através da melhora das suas funções naturais. No princípio ele continuou utilizando alguns medicamentos, mas gradualmente ele atingiu bons resultados sem nenhum deles.

Com o tempo, ele começou a condenar quase todos os medicamentos usados na época.

Os métodos de tratamento de Still, que incluíam manipulações para melhorar a circulação e para corrigir a biomecânica alterada, começaram a apresentar resultados. Em 1889 o número de pacientes viajando para ver Still em sua recém-fundada enfermaria foi tão grande que ele foi forçado a ficar em Kirksville, Missouri, ao invés de viajar para ver seus pacientes. Ele se tornou atarefado e as pessoas começaram a falar dele com respeito.

Três anos mais tarde Still inaugurou a American School of Osteopathy (ASO). No início os estudantes aprendiam anatomia com William Smith, M.D., um escocês que havia estudado medicina em Edimburgo e se interessou pela osteopatia durante sua viagem nos Estados Unidos ele foi o primeiro a receber um certificado de D.O.. Still o que o possibilitou a ensinar osteopatia através de seminários, demonstrações e com prática com seus próprios pacientes.

A ASO concedeu 18 diplomas em março de 1894 e mais escolas abriram após a ASO, e graduados em osteopatia se espalharam pelo país com seus consultórios particulares.

Através da observação anatômica e da biomecânica resultante da interação entre essas mesmas peças anatômicas ele foi capaz, juntamente com diversos outros cientistas e colaboradores, de desenvolver um raciocínio clinico através de testes, palpações acuradas e quadro clinico (sinais e sintomas).

Veja também este artigo sobre ambulância particular

Esse raciocínio segue justamente a linha dos antigos “cientistas” orientais antigos, ou seja, que o bloqueio, ou melhor, a falta de movimento ou de fluidez corporal são as causas de “todas” as patologias e sendo assim a liberação dessa área cessaria o mal pela raiz, sendo assim evitável, inúmeros casos de medicações excessivas e cirurgias desnecessárias.

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Essa ciência criada por Still foi chamada de osteopatia (ostheophaty), e tem seu nome unicamente pelo fato de no início a maioria das manobras estar destinadas à parte óssea do corpo, muito porque se entendiam, não erroneamente, mas incompleto, que a noção da coluna abrigar a medula e de lá saírem toda a rede neural que conecta e da vida e movimento para o corpo.

É certo que o tratamento da parte esquelética é essencial na osteopatia justamente pelo que foi citado da sua relação neural, porem com o decorrer dos estudos verificaram que o chamado tecido mole também tem uma parcela extremamente valiosa na complicada interação biomecânica de todo o corpo humano, principalmente as fáscias.

Estas são responsáveis pela parte de preenchimento dos diversos compartimentos do corpo, separando, sustentando, unindo e permitindo a nutrição de todo o organismo, pois através das fáscias que passam os vasos e nervos de grande calibre do corpo, que então se ramificam e vão servir a diferentes tecidos dando-lhes a vitalidade necessária para funcionar.

A Distinção entre Quiropraxia e Osteopatia

Como foi dito, a osteopatia é uma ciência muito complexa por isso mesmo tem diversas linhas paralelas de abordagem. Alguns dão mais ênfase na parte musculoesquelética, outros nas funções do sistema nervoso autonômico (SNA), outros nas fáscias, desenhando suas linhas de pesquisas ou de atuação clínica para essas vertentes.

Consequentemente surgiram experts em áreas bastantes especificas e as subdivisões provenientes da osteopatia se encontram em orgânico desenvolvimento até hoje.

Exemplos mais conhecidos são a quiropraxia, que será explicada a seguir, a terapia miofascial de Jones, Sutherland, Dejarne, Maitland, Mulligan, entre outros. Cada qual com sua visão derivada da osteopatia de Still.

A quiropraxia foi uma das variações oriundas da osteopatia e foi sintetizada por David Palmer também nos EUA. A visão de Palmer era simplificar a osteopatia em técnicas mais diretas e sem muitos rodeios, indo direto para a área a ser tratada utilizando técnicas mais abrangentes e genéricas, cobrindo em uma manobra áreas inteiras que na osteopatia seriam descontruídas uma a uma.

Por isso diz-se que a quiropraxia é uma técnica mais reflexogena que a ostepatia, justamente por tratar áreas ao invés de pontos ela produz um efeito mais responsivo no corpo, ativando de forma mais poderosa o sistema de autocura do corpo.

Existe inclusive uma brincadeira para explicar essa diferença: diz-se que para diferenciar a atuação de um osteopata para um quiropata, ou quiropraxista é assim; como se faz para achar um gato em um balaio de coelhos? O osteopata palpa tudo e encontra o gato, o quiropata joga o balaio na parede e o que miar é o gato…

Isso serve para ilustrar que a osteopatia tem a finesa e o minimalismo dos movimentos a fim de atuar de forma precisa e sem excessos que podem gerar a famosa “ressaca” da consulta (dor causada pelos próprios ajustes que tendem a passar em 24h após).

A Filosofia da Quiropraxia

A quiropraxia tem uma abordagem quase que oposta nessa filosofia, eles entendem que gerando grande carga energética com as manipulações temos mais chances de acertar o que está errado no corpo, pois assim podemos tratar de forma mais rápida com movimentos mais agressivos que vão gerar grande quantidade de reações corporais e com isso resultar em mudanças mais radicais e rápidas.

O ideal para o terapeuta é entender as mais diversas vertentes das terapias manuais para que com ferramentas diversificadas fique mais fácil entender e atuar em cada corpo conforme as necessidades.

Para aqueles corpos mais delicados a osteopatia pode ser mais efetiva, enquanto que em grandes áreas de bloqueios e em corpos maiores a quiropraxia pode ser mais efetiva, até porque muitas vezes seja por dificuldade na palpação ou na correta avaliação, seja por dor ou falta de cooperação involuntária do paciente fica impossível chegar a alguma conclusão por testes.

O objetivo deste é informar sobre as principais dúvidas que aparecem em consultório e ajudar a esclarecer e facilitar a escolha de terapias ou exercícios para cada caso específico.

Pensamentos finais sobre: diferenças entre Osteopatia e Quiropraxia!

Para começo de conversa, ambas as técnicas tem muito mais coisas parecidas do que distintas.
São técnicas destinadas a correções de microlesões ou desajustes, como é usualmente chamado, que apesar de serem micro causam grandes problemas no funcionamento biomecânico do corpo, o que inevitavelmente leva a dores e perda da qualidade de vida.

Tais ajustes podem ser realizados em articulações, músculos, órgãos e vísceras, nervos e até mesmo artérias, sendo para tanto utilizado em inúmero arsenal de manobras, como manipulações (os famosos estalos), mobilizações (não produzem estalos), alongamentos, liberações fasciais e até mesmo choques verbais.

O que podemos salientar que existe na osteopatia e também na quiropraxia é a forma com que é entendido o processo de lesão primária.

Entende-se que a lesão primária não esta onde a dor aparece. Como em um escritório que não funciona bem, quem se queixa não é o que esta sem trabalhar, e sim o que trabalha dobrado para compensar a perda de uma função. Portanto, para isso, devemos trabalhar em zonas de ipomobilidade, ou seja, aquela que esta sem movimento.

Para a Quiropraxia o sistema nervoso é a fonte de toda a vida do organismo, sendo assim, com o sistema nervoso correto a saúde estará presente, sendo o contrário também verdadeiro.

Já na Osteopatia entende-se que a estrutura governa a função, sendo assim o tecido em sofrimento é o grande causador de dores, especialmente em função da disfunção do aporte sanguíneo.

Para a osteopatia o corpo possui uma característica inata de auto cura, sendo assim, quando este possui suas estruturas em ordem todo o organismo se reorganiza espontaneamente.

Cada técnica tem sua utilidade em sua devida hora, cabe ao terapeuta entender quando é hora de utilizar uma ou outra!!

Espero ter esclarecido alguma dúvida e comentem que será um prazer responder !!

Grande abraço a todos. Obrigado!!!

Frederico

Como verificar através do site de sua Clínica de Fisioterapia se ela passa credibilidade

A internet nos abençoou com um tesouro de conhecimento, facilmente acessível com o clique de um botão. Mas, infelizmente, nem todos os sites são de empresas sérias e confiáveis.

Se você é como a maioria das pessoas, sempre que precisa encontrar um prestador de serviços como um fisioterapeuta, clínica de fisioterapia ou qualquer outro segmento se dirige até o Google e encontra a melhor empresa para lhe atender. Ou, no mínimo, procura a empresa que te indicaram para verificar se é uma empresa credível ou não.

Mas infelizmente nem todas as empresas que são exibidas são de boa qualidade e podem te prestar um bom atendimento. Especialmente neste serviço tão importante que é a fisioterapia.

É importante lembrar que só porque um autoproclamado especialista em saúde tem muitos seguidores e fãs, não significa que as informações que ele compartilha online sejam confiáveis. Na verdade, as histórias mais bizarras costumam gerar mais atenção.

Como parte de sua iniciativa Finding Common Ground, uma parceria contínua entre os principais cientistas de nutrição e jornalistas importantes que se preocupam em fundamentar seu trabalho em ciência sólida, a organização sem fins lucrativos Oldways está compartilhando conselhos sobre como avaliar a confiabilidade de uma empresa em seu site.

1. Autor

Dê uma olhada no indivíduo ou organização que administra o site. Os artigos são escritos por pessoas com credenciais ou experiência relevantes no tópico? A organização é uma voz confiável e estabelecida sobre esse assunto? Nesse caso, esses são bons sinais de que os autores do site fizeram seu dever de casa.

 

2. Manter-se atualizado

Quando foi a última vez que o site foi atualizado? Novos artigos ou tópicos são adicionados regularmente? Se o site não é atualizado há muito tempo, você pode não estar recebendo a conta mais atualizada sobre o assunto.

 

3. Além do título

Se um título parecer sensacional ou radical, leia atentamente o artigo para determinar a fonte do pronunciamento. Se a história real contradizer o título e se os pontos não forem apoiados por pesquisas científicas sólidas, é sinal de que este site pode priorizar os cliques em vez da correção.

 

4. Ciência Sólida

Falando em pesquisas científicas sólidas, verifique que tipo de evidência o site usa para apoiar sua posição. Se um artigo inclui links, eles são para artigos revisados ou para blogs desconhecidos e sites de notícias de baixo impacto? Sites confiáveis ​​são transparentes sobre suas fontes e ajudam o leitor a obter uma compreensão mais profunda do assunto, em vez de confiar em artigos de opinião ou notícias de segunda mão.

 

5. Público

Quem está envolvido com o site? Se profissionais de renome (como RDs, MDs, PhDs ou outros especialistas) estão fazendo referência ou compartilhando informações do site, isso oferece mais confiança de que é uma fonte de informações sólidas.

 

6. Faça perguntas

Se algo não parece certo, provavelmente não está. Se você não tiver certeza de como algo se soma, ou se algo postado parece bom demais para ser verdade, deixe um comentário ou envie um e-mail para o autor ou administrador do site para saber mais ou para perguntar sobre suas fontes. Seus comentários podem ajudar a fazer os outros pensarem duas vezes! Além disso, lembre-se de que alguém que vende um produto online pode ter uma opinião tendenciosa sobre a utilidade de um determinado produto (ou dieta).

Abaixo abordaremos algumas dicas adicionais para avaliar a empresa através do site dela:

 

Lista de verificação de credibilidade através de um site

Reveja esta lista e veja quais dos itens a seguir você avaliar para te ajudar a determinar o nível de credibilidade de uma marca.

  • O design da Web é importante. As pessoas julgam o livro pela capa e um site pelo design. Empresas sérias investem em bons serviços de desenvolvimento de sites profissionais. Se a imagem não transmitir confiança, desconfie;
  • Endereço e número de telefone visíveis o tempo todo. Incluindo no rodapé (obrigatório) mas, dependendo do seu site, também no cabeçalho. São itens fundamentais para saber se a empresa existe e é verídica;
  • Facilidade de contato. Você consegue contactar a empresa facilmente?
  • Site seguro: Um fator importante é o certificado SSL. Quando você acessa o site pelo Google, o que aparece no canto superior direito? Aparece a mensagem seguro ou não seguro? Isso se deve ou não ao uso de um certificado SSL. Empresas sérias se preocupam com a segurança das informações. Veja mais em certificado ssl gratuito Google.
  • Relevância e adaptação da mensagem. Um site que exibe informações relevantes para o visitante é instantaneamente mais confiável.
  • Linguagem simples. As pessoas não confiam no que não entendem. O site da clínica que está visitando é facilmente compreensível?
  • Pronúncia Correta. Gramática incorreta e grafia incorreta certamente fazem a empresa parecer menos confiável.
  • Fornece biografias e fotos da equipe. Empresas notáveis possuem equipes que transmitem credibilidade. Existe essa informação no site?
  • Informações detalhadas dos serviços. Você encontra informações detalhadas a respeito dos serviços da clínica de fisioterapia?
  • Depoimentos. A empresa possui depoimentos de clientes satisfeitos com os serviços? Vale muito mais o que as pessoas dizem sobre as empresas que as próprias empresas dizem sobre elas.
  • Artigos em publicações (online e offline). Credibilidade também é o que as pessoas leem e ouvem sobre a empresa antes de acessar o site. Se eles viram ou leram artigos em diferentes revistas ou jornais, gera mais credibilidade.
  • Classificação no Google. Se a empresa tem uma classificação elevada no Google (digamos, entre os cinco primeiros), ela deve estar lá por um motivo (o Google diz isso!).
  • Sinais de comunidade. Se você tiver um fórum movimentado, muitos comentários nas postagens do blog ou quaisquer outros sinais visíveis de uma comunidade ativa, a empresa parecerá mais confiável (ou seja, “As pessoas devem estar aqui por um motivo!”).

Estes motivos podem te ajudar a perceber se a clínica de fisioterapia que encontrou possui mais credibilidade ou não. Isso somente com as informações do site da empresa.

Boa sorte!

Como classificar vídeos sobre fisioterapia no Google com seu próprio site

Existem muitos guias excelentes sobre “como classificar vídeos no Google” ou “como fazer um site aparecer no Google” – mas a maioria deles é sobre como otimizar vídeos no YouTube. Ao classificar um vídeo do YouTube (ou um vídeo hospedado em outra plataforma de hospedagem) no Google, você enviará o tráfego para essa plataforma de hospedagem. E então a grande questão é: seu usuário visitará seu site depois de assistir ao vídeo ou ficará por perto para assistir mais? (Com plataformas de hospedagem sugerindo continuamente outros vídeos para assistir e reproduzindo automaticamente o próximo da fila, aposto que é o segundo ).

Mostrar como resultado de vídeo no Google com seu próprio site não significa necessariamente que você tenha que hospedar seus vídeos automaticamente – também para vídeos incorporados, seu site pode aparecer como um resultado aprimorado de vídeo. Com as etapas de SEO de vídeo a seguir, explicarei como classificar vídeos no Google com seu próprio site.

Como gravar o vídeo perfeito para SEO

O Google pode acionar resultados de vídeo para aparecer em qualquer consulta, desde que haja um vídeo sobre isso e o Google pense que mostrar um vídeo como resultado faz sentido. Os tipos de vídeo para os quais o Google gosta de mostrar resultados são (1) instruções, (2) análises, (3) tutoriais, (4) qualquer coisa relacionada a esportes e condicionamento físico e (5) coisas divertidas e engraçadas.

Sabendo disso, você mergulha na ferramenta de palavras-chave. Sobre o que você quer fazer um vídeo? Preencha o seu tópico na ferramenta e descubra o que as pessoas gostam de saber. Como as pessoas pesquisam seu tópico – e ‘se’ as pessoas pesquisam por seu tópico.

Em seguida, comece a pensar em seu objetivo. O que você deseja alcançar com seu vídeo? Você deseja educar, inspirar ou entretê-los? Se for para educar: ensine a seus usuários novas habilidades ou conhecimentos por meio de como fazer, tutoriais, vídeos de desembalagem ou análises de produtos. Se for para inspirar: motive seus usuários a agir usando vídeos artísticos, vídeos de marcas, apresentações ou entrevistas. E se for para entreter: faça seus usuários rir através de anúncios engraçados, esquetes cômicos ou paródias. De acordo com isso, você escreve seu roteiro. (Defina sua estratégia de marketing de conteúdo principal para seu vídeo).

Ao gravar, verifique se as luzes estão boas, a qualidade do som é boa e o seguinte: as suas habilidades de edição são boas. (Lembre-se de que você precisa competir com bilhões de outros vídeos, então faça valer a pena assistir ao seu vídeo). Embora gravar o vídeo perfeito possa não ser fácil, certamente irá ajudá-lo em sua classificação eventualmente.

 

ETAPA 1: use vídeo SEO

Gravação, edição e exportação de vídeo: FEITO.

Agora que o arquivo de vídeo está em seu computador, você deve alterar o nome do arquivo de vídeo para um mais descritivo. Embora o Google não possa assistir ao seu vídeo, ele pode ler o nome do arquivo do vídeo para entender do que se trata. O que é melhor, é mudar o nome do arquivo de vídeo para sua palavra-chave primária. Se a sua palavra-chave for: “Como cortar um abacate”, altere o nome do arquivo de vídeo para: como-cortar-um-abacate.MOV. Se o seu vídeo já foi carregado na plataforma de hospedagem, tudo bem – não há necessidade de reenviar o vídeo. Você pode continuar com as etapas abaixo ou, se não for aplicável: vá para a etapa 2.

(As etapas a seguir são para vídeos hospedados em uma plataforma de hospedagem como YouTube, Vimeo ou Dailymotion).

Ao usar o SEO de vídeo, seu objetivo inicial é melhorar sua classificação no mecanismo de busca de onde seu vídeo está hospedado, obter mais tráfego para sua página de vídeo e aumentar o número de visualizações de vídeo; assinantes, interações e comentários da mesma forma. Embora uma classificação elevada em uma plataforma de hospedagem não garanta uma classificação elevada no Google, ajuda o Google a entender mais sobre o seu vídeo.

Título do vídeo: escolha um título de vídeo bom, rápido e categórico – mas o importante aqui é que seu título seja descritivo e inclua palavras-chave.

Descrição do vídeo: as primeiras linhas são as mais valiosas – é isso que os usuários veem primeiro, antes de clicar no botão ‘ler mais’. Use essas primeiras linhas para realmente apresentar o seu vídeo ao público e tente chamar a atenção deles. O resto da descrição você pode usar para escrever sobre seu vídeo com mais detalhes e para fazer sua própria promoção de marca: crie um link para seu site, canais de mídia social ou outras páginas.

Tags de vídeo: (não ajudam diretamente na classificação no Google). Adicionar tags o ajudará a classificar seu vídeo na própria plataforma de hospedagem. Além disso, eles conectam outros vídeos com tags semelhantes para aparecerem ‘próximos’ – e pode ajudar a aumentar as visualizações do vídeo, quando o próximo vídeo for seu.

Transcrições e legendas de vídeo: plataformas de hospedagem com legendas ocultas (CC, transcrições ou legendas) para beneficiar pessoas com dificuldades auditivas e que falam outros idiomas além do seu vídeo – e essas legendas são rastreáveis ​​pelo Google. Se as palavras-chave que você deseja classificar estão em seu CC (ou seja: você falou sua palavra-chave em voz alta em seu vídeo), uau; as chances de seu vídeo ser classificado no Google ficaram muito melhores.

Miniaturas de vídeo: (não ajudam diretamente na classificação no Google). Quando o seu vídeo tem uma bela imagem em miniatura, as chances de alguém clicar em seu trecho de vídeo são mais prováveis. Especialmente importante para celular: aqui, o título e a miniatura do seu vídeo são a única coisa que um usuário vê quando ele é exibido no Google.

(Para obter uma explicação completa sobre como otimizar seus vídeos e canal do YouTube, verifique o site Trendszone. Há sempre bons conteúdos por lá).

 

ETAPA 2: adicione o vídeo ao seu site

Quando você deseja classificar no Google com seu vídeo, é na verdade a página da web onde você carregou seu vídeo hospedado (2.1) ou auto-hospedado (2.2) que você está tentando classificar. O importante aqui é dar a cada vídeo uma página própria. Pode ser uma página dedicada, como uma página de destino; ou uma página de tópico, como uma postagem de blog.

(2.1) Se o seu vídeo estiver hospedado em uma plataforma de hospedagem, use o código embed para adicionar o seu vídeo à página. (Para incorporar um vídeo em HTML, use o código <iframe>. Na maioria das plataformas, você pode obter esse código clicando em compartilhar> incorporar).

(2.2) Se o seu vídeo for auto-hospedado, certifique-se de que o arquivo de vídeo é compatível com o Google. O Google oferece suporte aos seguintes tipos:.3g2,.3gp2,.3gp,.3gpp,.asf,.avi,.divx,.f4v,.flv,.m2v,,.m3u8,.m4v,.mkv,.mov,. mp4,.mpe,.mpeg,.mpg,.ogv,.qvt,.ram,.rm,.vob,.webm,.wmv,.xap

 

ETAPA 3: aplique técnicas de SEO na página

Como seu vídeo é carregado ou incorporado em uma página comum, você aplicará técnicas comuns de SEO na página – exatamente como faria em qualquer outra página do seu site.

Pense em adicionar suas palavras-chave ao slug de URL, à tag de título e à meta descrição. Quando o seu vídeo for o foco da página, mencione isso na sua tag de título e / ou meta-descrição também, por exemplo. “Como cortar um abacate em pedaçoes [Vídeo]”. Dica: adicionar a palavra ‘vídeo’ ajudará você a se classificar no Google para consultas de pesquisa de vídeo – provavelmente até mesmo entre os 10 primeiros.

 

ETAPA 4: Estruture a página e adicione conteúdo

A posição do vídeo em uma página é importante. O ideal é colocá-lo próximo ao topo da página e torná-lo grande; vai mostrar que o vídeo é o foco da página.

Logo acima do vídeo, você escreve uma pequena peça introdutória sobre o vídeo ou o tópico. Com isso, seus visitantes logo entenderão se este vídeo é o que procuram, o que podem aprender com ele e se o vídeo vai ou não responder às suas perguntas. Mas não é apenas para os seus visitantes – ao adicionar conteúdo à sua página, o Google também terá uma ideia melhor do que é o seu vídeo. Em seu conteúdo, use suas palavras-chave (mais variações de palavras-chave e palavras-chave relacionadas) e também adicione suas palavras-chave na tag H1 e o texto alternativo de uma imagem.

 

ETAPA 5: adicione uma transcrição de vídeo

Adicionar transcrições é ótimo para o SEO, pois (1) o Google pode rastrear as transcrições para entender mais sobre o tópico e a relevância e (2) nem todo mundo prefere assistir a um vídeo; adicionando uma transcrição em sua página, você pode veicular conteúdo baseado em vídeo e texto, atraindo tanto alunos visuais quanto leitores.

 

Observações importantes e dicas finais

Certifique-se de que o Googlebot pode rastrear suas páginas de vídeo. Seu vídeo deve ser hospedado em uma página disponível publicamente; para assistir ao vídeo, não é necessário fazer login e a página não deve ser bloqueada por robots.txt, metatag de robôs ou noindex).

Depois de assistir a um clipe incorporado do YouTube, você provavelmente verá outros vídeos que o YouTube sugere que você assista. No passado, você tinha a opção de impedir a exibição de “outros vídeos relacionados” no final, mas essa opção foi removida. Se você não quiser mostrar os vídeos sugeridos, há uma maneira de contornar isso adicionando um código ao seu site.

As informações que você anotou no mapa do site do vídeo e na marcação do esquema do vídeo devem ser consistentes com o próprio conteúdo do vídeo.

Seu vídeo na Pesquisa Google, Google Video e Imagens do Google

Depois de realizar todas as etapas, seu vídeo pode ser exibido em cada um dos serviços de pesquisa de propriedade do Google; Pesquisa, vídeo e imagens.

 

Na Pesquisa Google

Com apenas a miniatura do vídeo e o link, seu vídeo terá uma aparência básica no Google. Assim que você começa a fornecer mais informações, o Google também pode mostrar isso junto com o trecho de seu vídeo. Pense em coisas extras, como a duração do vídeo, a reprodução automática da visualização do vídeo, a data do vídeo, a capacidade de restringir a exibição do seu vídeo em determinados países ou dispositivos e muito mais.

Novo: os resultados do seu vídeo na Pesquisa Google estão se tornando ainda mais valiosos para os usuários, agora que o Google é capaz de mostrar carimbos de data / hora abaixo do resultado do seu vídeo – uma espécie de função de pesquisa no conteúdo do vídeo. (No momento, o recurso “neste vídeo” funciona apenas para vídeos do YouTube (use dados estruturados do Clip e verifique as práticas recomendadas ). Se você estiver interessado em adicionar carimbos de data / hora a vídeos não YouTube, preencha este formulário ).

fred-fisioterapia-hernia-de-disco

O que é hernia de disco? Qual o tratamento para hernia de disco?

Para falarmos sobre hérnia de disco precisamos primeiramente entender o que é hérnia e o que é disco.

O disco intervertebral é uma estrutura cartilaginosa que separa e proporciona amortecimento e mobilidade para a coluna vertebral, desde a coluna cervical ate a coluna lombar, e em qualquer um desses segmentos pode-se ter hérnia, que nada mais é do que o deslocamento, herniação, do disco para fora de seu posicionamento ideal, podendo ou não ter seu núcleo macio, ou núcleo pulposo, expulso do centro do disco.

Hérnia de disco - tipos, causas, sintomas, tratamentos - Ortopedia ...

O tratamento pode ser feito de forma medicamentosa via oral ou via local, como é o caso das infiltrações ou bloqueios.

O problema é que a hernia não se forma espontaneamente, portanto, se não for solucionado o porque essa hernia se formou as medicações vão servir apenas como alivio temporário e após algum tempo a reincidência é garantida na maioria dos casos. Seria como se secassemos a agua que esta vazando mas nao fechassemos a torneira.

E é exatamente “fechar a torneira” que terapias como a osteopatia e a quiropraxia trabalham.

Nessas técnicas identificamos através de testes e sinais qual seria a origem primaria, portanto o porque dessa condição estar presente.

Sabendo disso atuamos no desbloqueio da condição através de manobras ósseas, musculares, ligamentares, etc. até conseguirmos desmontar todo o padrão patológico existente e com isso eliminar os sintomas de forma definitiva sem a necessidade de cirurgias.

O tratamento varia caso a caso mas, normalmente, não leva mais do que dois meses de intervenções, sendo de fato um tratamento com taxa de sucesso acima dos 90%.

Caso tenham alguma duvida entre em contato pelos comentários ou pelos telefones (16) 99167-9057 e (16) 99117-3434.

Fred Soares.

Dicas para escolher o tamanho correto da sua cabeceira

Saiba escolher o tamanho da cabeceira de cama ideal para seu quarto e faça toda a diferença na decoração.

Um dos principais móveis que compõem a decoração do quarto é a cabeceira da cama. Este objeto impacta diretamente todo o ambiente, sendo bem mais que apenas um item decorativo. Além disso, a escolha de cabeceira de cama ajuda a otimizar o espaço.

No passado, as camas tradicionais já vinham com cabeceiras. No entanto, atualmente, a maioria das pessoas tem optado pela modernidade e pela praticidade das camas box, já que elas possuem uma grande variedade de modelos e tamanhos de cabeceiras, possibilitando inúmeros tipos de decoração.

Por isso, escolher uma cabeceira que esteja de acordo com a decoração do quarto é importante. Dentro desse meio, há vários fatores a seguir para tomar essa decisão, seja o tamanho, a praticidade, a elegância ou qualquer outro. Dessa forma, a seguir, confira dicas de acordo com suas necessidades.

Tamanho da cama

Na hora de escolher o tamanho da cabeceira, o primeiro ponto que deve ser levado em consideração é a dimensão da cama, pois a cabeceira não deve ser menor que ela. Na verdade, esteticamente falando, o ideal é que ela seja um pouco maior que a largura do colchão. Portanto, antes de tudo, verifique tanto o modelo quanto as dimensões do seu colchão. Depois, escolha o tamanho da cabeceira.

Dimensões do quarto

No quarto, não é apenas a decoração que importa. Saber adequar o tamanho da cabeceira às dimensões do cômodo também é fundamental. Após tirar as medidas do quarto, escolha a cabeceira de modo que o local seja otimizado, ou seja, não ocupe todo o espaço com o móvel e preveja a área necessária para a instalação.

Estilo da cabeceira

Na hora de escolher o tamanho da cabeceira, outro ponto relevante é o estilo que você deseja. Cabeceiras de madeira maciça, por exemplo, soam como clássicas. O ideal é que ela não seja tão grande para não contrastar com o restante do quarto.

Já as cabeceiras do tipo painel de madeira dão um ar mais simples e moderno, sendo possível optar por tamanhos maiores. De todo modo, é fundamental que você saiba adaptar o tamanho ideal da cabeceira ao estilo que você deseja.

Conforto

O ideal é que a cabeceira traga o máximo de conforto possível. Não há uma regra específica relacionada a isso, visto que essa é uma questão muito pessoal, mas recomenda-se que o tamanho da cabeceira seja suficiente para apoiar as costas de maneira confortável.

Roupa de cama

Tendo em mente o estilo de roupa de cama que será utilizado, assim como a proporção, não é difícil adequar esse ponto ao tamanho da cabeceira. Se você usar especialmente tons mais claros ou neutros, é possível optar por um tamanho mais modesto de cabeceira, pois essas cores ampliam visualmente tudo o que estiver em volta.

Por outro lado, se você optar por tons mais fortes e chamativos, pode usar cabeceiras um pouco maiores, visto que cores vibrantes chamam mais a atenção, tirando o foco da cabeceira e fazendo com que ela pareça visualmente menor.

Conclusão

Como já foi dito acima, há milhares de modelos de cabeceira para cama no mercado, sendo que todos eles têm tamanhos e cores diferentes. Por isso, não é fácil escolher aquela que se adeque ao que você precisa, mas também não é impossível.

Utilizando as dicas dessa publicação, qualquer um é capaz de escolher o tamanho de cabeceira ideal, unindo o conforto, a elegância e a praticidade, além de deixar o quarto ainda mais belo ao complementar a decoração já existente.

Pilares da pura vida

PURA VIDA – 3 pilares da quiropraxia

1° Pilar – Saúde Física

Oi amigos e amigas, hoje venho pelo meu blog falar de um assunto relevante, principalmente após um período de final de um ano, natal, agradecemos pelo que conquistamos e repensamos no que melhorar. E para o ano que entra, afirmamos nossos compromissos e pedimos por bênçãos.

Grande parte das tradições nos faz para, nem que por um instante, e prestarmos atenção ao que realmente importa na nossa vida como filhos, família, saúde, dinheiro, sucesso, paz, amor. Todos essas partes integrantes de um único ser somos nós. Para que as coisas caminhem bem é necessário que nossa vida tenha equilíbrio entre 3 pilares simples, fonte de pura vida que todos buscamos. Hoje falaremos do primeiro pilar, a saúde física.

A saúde física é aquela que envolve o corpo propriamente dito, a parte de músculos, ossos, nervos e sangue. Se imaginarmos um carro, a parte física seria o motor, carroceria, bancos, volante, painel. O combustível, ou a fonte da energia será o segundo pilar, o químico.

Em um carro que fica muito tempo parado sem cuidados a tendência é que ele enferruje, e trave, em um que é usado demais sem descanso, a tendência é esquentar e fundir. Bom, qual o segredo para se ter um carro que dure bastante e seja confiável? Pergunte a um mecânico e ele vai lhe dizer que colocar óleo, andar com o tanque cheio para evitar sua corrosão, fazer as revisões, balancear, são importantes mas principalmente se deve andar com ele periodicamente a fim de manter todas as peças lubrificadas em harmonia, exatamente como o carro o nosso corpo precisa gerar movimento, ativação muscular tanto em força quanto em alongamento, usar as articulações em diferentes ângulos para que o corpo seja flexível, ativo e saudável. Movimentos sedentários, robotizado, acostumado apenas com um par de movimentos de levantar e sentar em carros, escritórios, sofás são péssimos para a saúde física.

A quiropraxia atua na manutenção e aprimoramento do alinhamento dos segmentos vertebrais no nosso esqueleto a fim de eliminar bloqueios que geram dores e limitam a qualidade de vida das pessoas.

Melhor material para sua poltrona

Os melhores materiais para sua poltrona

Conheça os principais gêneros de tecidos usados para esse tipo de revestimento.

Seja na sala de estar, no quarto, escritório ou até mesmo na varanda, ter uma boa poltrona traz um conforto extra para o espaço onde ela está localizada, isso sem falar da sofisticação, a depender do modelo e do material.

Quem pretende adquirir um móvel desse tipo ou ainda mudar o forro da poltrona, no entanto, precisa conhecer melhor os principais tecidos e materiais usados, a exemplo do revestimento de couro natural ou sintético, suede e sarja.

Vale lembrar que o tipo de ambiente — sala de estar, escritório ou varanda —, qual o uso e a disponibilidade financeira são os principais fatores para escolher os materiais e tecidos da sua poltrona.

A poltrona ideal para cada ambiente

Quando se ouve a palavra poltrona, provavelmente, as primeiras imagens que vêm à nossa mente são daqueles modelos reclináveis, conhecidos como “cadeira do papai”, ou o clássico de couro com acabamento em capitonê, muito presente nas casas de nossos avós.

Esse tipo de móvel é super usado nas salas de estar ou de visitas, sendo uma cadeira mais confortável e com apenas um assento. Porém, não é apenas nesses ambientes que as poltronas podem estar dentro de uma casa.

No quarto do bebê é muito comum a presença de poltronas usadas durante a amamentação, por exemplo. Em escritórios, um belo modelo serve para dar mais conforto na hora da leitura. Na varanda, um conjunto delas oferece um conforto extra para ver o pôr do sol ou apreciar o amanhecer.

Seja onde for, as poltronas são móveis que já não se restringem ao espaço da sala, por isso mesmo, precisam de cuidados para manter sua beleza e conforto. Por essa razão, considere onde elas vão ficar, se receberão luminosidade ao longo do dia, o quanto serão usadas para avaliar o melhor material da sua poltrona.

Analisando esses aspectos fica muito mais fácil escolher o material mais adequado para forrar a sua poltrona ou mesmo na hora de comprar uma nova.

Tipos de material e tecido para poltronas

Couro

Um dos tecidos mais antigos da história da humanidade, o couro animal é ainda muito usado como revestimento de sofás e poltronas. O maior benefício é sua durabilidade ilimitada (desde que seja devidamente cuidado), mas o preço é bem salgado.

Couro sintético

Como o próprio nome já diz, o couro sintético é um material artificial que reproduz a aparência e o toque do couro de verdade. Esse material é bem mais barato, porém, com uma qualidade bem inferior ao original. O ideal é saber se a marca é de qualidade antes de comprar para sua poltrona.

Chenille

Um tecido de um excelente custo-benefício é o chenille. Por ser resistente e macio ao mesmo tempo, ele é muito usado em ambientes de uso contínuo como sala de estar. Mas não é muito indicado para quem tem animais peludos e é alérgico, pois o material tende a acumular mais sujeira que os demais.

Lona

Se você quer economia, a lona pode ser uma excelente alternativa exatamente por ser bem mais barata. Ela é um material bem resistente e pode ser usada em ambientes externos, além de ser impermeável e oferecer praticidade na hora da limpeza.

Jacquard

Sinônimo de luxo, o jacquard é uma opção para quem está disposto a investir um bom dinheiro para ter a poltrona dos sonhos. Ele é super resistente e fácil de limpar, além de não acumular muita poeira. Ponto para os alérgicos de plantão.

Sarja

Quem tem crianças e animais domésticos ficará encantado com os benefícios da sarja. Esse gênero de tecido, além de maleável, é resistente e não absorve tanto a sujeira. Isso sem falar que a sarja traz uma sensação extra de conforto e elegância para qualquer ambiente.

Suede

Outro material que é sinônimo de excelente custo-benefício é o suede, uma camurça sintética super confortável e de fácil manejo para limpar. No entanto, é um tecido que precisa ser impermeabilizado, já que o contato com líquidos pode acabar causando manchas definitivas.

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