Categoria: <span>Fisioterapia</span>

9 benefícios dos Coworkings para o bem-estar e o bem profissional

Os escritórios de coworking oferecem uma grande variedade de vantagens para quem começa sozinho, incluindo oportunidades de networking, estrutura diária e aumento de produtividade

 

NESTA HISTÓRIA

  1. Eventos de networking e comunidade
  2. Reduza a solidão; aumentar a conexão
  3. Acesso a espaços compartilhados e privados
  4. Flexibilidade e economia de custos
  5. Acesso remoto
  6. Produtividade aprimorada
  7. Sair da sua zona de conforto
  8. Bem-estar e equilíbrio entre vida pessoal e profissional
  9. Traga estrutura para o seu dia

 

As vantagens dos escritórios de coworking dependem das necessidades do seu negócio

Imagine espaços de trabalho coloridos envolvidos em plantas de escritório, kombuchá na torneira e uma rede diversificada de profissionais conectados, trabalhando arduamente em salas de estar, mesas quentes e bancos de cozinha. O novo visual do dia de trabalho é mais bem capturado em escritórios de coworking, e a ascensão desses escritórios compartilhados em cidades e centros urbanos não mostra sinais de desaceleração.

Em 2018, o número de escritórios de coworking no Brasil aumentou 16% e o número de espaços de trabalho flexíveis fora do Brasil aumentou 36%. Espera-se que esse crescimento continue, com projeções mostrando que o número de escritórios de coworking aumentará 6% ao ano no Brasil até 2025 e 13% ao redor do mundo.

Mais do que uma tendência, esse fenômeno é alimentado por – e também ajuda a impulsionar – mudanças na cultura de trabalho. O trabalho remoto e flexível estão se tornando mais comuns à medida que a tecnologia avança e o mundo corporativo se moderniza. Com isso, os escritórios de coworking não são apenas o reino de freelancers e empreendedores ; eles são um ecossistema próspero que envolve equipes de empresas remotas, empresas estabelecidas em escritórios privados, startups em áreas de brainstorming e uma variedade de criativos e trabalhadores da economia gigantesca.

Aqui, examinamos os diversos (e, em alguns casos, surpreendentes) benefícios dos escritórios de coworking.

 

  1. Eventos de networking e comunidade

Um dos benefícios mais elogiados do coworking é a capacidade de se conectar com pessoas que você não conheceria de outra forma. Parte disso vem do trabalho ao lado de novas pessoas todos os dias, mas os elementos de uma comunidade também são integrados às soluções de espaço de trabalho como Beework.

Os eventos mensais de networking são uma maneira fácil de encontrar novos colaboradores e exercitar seu know-how de networking, enquanto a programação de workshops educacionais, aulas de ioga, almoços com bufê e mercados sazonais ajudam você a transformar essas apresentações em relacionamentos duradouros – e possivelmente em novos negócios.

 

  1. Reduza a solidão; aumentar a conexão

Quando a alternativa é trabalhar em sua sala de estar, os escritórios de coworking envolvem você com uma rede de profissionais e podem reduzir o isolamento às vezes associado ao trabalho em casa.

Pesquisas recentes mostram a importância de pequenas interações aparentemente irrelevantes em nosso senso de pertencimento; aquela conversa amigável com o barista, o carteiro ou seu vizinho pode ajudar a aumentar a felicidade . Essas interações são o tecido que une as comunidades de coworking, e todos – desde a pessoa que o cumprimenta quando você chega até a pessoa sentada na mesa ao seu lado – contribui para esse sentimento de pertencimento. Mesmo fora dos eventos planejados da comunidade, você descobrirá que a inspiração flui em um ambiente energético repleto de colegas de trabalho.

 

  1. Acesso a espaços compartilhados e privados

Em termos de design, os escritórios de coworking são muito mais do que um escritório padrão: não há cubículos aqui. Entre amplos salões, mesas quentes convenientes , escritórios privados com paredes de vidro e salas de conferências escritas na parede, há muito espaço para colaboração quando as equipes se reúnem. Privacidade e produtividade também são possíveis, com salas de reuniões reserváveis ​​e escritórios privados elegantes.

 

  1. Flexibilidade e economia de custos

Quer você seja um freelancer em busca de um espaço para ficar, ou uma equipe estabelecida em busca de uma mesa dedicada ou escritório particular, as soluções de coworking permitem que você pague apenas pelo espaço de que precisa. Além disso, os contratos flexíveis significam que você pode escalar em seu próprio ritmo, sem a pressão ou rigidez dos arrendamentos tradicionais de longo prazo – e essa flexibilidade é absolutamente essencial para empresas em crescimento.

“O Beework nos dá essa flexibilidade para crescer rápido, sem ter que nos preocupar se estamos pagando a mais pelo espaço de que não precisamos”, disse Adriano Luz, diretor de receita da empresa membro do Beework.

Além disso, as comodidades integradas, como recepção e equipe de limpeza, serviços de impressão, conectividade com a Internet e comodidades de cozinha e banheiro, eliminam os custos indiretos normalmente associados à abertura de um escritório próprio.

 

  1. Acesso remoto

Com escritórios de coworking espalhados por cidades ao redor do mundo, a capacidade de se conectar a qualquer hora, em qualquer local, é um grande atrativo para os profissionais de coworking. Trabalhar durante a viagem é instantaneamente mais fácil quando você sabe que há WiFi acessível, um lugar confortável para trabalhar e itens essenciais de escritório, como impressão e café, a apenas um cartão de distância. Além disso, os empregadores podem optar por contratar os melhores talentos, independentemente da localização, sem custos de realocação ou o medo de funcionários remotos se sentirem desconectados .

 

  1. Produtividade aprimorada

Desde a agitação da reunião da manhã até a queda das 15h, seu foco e níveis de energia flutuam durante o dia de trabalho – e seu espaço de trabalho deve acomodar isso. Normalmente, os escritórios de coworking combinam uma variedade de ambientes de trabalho para atender a diferentes estilos de trabalho. Oferecendo mais variedade do que um escritório tradicional, mas com uma estrutura maior em comparação com o trabalho em casa, os escritórios de coworking são otimizados para produtividade . O progresso vem fácil em espaços intencionalmente projetados, enquanto intangíveis como música de fundo, luz natural e temperaturas moderadas do ar mantêm você energizado e revigorado.

Além disso, o coworking resolve um problema frequentemente associado ao trabalho de casa que está vinculado à teoria da equidade . Em um ambiente de escritório, você pode ver o trabalho de seus colegas – como estão se saindo, quando chegam todos os dias – que serve como um ponto de referência para monitorar seu próprio desempenho. Quando isso é eliminado em um ambiente de escritório doméstico, pode ser difícil permanecer produtivo e a pergunta “Isso é suficiente?” é um nag constante. Cercar-se de pessoas o empurra para se concentrar – e também permite que você descanse ao fazer uma pausa para um café ou dar um passeio fora.

 

  1. Sair da sua zona de conforto

Se você não está acostumado a abrir planos de escritório movimentados ou o aspecto social do coworking, o ambiente de trabalho em constante mudança pode ser desafiador no início. Mas, ao sair da sua zona de conforto, conhecer novas pessoas e trabalhar em ambientes diferentes a cada dia, você deve permanecer inovador e criativo diante da incerteza – características semelhantes às necessárias no crescimento de uma startup.

De acordo com a psicóloga clínica e autora Dra. Elizabeth Lombardo, sair da sua zona de conforto para experimentar coisas novas e considerar diferentes perspectivas ajuda a fomentar a inovação e o empreendedorismo. O desafio mantém você ágil e isso, por sua vez, leva a um maior sucesso em sua vida profissional e pessoal.

 

  1. Bem-estar e equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Os exercícios durante o dia de trabalho têm sido associados ao aumento da produtividade e ao aprimoramento da capacidade cognitiva , e atividades como meditação e ioga podem ajudar a alimentar o foco e estimular a criatividade. Os escritórios de coworking costumam incluir elementos de design, como escadas internas e amplos salões internos que incentivam o movimento durante o dia de trabalho. Muitos locais do Beework também são integrados a um complexo mais amplo, dando a você acesso a academias e estúdios de exercícios. O Beework também oferece salas de bem-estar para meditação, sessões frequentes de ioga na comunidade e chuveiros no local que são convenientes após o treino.

 

  1. Traga estrutura para o seu dia

Um dia de trabalho em casa pode passar como um borrão, com estrutura mínima e sem deslocamento para separar a vida doméstica das responsabilidades do trabalho. Como resultado, esse cronograma pode fazer com que você trabalhe muito além do horário que deveria ter marcado: verificar seus e-mails da cama ou ler planos de projeto antes do café da manhã. Os escritórios de coworking oferecem estrutura para o seu dia, proporcionando um lugar para chegar todas as manhãs e sair assim que o trabalho terminar. Sempre que você decidir começar a trabalhar todos os dias, descobrirá que essa estrutura ajuda a evitar o deslocamento espontâneo da vida profissional para o tempo pessoal.

Atendimento fisioterapêutico online: como realizá-lo da melhor forma

Existem diversas maneiras de conseguir aprimorar um negócio e graças às evoluções tecnológicas umas das áreas que ganhou grande apoio foi a da saúde, especificamente o setor de atendimento fisioterapêutico online.

 

A fisioterapia é uma área da saúde que está ganhando mais pacientes conforme o tempo passa.

 

Visto que as pessoas estão buscando pelos profissionais com o objetivo de tratar de dores e melhoria da postura, além dos fins clínicos. 

 

Contudo, muitos estão impossibilitados de irem até os consultórios, seja por falta de mobilidade, dinheiro e até mesmo por necessidade de reclusão devido à situação mundial atual.

 

Apesar disso, uma sessão fisioterapêutica exige um profissional e não é algo que se faça sozinho. 

 

Pensando nessa realidade, desenvolvedores trabalham com profissionais da área para desenvolver maneiras de realizar um atendimento fisioterapêutico online. 

 

Assim, essas demandas passaram a ser atendidas de forma mais pontual.

 

Diversos pacientes passaram a ser acompanhados por fisioterapeutas de maneira online e as sessões passaram a ser realizadas com frequência. 

 

Seja pilares, hidroterapia e RPG fisioterapia, além de outras. Tudo sendo possível de ser realizado graças a essas práticas online. 

 

Neste artigo abordaremos justamente como realizar um atendimento fisioterapêutico online para você que deseja atender essa demanda de pacientes necessitados de tratamento. 

Atendimentos autorizados 

Devido à situação vivida na pandemia do Coronavírus, milhões de clínicas tiveram de ser fechadas, então o COFFITO que significa Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia.

 

Que é o órgão responsabilizado pelas autorizações de todos os profissionais de fisioterapia do Brasil, permitiu que os tratamentos sejam realizados de maneira online. 

 

Com isso, criou-se os três modelos de serviços: Teleconsulta, Teleconsultoria e Telemonitoramento. Vejamos especificamente cada um deles. 

Teleconsulta

É a mais utilizada. Normalmente, o paciente e o profissional utilizam de um programa disposto pela própria clínica ou até um simples aplicativo de mensagem e a consulta é feita de maneira virtual. 

 

Todas as informações são fornecidas, questionamentos feitos e até sessões com orientação de como realizar os exercícios e alongamentos de cada parte do corpo são dadas. 

 

Muitas vezes essa teleconsulta é o primeiro contato do paciente com o profissional.

 

Desta maneira o paciente consegue realizar a sessão sem a necessidade da presença física do profissional de fisioterapia no local em questão. 

 

Sendo mais fácil que passar por uma  catraca eletronica academia, e por isso, vem crescendo cada vez mais.

Telemonitoramento 

O telemonitoramento é o acompanhamento a distância dos pacientes que já foram atendidos pelo profissional. 

 

Normalmente, são os que tiveram o tratamento interrompido por algum motivo ou os que já passaram pela consulta e precisam iniciar as atividades.

 

Desta forma o profissional consegue se dispor por meio de encontros remotos onde serão passadas todas as orientações de maneira bem pedagógica para que seja possível a realização de todos os exercícios. 

 

Existem formas de deixar as sessões gravadas ou criar vídeos com modelo de como cada exercício deve ser feito. 

 

Todos já devem ter visto algum exemplo parecido, seja na academia, na aula de dança ou em na clinica de fisioterapia para gestantes.

 

No caso do telemonitoramento, não foge muito dessa realidade. Isso faz com que os profissionais consigam trabalhar e ver o progresso dos pacientes.

 

Entretanto, isso exige muita disciplina de ambas as partes, pois a comunicação precisa ser transparente.

 

A ausência de uma boa comunicação pode fazer com que o tratamento não seja efetivo.

Teleconsultoria  

São reuniões realizadas entre os profissionais da área da saúde, com o objetivo de fundamentar evidência de estudos clínicos e protocolos disponibilizados pelo ministério da saúde. 

 

São importantes para que o profissional tenha um respaldo se suas ações estão sendo realizadas de maneira correta e maneira de melhorar a comunicação com os pacientes. 

 

O fato de estar distante pode ser um problema e o profissional precisa estar preparado.

 

Pense na teleconsultoria como uma academia corporativa com personal  responsável por mostrar os melhores caminhos para tirar o estresse e conquistar um corpo desejado. 

O que todo teleatendimento precisa ter?

Como dissemos um pouco mais acima, a maior dificuldade está na comunicação justamente por isso será preciso redobrar a atenção do paciente para com a realização das atividades.

 

Para que isso seja feito, existem algumas dicas que podem ser adotadas, desta forma o paciente conseguirá ter um melhor resultado e dar ao profissional um respaldo melhor do que foi e está sendo feito.

 

A maioria dos pacientes que desistem desse tipo de tratamento é devido a sensação de estar sendo abandonado ou de que não está gerando resultado.

 

O que pode ser fruto de uma consciência afetada pela necessidade de ver o profissional fisicamente.

 

Passos para um bom atendimento online

Agora que já introduzimos, falaremos de 4 dicas essenciais para que exista um bom atendimento fisioterapêutico online. 

 

São elas:

 

  1. Invista em infraestrutura para clínica;
  2. Treine os comandos verbais;
  3. Exercícios de menor intensidade até o paciente se acostumar;
  4. Motive o paciente e peça feedbacks.

 

A infraestrutura é essencial para que seja realizado qualquer que seja o atendimento online. O paciente não tem culpa se a internet estiver ruim ou o computador travando. Ele quer ser bem atendido.

 

Além disso, é preciso ter uma organização referente a maneira como os exercícios serão gravados, seja por meio da contração de modelos ou o produto fisioterapeuta utilizando de bonecos ou aparelhos que ilustram bem o que deve ser feito. 

 

Por fim, se algum vídeo for gravado será preciso investir em boas câmeras, microfones e edição de vídeos. 

 

Assim será garantido a qualidade do atendimento no quesito de infraestrutura. O paciente não pode achar que o trabalho realizado é amador. 

 

Em seguida, será preciso treinar os comandos verbais que deverão ser dados ao cliente em um telemonitoramento. 

 

Seja para uma clínica normal ou uma clinica fisioterapia esportiva, o principal objetivo é não gerar dúvidas. 

 

Poucas palavras com comandos certos e nem claros farão o paciente entender o que deve ser feito. 

 

Desta maneira não ficaram dúvidas relacionadas a quaisquer que sejam as recomendações. 

 

Relembramos que um dos maiores motivos de desistência no momento em que o paciente está realizando esse tipo de consulta está relacionado à forma como ele é tratado. Se ele ficar com dúvidas ou sentir que está fazendo algo errado, desiste. 

 

Exercidos de baixa intensidade também serão necessários. Isso porque dependendo do que for passado além de poder não ser feito da maneira correta podem até machucar o paciente. 

 

Lembre-se que você estará lidando com pessoas debilitadas, idosas ou com alguma síndrome que causa muita dor nelas. Exigir muito pode piorar a situação pela falta do profissional no local do atendimento.

 

Por isso, mesmo que seja realizada a entrega de exames motoboy e você tenha todo o histórico do paciente é interessante passar exercícios mais fáceis ao menos nos primeiros meses de tratamento. 

 

Isso é algo que não necessariamente eles precisam saber, mas é o que a ética da profissão prega. 

 

Não dificulte muito mesmo que suas intenções sejam as melhores. Preserve-se e poupe os seus pacientes.

 

Por último, mas não menos importante, será preciso falar constantemente com os pacientes e sempre estar motivando eles a se empenharem. 

 

O tratamento online, assim como se aulas online costumam ter um início complicado, até pelo menos as pessoas entenderem a dinâmica e passarem a ver o resultado do que estão fazendo.

 

Grande parte dos pacientes que recorrem a um tratamento fisioterapêutico estão em busca de uma melhor qualidade de vida ou tentando recuperar os movimentos de alguma parte do corpo que pode ter sido prejudicada seja qual for o motivo. 

 

Acontece que, quando estamos fazendo uma dieta para ganhar massa, será preciso ter disciplina e paciência para que tudo comece a dar certo. Os resultados demoram um pouco para aparecer, mas são nítidos.

 

Incentive eles a continuar praticando e peça sempre feedbacks do que estão achando, dessa maneira será possível corrigir alguns detalhes e melhorar a comunicação entre o profissional e o paciente. 

Considerações Finais

Vimos ao longo deste artigo como fazer para realizar atendimentos fisioterapêuticos on-line. Essa é uma das medidas que foram adotadas para suprir a enorme demanda de atendimentos que não foram feitos por conta da pandemia mundial. 

 

Além disso, foi possível aproveitar as demandas de pessoas que moravam em locais de difícil acesso como no interior dos estados e até em zonas rurais. 

 

Grande parte desses locais é afastada da cidade que por muitas vezes não dispõe de uma clínica.

 

O atendimento fisioterapêutico feito de maneira profissional com os investimentos corretos em infraestrutura, uniformes profissionais, comunicação e tratamento de qualidade faz toda a diferença.

 

Software de gestão: como pode auxiliar na organização de sua clínica

Vivemos a época da conexão 5G, da Internet das Coisas e dos smartphones, que podem trazer praticamente o mundo todo nas palmas das mãos. Para uma empresa entrar em cheio no universo da tecnologia, um passo fundamental é o do software de gestão.

De fato, a automatização que um Sistema de Gestão Empresarial pode trazer vai muito além do que imaginamos em um primeiro momento. Ao contrário do que se pensa, esse tipo de tecnologia não se limita a indústrias ou grandes multinacionais.

Pelo contrário, eles podem se voltar para setores que são comuns a toda empresa, seja qual for o tamanho ou modelo de negócio, como uma fábrica de uniformes profissionais, que lida com departamentos que são universais.

Por exemplo, a logística de entrada e saída de bens, assim como um fluxo de caixa e toda a realidade financeira do negócio. Sem falar no controle da relação com o cliente e até com os funcionários, que fica a cargo dos Recursos Humanos.

Mesmo no caso de a companhia decidir ou precisar terceirizar uma dessas frentes, certamente isso não vai poder impedir que ela mantenha o controle. Portanto, ela vai precisar criar um fluxo de informações, que também pode ser automatizado.

Com isso, hoje um bom Sistema de Gestão Empresarial é capaz de lidar com todas essas frentes de maneira bastante eficiente, inclusive unificando todas elas com a implementação de um outro sistema central, como ficará claro adiante.

No caso da área da saúde, podemos falar de vários nichos diferentes, desde uma clinica de fisioterapia para gestantes até outras áreas que têm se popularizado cada vez mais, tais como:

  • Clínicas pediátricas;
  • Clínicas estéticas;
  • Clínicas da área esportiva;
  • Clínicas de recuperação;
  • Clínicas de geriatria.

Além, é claro, de setores mais nichados com os de geriatria, oncologia ou oftalmologia. Sem falar nos novos serviços e formatos que têm surgido, como clínicas de urgência e emergência, que antes não existiam.

Tudo isso mostra como esse universo é cheio de oportunidades. Porém, ao mesmo tempo deixa claro que a concorrência só vem crescendo nos últimos anos, por isso, é preciso fazer a diferença e destacar-se no meio da multidão.

Um dos modos de fazer isso é melhorando a organização da clínica por meio de softwares de gestão. Por esse motivo decidimos escrever este artigo, trazendo conceitos bacanas sobre o assunto, além de dicas práticas para quem quiser começar hoje mesmo.

O mais bacana é que nos últimos anos a realidade dos Sistemas de Gestão Empresarial evoluiu tanto que hoje é possível encontrar soluções de todo tipo, seja para o controle de uma catraca eletronica academia ou para disparar SMS automático aos pacientes.

Então, se você quer entender melhor como isso tudo é possível e por que implementar soluções assim é algo que pode mudar seu negócio de patamar, basta seguir adiante.

O que é um software de gestão?

Para compreender melhor como um software de gestão pode auxiliar na organização de sua clínica, é preciso entender como os sistemas de gestão atuam de maneira geral.

Também conhecidos como ERPs (Enterprise Resource Planning), o que um Sistema Integrado de Gestão Empresarial faz é garantir que os processos e informações de uma firma sejam automatizados por meio de softwares e hardwares.

Ou seja, ele verticaliza a cultura organizacional no seu sentido mais prático e imediato, implementando regras de cima para baixo como modo de controlar a rotina de trabalho e a qualidade de tudo o que é feito.

Imagine uma empresa de entrega de exames motoboy, que pode ter dezenas ou mesmo centenas de funcionários atuando, muitos deles trabalhando na rua. Além de contar também com uma agenda que lida com uma gama enorme de remessas.

Como manter tudo isso funcionando de modo redondo, sem que haja atrasos nas entregas, perda da qualidade no atendimento, riscos de trabalho para os funcionários, ou mesmo erros de trabalho e de operação por parte deles?

Aí é que entram os softwares de gestão, que para poderem atuar de maneira realmente abrangente podem suprir as seguintes áreas ou setores empresariais:

  • Setor logístico;
  • Setor comercial;
  • Setor administrativo;
  • Setor financeiro;
  • Setor operacional.

Mais recentemente esses softwares evoluíram para os famosos BPMs, que são os Business Process Managements, ou seja, os grandes responsáveis pelo Gerenciamento de Processos de Negócio, que já dão uma visão de todo.

O mesmo pode valer para uma clinica fisioterapia esportiva ou de qualquer outro nicho, especialmente se for o caso de uma rede de clínicas, que contará com dezenas ou centenas de funcionários, além de diversificados processos.

O que um bom BPM faz é unificar os demais softwares de gestão, passando a fazer a gestão deles próprios, de maneira a diminuir as fronteiras organizacionais de um negócio.

Tudo isso facilita na hora de interligar processos e pessoas, bem como de ligar um fluxo de informação constante, como de entrada e saída de clientes, ou mesmo de recursos. Assim, o sistema central melhora o desempenho de cada uma das partes.

Sobre o aumento de produtividade

Um dos maiores auxílios que uma tecnologia pode trazer para um negócio é, sem dúvida, o aumento da produtividade. Afinal, isso é que aumenta a rentabilidade e a lucratividade, que é a razão de uma empresa existir.

Se a clínica lida com rpg fisioterapia, quanto mais clientes ela puder atender, melhor. Mas é aí que começam os desafios, entrando questões como contenção de gastos, redução de custos, otimização de processos e maximização dos recursos.

Também é aí que a implementação dos softwares de gestão mostra seu melhor potencial, graças à sua capacidade de facilitar a rotina e aumentar consideravelmente a produtividade geral, desde a diretoria até a recepção da clínica.

Tanto que a implementação desse tipo de ferramenta costuma exigir um período de adaptação e até mesmo de quebra de paradigmas. Até porque as pessoas precisam mudar sua maneira de realizar as atividades, e nem sempre isso é fácil.

Portanto, a liderança precisará agir de modo a mostrar as vantagens que a tecnologia dos softwares de gestão pode trazer. O interessante é mostrar que não apenas a empresa melhora, mas também a operação diária, ficando mais fácil dia a dia.

Por que usar agendas eletrônicas?

Além de ajudar no aumento da produtividade e na rotina dos funcionários, outro modo de auxiliar na organização da clínica é lidando com agendas eletrônicas.

Realmente, foi-se o tempo em que anotávamos tudo em post-its, forçando o cliente a ter que carregar vários papéis até o dia da consulta ou do retorno.

Hoje até mesmo as prescrições já podem ser feitas de maneira digital, como uma dieta para ganhar massa, que pode ser melhor detalhada por e-mail ou mesmo por meio de aplicativos, que algumas clínicas já implementaram.

Também assim, recursos como SMS, e-mail, invite de agendas eletrônicas e disparos por aplicativo podem ajudar e muito na hora de organizar uma agenda. Lembrando que isso também transmite uma imagem melhor para o público-alvo.

Ou seja, além da praticidade, você ainda vai fortalecer sua marca. Além de que quase nunca nos lembramos, mas faltas e atrasos são um problema enorme na agenda dos médicos e médicas, de modo que reduzir esse risco já traz muitas vantagens.

Pois é exatamente o que acontece: quando o paciente é lembrado por meios digitais, com mensagens que chegam em seu smartphone e ficam na palma da mão, o risco de a reunião cair é muito menor.

A importância da precificação

Outra maneira fundamental de organizar sua clínica é levando em conta a questão da precificação, já que a própria distribuição da agenda e da sustentabilidade do negócio como um todo dependerá disso.

De fato, o médico não pode pensar apenas no aspecto humano da profissão, embora a ética precise sempre vir em primeiro lugar. Mas logo em seguida, vêm os números e a prestação de contas que ele dará para o caixa da clínica.

Afinal, se a clínica lida com nutricao funcional diabetes, quantos clientes ela precisa atender por mês para manter a coisa sustentável? Ademais, quais são as taxas variáveis e fixas, os custos e gastos, as margens a serem retrabalhadas?

Como um bom sistema de gestão inclui desde a entrada e saída dos insumos até os valores que os clientes pagam, seja em dinheiro, cheque ou cartão, ele pode ajudar e não é pouco. No fim, o software vai gerar relatórios por períodos.

Tendo em mãos essas informações precisas será muito mais fácil tomar decisões e saber como precificar cada consulta, bem como visualizar o impacto disso no curto, médio e longo prazo.

Considerações finais

Tudo o que dissemos deixa claro como um software de gestão pode auxiliar na organização de sua clínica, seja para agendar um único paciente ou projetar a realidade financeira do negócio no futuro.

Hoje em dia, os melhores softwares, além de serem intuitivos e de uso facilitado, ainda lidam com a computação na nuvem, portanto, garantem uma mobilidade incrível tanto para o cliente quanto para os médicos, funcionários e operadores.

Além da segurança dos dados, que também gera um benefício importante. Desse modo, se você quer ter uma clínica de sucesso que possa surfar uma curva segura de crescimento, basta seguir à risca as dicas e conselhos que trouxemos acima.

 

Como ganhar dinheiro sendo fisioterapeuta, mas sem clinicar

A demanda por profissionais da fisioterapia sentiu bastante os efeitos da pandemia. De fato, ela chegou a crescer no começo de 2020. Mas, por mais que o mercado esteja aquecido, será que não dá para encontrar outras formas de ganhar dinheiro com seus conhecimentos?

É muito bom ver como há espaço para trabalho clínico, mas também entende-se que, com mais exposição, maiores os riscos de se contaminar pelo contato físico permanente com pessoas e ambientes infectados. Mesmo para quem já foi vacinado, novas cepas surgem a todo instante e o melhor é se cuidar.

Igualmente, sabemos que ser médico é estar preparado para atuar no front de batalha. O compromisso de ajudar os outros é algo que faz parte da filosofia de qualquer profissional da medicina. 

Por outro lado, poderíamos pensar que o conceito de ajudar os outros é muito mais amplo que atender aos pacientes cara a cara. E isso vai além do período pandêmico, pode ser algo que seja incorporado como buscar outras formas de empreender. 

Colaborar com a saúde dos pacientes requer estar em permanente evolução. Isso faz com que os fisioterapeutas estejam sempre em busca de especializar-se em campos e técnicas específicas. 

E você, como especialista, pode ajudar outros profissionais, por exemplo, compartilhando seus conhecimentos. É disso que vamos falar hoje: como você pode ganhar dinheiro como fisioterapeuta, mas sem necessariamente estar clinicando. 

Ficou curioso? Siga com a leitura e vamos contar para você, em menos de 10 minutos, como aproveitar as novas oportunidades da tecnologia a seu favor!

#01 Crie cursos

Se você já tem muita experiência em um campo específico da fisioterapia, por que não mostrar tudo o que você tem a dizer para outros profissionais? 

A medicina não para nunca. Todos os anos, novos métodos surgem para melhorar os procedimentos de recuperação, novos campos de conhecimento são desenvolvidos e a ciência descobre algo novo que pode ser usado em benefício da saúde. 

Algumas áreas da fisioterapia, como a desportiva e a neurológica estão em alta no mercado e até mesmo técnicas como acupuntura e pilates têm começado a conquistar espaço na prática dos tratamentos. 

Seja qual for a sua especialidade, você pode criar cursos para vender pela internet.

Escolha um tema em particular, planeje em quantas aulas você pode transmitir os conteúdos. A partir do curso estruturado, você pode tanto dar as aulas ao vivo, em plataformas de streaming, ou deixar as aulas carregadas em algum ambiente ao qual só se tenha acesso mediante o pagamento da inscrição. 

Entre as plataformas mais usadas atualmente para quem deixa os conteúdos disponíveis para o aluno assistir quando queira, podemos sugerir a Udemy, a Sympla ou a Hotmart, só para dar alguns exemplos. São ambientes onde você prepara o curso e ele é ministrado sem sua interferência. 

#02 Palestras

Especialistas também têm a oportunidade de ganhar dinheiro com fisioterapia ao se dedicarem a dar palestras. 

Esta é outra forma de aproveitar o crescente interesse dos profissionais por mais qualificação, e nem precisa ser necessariamente uma especialização ou mestrado. 

O universo acadêmico costuma demorar muito mais tempo para incorporar os novos campos de conhecimento às matrizes curriculares de seus cursos. Isso abre margem para que os avanços mais recentes sejam, inicialmente, vinculados por meios de cursos (que citamos anteriormente) ou mesmo palestras. 

As palestras podem ser pensadas tanto para um futuro próximo, quando estejamos vacinados e com a liberdade de ir e vir totalmente reconstituída, ou você já pode começar desde agora, com um formato mais voltado para o virtual. 

Assim como no caso dos cursos, é importante ter uma trajetória reconhecida e domínio total do que você vai chegar a compartilhar com outras pessoas. Aqui, o que vale é a entrega de valor imediata: você tem algo a dizer e encontra gente que queira lhe escutar.

Mesmo assim, ganhar dinheiro como fisioterapeuta que ministra palestras têm muito mais vantagens do que somente o momento em que você fala com o público: é uma forma de reforçar o seu nome como uma referência em algum tema específico. 

Para dar palestras online, o que não falta são plataformas onde você pode compartilhar suas ideias de forma simples e sem complicação. Aqui, vale uma dica: você pode dar palestras abertas e cobrar, por exemplo, só pelo certificado. 

#03  Mentorias sobre fisioterapia

Agora, se você quiser ir além dos cursos e palestras, a melhor ideia é apostar em processos contínuos de capacitação nos quais, além de compartilhar o que você mais sabe, você poderá acompanhar o processo de evolução de seus alunos.

Este tipo de serviço se chama mentoria. Aqui, seu papel não é necessariamente transmitir conhecimentos técnicos somente. Você tem a possibilidade de orientar outros fisioterapeutas a desenvolver suas carreiras de acordo com escolhas fundamentadas em uma visão mais ampla.

Digamos que você tem suficiente experiência de gestão de uma clínica de fisioterapia. Neste caso, você vai orientar outros empreendedores a montar seus próprios negócios e mostrar o que precisam fazer para que suas marcas encontrem o caminho do sucesso.

E se seu campo de conhecimentos tem mais a ver com alguma técnica, método ou tratamento em particular, é bem provável que você possa orientar outros profissionais a melhorarem o atendimento de seus pacientes, seguindo as suas recomendações.

Ampliando ainda mais o seu escopo de serviços possíveis, você pode ensinar as outras pessoas a ensinar. Para isso, o fundamental é saber como criar uma mentoria orientada à capacitação. Para isso, recomendamos que você procure um serviço que, basicamente, lhe ensine a ensinar. 

Não é estranho encontrar profissionais que acreditam que somente fazer uma faculdade vai resolver todos os problemas de suas vidas, uma vez que terminem a faculdade.

Isso pode ter funcionado antes, no século passado. Mas, agora, essa filosofia não tem mais lugar. As relações sociais são dinâmicas, a internet derrubou os muros da segregação dos conhecimentos e, hoje, você pode interagir com um fisioterapeuta do outro lado do mundo e aprender algo incrível.

Se fazemos tudo na internet, podemos aproveitar o potencial do marketing digital para criar novos mercados e desenvolver novas formas de levar a palavra do conhecimento para as redes e para quem esteja disposto a conhecer você. 

Talvez você seja o fisioterapeuta do outro lado do mundo e alguém queira aprender com você. Mas você tem que criar a ponte entre seu conhecimento e seu público, e nada melhor do que aproveitar a internet para fazer isso. 

Gostou da ideia de ganhar dinheiro sendo fisioterapeuta, mas sem clinicar? Então comece agora mesmo a trilhar seu futuro de sucesso!

Descubra como a fisioterapia pode auxiliar na correção da sua mordida

O posicionamento inadequado dos dentes, a má formação do maxilar e dos ossos faciais são comuns e podem ser iniciados desde o nascimento do primeiro grupo dental permanente. Nesses casos, a correção da mordida pode ser necessária para recuperar a cavidade e a qualidade de vida.

Problemas com o encaixe das arcadas dentárias causam diversas disfunções no cotidiano do paciente, dentre elas a dificuldade na mastigação e na fala, sendo capaz de causar dores na cabeça e pescoço, além de afetar o crescimento. 

Por isso, a correção da mordida se mostra fundamental para manter um sorriso bonito e, principalmente, saudável.

Apesar de ser um processo que se inicia tão cedo, o tratamento de alinhamento dos dentes pode demorar mais tempo a ser iniciado e está cada vez mais comum entre a população adulta. 

Isso porque, além dos benefícios físicos na saúde do paciente, essas correções deixam o sorriso mais harmonioso e equilibrado, o que auxilia na manutenção da autoestima e confiança. No entanto, em alguns casos, a má oclusão pode precisar de cuidados especiais e adequados às fases.

A importância da fisioterapia no ajuste da má oclusão

A área odontológica responsável por reparar as potenciais deformidades no desenvolvimento ósseo – conhecido como má oclusão – é a ortodontia. 

Ela utiliza acessórios bucais, como o aparelho dental invisivel, para auxiliar no reposicionamento dos dentes, criar espaço para o encaixe, entre vários outros tratamentos.

Contudo, esse procedimento vai depender da complexidade de cada um dos casos e do nível do desenvolvimento ósseo do paciente. 

Por isso, o ortodontista é quem deverá realizar o diagnóstico, recomendando o melhor tratamento para a sua situação específica. 

Apesar disso, em alguns casos, por mais eficientes que sejam, o uso do aparelho fixo metálico ou aparelho invisivel, pode ser insuficiente para a correção completa da má formação e será recomendada a cirurgia ortognática.

Por ser uma cirurgia de grande complexidade, a recuperação irá exigir o auxílio da fisioterapia como parte fundamental do processo de cura, acelerando a regeneração dos movimentos da mandíbula, diminuindo o inchaço e ajudando a restaurar por completo a sensibilidade facial, além de contribuir para a melhora da mastigação.

Com a recomendação e liberação do dentista responsável pela cirurgia, a fisioterapia poderá ser iniciada logo nos dias seguintes ao procedimento cirúrgico.

O que causa a mordida incorreta?

Mas, afinal, o que pode causar a má oclusão? 

A origem da disfunção da mordida pode ser causada por diversos fatores, como:

  • Alimentação inadequada no período do desenvolvimento ósseo;
  • Uso contínuo de chupetas e mamadeiras na infância;
  • Maus hábitos, como chupar o dedo;
  • Incompatibilidade no tamanho dos dentes e da gengiva;
  • Genética relacionada à formação dos ossos faciais.

Os dentes de leite são responsáveis pelo auxílio na alimentação e na fala durante a primeira infância, mas também reservam os lugares em que os dentes fixos deverão ocupar quando nascer. 

Se a criança perder os dentes de leite antes do tempo certo (por causa de problemas com cáries e acidentes de quebras), os dentes fixos começam a nascer sem o espaçamento adequado. 

Do mesmo modo, a inadequação dos cuidados dessa estrutura também pode impactar na formação da arcada permanente.

O costume de manter a língua em repouso apoiada nos dentes inferiores também pode auxiliar no deslocamento desses dentes para frente, desalinhando a mandíbula.

Procedimentos estéticos e a má oclusão

Ainda que a correção ortodôntica seja mais comumente realizada durante a adolescência, a procura pelo tratamento tem aumentado muito entre os adultos de 30 a 40 anos. 

No entanto, outros procedimentos também podem ser realizados, antes, após ou mesmo para contribuir com o alinhamento.

A lente de contato dental, por exemplo, é um tratamento cosmético que funciona como meio de melhorar a aparência dos dentes e do sorriso, mas esse procedimento é superficial e não afeta a estrutura do dente ou a mandíbula. 

Portanto, os dentistas recomendam que o tratamento de alinhamento, com o uso de aparelhos, seja realizado e finalizado antes da aplicação das lentes de contato.

Já o implante dentário não resulta em grandes problemas para a realização do procedimento ortodôntico. 

Mas para isso, é necessário que ocorra a reabilitação em conjunto com a ortodontia, pois a prótese fixada durante o implante é presa no osso com pinos de titânio e por isso não podem ser movimentadas como os demais dentes. 

Inclusive, há modelos de aparelhos próprios para a colocação de implantes, principalmente nos casos em que não há espaço adequado para a estrutura/peça que substituirá a dentição.

Já tratamentos menos invasivos, como o clareamento dental, não apresentam nenhum impedimento para o início do uso do aparelho, mas são mais indicados para serem realizados após o tratamento.

Inclusive, ele é um bom aliado para a remoção das manchas causadas pelo procedimento ortodôntico. 

 

No entanto, é preciso lembrar que pacientes que ainda estão usando o aparelho, devem aguardar até o fim do procedimento, para só então começar algum tratamento para embranquecer os dentes, evitando que manchas ocorram – principalmente nos modelos fixos.

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe do blog Lógica de Mercado, uma rede de conteúdos para alavancar negócios e proporcionar mais qualidade de vida e saúde.

Fisioterapia desportiva: quem pode realizar e suas etapas

A fisioterapia desportiva combina atividades e modalidades terapêuticas para fazer com que os atletas voltem ao seu padrão, garantindo a prevenção ou reversão da inatividade.

A área da fisioterapia possui muitas vertentes, uma delas é a desportiva, que possui um programa dinâmico de exercícios pensado especialmente para os atletas.

Trata-se de uma combinação de atividades e modalidades que permitem que os atletas voltem ao seu nível normal. 

Ela é importante para garantir condicionamento físico, prevenindo e revertendo efeitos de inatividade. Assim, o profissional estará recuperado e pronto para as competições. 

Aliás, esse tratamento pode até melhorar o desempenho do atleta, sempre atendendo às suas necessidades individuais e mantendo atenção em sua reabilitação.

Quando vemos essas pessoas atuando em suas modalidades, não imaginamos que para que elas possam ter um bom desempenho, é necessário todo um trabalho voltado à melhoria contínua de seu condicionamento físico.

O fisioterapeuta tem papel fundamental nisso, e é ele quem garante que o atleta participe de competições com plena saúde e boa atuação.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é fisioterapia desportiva, sua funcionalidade, etapas do tratamento e sua importância. Acompanhe o texto.

O que é fisioterapia desportiva?

De acordo com a COFFITO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional), a fisioterapia desportiva é conhecida como uma especialidade desde 2007.

Trata-se de uma área que promove atenção básica à saúde dos pacientes, por meio de diagnóstico cinético-funcional e eleição e execução de métodos fisioterapêuticos, e tem como funcionalidade:

  • Prevenção de lesões nos atletas;
  • Atendimento emergencial do atleta;
  • Reabilitação de lesões esportivas;
  • Reinserção do atleta ao esporte.

Além do esporte em si, os atletas praticam outros exercícios, como esteira para academia, que exigem condicionamento muscular e articular acima do usual do organismo humano.

Com isso, ocorre o que chamamos de sobrecarga do sistema musculoesquelético. 

Além disso, essas pessoas estão expostas a mudanças bruscas de direção de corridas, interrupções não programadas de movimentos e outras atividades que aumentam o impacto articular.

O tempo de descanso entre os treinos é reduzido, impedindo que o corpo se recupere de um treinamento enquanto outro já começa a ser colocado em prática.

Isso colabora para o surgimento de lesões, que leva ao afastamento do atleta, afetando seu lado físico e psicológico.

Os clubes passaram a investir mais em prevenção de lesões, visto que isso impede o afastamento do profissional e diminui os custos com as reabilitações.

Daí a necessidade de contar com um fisioterapeuta esportivo para garantir a integridade da capacidade física dos atletas.

Juntamente com um nutricionista esportivo, são prevenidas lesões por meio de exercícios em grupo. Contudo, é necessário que o fisioterapeuta esteja atento aos índices epidemiológicos referentes às lesões de determinado esporte.

É dessa forma que ele reforça grupos musculares, impedindo as lesões. Também é importante que ele conheça o gesto esportivo, fortalecendo os músculos importantes para tal movimento.

É comum que os exercícios de fortalecimento muscular sejam tão predominantes durante o treinamento, que o atleta não realize adequadamente um treino de flexibilidade.

O alongamento muscular previne lesões e melhora o condicionamento do atleta, parte disso a necessidade de o fisioterapeuta realizar o treino de flexibilidade adequado e regular.

Também é papel do fisioterapeuta orientar quanto à postura adequada para a realização dos exercícios, desde a preparação física até o treino técnico.

Ele também precisa acompanhar os treinos e campeonatos, para que possa prestar serviços como terapia manual ou qualquer outra necessidade.

Esse profissional pode executar técnicas de primeiros socorros, bandagens, cuidados com feridas, enfaixamento e terapia respiratória.

A reabilitação de lesões esportivas é a atuação mais comum e seu objetivo é preparar o atleta para que ele volte a atuar. 

O fisioterapeuta trabalha na reabilitação funcional da pessoa, por meio de recursos como eletroterapia, pilates, dentre outros.

Ele também atua em períodos de pós-operatório devido a traumas e lesões, e também provenientes de outras origens.

Esse profissional acompanha o atleta que está voltando à prática esportiva. Para isso, são feitos exercícios funcionais, por meio de gestos motores realizados no esporte.

Sendo eles fundamentais durante a fase de recuperação, reforço específico dos músculos mais atuantes, treino sensório, motor e exercícios pliométricos.

Dentro de uma academia com espaço kids onde os atletas treinam, é fundamental que o fisioterapeuta, o treinador e o preparador físico troquem informações.

É assim que eles estabelecem uma carga adequada de treinamento e movimentos que podem ser realizados, favorecendo o retorno do atleta e diminuindo as chances de lesões.

Etapas da fisioterapia desportiva

O tratamento é guiado pelo entendimento de que cada paciente é único, portanto, cada etapa leva isso em consideração. Sendo essas etapas:

Avaliação clínica

Também conhecida como anamnese, é uma primeira conversa para entender como é o cotidiano do atleta, suas dificuldades rotineiras, seu grau de comprometimento e outras situações consideráveis para o diagnóstico.

O atleta deve ser fraco, visto que a ausência de informação pode impactar o trabalho do fisioterapeuta. Então, cada detalhe só tem a colaborar com o tratamento.

Ao ir até o consultório indicado no cartão de visita pessoal, são abordadas questões sobre histórico de saúde do paciente, doenças pregressas, condições limitantes, rotina diária, dentre outras questões.

Avaliação física

Durante essa etapa, são utilizados movimentos guiados pelo fisioterapeuta esportivo, para verificar condições das articulações, alterações biomecânicas, desequilíbrios e desalinhamentos, extensão de movimentos, dentre outras possibilidades.

Por meio de técnicas e equipamentos, o fisioterapeuta também avalia força, desequilíbrio, mobilidade, resistência e flexibilidade do atleta.

Diagnóstico

Com base em todas as informações coletadas, o fisioterapeuta fecha um diagnóstico e a partir disso pode traçar um plano estratégico.

Plano estratégico

Em sua cadeira alta para escritório, o profissional vai avaliar a realidade do atleta, então, consegue combinar sessões de exercícios e aplicações de técnicas necessárias para o tratamento.

Portanto, ele alinha a frequência dos exercícios, modalidade terapêutica, grau de intensidade do exercício, acompanhamento das atividades, acompanhamento do progresso e prognóstico.

Os tratamentos mais conhecidos são aqueles voltados para distensões musculares, entorses, ruptura de ligamentos e outras lesões comuns.

Benefícios e importância

Todo atleta precisa ser disciplinado e cuidar de sua condição física nos mínimos detalhes. 

Portanto, ele segue um plano alimentar individualizado, segue uma rotina de exercícios e conta com profissionais importantes, como os fisioterapeutas.

A fisioterapia desportiva é importante por conta dos benefícios que traz aos atletas, como recuperação mais rápida e eficiente.

Esse tratamento é elaborado por um profissional especializado, como foco no paciente, procurando acompanhá-lo cuidadosamente, o que garante uma recuperação mais rápida.

A recuperação é mais eficiente também por conta da correção de posturas e movimentos que podem prejudicar a evolução do atleta.

Outra vantagem é a prevenção de lesões e traumas, pois com a orientação e acompanhamento do fisioterapeuta, é possível corrigir postura, pisada e outros movimentos que podem prejudicar o condicionamento físico.

No caso de uma pessoa que está fazendo aula de natação para iniciantes, é uma forma de fortalecer os músculos e as articulações, prevenindo traumas e lesões.

A reversão de condições relacionadas é outro benefício, pois dependendo da gravidade da lesão, o atleta pode ser afastado de suas atividades.

Essa parada interfere no condicionamento físico e na qualidade de vida da pessoa, uma vez que pode ocorrer perda muscular, redução de movimentos, perda de flexibilidade, entre outras condições.

Todas elas são incluídas no plano traçado pelo fisioterapeuta, para garantir que o atleta recupere sua condição física.

Além disso, essa modalidade de fisioterapia também tem como vantagem a melhora do condicionamento físico, tendo em vista que corrige posturas e movimentos, fortalece músculos e articulações e otimiza os movimentos.

Tudo isso faz com que o atleta tenha melhor desempenho, o que, consequentemente, vai impactar em sua qualidade de vida.

Existem fatores subjetivos que impactam a qualidade de vida, como no caso da insegurança decorrente de traumas e lesões, medo de passar por essa situação novamente ou até mesmo medo da dor provocada.

Aliás, o medo da dor pode se tornar um fator limitante para o atleta, mas a fisioterapia desportiva também atua nesse sentido porque traz segurança ao proporcionar fortalecimento físico e correções ao longo do tempo.

Conclusão

A fisioterapia desportiva promove a saúde e o bem-estar dos atletas, independentemente da modalidade esportiva que praticam.

Ela une saúde física e psíquica, permitindo que os profissionais do esporte e até mesmo esportistas não profissionais possam ter pleno condicionamento físico para suas atividades.

Neste artigo, você aprendeu um pouco mais sobre essa modalidade, de que forma ela pode ajudar as pessoas, suas etapas e os benefícios para a saúde de quem ama praticar esporte ou vive dele. 

5 principais diferenças entre fisioterapia e fisioterapia esportiva

Quando sentimos uma dor ao praticar uma atividade física ou uma tarefa do cotidiano, logo pensamos em procurar um médico e iniciar um tratamento com fisioterapia. No entanto, essa especialidade possui diversas modalidades que nem sempre são muito conhecidas.

 

O ponto que une todas as especialidades que envolvem a fisioterapia é o foco em reabilitação, que foi o que motivou o surgimento da prática. A fisioterapia, como a ciência que conhecemos, tem sua origem no período entre a 1ª e a 2ª Guerra Mundial. 

 

Por contar com um amplo número de pessoas machucadas e com restrições físicas para a recuperação, foi necessário estruturar a ciência da fisioterapia, embora se saiba que a ideia de reabilitação através de movimentos, terapia manual e exercícios seja muito mais antiga. 

 

O fisioterapeuta atua em um local específico no corpo de atendimento de hospitais, pois se sabe que a recuperação e manutenção de condições físicas dependem da realização de fisioterapia em todos os passos do tratamento.

 

No mesmo sentido, o fisioterapeuta esportivo tem lugar entre os atletas profissionais, sendo essencial para a prática de esporte de alto rendimento. Inclusive, entre praticantes amadores, o profissional é cada vez mais procurado.

 

Assim, você deve estar se perguntando qual a diferença entre a fisioterapia e a fisioterapia esportiva. É sobre isso que vamos abordar neste artigo, bem como as formas de atuação do profissional de cada uma das especialidades. Acompanhe!

O que é a fisioterapia convencional?

Quando se fala em fisioterapia convencional, a tendência é que se pense em exercícios e práticas para restabelecimento físico após uma cirurgia ou algum evento que impacte principalmente na locomoção e realização de atividades cotidianas.

 

O que se tem no senso comum é que se trata de uma especialidade que apenas dá suporte à parte médica, em especial em áreas ligadas à ortopedia. Os cuidados com o restabelecimento motor são, contudo, apenas uma parte do que é a fisioterapia.

 

Hoje em dia, a área se divide em diversos segmentos, como neurológica, respiratória, pélvica, entre outras, com focos em diferentes demandas, desde melhorar a capacidade pulmonar, fazer um check up geral e até mesmo auxiliar na preparação para parto normal. 

 

Não necessariamente se trata apenas de reabilitação, pois a fisioterapia também tem a função de prevenir lesões e melhorar a qualidade de vida, especialmente quando há alguma demanda específica, como idade avançada ou gestação. 

 

Assim, tanto quanto a fisioterapia esportiva, a versão convencional pode (e deve) ser procurada muito antes de qualquer problema ocorrer, afinal, é possível que o profissional possa orientar mudanças que trarão impacto no dia a dia. 

 

Um ponto interessante da atuação do fisioterapeuta é na reeducação postural, pois mesmo que muitos compreendam isso como “sentar reto”, cuidar da postura vai muito além: desde trabalhar em cadeira alta para escritório até dobrar os joelhos ao escovar os dentes. 

 

Dessa forma, ter o acompanhamento de um fisioterapeuta pode garantir maior longevidade, menos dores e menor risco de ter doenças relacionadas a vícios corporais, caminhando por questões posturais até na respiração pouco profunda. 

 

Outra questão que pode ser abordada é, embora não seja o foco específico da fisioterapia convencional, realizar tratamento com profissional pode inclusive reduzir ansiedade, melhorar sono e trazer uma sensação de bem-estar geral.

Do que se trata a fisioterapia esportiva?

Na especialidade esportiva, a fisioterapia adquire outros contornos. O foco da prática é dar condições físicas para que atletas, profissionais ou amadores, possam obter o melhor desempenho na modalidade escolhida. 

 

Dessa especialidade, um ponto a ser combatido é não imaginar pessoas de terceira idade sendo atendidas. Isso, porém, é um engano, uma vez que pessoas mais velhas são o público ideal para realização da fisioterapia esportiva, já que também são ativas. 

 

Outra questão relevante é que a fisioterapia esportiva tem sua função antes, durante e depois da prática de esportes, pois para iniciar qualquer atividade física, até mesmo aula de natação para iniciantes, é importante consultar um profissional da área. 

 

Enquanto a atividade esportiva é realizada, os ensinamentos e orientações passadas durante a fisioterapia podem ser essenciais para a melhor execução dos movimentos e prevenção de lesões.

 

A fisioterapia esportiva também promove o fortalecimento, protege as articulações e ossos e evita que haja esforço muscular além do adequado, podendo se converter em torções e demais machucados que diminuem o rendimento do esportista. 

 

Essa prática tem uma exigência para além da fisioterapia convencional: o relógio. Isso porque tem o dever de levar o atleta de volta à prática esportiva o mais rápido possível, garantindo que não haja perda de condicionamento físico. 

 

Então, quando há uma lesão, um dos pontos chave do tratamento com fisioterapia é promover a reabilitação mais rápida, manter o condicionamento físico e realizar o recondicionamento, caso demore mais para restabelecer o atleta. 

 

Por isso, a fisioterapia esportiva se vale de diversos tipos de procedimentos para obter resultados, como uso de aparelhos que trabalhem as ondas eletromagnéticas da região afetada para gerar estímulos, o fortalecimento com anilha para academia, massagens, etc. 

Como saber qual tipo de fisioterapia devo buscar?

Embora os pontos de atuação sejam bem similares, existem alguns aspectos que tornam as práticas mais distantes. Mesmo que um fisioterapeuta convencional possa oferecer bom atendimento, dependendo do caso, apenas o esportivo acertará em cheio.

1 – Origem da lesão

O fisioterapeuta convencional trabalha com reabilitação em processos com diversas origens, desde cirúrgica até mesmo questões genéticas que impactam na qualidade de vida, como maior tendência a problemas da coluna. 

 

Assim, deverá estar preparado para receber todo tipo de situação, enquanto o fisioterapeuta esportivo terá seu foco em lesões geradas dentro da atividade esportiva ou que a impactem de forma significativa. 

 

Isso não quer dizer que outro tipo de machucado não poderá ser alvo da fisioterapia esportiva, mas que, geralmente, esse profissional estará habilitado a lidar com lesões complexas que sejam causadas dentro do esporte. 

 

Com isso, o trabalho de fisioterapia fica mais focado e oferece mais condições para que haja o restabelecimento mais rápido do paciente. 

 

2 – Tipo de paciente

Da mesma forma que as lesões podem ter diversas origens, o fisioterapeuta convencional não se reduz a um público específico, mas na lesão apresentada e que esteja dentro da sua prática de atuação. 

 

O fisioterapeuta esportivo, por sua vez, terá mais campo de atuação entre atletas. Não é necessário que sejam praticantes de alto rendimento, inclusive, a maioria não o é. 

 

Porém, o profissional estará mais habilitado para dar suporte e direcionar o fortalecimento entendendo melhor as demandas, o que acontece no contexto esportivo. 

 

O fisioterapeuta esportivo, embora tenha conhecimento para tanto, não é o mais indicado para auxiliar uma criança a andar, por exemplo. 

3 – Objetivo do tratamento

Nesse ponto, é mais simples delimitar o objetivo do tratamento na fisioterapia esportiva: prevenir e acelerar o processo de restabelecimento de lesões para que o atleta possa retornar, o mais rápido possível, para sua atividade. 

 

Obviamente, outras questões físicas são tratadas, uma vez que o corpo não é apenas solicitado durante a prática de esporte, então o fisioterapeuta esportivo lançará um olhar sob a postura, condicionamento físico e realização de atividades cotidianas. 

 

No entanto, o foco do tratamento será preparar o corpo para performar de forma mais eficiente e segura na prática esportiva, bem como tê-lo restabelecido quando uma lesão ocorrer. 

 

Outro ponto é que a fisioterapia esportiva costuma ser motor, mas não necessariamente, já que outras questões também impactam no desempenho, como capacidade pulmonar e tempo de reação. 

 

Assim como um nutricionista esportivo, o fisioterapeuta esportivo terá um cuidado com toda a saúde do paciente, mas o foco realmente é torná-lo apto para a prática da atividade física escolhida.

4 – Formas de tratar 

Um ponto comum entre as fisioterapias convencional e esportiva é que o tratamento deverá ser individualizado, levando em consideração as particularidades do organismo de cada paciente e suas demandas. 

 

Contudo, os recursos empregados podem ser diversos e mais voltados para o objetivo fixado para o restabelecimento ou preparo físico. 

 

Assim, o uso de aparelhos como biofeedback ou práticas como a bandagens são comuns, mais empregadas por um ou outro. 

 

A fisioterapia esportiva será composta, em grande parte, por exercícios físicos funcionais, que promovam o fortalecimento, cuidem do condicionamento físico do paciente durante a recuperação de uma lesão e que facilitem a recuperação. 

 

Embora não seja regra, dificilmente exercícios estarão fora do programa desenhado pelo fisioterapeuta esportivo exclusivamente para o paciente, como um plano alimentar individualizado, ao passo que nem sempre são indicados na fisioterapia convencional.

5 – Local de atuação 

Por fim, outro ponto que diferencia a fisioterapia convencional de sua especialidade esportiva é o local de atuação. Embora não seja regra, geralmente os profissionais têm sua atuação típica em determinados espaços. 

 

O fisioterapeuta convencional atuará, em ambientes como:

 

  • Hospitais, junto a pacientes internados;
  • Clínicas de fisioterapia;
  • Atendimento domiciliar; 
  • Casas de repouso; 
  • Ambulatórios. 

 

Ainda que o fisioterapeuta esportivo possa atuar em todos os lugares que o fisioterapeuta convencional atende, geralmente ele é mais solicitado em associações esportivas, como clubes de futebol, em clínicas de fisioterapia especializada e academias. 

 

O profissional esportivo também poderá atuar junto a um atleta específico, como parte de seu departamento médico, e realizar visitas domiciliares, atuando como autônomo que divulga seu cartão de visita pessoal

 

Seja qual for a especialidade e a necessidade, ser acompanhado por um fisioterapeuta pode garantir maior qualidade de vida e longevidade, passando distante de lesões e machucados que atrapalham a prática de esportes e atividades do cotidiano.

Por que a fisioterapia esportiva é tão importante?

Entre atletas profissionais, já é sabido que a fisioterapia esportiva é um dos pilares tanto para se ter um bom desempenho, quanto para a prática constante e um bom treinamento. 

 

Esta última, no entanto, tem benefícios não só para aqueles que se dedicam de forma profissional, mas também para todos que praticam algum esporte de maior impacto ou que seja mais cansativo para o corpo. 

 

Afinal, nos últimos anos, mais pessoas têm se conscientizado da necessidade de realização de esportes, bem como há uma popularização de academias e centros esportivos, fazendo com que mais pessoas se exercitem. 

 

Com isso, a fisioterapia esportiva deixa de ser uma exclusividade de profissionais e passa a integrar o dia a dia de muitos indivíduos que desejam ter um bom desempenho na modalidade escolhida, bem como cuidar do corpo para evitar e tratar lesões. 

 

Para saber do que se trata a fisioterapia esportiva e por que ela se mostra tão importante, é só acompanhar a leitura deste artigo.

Qual é a função da fisioterapia esportiva?

A fisioterapia esportiva, como um ramo da fisioterapia convencional, tem foco na reabilitação após lesões, mas não apenas isso. É também uma chave para evitar que as lesões aconteçam, melhorando o desempenho do atleta na modalidade em que atua. 

 

A fisioterapia esportiva faz parte das especialidades que dão suporte para que um atleta possa se desenvolver dentro da medicina esportiva, como o nutricionista esportivo, o ortopedista, entre outros. 

 

Como uma especialidade da medicina esportiva, consiste também em uma junção de exercícios e métodos diversos, que buscam melhorar a estrutura corporal, a fim de evitar uma possível lesão na prática esportiva. 

 

Dessa forma, o objetivo principal dessa área não é apenas buscar a melhora mais rápida quando ocorre algum problema, mas sim, cuidar do corpo para que haja maior resistência biomecânica, voltando-se para prevenir lesões e garantir uma excelente performance.

 

Para isso, alguns exercícios também são empregados, com a utilização de bolas de pilates, esteira para academia e caneleiras com pouco peso, com a intenção de que haja um fortalecimento maior para a prevenção de lesões no corpo. 

 

Deve-se ter em mente ainda que, quando há o período de recuperação de uma lesão, há também uma perda em termos de condicionamento físico, pois o atleta, profissional ou não, precisará ficar afastado da atividade enquanto há o restabelecimento do organismo. 

 

Nesse caso, a fisioterapia esportiva aparece em diversas formas de atuação, garantindo que haja uma recuperação mais rápida, havendo menor perda de forma física para a atividade, bem como atuará para realizar o recondicionamento, quando houver o retorno. 

 

Outro objetivo principal da especialidade é garantir que o atleta esteja em seu melhor desempenho funcional, físico e biomecânico, para que possa se aprimorar e encontrar mais sucessos na prática esportiva e que a boa forma se torne um cartão de visita pessoal

 

Para isso, a fisioterapia esportiva trabalha com um misto de conhecimentos de especialidades análogas, como a ortopedia, a traumatologia, a fisioterapia esportiva e a própria medicina esportiva como um todo. 

 

Isso torna o fisioterapeuta esportivo apto a tratar e acompanhar diversos tipos de lesões, oferecendo as melhores opções dentro dos métodos, exercícios e procedimentos presentes na especialidade. 

A atuação do fisioterapeuta esportivo

O fisioterapeuta esportivo atua, antes de mais nada, na realização de avaliações clínicas para que possa oferecer exatamente o que cada paciente precisa, individualizando o programa que será adotado, podendo variar de acordo com a situação da pessoa. 

 

Assim, não há espaço para padronização dos exercícios porque, ainda que a lesão seja a mesma, o organismo do atleta não será, então cada caso precisa ser analisado rigorosamente para que o plano de atuação seja montado para o paciente. 

 

Assim como um nutricionista realiza um plano alimentar individualizado, o fisioterapeuta esportivo também deve individualizar o programa para cada paciente, pois cada pessoa tem necessidades diversas e precisa de acompanhamento específico, com diversas práticas.

 

Essas práticas poderão ser exercícios e, frequentemente serão. Mas, há toda uma gama de recursos que o fisioterapeuta esportivo pode lançar mão na busca por fortalecimento, prevenção, recondicionamento físico e recuperação de lesões causadas pelo esporte. 

 

Entre os recursos presentes para que o profissional da área possa promover a recuperação e prevenção no paciente, estão:

 

  • Exercícios funcionais;
  • Massagens;
  • Liberação miofascial;
  • Utilização de aparelhos;
  • Eletroterapia
  • Bandagens;
  • Biofeedback;
  • Eletromiografia.

 

O fisioterapeuta, após a avaliação, realizará um estudo para fixar qual será o programa que trará mais benefícios para o paciente, garantindo que o objetivo seja atingido, dentro da necessidade que o paciente apresenta. 

 

Assim, geralmente, há um mix de práticas para que os resultados sejam atingidos com a mistura de estímulos. Entre as possibilidades presentes, atualmente se destacam o uso da tecnologia em prol da fisioterapia esportiva. 

 

Alguns aparelhos, como a eletroterapia, que tem como finalidade modificar os tecidos que são estimulados, podendo criar contrações ou relaxamento nos músculos através de uso de eletrodos que são fixados na pele e transmitem ondas eletromagnéticas. 

 

Outra possibilidade é a eletromiografia, que também atua com ondas eletromagnéticas, mas possui o objetivo de realizar diagnósticos e quantificar a atividade celular nervosa. 

 

O biofeedback, por sua vez, tem por princípio estimular que o paciente regule de forma voluntária as reações fisiológicas. 

 

Há ainda possibilidade de realizar a terapia manual, que consiste na mobilização com as mãos para que haja mais rápida recuperação. Esse tipo de terapia também pode ser feito com a liberação miofascial, que consiste em soltar a fáscia. 

 

A fáscia pode ser considerada uma espécie de membrana que recobre diversos tecidos e, neste caso, que recobre os músculos e tem funções como evitar atritos e realizar função cognitiva entre tendões, grupos musculares e ossos. 

 

Quando há uma tensão, que pode ser causada até mesmo pelo uso de cadeira alta para escritório, esse tecido fica rígido, espesso e aderido ao músculo. Nessas situações, pode acontecer de precisar ser realizada a liberação miofascial. 

 

Outra recomendação comum da fisioterapia esportiva são o uso de bandagens, que realizam a compressão e imobilização, facilitando a recuperação e, até mesmo, fazendo com que a recuperação seja mais rápida. 

 

Além disso, o fisioterapeuta pode auxiliar na elaboração de uma reeducação postural, que fará com que atividades cotidianas sejam menos potencialmente lesivas ao atleta, sendo este profissional ou não. 

 

Deve-se ter em mente que, em qualquer atividade física, existe a possibilidade de desequilíbrios e lesões de maior potencial serem gerados. Portanto, ser acompanhado por um fisioterapeuta esportivo é essencial para garantir a saúde, além da prática esportiva. 

 

Mesmo que a atividade escolhida seja aula de natação para iniciantes, se os movimentos não forem bem acompanhados por um profissional da área, que tenha formação específica para dar orientações específicas, há riscos de lesões. 

 

Por isso, assim que escolher um esporte ou atividade física para se exescitar, é importante também procurar um fisioterapeuta esportivo para que o acompanhe. 

Principais benefícios da prática de fisioterapia esportiva

Os benefícios de se realizar um bom acompanhamento com fisioterapeuta esportivo ultrapassam o tempo e espaço, no sentido de que traz bons efeitos para toda a vida, ao contrário de uma prática esportiva sem assistência. 

 

É muito comum que se saiba que atletas de alto rendimento têm vida esportiva curta, pois estão constantemente sujeitos a lesões que poderão retirá-los de sua vida profissional. Isso também pode acontecer entre praticantes usuais de atividade física. 

 

O fato é que, mesmo trazendo inúmeras vantagens para a saúde, a prática de esportes tem também potencial para criar lesões imediatas, que também se manifestam apenas após alguns anos de prática. 

 

Por isso, ter o acompanhamento de um profissional de fisioterapia esportiva desde o começo pode ser essencial para garantir que a modalidade escolhida esteja fazendo realmente bem para seu corpo. 

 

Além disso, um check up geral é recomendado para o início de qualquer atividade física, não somente passando por um médico cardiologista ou clínico geral, mas também um fisioterapeuta esportivo que possa realizar uma avaliação. 

Considerações finais 

Seja qual for a modalidade escolhida, é fundamental que o fisioterapeuta esportivo esteja entre os profissionais que acompanham o atleta, profissional ou não. Isso é recomendado uma vez que pode garantir que lesões sejam prevenidas. 

 

Além disso, ter o acompanhamento de um profissional qualificado pode fazer com que o atendimento seja mais rápido, além de mais preciso e que possa oferecer um tempo de recuperação mais curto. 

 

Isso faz com que o retorno para o esporte escolhido seja facilitado, porque haverá menos perda de condicionamento físico, o que sempre ocorre quando há algum afastamento. Por isso é que o atendimento com fisioterapeuta esportivo será sempre recomendado. 

 

Portanto, o que se deve ter em mente é que escolher um profissional que seja capacitado e que possa dar o atendimento que deve ser realizado em cada caso é um dos pilares de um bom desempenho e de conseguir um ótimo rendimento na modalidade escolhida.

iOS: saiba tudo sobre o sistema do iPhone

Sistema é considerado um dos melhores por manter atualizações constantes.

 

Quem é usuário de dispositivos Apple ou conhece um pouco sobre a empresa, sabe que ela faz questão de manter certa exclusividade em todos os produtos. Com o iPhone não é diferente: o sistema operacional do smartphone é especialmente desenvolvido para oferecer uma experiência única de navegação.

 

Desde 2019, o iOS passou a ser exclusivo para o iPhone, com os iPads funcionando com o sistema iPadOS e os computadores com o macOS. Isso permite que cada dispositivo tenha suas funcionalidades otimizadas, bem como os softwares compatíveis com cada um deles.

 

A seguir você relembra um pouco da história do sistema operacional Apple, até chegar à versão 14.4.

iOS: os primeiros anos

A versão inicial do iOS funcionava no primeiro iPhone e nos iPods, até então os únicos dispositivos móveis fabricados pela Apple. Na época, as atualizações do sistema eram vendidas, separadamente, por cerca de $20.

 

As funcionalidades ainda eram limitadas:

 

  • duplo clique no botão inicial para ativar atalhos;
  • aplicativos;
  • reorganização da ordem dos apps na tela inicial;
  • alternância de conexões WiFi e EDGE.

 

A partir da versão 3.0, em meados de 2009, o iOS passou a ser compatível com os iPads, permitindo o compartilhamento de vídeos do YouTube no Facebook, compatibilidade com teclados sem fio e reprodução de vídeos em 720p.

 

iOS 9

A partir do iOS 9, que chegou com os iPhones 6 e 6S, as funcionalidades do sistema foram ficando mais próximas do que conhecemos hoje. As principais mudanças foram na navegação multitasking, introdução do 3D Touch e a compatibilidade com os Apple Watch e o aplicativo Saúde.

iOS 10 e 11

 

A versão 10 do iOS trouxe ainda mais recursos, como a interação da Siri, assistente inteligente da Apple, com diversos aplicativos, como o WhatsApp; pesquisa de imagens na biblioteca por palavras-chave, opções de acesso com a tela bloqueada e melhorias na câmera.

 

Comemorando os 10 anos do iOS, a Apple trouxe inúmeras novidades, como o reconhecimento facial para desbloqueio da tela, ligação de emergência com toques no botão de energia, modo retrato na câmera, emojis animados, relatório médico para acesso em emergência e ainda mais compatibilidade com acessórios da marca.

 

iOS 14

Lançado em 2020, o iOS 14 foi o que mais apresentou mudanças visuais no sistema, onde os usuários passaram a contar com a possibilidade de adicionar widgets na tela inicial, personalizando a navegação dos aplicativos mais usados. Eles também ganharam funções dinâmicas, que mostram informações em tempo real de acordo com as configurações do usuário.

 

Outro ponto relevante foi a biblioteca de apps, algo presente há muito tempo nos dispositivos Android, e que permitiu que os usuários de iOS tivessem uma lista completa dos aplicativos instalados, organizados automaticamente em pastas.

 

As notificações de ligações recebidas também passaram por mudanças, exibindo apenas um banner na parte superior da tela. Para quem está acostumado com o modo antigo, que ocupa toda a tela, “interrompendo” a navegação, a forma de notificação pode ser alterada nos ajustes do aparelho.

 

Outra grande novidade foi o PiP (Picture in Picture), que permite que vídeos sejam reproduzidos enquanto o usuário navega por outras tarefas no iPhone. Tanto vídeos de sites como chamadas do FaceTime podem ser ativados com o recurso.

 

O iMessage, aplicativo nativo de mensagens dos iPhones, também passou por mudanças, ganhando mais praticidade na hora de encontrar conversas, que podem ser fixadas; uso de emojis personalizados e opção de respostas diretas.

 

A função de traduzir línguas em tempo real também chamou a atenção dos usuários, que podem escolher a tradução por texto ou áudio. A Siri também ficou mais inteligente, oferecendo mais recursos e com visual mais compacto: quando está ativada, há apenas uma esfera colorida na parte superior da tela.

 

O que é geladeira frost-free? Conheça a tecnologia

 

Entenda as vantagens, facilidades e diferenças em relação aos outros modelos.

 

Quem não se lembra da bagunça na cozinha em dia de descongelar a geladeira? Porta aberta, alimentos espalhados pelo ambiente, chão alagado e até um ventilador ligado para acelerar o processo. Felizmente, com o desenvolvimento da tecnologia, esse tipo de cena é cada vez menos comum.

 

Quase todos os aparelhos vendidos hoje vêm com alguma função para facilitar o degelo, e uma das tecnologias mais modernas é a frost-free. Se você quer uma cozinha equipada e mais praticidade no dia a dia, uma geladeira desse tipo precisa estar no topo da sua lista de desejos.

 

Do inglês, o termo frost-free significa “livre de congelamento”. Isso quer dizer que esse é um sistema de refrigeração capaz de evitar o acúmulo de gelo no congelador, o que significa, basicamente, que você não terá que descongelar a sua geladeira.

Como funciona?

Está se perguntando como pode ser possível que os alimentos sejam congelados sem a formação de gelo? A gente explica: esse tipo de refrigerador tem um sistema que é ativado automaticamente em curtos intervalos de tempo, em um processo que se auto-sustenta.

 

Essa bomba ou resistência — dois tipos de sistemas mais comuns — funciona gerando calor, que derrete o gelo que está começando a se formar nas laterais do freezer. Essa água, então, é canalizada para um pequeno reservatório.

 

O “segredo” desse sistema, é que esse reservatório fica em cima do compressor da geladeira, ou seja, está sempre quente. Assim, essa água evapora e, por uma ventoinha, esse vapor circula dentro do próprio aparelho, não gerando nenhum tipo de vazamento ou resíduo.

Quais são as vantagens e desvantagens?

Basicamente, com uma geladeira frost-free você não terá que fazer nada além de limpá-la com um paninho de tempos em tempos. Uma vantagem e tanto. A outra é que, por conta do vapor que circula dentro do aparelho, a tendência a acumular odores dos alimentos é bem menor.

 

A principal desvantagem é que as geladeiras frost-free ainda costumam ser consideravelmente mais caras que as suas concorrentes. Além disso, justamente para sustentar esse sistema complexo, podem consumir mais energia.

 

Uma dica é sempre verificar o selo que fala sobre a eficiência energética do aparelho antes da compra, pois já existem modelos frost-free que também são econômicos. Pode valer a pena pagar um pouco mais por eles porque a economia no longo prazo compensa o investimento.

E os outros tipos de degelo?

A tecnologia frost-free é a mais moderna e prática, mas não é a única que facilita o processo de descongelar a geladeira. É importante conhecer como cada sistema funciona antes de fazer a sua escolha. Para te ajudar, listamos e explicamos os tipos de degelo mais comuns:

Cycle Defrost

Geladeiras com esse sistema acumulam menos gelo e precisam ser descongeladas com menor frequência — a promessa é apenas duas vezes ao ano. Porém, de vez em quando, você ainda precisará ter esse trabalho.

Degelo manual

É uma opção para quem não pode pagar muito por uma geladeira, mas não é tão prático porque, de tempos em tempos, você terá que desligar o aparelho da tomada para que o gelo derreta e seja retirado. Costuma ter um reservatório ou gaveta para armazenar essa água até que você a retire e esvazie.

Degelo semiautomático

Esse sistema se parece com o degelo manual, com a diferença de que não precisa desligar a geladeira da tomada. Em geral, você aciona um botão que permite que a geladeira continue funcionando enquanto o freezer descongela. A água cai num reservatório que você deve esvaziar no final do processo.

 

Degelo seco

Algumas geladeiras com degelo semiautomático possuem sistemas de degelo seco, que são um pouco mais práticos, já que a água não precisa ser retirada, pois cai em um local onde, na sequência, evapora sozinha.

 

 

 

 

 

 

9 benefícios dos Coworkings para o bem-estar e o bem profissional

Os escritórios de coworking oferecem uma grande variedade de vantagens para quem começa sozinho, incluindo oportunidades …

Atendimento fisioterapêutico online: como realizá-lo da melhor forma

Existem diversas maneiras de conseguir aprimorar um negócio e graças às evoluções tecnológicas umas das áreas que …

Software de gestão: como pode auxiliar na organização de sua clínica

Vivemos a época da conexão 5G, da Internet das Coisas e dos smartphones, que podem trazer praticamente o mundo todo nas …