Categoria: <span>Fisioterapia</span>

Como ganhar dinheiro sendo fisioterapeuta, mas sem clinicar

A demanda por profissionais da fisioterapia sentiu bastante os efeitos da pandemia. De fato, ela chegou a crescer no começo de 2020. Mas, por mais que o mercado esteja aquecido, será que não dá para encontrar outras formas de ganhar dinheiro com seus conhecimentos?

É muito bom ver como há espaço para trabalho clínico, mas também entende-se que, com mais exposição, maiores os riscos de se contaminar pelo contato físico permanente com pessoas e ambientes infectados. Mesmo para quem já foi vacinado, novas cepas surgem a todo instante e o melhor é se cuidar.

Igualmente, sabemos que ser médico é estar preparado para atuar no front de batalha. O compromisso de ajudar os outros é algo que faz parte da filosofia de qualquer profissional da medicina. 

Por outro lado, poderíamos pensar que o conceito de ajudar os outros é muito mais amplo que atender aos pacientes cara a cara. E isso vai além do período pandêmico, pode ser algo que seja incorporado como buscar outras formas de empreender. 

Colaborar com a saúde dos pacientes requer estar em permanente evolução. Isso faz com que os fisioterapeutas estejam sempre em busca de especializar-se em campos e técnicas específicas. 

E você, como especialista, pode ajudar outros profissionais, por exemplo, compartilhando seus conhecimentos. É disso que vamos falar hoje: como você pode ganhar dinheiro como fisioterapeuta, mas sem necessariamente estar clinicando. 

Ficou curioso? Siga com a leitura e vamos contar para você, em menos de 10 minutos, como aproveitar as novas oportunidades da tecnologia a seu favor!

#01 Crie cursos

Se você já tem muita experiência em um campo específico da fisioterapia, por que não mostrar tudo o que você tem a dizer para outros profissionais? 

A medicina não para nunca. Todos os anos, novos métodos surgem para melhorar os procedimentos de recuperação, novos campos de conhecimento são desenvolvidos e a ciência descobre algo novo que pode ser usado em benefício da saúde. 

Algumas áreas da fisioterapia, como a desportiva e a neurológica estão em alta no mercado e até mesmo técnicas como acupuntura e pilates têm começado a conquistar espaço na prática dos tratamentos. 

Seja qual for a sua especialidade, você pode criar cursos para vender pela internet.

Escolha um tema em particular, planeje em quantas aulas você pode transmitir os conteúdos. A partir do curso estruturado, você pode tanto dar as aulas ao vivo, em plataformas de streaming, ou deixar as aulas carregadas em algum ambiente ao qual só se tenha acesso mediante o pagamento da inscrição. 

Entre as plataformas mais usadas atualmente para quem deixa os conteúdos disponíveis para o aluno assistir quando queira, podemos sugerir a Udemy, a Sympla ou a Hotmart, só para dar alguns exemplos. São ambientes onde você prepara o curso e ele é ministrado sem sua interferência. 

#02 Palestras

Especialistas também têm a oportunidade de ganhar dinheiro com fisioterapia ao se dedicarem a dar palestras. 

Esta é outra forma de aproveitar o crescente interesse dos profissionais por mais qualificação, e nem precisa ser necessariamente uma especialização ou mestrado. 

O universo acadêmico costuma demorar muito mais tempo para incorporar os novos campos de conhecimento às matrizes curriculares de seus cursos. Isso abre margem para que os avanços mais recentes sejam, inicialmente, vinculados por meios de cursos (que citamos anteriormente) ou mesmo palestras. 

As palestras podem ser pensadas tanto para um futuro próximo, quando estejamos vacinados e com a liberdade de ir e vir totalmente reconstituída, ou você já pode começar desde agora, com um formato mais voltado para o virtual. 

Assim como no caso dos cursos, é importante ter uma trajetória reconhecida e domínio total do que você vai chegar a compartilhar com outras pessoas. Aqui, o que vale é a entrega de valor imediata: você tem algo a dizer e encontra gente que queira lhe escutar.

Mesmo assim, ganhar dinheiro como fisioterapeuta que ministra palestras têm muito mais vantagens do que somente o momento em que você fala com o público: é uma forma de reforçar o seu nome como uma referência em algum tema específico. 

Para dar palestras online, o que não falta são plataformas onde você pode compartilhar suas ideias de forma simples e sem complicação. Aqui, vale uma dica: você pode dar palestras abertas e cobrar, por exemplo, só pelo certificado. 

#03  Mentorias sobre fisioterapia

Agora, se você quiser ir além dos cursos e palestras, a melhor ideia é apostar em processos contínuos de capacitação nos quais, além de compartilhar o que você mais sabe, você poderá acompanhar o processo de evolução de seus alunos.

Este tipo de serviço se chama mentoria. Aqui, seu papel não é necessariamente transmitir conhecimentos técnicos somente. Você tem a possibilidade de orientar outros fisioterapeutas a desenvolver suas carreiras de acordo com escolhas fundamentadas em uma visão mais ampla.

Digamos que você tem suficiente experiência de gestão de uma clínica de fisioterapia. Neste caso, você vai orientar outros empreendedores a montar seus próprios negócios e mostrar o que precisam fazer para que suas marcas encontrem o caminho do sucesso.

E se seu campo de conhecimentos tem mais a ver com alguma técnica, método ou tratamento em particular, é bem provável que você possa orientar outros profissionais a melhorarem o atendimento de seus pacientes, seguindo as suas recomendações.

Ampliando ainda mais o seu escopo de serviços possíveis, você pode ensinar as outras pessoas a ensinar. Para isso, o fundamental é saber como criar uma mentoria orientada à capacitação. Para isso, recomendamos que você procure um serviço que, basicamente, lhe ensine a ensinar. 

Não é estranho encontrar profissionais que acreditam que somente fazer uma faculdade vai resolver todos os problemas de suas vidas, uma vez que terminem a faculdade.

Isso pode ter funcionado antes, no século passado. Mas, agora, essa filosofia não tem mais lugar. As relações sociais são dinâmicas, a internet derrubou os muros da segregação dos conhecimentos e, hoje, você pode interagir com um fisioterapeuta do outro lado do mundo e aprender algo incrível.

Se fazemos tudo na internet, podemos aproveitar o potencial do marketing digital para criar novos mercados e desenvolver novas formas de levar a palavra do conhecimento para as redes e para quem esteja disposto a conhecer você. 

Talvez você seja o fisioterapeuta do outro lado do mundo e alguém queira aprender com você. Mas você tem que criar a ponte entre seu conhecimento e seu público, e nada melhor do que aproveitar a internet para fazer isso. 

Gostou da ideia de ganhar dinheiro sendo fisioterapeuta, mas sem clinicar? Então comece agora mesmo a trilhar seu futuro de sucesso!

Descubra como a fisioterapia pode auxiliar na correção da sua mordida

O posicionamento inadequado dos dentes, a má formação do maxilar e dos ossos faciais são comuns e podem ser iniciados desde o nascimento do primeiro grupo dental permanente. Nesses casos, a correção da mordida pode ser necessária para recuperar a cavidade e a qualidade de vida.

Problemas com o encaixe das arcadas dentárias causam diversas disfunções no cotidiano do paciente, dentre elas a dificuldade na mastigação e na fala, sendo capaz de causar dores na cabeça e pescoço, além de afetar o crescimento. 

Por isso, a correção da mordida se mostra fundamental para manter um sorriso bonito e, principalmente, saudável.

Apesar de ser um processo que se inicia tão cedo, o tratamento de alinhamento dos dentes pode demorar mais tempo a ser iniciado e está cada vez mais comum entre a população adulta. 

Isso porque, além dos benefícios físicos na saúde do paciente, essas correções deixam o sorriso mais harmonioso e equilibrado, o que auxilia na manutenção da autoestima e confiança. No entanto, em alguns casos, a má oclusão pode precisar de cuidados especiais e adequados às fases.

A importância da fisioterapia no ajuste da má oclusão

A área odontológica responsável por reparar as potenciais deformidades no desenvolvimento ósseo – conhecido como má oclusão – é a ortodontia. 

Ela utiliza acessórios bucais, como o aparelho dental invisivel, para auxiliar no reposicionamento dos dentes, criar espaço para o encaixe, entre vários outros tratamentos.

Contudo, esse procedimento vai depender da complexidade de cada um dos casos e do nível do desenvolvimento ósseo do paciente. 

Por isso, o ortodontista é quem deverá realizar o diagnóstico, recomendando o melhor tratamento para a sua situação específica. 

Apesar disso, em alguns casos, por mais eficientes que sejam, o uso do aparelho fixo metálico ou aparelho invisivel, pode ser insuficiente para a correção completa da má formação e será recomendada a cirurgia ortognática.

Por ser uma cirurgia de grande complexidade, a recuperação irá exigir o auxílio da fisioterapia como parte fundamental do processo de cura, acelerando a regeneração dos movimentos da mandíbula, diminuindo o inchaço e ajudando a restaurar por completo a sensibilidade facial, além de contribuir para a melhora da mastigação.

Com a recomendação e liberação do dentista responsável pela cirurgia, a fisioterapia poderá ser iniciada logo nos dias seguintes ao procedimento cirúrgico.

O que causa a mordida incorreta?

Mas, afinal, o que pode causar a má oclusão? 

A origem da disfunção da mordida pode ser causada por diversos fatores, como:

  • Alimentação inadequada no período do desenvolvimento ósseo;
  • Uso contínuo de chupetas e mamadeiras na infância;
  • Maus hábitos, como chupar o dedo;
  • Incompatibilidade no tamanho dos dentes e da gengiva;
  • Genética relacionada à formação dos ossos faciais.

Os dentes de leite são responsáveis pelo auxílio na alimentação e na fala durante a primeira infância, mas também reservam os lugares em que os dentes fixos deverão ocupar quando nascer. 

Se a criança perder os dentes de leite antes do tempo certo (por causa de problemas com cáries e acidentes de quebras), os dentes fixos começam a nascer sem o espaçamento adequado. 

Do mesmo modo, a inadequação dos cuidados dessa estrutura também pode impactar na formação da arcada permanente.

O costume de manter a língua em repouso apoiada nos dentes inferiores também pode auxiliar no deslocamento desses dentes para frente, desalinhando a mandíbula.

Procedimentos estéticos e a má oclusão

Ainda que a correção ortodôntica seja mais comumente realizada durante a adolescência, a procura pelo tratamento tem aumentado muito entre os adultos de 30 a 40 anos. 

No entanto, outros procedimentos também podem ser realizados, antes, após ou mesmo para contribuir com o alinhamento.

A lente de contato dental, por exemplo, é um tratamento cosmético que funciona como meio de melhorar a aparência dos dentes e do sorriso, mas esse procedimento é superficial e não afeta a estrutura do dente ou a mandíbula. 

Portanto, os dentistas recomendam que o tratamento de alinhamento, com o uso de aparelhos, seja realizado e finalizado antes da aplicação das lentes de contato.

Já o implante dentário não resulta em grandes problemas para a realização do procedimento ortodôntico. 

Mas para isso, é necessário que ocorra a reabilitação em conjunto com a ortodontia, pois a prótese fixada durante o implante é presa no osso com pinos de titânio e por isso não podem ser movimentadas como os demais dentes. 

Inclusive, há modelos de aparelhos próprios para a colocação de implantes, principalmente nos casos em que não há espaço adequado para a estrutura/peça que substituirá a dentição.

Já tratamentos menos invasivos, como o clareamento dental, não apresentam nenhum impedimento para o início do uso do aparelho, mas são mais indicados para serem realizados após o tratamento.

Inclusive, ele é um bom aliado para a remoção das manchas causadas pelo procedimento ortodôntico. 

 

No entanto, é preciso lembrar que pacientes que ainda estão usando o aparelho, devem aguardar até o fim do procedimento, para só então começar algum tratamento para embranquecer os dentes, evitando que manchas ocorram – principalmente nos modelos fixos.

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe do blog Lógica de Mercado, uma rede de conteúdos para alavancar negócios e proporcionar mais qualidade de vida e saúde.

Fisioterapia desportiva: quem pode realizar e suas etapas

A fisioterapia desportiva combina atividades e modalidades terapêuticas para fazer com que os atletas voltem ao seu padrão, garantindo a prevenção ou reversão da inatividade.

A área da fisioterapia possui muitas vertentes, uma delas é a desportiva, que possui um programa dinâmico de exercícios pensado especialmente para os atletas.

Trata-se de uma combinação de atividades e modalidades que permitem que os atletas voltem ao seu nível normal. 

Ela é importante para garantir condicionamento físico, prevenindo e revertendo efeitos de inatividade. Assim, o profissional estará recuperado e pronto para as competições. 

Aliás, esse tratamento pode até melhorar o desempenho do atleta, sempre atendendo às suas necessidades individuais e mantendo atenção em sua reabilitação.

Quando vemos essas pessoas atuando em suas modalidades, não imaginamos que para que elas possam ter um bom desempenho, é necessário todo um trabalho voltado à melhoria contínua de seu condicionamento físico.

O fisioterapeuta tem papel fundamental nisso, e é ele quem garante que o atleta participe de competições com plena saúde e boa atuação.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é fisioterapia desportiva, sua funcionalidade, etapas do tratamento e sua importância. Acompanhe o texto.

O que é fisioterapia desportiva?

De acordo com a COFFITO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional), a fisioterapia desportiva é conhecida como uma especialidade desde 2007.

Trata-se de uma área que promove atenção básica à saúde dos pacientes, por meio de diagnóstico cinético-funcional e eleição e execução de métodos fisioterapêuticos, e tem como funcionalidade:

  • Prevenção de lesões nos atletas;
  • Atendimento emergencial do atleta;
  • Reabilitação de lesões esportivas;
  • Reinserção do atleta ao esporte.

Além do esporte em si, os atletas praticam outros exercícios, como esteira para academia, que exigem condicionamento muscular e articular acima do usual do organismo humano.

Com isso, ocorre o que chamamos de sobrecarga do sistema musculoesquelético. 

Além disso, essas pessoas estão expostas a mudanças bruscas de direção de corridas, interrupções não programadas de movimentos e outras atividades que aumentam o impacto articular.

O tempo de descanso entre os treinos é reduzido, impedindo que o corpo se recupere de um treinamento enquanto outro já começa a ser colocado em prática.

Isso colabora para o surgimento de lesões, que leva ao afastamento do atleta, afetando seu lado físico e psicológico.

Os clubes passaram a investir mais em prevenção de lesões, visto que isso impede o afastamento do profissional e diminui os custos com as reabilitações.

Daí a necessidade de contar com um fisioterapeuta esportivo para garantir a integridade da capacidade física dos atletas.

Juntamente com um nutricionista esportivo, são prevenidas lesões por meio de exercícios em grupo. Contudo, é necessário que o fisioterapeuta esteja atento aos índices epidemiológicos referentes às lesões de determinado esporte.

É dessa forma que ele reforça grupos musculares, impedindo as lesões. Também é importante que ele conheça o gesto esportivo, fortalecendo os músculos importantes para tal movimento.

É comum que os exercícios de fortalecimento muscular sejam tão predominantes durante o treinamento, que o atleta não realize adequadamente um treino de flexibilidade.

O alongamento muscular previne lesões e melhora o condicionamento do atleta, parte disso a necessidade de o fisioterapeuta realizar o treino de flexibilidade adequado e regular.

Também é papel do fisioterapeuta orientar quanto à postura adequada para a realização dos exercícios, desde a preparação física até o treino técnico.

Ele também precisa acompanhar os treinos e campeonatos, para que possa prestar serviços como terapia manual ou qualquer outra necessidade.

Esse profissional pode executar técnicas de primeiros socorros, bandagens, cuidados com feridas, enfaixamento e terapia respiratória.

A reabilitação de lesões esportivas é a atuação mais comum e seu objetivo é preparar o atleta para que ele volte a atuar. 

O fisioterapeuta trabalha na reabilitação funcional da pessoa, por meio de recursos como eletroterapia, pilates, dentre outros.

Ele também atua em períodos de pós-operatório devido a traumas e lesões, e também provenientes de outras origens.

Esse profissional acompanha o atleta que está voltando à prática esportiva. Para isso, são feitos exercícios funcionais, por meio de gestos motores realizados no esporte.

Sendo eles fundamentais durante a fase de recuperação, reforço específico dos músculos mais atuantes, treino sensório, motor e exercícios pliométricos.

Dentro de uma academia com espaço kids onde os atletas treinam, é fundamental que o fisioterapeuta, o treinador e o preparador físico troquem informações.

É assim que eles estabelecem uma carga adequada de treinamento e movimentos que podem ser realizados, favorecendo o retorno do atleta e diminuindo as chances de lesões.

Etapas da fisioterapia desportiva

O tratamento é guiado pelo entendimento de que cada paciente é único, portanto, cada etapa leva isso em consideração. Sendo essas etapas:

Avaliação clínica

Também conhecida como anamnese, é uma primeira conversa para entender como é o cotidiano do atleta, suas dificuldades rotineiras, seu grau de comprometimento e outras situações consideráveis para o diagnóstico.

O atleta deve ser fraco, visto que a ausência de informação pode impactar o trabalho do fisioterapeuta. Então, cada detalhe só tem a colaborar com o tratamento.

Ao ir até o consultório indicado no cartão de visita pessoal, são abordadas questões sobre histórico de saúde do paciente, doenças pregressas, condições limitantes, rotina diária, dentre outras questões.

Avaliação física

Durante essa etapa, são utilizados movimentos guiados pelo fisioterapeuta esportivo, para verificar condições das articulações, alterações biomecânicas, desequilíbrios e desalinhamentos, extensão de movimentos, dentre outras possibilidades.

Por meio de técnicas e equipamentos, o fisioterapeuta também avalia força, desequilíbrio, mobilidade, resistência e flexibilidade do atleta.

Diagnóstico

Com base em todas as informações coletadas, o fisioterapeuta fecha um diagnóstico e a partir disso pode traçar um plano estratégico.

Plano estratégico

Em sua cadeira alta para escritório, o profissional vai avaliar a realidade do atleta, então, consegue combinar sessões de exercícios e aplicações de técnicas necessárias para o tratamento.

Portanto, ele alinha a frequência dos exercícios, modalidade terapêutica, grau de intensidade do exercício, acompanhamento das atividades, acompanhamento do progresso e prognóstico.

Os tratamentos mais conhecidos são aqueles voltados para distensões musculares, entorses, ruptura de ligamentos e outras lesões comuns.

Benefícios e importância

Todo atleta precisa ser disciplinado e cuidar de sua condição física nos mínimos detalhes. 

Portanto, ele segue um plano alimentar individualizado, segue uma rotina de exercícios e conta com profissionais importantes, como os fisioterapeutas.

A fisioterapia desportiva é importante por conta dos benefícios que traz aos atletas, como recuperação mais rápida e eficiente.

Esse tratamento é elaborado por um profissional especializado, como foco no paciente, procurando acompanhá-lo cuidadosamente, o que garante uma recuperação mais rápida.

A recuperação é mais eficiente também por conta da correção de posturas e movimentos que podem prejudicar a evolução do atleta.

Outra vantagem é a prevenção de lesões e traumas, pois com a orientação e acompanhamento do fisioterapeuta, é possível corrigir postura, pisada e outros movimentos que podem prejudicar o condicionamento físico.

No caso de uma pessoa que está fazendo aula de natação para iniciantes, é uma forma de fortalecer os músculos e as articulações, prevenindo traumas e lesões.

A reversão de condições relacionadas é outro benefício, pois dependendo da gravidade da lesão, o atleta pode ser afastado de suas atividades.

Essa parada interfere no condicionamento físico e na qualidade de vida da pessoa, uma vez que pode ocorrer perda muscular, redução de movimentos, perda de flexibilidade, entre outras condições.

Todas elas são incluídas no plano traçado pelo fisioterapeuta, para garantir que o atleta recupere sua condição física.

Além disso, essa modalidade de fisioterapia também tem como vantagem a melhora do condicionamento físico, tendo em vista que corrige posturas e movimentos, fortalece músculos e articulações e otimiza os movimentos.

Tudo isso faz com que o atleta tenha melhor desempenho, o que, consequentemente, vai impactar em sua qualidade de vida.

Existem fatores subjetivos que impactam a qualidade de vida, como no caso da insegurança decorrente de traumas e lesões, medo de passar por essa situação novamente ou até mesmo medo da dor provocada.

Aliás, o medo da dor pode se tornar um fator limitante para o atleta, mas a fisioterapia desportiva também atua nesse sentido porque traz segurança ao proporcionar fortalecimento físico e correções ao longo do tempo.

Conclusão

A fisioterapia desportiva promove a saúde e o bem-estar dos atletas, independentemente da modalidade esportiva que praticam.

Ela une saúde física e psíquica, permitindo que os profissionais do esporte e até mesmo esportistas não profissionais possam ter pleno condicionamento físico para suas atividades.

Neste artigo, você aprendeu um pouco mais sobre essa modalidade, de que forma ela pode ajudar as pessoas, suas etapas e os benefícios para a saúde de quem ama praticar esporte ou vive dele. 

5 principais diferenças entre fisioterapia e fisioterapia esportiva

Quando sentimos uma dor ao praticar uma atividade física ou uma tarefa do cotidiano, logo pensamos em procurar um médico e iniciar um tratamento com fisioterapia. No entanto, essa especialidade possui diversas modalidades que nem sempre são muito conhecidas.

 

O ponto que une todas as especialidades que envolvem a fisioterapia é o foco em reabilitação, que foi o que motivou o surgimento da prática. A fisioterapia, como a ciência que conhecemos, tem sua origem no período entre a 1ª e a 2ª Guerra Mundial. 

 

Por contar com um amplo número de pessoas machucadas e com restrições físicas para a recuperação, foi necessário estruturar a ciência da fisioterapia, embora se saiba que a ideia de reabilitação através de movimentos, terapia manual e exercícios seja muito mais antiga. 

 

O fisioterapeuta atua em um local específico no corpo de atendimento de hospitais, pois se sabe que a recuperação e manutenção de condições físicas dependem da realização de fisioterapia em todos os passos do tratamento.

 

No mesmo sentido, o fisioterapeuta esportivo tem lugar entre os atletas profissionais, sendo essencial para a prática de esporte de alto rendimento. Inclusive, entre praticantes amadores, o profissional é cada vez mais procurado.

 

Assim, você deve estar se perguntando qual a diferença entre a fisioterapia e a fisioterapia esportiva. É sobre isso que vamos abordar neste artigo, bem como as formas de atuação do profissional de cada uma das especialidades. Acompanhe!

O que é a fisioterapia convencional?

Quando se fala em fisioterapia convencional, a tendência é que se pense em exercícios e práticas para restabelecimento físico após uma cirurgia ou algum evento que impacte principalmente na locomoção e realização de atividades cotidianas.

 

O que se tem no senso comum é que se trata de uma especialidade que apenas dá suporte à parte médica, em especial em áreas ligadas à ortopedia. Os cuidados com o restabelecimento motor são, contudo, apenas uma parte do que é a fisioterapia.

 

Hoje em dia, a área se divide em diversos segmentos, como neurológica, respiratória, pélvica, entre outras, com focos em diferentes demandas, desde melhorar a capacidade pulmonar, fazer um check up geral e até mesmo auxiliar na preparação para parto normal. 

 

Não necessariamente se trata apenas de reabilitação, pois a fisioterapia também tem a função de prevenir lesões e melhorar a qualidade de vida, especialmente quando há alguma demanda específica, como idade avançada ou gestação. 

 

Assim, tanto quanto a fisioterapia esportiva, a versão convencional pode (e deve) ser procurada muito antes de qualquer problema ocorrer, afinal, é possível que o profissional possa orientar mudanças que trarão impacto no dia a dia. 

 

Um ponto interessante da atuação do fisioterapeuta é na reeducação postural, pois mesmo que muitos compreendam isso como “sentar reto”, cuidar da postura vai muito além: desde trabalhar em cadeira alta para escritório até dobrar os joelhos ao escovar os dentes. 

 

Dessa forma, ter o acompanhamento de um fisioterapeuta pode garantir maior longevidade, menos dores e menor risco de ter doenças relacionadas a vícios corporais, caminhando por questões posturais até na respiração pouco profunda. 

 

Outra questão que pode ser abordada é, embora não seja o foco específico da fisioterapia convencional, realizar tratamento com profissional pode inclusive reduzir ansiedade, melhorar sono e trazer uma sensação de bem-estar geral.

Do que se trata a fisioterapia esportiva?

Na especialidade esportiva, a fisioterapia adquire outros contornos. O foco da prática é dar condições físicas para que atletas, profissionais ou amadores, possam obter o melhor desempenho na modalidade escolhida. 

 

Dessa especialidade, um ponto a ser combatido é não imaginar pessoas de terceira idade sendo atendidas. Isso, porém, é um engano, uma vez que pessoas mais velhas são o público ideal para realização da fisioterapia esportiva, já que também são ativas. 

 

Outra questão relevante é que a fisioterapia esportiva tem sua função antes, durante e depois da prática de esportes, pois para iniciar qualquer atividade física, até mesmo aula de natação para iniciantes, é importante consultar um profissional da área. 

 

Enquanto a atividade esportiva é realizada, os ensinamentos e orientações passadas durante a fisioterapia podem ser essenciais para a melhor execução dos movimentos e prevenção de lesões.

 

A fisioterapia esportiva também promove o fortalecimento, protege as articulações e ossos e evita que haja esforço muscular além do adequado, podendo se converter em torções e demais machucados que diminuem o rendimento do esportista. 

 

Essa prática tem uma exigência para além da fisioterapia convencional: o relógio. Isso porque tem o dever de levar o atleta de volta à prática esportiva o mais rápido possível, garantindo que não haja perda de condicionamento físico. 

 

Então, quando há uma lesão, um dos pontos chave do tratamento com fisioterapia é promover a reabilitação mais rápida, manter o condicionamento físico e realizar o recondicionamento, caso demore mais para restabelecer o atleta. 

 

Por isso, a fisioterapia esportiva se vale de diversos tipos de procedimentos para obter resultados, como uso de aparelhos que trabalhem as ondas eletromagnéticas da região afetada para gerar estímulos, o fortalecimento com anilha para academia, massagens, etc. 

Como saber qual tipo de fisioterapia devo buscar?

Embora os pontos de atuação sejam bem similares, existem alguns aspectos que tornam as práticas mais distantes. Mesmo que um fisioterapeuta convencional possa oferecer bom atendimento, dependendo do caso, apenas o esportivo acertará em cheio.

1 – Origem da lesão

O fisioterapeuta convencional trabalha com reabilitação em processos com diversas origens, desde cirúrgica até mesmo questões genéticas que impactam na qualidade de vida, como maior tendência a problemas da coluna. 

 

Assim, deverá estar preparado para receber todo tipo de situação, enquanto o fisioterapeuta esportivo terá seu foco em lesões geradas dentro da atividade esportiva ou que a impactem de forma significativa. 

 

Isso não quer dizer que outro tipo de machucado não poderá ser alvo da fisioterapia esportiva, mas que, geralmente, esse profissional estará habilitado a lidar com lesões complexas que sejam causadas dentro do esporte. 

 

Com isso, o trabalho de fisioterapia fica mais focado e oferece mais condições para que haja o restabelecimento mais rápido do paciente. 

 

2 – Tipo de paciente

Da mesma forma que as lesões podem ter diversas origens, o fisioterapeuta convencional não se reduz a um público específico, mas na lesão apresentada e que esteja dentro da sua prática de atuação. 

 

O fisioterapeuta esportivo, por sua vez, terá mais campo de atuação entre atletas. Não é necessário que sejam praticantes de alto rendimento, inclusive, a maioria não o é. 

 

Porém, o profissional estará mais habilitado para dar suporte e direcionar o fortalecimento entendendo melhor as demandas, o que acontece no contexto esportivo. 

 

O fisioterapeuta esportivo, embora tenha conhecimento para tanto, não é o mais indicado para auxiliar uma criança a andar, por exemplo. 

3 – Objetivo do tratamento

Nesse ponto, é mais simples delimitar o objetivo do tratamento na fisioterapia esportiva: prevenir e acelerar o processo de restabelecimento de lesões para que o atleta possa retornar, o mais rápido possível, para sua atividade. 

 

Obviamente, outras questões físicas são tratadas, uma vez que o corpo não é apenas solicitado durante a prática de esporte, então o fisioterapeuta esportivo lançará um olhar sob a postura, condicionamento físico e realização de atividades cotidianas. 

 

No entanto, o foco do tratamento será preparar o corpo para performar de forma mais eficiente e segura na prática esportiva, bem como tê-lo restabelecido quando uma lesão ocorrer. 

 

Outro ponto é que a fisioterapia esportiva costuma ser motor, mas não necessariamente, já que outras questões também impactam no desempenho, como capacidade pulmonar e tempo de reação. 

 

Assim como um nutricionista esportivo, o fisioterapeuta esportivo terá um cuidado com toda a saúde do paciente, mas o foco realmente é torná-lo apto para a prática da atividade física escolhida.

4 – Formas de tratar 

Um ponto comum entre as fisioterapias convencional e esportiva é que o tratamento deverá ser individualizado, levando em consideração as particularidades do organismo de cada paciente e suas demandas. 

 

Contudo, os recursos empregados podem ser diversos e mais voltados para o objetivo fixado para o restabelecimento ou preparo físico. 

 

Assim, o uso de aparelhos como biofeedback ou práticas como a bandagens são comuns, mais empregadas por um ou outro. 

 

A fisioterapia esportiva será composta, em grande parte, por exercícios físicos funcionais, que promovam o fortalecimento, cuidem do condicionamento físico do paciente durante a recuperação de uma lesão e que facilitem a recuperação. 

 

Embora não seja regra, dificilmente exercícios estarão fora do programa desenhado pelo fisioterapeuta esportivo exclusivamente para o paciente, como um plano alimentar individualizado, ao passo que nem sempre são indicados na fisioterapia convencional.

5 – Local de atuação 

Por fim, outro ponto que diferencia a fisioterapia convencional de sua especialidade esportiva é o local de atuação. Embora não seja regra, geralmente os profissionais têm sua atuação típica em determinados espaços. 

 

O fisioterapeuta convencional atuará, em ambientes como:

 

  • Hospitais, junto a pacientes internados;
  • Clínicas de fisioterapia;
  • Atendimento domiciliar; 
  • Casas de repouso; 
  • Ambulatórios. 

 

Ainda que o fisioterapeuta esportivo possa atuar em todos os lugares que o fisioterapeuta convencional atende, geralmente ele é mais solicitado em associações esportivas, como clubes de futebol, em clínicas de fisioterapia especializada e academias. 

 

O profissional esportivo também poderá atuar junto a um atleta específico, como parte de seu departamento médico, e realizar visitas domiciliares, atuando como autônomo que divulga seu cartão de visita pessoal

 

Seja qual for a especialidade e a necessidade, ser acompanhado por um fisioterapeuta pode garantir maior qualidade de vida e longevidade, passando distante de lesões e machucados que atrapalham a prática de esportes e atividades do cotidiano.

Por que a fisioterapia esportiva é tão importante?

Entre atletas profissionais, já é sabido que a fisioterapia esportiva é um dos pilares tanto para se ter um bom desempenho, quanto para a prática constante e um bom treinamento. 

 

Esta última, no entanto, tem benefícios não só para aqueles que se dedicam de forma profissional, mas também para todos que praticam algum esporte de maior impacto ou que seja mais cansativo para o corpo. 

 

Afinal, nos últimos anos, mais pessoas têm se conscientizado da necessidade de realização de esportes, bem como há uma popularização de academias e centros esportivos, fazendo com que mais pessoas se exercitem. 

 

Com isso, a fisioterapia esportiva deixa de ser uma exclusividade de profissionais e passa a integrar o dia a dia de muitos indivíduos que desejam ter um bom desempenho na modalidade escolhida, bem como cuidar do corpo para evitar e tratar lesões. 

 

Para saber do que se trata a fisioterapia esportiva e por que ela se mostra tão importante, é só acompanhar a leitura deste artigo.

Qual é a função da fisioterapia esportiva?

A fisioterapia esportiva, como um ramo da fisioterapia convencional, tem foco na reabilitação após lesões, mas não apenas isso. É também uma chave para evitar que as lesões aconteçam, melhorando o desempenho do atleta na modalidade em que atua. 

 

A fisioterapia esportiva faz parte das especialidades que dão suporte para que um atleta possa se desenvolver dentro da medicina esportiva, como o nutricionista esportivo, o ortopedista, entre outros. 

 

Como uma especialidade da medicina esportiva, consiste também em uma junção de exercícios e métodos diversos, que buscam melhorar a estrutura corporal, a fim de evitar uma possível lesão na prática esportiva. 

 

Dessa forma, o objetivo principal dessa área não é apenas buscar a melhora mais rápida quando ocorre algum problema, mas sim, cuidar do corpo para que haja maior resistência biomecânica, voltando-se para prevenir lesões e garantir uma excelente performance.

 

Para isso, alguns exercícios também são empregados, com a utilização de bolas de pilates, esteira para academia e caneleiras com pouco peso, com a intenção de que haja um fortalecimento maior para a prevenção de lesões no corpo. 

 

Deve-se ter em mente ainda que, quando há o período de recuperação de uma lesão, há também uma perda em termos de condicionamento físico, pois o atleta, profissional ou não, precisará ficar afastado da atividade enquanto há o restabelecimento do organismo. 

 

Nesse caso, a fisioterapia esportiva aparece em diversas formas de atuação, garantindo que haja uma recuperação mais rápida, havendo menor perda de forma física para a atividade, bem como atuará para realizar o recondicionamento, quando houver o retorno. 

 

Outro objetivo principal da especialidade é garantir que o atleta esteja em seu melhor desempenho funcional, físico e biomecânico, para que possa se aprimorar e encontrar mais sucessos na prática esportiva e que a boa forma se torne um cartão de visita pessoal

 

Para isso, a fisioterapia esportiva trabalha com um misto de conhecimentos de especialidades análogas, como a ortopedia, a traumatologia, a fisioterapia esportiva e a própria medicina esportiva como um todo. 

 

Isso torna o fisioterapeuta esportivo apto a tratar e acompanhar diversos tipos de lesões, oferecendo as melhores opções dentro dos métodos, exercícios e procedimentos presentes na especialidade. 

A atuação do fisioterapeuta esportivo

O fisioterapeuta esportivo atua, antes de mais nada, na realização de avaliações clínicas para que possa oferecer exatamente o que cada paciente precisa, individualizando o programa que será adotado, podendo variar de acordo com a situação da pessoa. 

 

Assim, não há espaço para padronização dos exercícios porque, ainda que a lesão seja a mesma, o organismo do atleta não será, então cada caso precisa ser analisado rigorosamente para que o plano de atuação seja montado para o paciente. 

 

Assim como um nutricionista realiza um plano alimentar individualizado, o fisioterapeuta esportivo também deve individualizar o programa para cada paciente, pois cada pessoa tem necessidades diversas e precisa de acompanhamento específico, com diversas práticas.

 

Essas práticas poderão ser exercícios e, frequentemente serão. Mas, há toda uma gama de recursos que o fisioterapeuta esportivo pode lançar mão na busca por fortalecimento, prevenção, recondicionamento físico e recuperação de lesões causadas pelo esporte. 

 

Entre os recursos presentes para que o profissional da área possa promover a recuperação e prevenção no paciente, estão:

 

  • Exercícios funcionais;
  • Massagens;
  • Liberação miofascial;
  • Utilização de aparelhos;
  • Eletroterapia
  • Bandagens;
  • Biofeedback;
  • Eletromiografia.

 

O fisioterapeuta, após a avaliação, realizará um estudo para fixar qual será o programa que trará mais benefícios para o paciente, garantindo que o objetivo seja atingido, dentro da necessidade que o paciente apresenta. 

 

Assim, geralmente, há um mix de práticas para que os resultados sejam atingidos com a mistura de estímulos. Entre as possibilidades presentes, atualmente se destacam o uso da tecnologia em prol da fisioterapia esportiva. 

 

Alguns aparelhos, como a eletroterapia, que tem como finalidade modificar os tecidos que são estimulados, podendo criar contrações ou relaxamento nos músculos através de uso de eletrodos que são fixados na pele e transmitem ondas eletromagnéticas. 

 

Outra possibilidade é a eletromiografia, que também atua com ondas eletromagnéticas, mas possui o objetivo de realizar diagnósticos e quantificar a atividade celular nervosa. 

 

O biofeedback, por sua vez, tem por princípio estimular que o paciente regule de forma voluntária as reações fisiológicas. 

 

Há ainda possibilidade de realizar a terapia manual, que consiste na mobilização com as mãos para que haja mais rápida recuperação. Esse tipo de terapia também pode ser feito com a liberação miofascial, que consiste em soltar a fáscia. 

 

A fáscia pode ser considerada uma espécie de membrana que recobre diversos tecidos e, neste caso, que recobre os músculos e tem funções como evitar atritos e realizar função cognitiva entre tendões, grupos musculares e ossos. 

 

Quando há uma tensão, que pode ser causada até mesmo pelo uso de cadeira alta para escritório, esse tecido fica rígido, espesso e aderido ao músculo. Nessas situações, pode acontecer de precisar ser realizada a liberação miofascial. 

 

Outra recomendação comum da fisioterapia esportiva são o uso de bandagens, que realizam a compressão e imobilização, facilitando a recuperação e, até mesmo, fazendo com que a recuperação seja mais rápida. 

 

Além disso, o fisioterapeuta pode auxiliar na elaboração de uma reeducação postural, que fará com que atividades cotidianas sejam menos potencialmente lesivas ao atleta, sendo este profissional ou não. 

 

Deve-se ter em mente que, em qualquer atividade física, existe a possibilidade de desequilíbrios e lesões de maior potencial serem gerados. Portanto, ser acompanhado por um fisioterapeuta esportivo é essencial para garantir a saúde, além da prática esportiva. 

 

Mesmo que a atividade escolhida seja aula de natação para iniciantes, se os movimentos não forem bem acompanhados por um profissional da área, que tenha formação específica para dar orientações específicas, há riscos de lesões. 

 

Por isso, assim que escolher um esporte ou atividade física para se exescitar, é importante também procurar um fisioterapeuta esportivo para que o acompanhe. 

Principais benefícios da prática de fisioterapia esportiva

Os benefícios de se realizar um bom acompanhamento com fisioterapeuta esportivo ultrapassam o tempo e espaço, no sentido de que traz bons efeitos para toda a vida, ao contrário de uma prática esportiva sem assistência. 

 

É muito comum que se saiba que atletas de alto rendimento têm vida esportiva curta, pois estão constantemente sujeitos a lesões que poderão retirá-los de sua vida profissional. Isso também pode acontecer entre praticantes usuais de atividade física. 

 

O fato é que, mesmo trazendo inúmeras vantagens para a saúde, a prática de esportes tem também potencial para criar lesões imediatas, que também se manifestam apenas após alguns anos de prática. 

 

Por isso, ter o acompanhamento de um profissional de fisioterapia esportiva desde o começo pode ser essencial para garantir que a modalidade escolhida esteja fazendo realmente bem para seu corpo. 

 

Além disso, um check up geral é recomendado para o início de qualquer atividade física, não somente passando por um médico cardiologista ou clínico geral, mas também um fisioterapeuta esportivo que possa realizar uma avaliação. 

Considerações finais 

Seja qual for a modalidade escolhida, é fundamental que o fisioterapeuta esportivo esteja entre os profissionais que acompanham o atleta, profissional ou não. Isso é recomendado uma vez que pode garantir que lesões sejam prevenidas. 

 

Além disso, ter o acompanhamento de um profissional qualificado pode fazer com que o atendimento seja mais rápido, além de mais preciso e que possa oferecer um tempo de recuperação mais curto. 

 

Isso faz com que o retorno para o esporte escolhido seja facilitado, porque haverá menos perda de condicionamento físico, o que sempre ocorre quando há algum afastamento. Por isso é que o atendimento com fisioterapeuta esportivo será sempre recomendado. 

 

Portanto, o que se deve ter em mente é que escolher um profissional que seja capacitado e que possa dar o atendimento que deve ser realizado em cada caso é um dos pilares de um bom desempenho e de conseguir um ótimo rendimento na modalidade escolhida.

iOS: saiba tudo sobre o sistema do iPhone

Sistema é considerado um dos melhores por manter atualizações constantes.

 

Quem é usuário de dispositivos Apple ou conhece um pouco sobre a empresa, sabe que ela faz questão de manter certa exclusividade em todos os produtos. Com o iPhone não é diferente: o sistema operacional do smartphone é especialmente desenvolvido para oferecer uma experiência única de navegação.

 

Desde 2019, o iOS passou a ser exclusivo para o iPhone, com os iPads funcionando com o sistema iPadOS e os computadores com o macOS. Isso permite que cada dispositivo tenha suas funcionalidades otimizadas, bem como os softwares compatíveis com cada um deles.

 

A seguir você relembra um pouco da história do sistema operacional Apple, até chegar à versão 14.4.

iOS: os primeiros anos

A versão inicial do iOS funcionava no primeiro iPhone e nos iPods, até então os únicos dispositivos móveis fabricados pela Apple. Na época, as atualizações do sistema eram vendidas, separadamente, por cerca de $20.

 

As funcionalidades ainda eram limitadas:

 

  • duplo clique no botão inicial para ativar atalhos;
  • aplicativos;
  • reorganização da ordem dos apps na tela inicial;
  • alternância de conexões WiFi e EDGE.

 

A partir da versão 3.0, em meados de 2009, o iOS passou a ser compatível com os iPads, permitindo o compartilhamento de vídeos do YouTube no Facebook, compatibilidade com teclados sem fio e reprodução de vídeos em 720p.

 

iOS 9

A partir do iOS 9, que chegou com os iPhones 6 e 6S, as funcionalidades do sistema foram ficando mais próximas do que conhecemos hoje. As principais mudanças foram na navegação multitasking, introdução do 3D Touch e a compatibilidade com os Apple Watch e o aplicativo Saúde.

iOS 10 e 11

 

A versão 10 do iOS trouxe ainda mais recursos, como a interação da Siri, assistente inteligente da Apple, com diversos aplicativos, como o WhatsApp; pesquisa de imagens na biblioteca por palavras-chave, opções de acesso com a tela bloqueada e melhorias na câmera.

 

Comemorando os 10 anos do iOS, a Apple trouxe inúmeras novidades, como o reconhecimento facial para desbloqueio da tela, ligação de emergência com toques no botão de energia, modo retrato na câmera, emojis animados, relatório médico para acesso em emergência e ainda mais compatibilidade com acessórios da marca.

 

iOS 14

Lançado em 2020, o iOS 14 foi o que mais apresentou mudanças visuais no sistema, onde os usuários passaram a contar com a possibilidade de adicionar widgets na tela inicial, personalizando a navegação dos aplicativos mais usados. Eles também ganharam funções dinâmicas, que mostram informações em tempo real de acordo com as configurações do usuário.

 

Outro ponto relevante foi a biblioteca de apps, algo presente há muito tempo nos dispositivos Android, e que permitiu que os usuários de iOS tivessem uma lista completa dos aplicativos instalados, organizados automaticamente em pastas.

 

As notificações de ligações recebidas também passaram por mudanças, exibindo apenas um banner na parte superior da tela. Para quem está acostumado com o modo antigo, que ocupa toda a tela, “interrompendo” a navegação, a forma de notificação pode ser alterada nos ajustes do aparelho.

 

Outra grande novidade foi o PiP (Picture in Picture), que permite que vídeos sejam reproduzidos enquanto o usuário navega por outras tarefas no iPhone. Tanto vídeos de sites como chamadas do FaceTime podem ser ativados com o recurso.

 

O iMessage, aplicativo nativo de mensagens dos iPhones, também passou por mudanças, ganhando mais praticidade na hora de encontrar conversas, que podem ser fixadas; uso de emojis personalizados e opção de respostas diretas.

 

A função de traduzir línguas em tempo real também chamou a atenção dos usuários, que podem escolher a tradução por texto ou áudio. A Siri também ficou mais inteligente, oferecendo mais recursos e com visual mais compacto: quando está ativada, há apenas uma esfera colorida na parte superior da tela.

 

O que é geladeira frost-free? Conheça a tecnologia

Entenda as vantagens, facilidades e diferenças em relação aos outros modelos.

Quem não se lembra da bagunça na cozinha em dia de descongelar a geladeira? Porta aberta, alimentos espalhados pelo ambiente, chão alagado e até um ventilador ligado para acelerar o processo. Felizmente, com o desenvolvimento da tecnologia, esse tipo de cena é cada vez menos comum.

Quase todos os aparelhos vendidos hoje vêm com alguma função para facilitar o degelo, e uma das tecnologias mais modernas é a frost-free. Se você quer uma cozinha equipada e mais praticidade no dia a dia, uma geladeira desse tipo precisa estar no topo da sua lista de desejos.

Do inglês, o termo frost-free significa “livre de congelamento”. Isso quer dizer que esse é um sistema de refrigeração capaz de evitar o acúmulo de gelo no congelador, o que significa, basicamente, que você não terá que descongelar a sua geladeira.

Como funciona?

Está se perguntando como pode ser possível que os alimentos sejam congelados sem a formação de gelo? A gente explica: esse tipo de refrigerador tem um sistema que é ativado automaticamente em curtos intervalos de tempo, em um processo que se auto-sustenta.

Essa bomba ou resistência — dois tipos de sistemas mais comuns — funciona gerando calor, que derrete o gelo que está começando a se formar nas laterais do freezer. Essa água, então, é canalizada para um pequeno reservatório.

O “segredo” desse sistema, é que esse reservatório fica em cima do compressor da geladeira, ou seja, está sempre quente. Assim, essa água evapora e, por uma ventoinha, esse vapor circula dentro do próprio aparelho, não gerando nenhum tipo de vazamento ou resíduo.

Quais são as vantagens e desvantagens?

Basicamente, com uma geladeira frost-free você não terá que fazer nada além de limpá-la com um paninho de tempos em tempos. Uma vantagem e tanto. A outra é que, por conta do vapor que circula dentro do aparelho, a tendência a acumular odores dos alimentos é bem menor.

A principal desvantagem é que as geladeiras frost-free ainda costumam ser consideravelmente mais caras que as suas concorrentes. Além disso, justamente para sustentar esse sistema complexo, podem consumir mais energia.

Veja também esse site sobre ambulância particular

Uma dica é sempre verificar o selo que fala sobre a eficiência energética do aparelho antes da compra, pois já existem modelos frost-free que também são econômicos. Pode valer a pena pagar um pouco mais por eles porque a economia no longo prazo compensa o investimento.

E os outros tipos de degelo?

A tecnologia frost-free é a mais moderna e prática, mas não é a única que facilita o processo de descongelar a geladeira. É importante conhecer como cada sistema funciona antes de fazer a sua escolha. Para te ajudar, listamos e explicamos os tipos de degelo mais comuns:

Cycle Defrost

Geladeiras com esse sistema acumulam menos gelo e precisam ser descongeladas com menor frequência — a promessa é apenas duas vezes ao ano. Porém, de vez em quando, você ainda precisará ter esse trabalho.

Degelo manual

É uma opção para quem não pode pagar muito por uma geladeira, mas não é tão prático porque, de tempos em tempos, você terá que desligar o aparelho da tomada para que o gelo derreta e seja retirado. Costuma ter um reservatório ou gaveta para armazenar essa água até que você a retire e esvazie.

Degelo semiautomático

Esse sistema se parece com o degelo manual, com a diferença de que não precisa desligar a geladeira da tomada. Em geral, você aciona um botão que permite que a geladeira continue funcionando enquanto o freezer descongela. A água cai num reservatório que você deve esvaziar no final do processo.

Degelo seco

Algumas geladeiras com degelo semiautomático possuem sistemas de degelo seco, que são um pouco mais práticos, já que a água não precisa ser retirada, pois cai em um local onde, na sequência, evapora sozinha.

Combinação de metal e madeira é tendência de decoração

Saiba mais sobre o estilo industrial e como aplicá-lo no seu espaço.

 

Combinação entre o rústico e o urbano, o chamado estilo industrial tem ganhado cada vez mais adeptos na decoração de ambientes internos. A presença de elementos como madeira, metal, concreto e tijolos aparentes é a sua principal característica.

 

Essa mistura pode se revelar tanto nos detalhes quanto no espaço como um todo. Um piso de cimento queimado, uma penteadeira de madeira com uma banqueta de aço escovado, papel de parede com tijolos vermelhos, são exemplos de elementos que podem trazer um ar industrial para o seu refúgio pessoal.

 

Seja nos móveis, paredes, piso ou na decoração, a mistura de metal e madeira — combinação que é uma das marcas do estilo industrial — é uma tendência que você pode incorporar ao seu quarto, por exemplo, sem medo de errar.

Um pouco mais sobre o estilo industrial

O chamado estilo industrial tem suas raízes nas décadas de 1950 a 1970, quando estúdios e galpões industriais, localizados na cidade de Nova Iorque, passam a ter uma nova funcionalidade, transformando-se em espaços para se morar, a exemplo dos famosos lofts residenciais.

 

O estilo chama atenção por mesclar elementos comuns das fábricas — aço, metal e concreto — com madeira e tijolos aparentes. Outro aspecto importante é a presença de espaços fluídos e funcionais, onde é possível ter uma amplitude maior e menos separações entre os ambientes.

 

Contudo, para adotar um estilo industrial em sua casa ou apartamento é preciso buscar certo equilíbrio, de modo que diferentes elementos consigam se comunicar de forma harmoniosa.

O estilo industrial no seu quarto

Se após conhecer um pouco mais sobre o estilo industrial você se encantou, provavelmente ele será uma excelente opção de decoração para o seu quarto. Nesse caso, vale a pena observar quais as mudanças que podem ser feitas e quais móveis podem ser trocados ou acrescentados ao espaço.

Pintura ou papel de parede

Se tem um elemento que pode mudar completamente um ambiente é a coloração. Você pode optar tanto pela pintura quanto pela aplicação de um papel de parede — cada um proporciona um efeito marcante.

 

Cores mais escuras como preto, cinza e tons terrosos são os mais comuns. Você pode, ainda, mesclar uma parede acinzentada com o restante do espaço mais neutro para dar mais claridade ao quarto.

Cama

A cama é um dos móveis que conseguem refletir essa mistura própria do industrial-urbano, exatamente por poder mesclar metal e madeira em um único móvel. Um modelo de cama em madeira com acabamento metálico ou ainda uma cama em aço com cabeceira de pallets são algumas das opções.

Escrivaninha

Móvel indispensável para quem usa o quarto como local de estudo ou trabalho, a escrivaninha também pode trazer esse tom urbano para o seu quarto. Mesas com pernas palito em madeira e tampo de metal (ou tampo de madeira e pernas de aço) são modelos interessantes. Outra possibilidade é usar uma mesa toda em madeira com uma cadeira de acabamento metálico.

Lâmpadas

As lâmpadas aparentes são outra característica marcante do estilo industrial. No quarto, elas podem ficar penduradas acima da cama. Prefira os modelos de filamento em LED que, além de serem mais econômicos, conseguem oferecer o mesmo design que os modelos mais antigos.

Prateleiras

Para organizar livros, CDs, porta-retratos e outros objetos decorativos, as prateleiras são uma excelente alternativa, já que unem praticidade e organização em um único elemento.

 

Para o efeito industrial, vale a pena investir em modelos de madeira com a sustentação em acabamento metálico. Caso a ideia seja reaproveitar, você pode usar pallets suspensos com peças de aço em formato triangular.

Penteadeira

Já pensou uma penteadeira toda em aço escovado com um espelho redondo ao centro e uma banqueta de madeira? Esse é um modelo bastante inusitado. Se o seu desejo, porém, é por algo mais clássico, invista em uma penteadeira em madeira e uma cadeira em aço. Simples assim.

 

 

 

Costa do Sauípe: melhor lugar para sua família

Resort all-inclusive conta com estrutura completa e alia diversão com relaxamento no litoral baiano.

 

Programar uma viagem em família é muito divertido, mas exige alguns cuidados para garantir que todos aproveitem o passeio. Isso significa que o destino escolhido precisa oferecer atividades que contemplem diferentes faixas-etárias, garantindo uma boa experiência tanto para os pais quanto para as crianças.

 

A boa notícia é que o Brasil tem um leque amplo de destinos, contemplando desde os amantes de praia até aqueles que preferem temperaturas geladas. O turismo na Bahia é uma boa opção para as famílias que querem aproveitar o litoral e, ao mesmo tempo, buscam uma imersão cultural durante a viagem.

 

Optar por um resort é uma das melhores opções para as famílias que querem sair do ritmo frenético da cidade. Assim, os pais podem relaxar, enquanto as crianças conseguem brincar o dia inteiro.

 

O Resort Costa do Sauípe está localizado a 76 km da capital baiana. Então, os hóspedes podem usufruir do sistema all-inclusive do complexo, fazendo passeios no estilo bate e volta em Salvador. A seguir, confira o que fazer no resort e quais são os passeios mais indicados.

Espaço Kids

É importante escolher um resort que tenha espaços dedicados aos pequenos. Isso porque eles precisam de diferentes estímulos, podendo cansar da rotina de praia e piscina.

 

Na Costa do Sauípe, as crianças utilizam a brinquedoteca e o playground, participam de oficinas de arte e culinária com os monitores, além de fazerem muitas outras atividades com os novos amigos.

Vila nova da praia

A Vila nova da praia imita uma cidadezinha baiana, trazendo aquela sensação de estar em um vilarejo. O local é o coração do resort e funciona como um ponto de encontro para todos os hóspedes, independentemente da ala em que eles estão hospedados.

 

A Vila nova da praia ganha vida quando o sol se põe. Lá, o turista aproveita as apresentações de música ao vivo e faz compras em lojinhas de artesanato. Também é possível tomar um sorvete ou jantar em um restaurante diferenciado (serviço separado do all-inclusive).

Praias e piscinas

Um bom resort para a família precisa oferecer diversas atividades para que todos fiquem entretidos durante o dia. Por isso, a Costa do Sauípe conta com diversas piscinas e três praias. Então, quem se hospeda no complexo realmente usufrui de uma estrutura completa.

 

Os hóspedes que preferem praia podem ficar nas espreguiçadeiras, fazer caminhada na areia e praticar esportes, como o vôlei. Entretanto, também é possível tomar sol na beira da piscina e participar de brincadeiras internas com monitores.

Quermesse da vila

A Quermesse da vila funciona como uma espécie de festa junina prolongada, já que funciona durante todo o ano. Ali, os hóspedes podem andar em uma roda gigante e brincar nas barracas de jogos, mas esses serviços são cobrados separadamente.

Vila assombrada

Quem disse que um resort só fornece atividades relaxantes? Na Vila assombrada da Costa do Sauípe, os hóspedes enfrentam as mais temidas lendas urbanas brasileiras. A casa tem ambientação inspirada em filmes de terror, criando um cenário assustador.

 

Essa atividade é para maiores de 10 anos. Crianças que possuem entre 10 e 14 anos devem estar acompanhadas de um adulto para participar.

Esporte, SPA e academia

Fazer exercícios físicos é muito importante para o corpo e para a mente. Então, quem quer praticar esportes durante as férias consegue fazer isso da melhor forma. Além da academia, o hóspede tem uma quadra de vôlei e outra de handebol à disposição, incluindo um campo de futebol society.

 

Por outro lado, quem está em busca de mais relaxamento pode procurar os serviços oferecidos pelo SPA do resort — que são cobrados à parte.

Passeios próximos ao resort

Os serviços citados anteriormente estão disponíveis aos hóspedes no resort.  Entretanto, também é possível fazer passeios no estilo bate e volta, conhecendo outros destinos baianos.

Salvador

Quem quer conhecer a capital baiana pode contratar o passeio no hotel. O roteiro abarca os principais pontos turísticos de Salvador: Elevador Lacerda, Pelourinho, Farol da Barra e Basílica do Senhor Bonfim, além da Igreja e do Convento São Francisco.

Projeto Tamar

O Projeto Tamar está localizado na Praia do Forte. Assim, o passeio inclui tanto a visita à praia quanto à iniciativa. Além disso, é importante saber que a praia da Costa do Sauípe é um local de desova das tartarugas. Por causa disso, o resort tem uma parceria que visa preservar as espécies.

Veja também : Como fazer slime  ,onde você aprenderá fazer com 11 receitas diferentes, essa febre gelatinosa e pegajosa que está ganhando cada vez mais espaço no mundo infantil.

Fisioterapia ortopédica: como funciona e 6 benefícios do tratamento

Uma das modalidades de tratamento que mais vem sendo requisitada nos últimos tempos, principalmente com o aumento do trabalho home office em todo o mundo, é a fisioterapia ortopédica, uma especialidade que traz diversas vantagens para seus pacientes.

Incluindo tratamentos, que vão desde a utilização de eletrochoques, até fisioterapias focadas em movimentos repetitivos, como pilates, a fisioterapia ortopédica pode melhorar o dia a dia ao mesmo tempo em que previne possíveis problemas futuros.

Ao longo deste artigo, conheça mais sobre a atuação de profissionais que trabalham com essa especialização e os benefícios trazidos para o corpo humano, bem como para atividades diárias, com o foco de seus tratamentos. Acompanhe!

O que é a fisioterapia ortopédica?

A fisioterapia ortopédica é uma modalidade dentro da fisioterapia focada em entender, prevenir e buscar os tratamentos certos para distúrbios nos ossos e músculos, trazendo maior satisfação diária para pacientes que sofrem com dores e indisposições.

Por exemplo, pacientes que sofreram acidentes, e após a recuperação interna (em um sentido de órgãos e estabelecimentos cerebrais) podem acabar apresentando problemas relacionados à locomoção e localização de ossos.

O profissional que trabalha nesse ramo é responsável em entender de perto os principais problemas e facilitar a melhoria de sensações, por meio de exercícios feitos em clínicas ou em academia com espaço kids, com acompanhamentos frequentes.

Algumas da principais modalidades de terapia intensiva são:

  • Eletroterapia;
  • Termoterapia;
  • Fototerapia;
  • Drenagem linfática;
  • Pilates.

Além de tratar questões pertinentes para movimentações comuns, como sentar e levantar de cadeiras repetidamente, profissionais podem trabalhar para melhorar possíveis problemas causados não no momento, mas com o tempo, como deficiências na coluna.

Como é a atuação do fisioterapeuta?

Um profissional que trabalha com a fisioterapia ortopédica atua tanto prevenindo quanto corrigindo problemas já existentes, algo que faz com que os tratamentos sejam tão variados, tanto para disposições quanto para gostos e diferentes valores.

Basicamente, dentro da fisioterapia, esses profissionais têm o conhecimento certo sobre a estrutura do corpo, bem como seus mecanismos, e de que forma cada parte pode ser tratada e modificada, visando uma melhor atuação.

São três os passos de trabalho de fisioterapeutas, começando com a identificação, a prevenção e o tratamento. Conheça mais sobre cada fase a seguir: 

Identificação

Em primeiro lugar, dentro de uma clínica especializada, um profissional da área de terapia ortopédica providencia uma bateria de exames, seja por meio de raio-x ou por movimentações em esteiras e o uso de diversos outros equipamentos.

A partir da verificação dos locais de possíveis problemáticas musculares ou ósseas, ocorrem exames mais aprofundados, que atestam a presença de fraturas ou deslocamentos, sendo então feita a preparação para o tratamento.

Prevenção

Ainda na questão de verificação de eventuais problemáticas que estimulam uma terapia, profissionais ortopédicos também verificam a possibilidade de fraturas e outras condições que podem apresentar pioras ao longo do tempo, causando futuras dores de cabeça.

Um desses potenciais problemas são posturas incorretas, ao sentar, deitar e ao praticar outras atividades, principalmente aquelas ligadas a movimentos repetitivos. Com isso, se estabelece uma preparação para tratamentos preventivos. 

Tratamento

Dentro do tratamento ortopédico, são inúmeras modalidades para cada caso e gravidade. Nessa fase, os especialistas geralmente trabalham com o fortalecimento de novas e posições mais corretas, que desafiam o corpo e incorporam um novo hábito.

Por exemplo, pacientes de causas de esforços repetitivos podem fazer tratamentos baseados em eletroterapia, onde raios elétricos conduzem energia para diferentes partes do corpo, fazendo com que movimentos possam ser melhor executados.

Principais benefícios dessa especialidade

Conheça abaixo alguns benefícios encontrados em realizar tratamentos com especialistas ortopédicos, questões essas que englobam vantagens essenciais para atividades diárias, como o trabalho e o estudo.

1. Alívio de dores

Muitas pessoas sentem dores em articulações e áreas do corpo mas acabam convivendo com essa realidade, inserindo no dia a dia o uso excessivo de medicamentos e outros produtos voltados para um alívio apenas momentâneo de situações graves.

Com o auxílio de profissionais da área da fisioterapia ortopédica, e após a averiguação do real problema existente, fisioterapias corretas, baseadas em tratamentos individuais, são capazes de facilitar um alívio permanente dessas dores e desconfortos existentes.

Além disso, uma Terapia manual ortopedica pode melhorar sensações de dor em pacientes com histórico de acidentes que impossibilitaram movimentos, ou em situações onde as dores podem provocar outras lesões e dificuldades, como na fala. 

2. Melhoria da mobilidade

Pacientes que sofrem acidentes vasculares, como o derrame, ou outros tipos de acidentes possuem uma maior dificuldade de mobilidade, algo que pode, com o tempo, ser ainda mais efetivo, causando consequências graves para outros órgãos.

Dessa forma, investir em uma terapias ortopédicas com profissionais e atividades de qualidade, como caminhadas diárias em esteira para academia, favorecem o contorno de situações onde a mobilidade foi prejudicada, podendo ainda melhorar essa condição.

Outra situação que é favorecida com tratamentos específicos para a melhoria da mobilidade é quando uma pessoa precisa dispor de grande energia e disposição para o corpo, como em apresentações de empresas ou até mesmo em longas viagens de avião.

3. Aumento da flexibilidade

Algo que incomoda na rotina de trabalho, ainda mais em situações como as de home office, onde pessoas passam excessivas horas do dia em frente a computadores, ainda que esteja com uma excelente cadeira alta para escritório, é a falta de flexibilidade do corpo.

Acontece que, no momento que nosso corpo passa horas e horas, ou até dias, sem movimentos constantes de atividades físicas, é possível que ele passe a enferrujar, ou em outras palavras, a não apresentar facilidade na hora da locomoção ou movimentação.

No trabalho de médicos especializados em tratamentos ortopédicos, algumas atividades e exercícios prioritários podem aumentar a flexibilidade, evitando com que movimentos bruscos acabem causando desde pequenas a graves lesões, trazendo desconforto.

Além disso, a flexibilidade é interessante para pessoas que praticam alguns determinados esportes, onde a movimentação e mudança de posição do corpo seja importante, como futebol ou vôlei, facilitando ainda o desempenho de atletas.

4. Fortalecimento de músculos

Uma das principais indicações quando um atleta procura um nutricionista esportivo é realizar procedimentos de terapia ortopédica para melhorar a disposição dos músculos, que podem ser tratados de maneira focada e sem riscos de danificação. Também pode ser o caso de contratar um médico ao domicílio.

Para pessoas que não trabalham com grandes disposições de corpo, como no caso de jogadores de futebol, essa também pode ser uma boa ideia, mais focada na melhor disposição do corpo em aguentar longas horas em pé ou sentado.

Essa também é uma realidade para pessoas que sofrem com problemas em tecidos corpóreos, e que além de fazerem acompanhamento e tratamento nutricional e médico, devem seguir restritos tratamentos de terapia manual nos músculos.

5. Alcance da postura correta 

Um dos principais sinais de falta de atividade física e movimentação do corpo de uma forma geral, em especial de pessoas que passam muitas horas na frente do computador, fazendo ações repetitivas com a mão, por exemplo, é o problema na postura.

Esse é um problema que aflige milhares de pessoas em todo o mundo, e muitas vezes começa nas escolas, em posturas incorretas na sala de aula, algo que, assim como um hábito, vai sendo alimentado e perpetuado ao longo dos anos.

Com tratamentos como o pilates, por exemplo, fisioterapeutas conseguem melhorar a postura dessas pessoas, até mesmo aquelas que já nasceram com problemas na estrutura óssea e muscular. 

Dessa maneira, melhora-se, ainda, possíveis disfunções relacionadas à disposição ou relaxamento.

6. Reflexos melhores

Imagine que um cartão de visita pessoal está caindo no chão, e ao tentar pegá-lo, você acaba não conseguindo alcançá-lo. Inúmeras questões podem estar relacionadas a isso, como o vento ou a distância, mas uma delas pode ser o reflexo.

Nossos reflexos corpóreos estão totalmente relacionados com a disposição e rapidez que nosso cérebro envia as informações de ações para nosso corpo, algo que pode ser mais lento ou mais rápido, dependendo da constante movimentação que nos faz mais rápidos.

Apesar de não ser uma questão comum, ela é importante dentro do tratamento de fisioterapeutas ortopédicos, já que quanto maior o treinamento de ações e movimentos, mais estaremos dispostos a nos atentar a ações rápidas, como desvios e corridas.

Conclusão

Investir em fisioterapia e um acompanhamento terapêutico para auxiliar ou prevenir problemas musculares e ósseos pode ser uma boa dica para a manutenção de uma vida mais saudável e com maior eficiência para a produtividade.

Aliar esse trabalho terapêutico a outras questões relacionadas ao bem-estar, como um plano alimentar individualizado, pode ser uma boa ideia para a incorporação de um dia a dia cada vez mais saudável, e o alcance de uma maior expectativa de vida.

7 benefícios para criar um blog de fisioterapia

Muitas pessoas confundem blog com site, mas eles são diferentes em seu conceito, principalmente, no que diz respeito ao …

Óleos essenciais: confira 7 benefícios

Um prontuário médico digital pode encaminhar o paciente para os mais diversos tipos de tratamentos. 

4 benefícios do pilates para idosos

A prática de pilates para idosos pode ser uma ótima indicação, tendo em vista que a atividade é uma das que melhor se …