Dicas de Fisioterapia para Pacientes e Fisioterapeutas

Leia nossos artigos. Melhore o seu estilo de vida agora!

Como usar o alho para aumentar a imunidade?

O alho (Alliumsativum) é um alimento funcional que auxilia na melhora do metabolismo e previnediversos problemas de saúde.

Com ação anti-inflamatória, antioxidante, antimicrobiana e antifúngica, apresenta vários efeitos benéficos, contribuindo inclusive para aumentar a imunidade.

O principal composto ativo do alho é a alicina, responsável pela maioria das ações biológicas na defesa do organismo. Porém, já foram identificados cerca de 30 componentes do alho que apresentam efeito terapêutico.

Essas substâncias incluem enzimas, como a alinase, compostos sulfurados, destacando-se a alina, vitaminas A, B1, B2, C e minerais como cálcio, enxofre, iodo, magnésio, selênio, sódio e zinco.

Seu uso como tempero já é difundido há mais de cinco mil anos, assim como seu uso medicinal, sendo um dos primeiros fitoterápicos que se tem registro.

É verdade que o alho aumenta a imunidade?

Considerado um auxiliarna prevenção de doenças e na manutenção da saúde, diversos estudos científicos comprovam que o alho é também um potente estimulante do sistema imunológico.

Observou-se que o Alliumsativum L. pode estimular tanto imunidade celular quanto a humoral.

O principal componente responsável por essa atividade é a alicina, um aminoácido sulfurado, com ação antioxidante, antimicrobiana, antifúngica, antitumoral e imunomoduladora.

Os efeitos imunomoduladores do alho aumentam a atividade de macrófagos, células natural killer(NK) e a produção de células T e B. Dessa forma, o alho pode reduzir a duração e a gravidade das infecções, especialmente do trato respiratório superior, justificando seu uso contra gripes e resfriados.

Na literatura científica podemos encontrar estudos que revelam que o extrato aquoso de alho aumentou significativamente a contagem de leucócitos totais, a atividade de linfócitos T e a concentração da interleucina-2.

Pesquisadores observaram também que a ingestão desse fitoterápico estimula a diferenciação de células Th0 em Th1 e aumenta a função de células NK.

O Alliumsativum L. também mostrou efeitos imunológicos positivos em pacientes imunocomprometidos portadores do HumanImunodeficiencyVirus (HIV). Estudo em ratos mostrou que o extrato de alho fresco aumentou significativamente as células NK nesses animais, elevando assim sua capacidade de eliminação de células cancerígenas.

O composto alicina também demonstrou possui atividade contra uma vasta gama de bactérias Gram – negativas e positivas, incluindo Escherichia coli, além de atividade antifúngica, particularmente contra Cândida albicans e atividade antiparasitária contra os principais protozoários parasitas intestinais humanos, como Entamoebahistolytica e Giardialamblia.

 

Como usar o alho para aumentar a imunidade?

A melhor forma de consumir o alho e aproveitar suas propriedades é cru ou em cápsulas de óleo de alho, pois o alho cozido não apresenta os mesmos efeitos do alho fresco.

 

Quando submetido ao aquecimento, a ação da alicina é reduzida, bem a dos demaisprincípios ativos do alho que são muito sensíveis ao calor.

 

 

Para quem não gosta do consumo do alho na forma crua, pode-se ingerir na forma de cápsulas de óleo de alho. Além de praticidade, não se tem o sabor e cheiro característico do alho durante a ingestão.

 

De forma geral, os suplementos de alho são bem tolerados e podem ser consumidos como uma opção para auxiliar na estimulação da imunidade.

A Nutriblue traz para você o óleo de alho. São 60 cápsulas de 500mg para você se beneficiar com essa substância.

Recomenda-se ingerir 2 cápsulas ao dia do suplemento de óleo de alho Nutriblue, preferencialmente antes das principais refeições, ou conforme orientação de nutricionista ou médico.

 

Quais os benefícios da cápsula de alho?

O óleo de alho em cápsulastraz os benefícios do alho de forma prática para auxiliar a aumentar a imunidade e, dessa forma, ajudar na proteção do organismo contra infecções em geral.

Possui também efeito antioxidante que ajuda na prevenção de doenças do sistema cardiovascular, na regulação dos níveis de colesterol, diabetes, além de combater o envelhecimento precoce e demais danos dos radicais livres.

 

Os principais benefícios da cápsula de alhos são:

 

– Auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares;

 

– Ajuda na redução dos níveis de colesterol;

 

– Auxilia na regulação da pressão arterial;

 

– Ajuda a reduzir a agregação plaquetária;

 

– Prevenção do envelhecimento precoce;

 

– Ajuda a fortalecer o sistema imunológico;

 

– Ajuda a controlar a Diabetes.

 

Conclusão

O alho (Alliumsativum) já é utilizado há muito tempo na cultura popular para auxiliar na prevenção e tratamento de diversas condições de saúde, incluindo na melhora da imunidade.

Essa capacidade de estimular o sistema imunológico foi comprovada por estudos científicos, onde foi constatado que ele pode estimular a proliferação e amplificar a resposta imune mediada por células T e NK. Observou-se também uma maior produção de citocinas pró-inflamatórias.

Para melhorar, o óleo de alho além de ajudar a aumentar a imunidade, é bem tolerado, devido à suabaixa toxicidade.

Aproveite os benefícios do óleo de alho para turbinar sua imunidade.

Acesse: https://www.nutriblue.com.br/oleo-de-alho-nutriblue-60-capsulas-de-500mg/pe confira nossa promoção das cápsulas de alho.

O Que é Escoliose, Como Identificar e Quais os Possíveis Tratamentos?

O que é escoliose?

Escoliose é um desvio tridimensional da coluna que pode ser encontrada em qualquer parte da coluna vertebral, sendo menos comum na coluna cervical e mais comum na coluna torácica e lombar com predominância acentuada na região conhecida como charneira toraco lombar, ou seja, na área de junção desses dois segmentos vertebrais.

sse desvio vertebral é considerado patológico, isto é, não é normal e não deveria ocorrer. Isso porque as únicas curvas fisiológicas que ocorrem na coluna são as curvas no sentido antero posterior como as lordoses lombar e cervical e a cifose torácica. A escoliose pode ser classificada em duas linhas principais, a escoliose estrutural e compensatória, sendo essa ultima a mais comum em consultório.

A compensatória, como o próprio nome sugere é uma compensação do corpo há algum desajuste nos seguimentos abaixo ou acima da área escoliótica. Dessa forma, quando uma escoliose é identificada ela deve ser tratada a fim de evitar novas compensações deixando o corpo ainda mais suscetível a dores.

A estrutural consiste em uma escoliose que tem um caráter genético principalmente, ou alguns casos como paralisia cerebral, acidente vascular encefálico (AVE) entre outras patologias que geram como consequência uma assimetria dos tônus musculares. Esses casos acima podem ser colocados como escolioses estruturais apesar de serem também secundárias a alguma patologia, pelo fato de não se ter um tipo de tratamento que corrija essa disfunção sem ter que contar com o auxílio de próteses e tratamentos neurológicos.

Como identificar uma escoliose?

A identificação de uma escoliose, seja ela estrutural ou funcional (compensatória) é de fácil avaliação, porém incorre em muitos erros de procedimento visto o número de casos que chegam com diagnóstico errado.

As vezes pelo simples fato de um ombro aparecer mais alto ou um desvio da pelve alguns fisioterapeutas ou médicos mal informados já fecham o diagnóstico de escoliose, ocorrendo em um duplo erro já que não é assim que se confirma uma escoliose como ela por si só não é o problema em si, mas sim um sintoma ou efeito de outras disfunções que essas sim podem ser os problemas reais.

Isso é claro exclui aquelas escolioses congênitas, que esse sim são tidas como causas e efeitos da disfunção.

Para se identificar uma escoliose o procedimento correto a ser adotado é o teste de gibosidade. Nesse teste o paciente fica de frente para o avaliador, este de preferência sentado com a altura do olhar um pouco acima da cintura do paciente. O avaliador pede para o paciente fazer uma flexão de tronco a fim de que o avaliador possa fazer uma varredura visual de forma a percorrer com o olhar toda a curva vertebral no sentido antero posterior.

Iniciando na lombar baixa, e subindo com o olhar alinhado por toda a lombar  buscando qualquer assimetria entre o lado direito e esquerdo, até o final da torácica, ou seja, a parte alta da torácica próximo a junção cervical.

Dessa forma se houver qualquer assimetria entre os hemicorpos haverá ali uma escoliose, com raras as exceções que tornam imprecisas essa forma de avaliação, como por exemplo, hipertonia paravertebral, essa situação pode gerar um falso positivo, portanto o terapeuta terá de ser capaz de diferenciar uma gibosidade de uma hipertonia focal.

O lado mais alto, ou seja, o lado mais posterior da escoliose é o lado que dará nome a lesão. Por exemplo, se ao avaliar a gibosidade e for verificado que o lado direito está mais alto que o esquerdo significa que aquela é uma escoliose direita, e o contrário também é verdadeiro, se o lado esquerdo estiver mais alto (posterior), aquela é uma escoliose esquerda. Isso porque o lado mais alto mostra o lado convexo da curva escoliótica.

Existe ainda os casos, bem comuns de escoliose em S, isto é, escolioses que tem uma parte a direita e outra a esquerda, justamente para compensar e manter a horizontalidade do olhar. Esses casos são bem comuns e representam mais de 50% dos casos de escoliose encontrados, pois dificilmente o corpo não gera uma compensação a uma curva existente.

Tipos de escoliose

Congênita: escoliose resultante de má formação na coluna vertebral, presente desde o nascimento.

Neuromuscular: é a alteração da coluna vertebral por ativação muscular ou nervosa anormal. Este tipo de escoliose é freqüentemente visto em pessoas com paralisia cerebral, distrofia muscular, espinha bífida ou outras complicações neurológicas. Devido à fraqueza muscular dos estabilizadores espinhais, a coluna vertebral desses pacientes geralmente forma uma grande curva em forma de “C”.

Idiopático: Isto é o que acontece sem uma causa conhecida. Há algumas teorias que argumentam que a escoliose é comum entre os membros da família, sugerindo fortemente que ela tem uma associação com um componente genético. Outra teoria é que as alterações posturais são tão significativas que causam anormalidades nas fibras musculares e dão origem a alterações morfológicas. Está dividido por faixa etária:

Escoliose idiopática infantil: afeta crianças com menos de três anos de idade;

Escoliose idiopática juvenil: afeta crianças de três a nove anos de idade;

Escoliose idiopática adolescente: afeta crianças entre 9 e 18 anos de idade;

Escoliose idiopática de adultos: afeta crianças com mais de 18 anos de idade;

Possíveis tratamentos

Para se tratar a escoliose precisamos antes de mais nada entender que a escoliose normalmente reflete alguma alteração tanto acima quanto abaixo dos segmentos escoliótico. Isto é, a escoliose se forma para compensar algum problema que não necessariamente está localizado ali.

Isso porque o corpo tem a linha visual do horizonte como referência de normalidade, portanto se houver alguma coisa que gere uma posição anormal do corpo, como uma área de dor em que o corpo assuma uma posição antálgica, o corpo irá desviar por essa dor mas de alguma forma compensará os segmentos acima ou abaixo para manter a horizontalidade do olhar.

Assim, a escoliose seria uma situação compensatória a um quadro de dor. Assim como a dor pode gerar uma escoliose, disfunções não necessariamente álgicas como uma rotação de pelve ou um quadro de arco plantar desabado pode também gerar essa condição de forma secundária. Sendo assim, o tratamento da escoliose se da tratando as áreas que estão gerando a compensação escoliótica, isto é, tratando as áreas primárias que levaram o restante do corpo a se compensar, seja ela uma dor ou uma disfunção não dolorosa.

Existe ainda um caso em que a escoliose pode ser considerada o fator primário, ela é a escoliose congênita, isto é, a escoliose em que há uma má formação de uma ou mais vértebras, normalmente em formato de cunha, e assim todo o alinhamento vertebral será comprometido, nesse caso deverá seguir para avaliação médica para uma possível cirurgia corretiva.

A fisioterapia tem diversas técnicas para se tratar escolioses, entre as principais se encontram a reeducação postural global (RPG), a osteopatia e a quiropraxia que atuam para eliminar barreiras para o futuro alinhamento ativo, e a própria ativação muscular específica, isto é, através de exercícios específicos conseguimos gerar torque e pressão nas áreas enfraquecidas pela posição anormal da curva escoliótica assim como gerar movimento, ou flexibilidade para as áreas retraídas ou encurtadas.

Sendo assim, a longo prazo, a principal ferramenta de tratamento para escolioses será a própria ativação e exercícios musculares específicos.

Assista nosso vídeo explicando mais sobre escoliose :

FASCITE PLANTAR, O QUE É E COMO IDENTIFICAR?

O que é fascite plantar?

fascite plantar ou fasceíte plantar é a inflamação da fáscia plantar dos pés. O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

A facite plantar tem um dos motivos mais frequentes de problemas nos pés em relação com dores no calcanhar. Microtraumatismos no osso calcâneo podem levar à formação do esporão. As mesmas lesões que, normalmente, desencadeiam o surgimento de uma condição chamada fascite plantar, isto é, inflamação da fáscia plantar – tecido que recobre a musculatura da sola do pé.

A fascite plantar ou fasceíte plantar é a inflamação da fáscia plantar dos pés. O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

A planta do pé é composta por estruturas elásticas (músculo) e rígidas (fáscia) que aumentam a eficiência do impulso da marcha e potencializam a força dos músculos. O esporão de calcâneo é caracterizado por um calo ósseo na base do osso calcâneo (na sola do pé) ou ainda na região posterior do calcâneo, bem próximo à inserção do tendão de Aquiles. 

Pessoas com a curvatura dos pés acentuada, que sofrem com o sobrepeso ou que trabalham em pé durante muito tempo têm forte tendência a apresentar o problema. 

Fascite plantar – causas

Embora as causas da fascite plantar não sejam completamente conhecidas, alguns fatores de risco para o desenvolvimento da doença são conhecidos:

• Obesidade (excesso de peso) – índice de massa corporal (IMC) maior que 30
• Atividades esportivas (corrida, salto, dança), ou quando as pessoas estão de pé por longos períodos de tempo;
• A velhice;
• Pé cavo/ pé plano/padrões anómalos de marcha;
• Redução da dorsiflexão do tornozelo (menos de 0°)
• Retração dos músculos gastrocnêmio-soleo e bíceps femorais;
•Doenças inflamatórias secundárias a nível sistêmico.

É controverso se a presença do esporão do calcanhar contribui para os sintomas. Deve-se notar que entre 11 e 46% dos pacientes com esporas de calcanhar são assintomáticos, e em 32% dos pacientes com fascite plantar a presença do esporão de calcanhar não é encontrada.

Outros fatores de risco para o surgimento do esporão de calcâneo como usar, excessivamente, salto alto ou calçados que sejam pouco apropriados para os pés. Praticar esportes com forte impacto nos pés. Dança e corrida, por exemplo; pisar com o pé torto por longos períodos também podem desencadear esse problema.

Fascite plantar – tratamento

O tratamento para o esporão e para a fascite plantar é controlar a inflamação com repouso e gelo local. Mas nos casos em que há resistência, a melhor forma de tratamento é a fisioterapia que oferece exercícios e alongamentos bem específicos para os pés e as panturrilhas. A grande maioria dos pacientes responde muito bem ao tratamento com fisioterapia, assim como liberações miofasciais e manipulações de osteopatia e quiropraxia. A acupuntura pode ser associada sendo uma grande aliada no controle dos sintomas de dor.

Fascite plantar – prevenção

A prevenção deve ser enfatizada como a melhor das opções, portanto controlar o excesso de peso do próprio corpo para reduzir o estresse provocado sobre os pés; usar calçados adequados nas práticas esportivas e no dia-a-dia; evitar permanecer de pé por longos períodos e fortalecer, regularmente, a musculatura da planta do pé, certamente irão contribuir para que o problema não ocorra.

Saiba a diferença entre Osteopatia e Quiropraxia

Quiropraxia e Osteopatia, qual a diferença?

A história da terapia manual remonta o início da história escrita e provavelmente já havia algo assim, de forma mais rudimentar na pré história.

Pois, o toque e a própria reação instintiva de levar as mãos no lugar onde dói já indicam que a mão realmente tem potencial terapêutico.
Falando da história, as informações de terapias manuais mais antigas remontam da China, há cerca de 5000 anos.

Técnicas Do in para relaxar.
Técnicas Do in para relaxar.

La nasceram técnicas como o Anmá ou o Do In que são formas de tratar o doente usando os mesmos princípios da acupuntura porém sem agulhas.

Massagem Anmá

Eles acreditam que meridianos de energia, que hoje conhecemos como vasos sanguíneos e nervos, carregavam a energia vital Qi por todo o corpo, e a interrupção desse fluxo traria a doença. Fatos semelhantes também ocorria na cultura Hindú através do entendimento dos chakras energéticos, em que o bloqueio desses vórtices, como o chamavam, desencadearia desequilíbrio que a longo prazo poderia trazer patologias.

Esse apanhado histórico serve para contextualizar o raciocínio por trás da osteopatia e da quiropraxia, que muito longe do oriente em tempo e espaço, simpatizam com o mesmo objetivo, tratar regiões onde estão os bloqueios, e não exatamente a dor.

Como a Osteopatia e a Quiropraxia pode te ajudar?

Por que entendemos que o bloqueio seja ele articular, muscular, neural, vascular, facial, orgânico, visceral, emocional ou craniano são as causas primárias de desequilíbrio, que impedem o sistema de auto cura do corpo entrar em homeostase (equilíbrio) e provoca dores e disfunções orgânicas por todo o corpo.

Infográfico da história da terapia manual

Assim apresenta-se a história da terapia manual moderna, que teve seu início desenvolvido nos estados do centro oeste dos EUA por um cientista da saúde chamado Andrew Taylor Still na segunda metade do séc. XIX. Filho de um médico pioneiro e sempre fascinado pela anatomia humana a pela ciência da cura, Still dedicou sua vida ao estudo e a prática clínica, até eventualmente estabelecer a arte de cura da Osteopatia.

Still articulou primeiramente a ideia de melhorar a prática médica durante sua vida no Kansas em 1874. Na época ele teve um pensamento inspirador: O corpo humano possui muito em comum com uma máquina, que para funcionar bem precisa estar tudo em ordem.

Still era um típico médico de fronteira, que foi treinado como um aprendiz. E como muitos médicos de fronteiras, ele fez muitas coisas além da prática médica: agricultura, trabalho como mecânico e lutar na Guerra Civil.

Sua prática médica incluía cuidar dos colonos e dos índios americanos. Ele enfrentou epidemias como a da cólera, malária, pneumonia, varíola, difteria e tuberculose. Após a guerra, a meningite levou três de seus filhos, e então ele começou a buscar por um melhor sistema de prática médica.

Cuidando dos índios americanos

Esse novo sistema prometia simplesmente dar um suporte a mais a saúde, o que a princípio não parecia nada polêmico. Porém o final do século 19 era um tempo de muitas escolas de saúde, e na fronteira havia muita competição entre os médicos e uma grande desconfiança sobre novas ideias.

Assim Still se tornou um médico itinerante, primeiro no Kansas, depois no Missouri. Conversava com todos que estavam interessados em seus novos métodos, que se centrava no tratamento do corpo através da melhora das suas funções naturais. No princípio ele continuou utilizando alguns medicamentos, mas gradualmente ele atingiu bons resultados sem nenhum deles.

Com o tempo, ele começou a condenar quase todos os medicamentos usados na época.

Os métodos de tratamento de Still, que incluíam manipulações para melhorar a circulação e para corrigir a biomecânica alterada, começaram a apresentar resultados. Em 1889 o número de pacientes viajando para ver Still em sua recém-fundada enfermaria foi tão grande que ele foi forçado a ficar em Kirksville, Missouri, ao invés de viajar para ver seus pacientes. Ele se tornou atarefado e as pessoas começaram a falar dele com respeito.

Três anos mais tarde Still inaugurou a American School of Osteopathy (ASO). No início os estudantes aprendiam anatomia com William Smith, M.D., um escocês que havia estudado medicina em Edimburgo e se interessou pela osteopatia durante sua viagem nos Estados Unidos ele foi o primeiro a receber um certificado de D.O.. Still o que o possibilitou a ensinar osteopatia através de seminários, demonstrações e com prática com seus próprios pacientes.

A ASO concedeu 18 diplomas em março de 1894 e mais escolas abriram após a ASO, e graduados em osteopatia se espalharam pelo país com seus consultórios particulares.

Através da observação anatômica e da biomecânica resultante da interação entre essas mesmas peças anatômicas ele foi capaz, juntamente com diversos outros cientistas e colaboradores, de desenvolver um raciocínio clinico através de testes, palpações acuradas e quadro clinico (sinais e sintomas).

Esse raciocínio segue justamente a linha dos antigos “cientistas” orientais antigos, ou seja, que o bloqueio, ou melhor, a falta de movimento ou de fluidez corporal são as causas de “todas” as patologias e sendo assim a liberação dessa área cessaria o mal pela raiz, sendo assim evitável, inúmeros casos de medicações excessivas e cirurgias desnecessárias.

osteopatia-entenda-o-que-e-e-que-doencas-trata

Essa ciência criada por Still foi chamada de osteopatia (ostheophaty), e tem seu nome unicamente pelo fato de no início a maioria das manobras estar destinadas à parte óssea do corpo, muito porque se entendiam, não erroneamente, mas incompleto, que a noção da coluna abrigar a medula e de lá saírem toda a rede neural que conecta e da vida e movimento para o corpo.

É certo que o tratamento da parte esquelética é essencial na osteopatia justamente pelo que foi citado da sua relação neural, porem com o decorrer dos estudos verificaram que o chamado tecido mole também tem uma parcela extremamente valiosa na complicada interação biomecânica de todo o corpo humano, principalmente as fáscias.

Estas são responsáveis pela parte de preenchimento dos diversos compartimentos do corpo, separando, sustentando, unindo e permitindo a nutrição de todo o organismo, pois através das fáscias que passam os vasos e nervos de grande calibre do corpo, que então se ramificam e vão servir a diferentes tecidos dando-lhes a vitalidade necessária para funcionar.

A Distinção entre Quiropraxia e Osteopatia

Como foi dito, a osteopatia é uma ciência muito complexa por isso mesmo tem diversas linhas paralelas de abordagem. Alguns dão mais ênfase na parte musculoesquelética, outros nas funções do sistema nervoso autonômico (SNA), outros nas fáscias, desenhando suas linhas de pesquisas ou de atuação clínica para essas vertentes.

Consequentemente surgiram experts em áreas bastantes especificas e as subdivisões provenientes da osteopatia se encontram em orgânico desenvolvimento até hoje.

Exemplos mais conhecidos são a quiropraxia, que será explicada a seguir, a terapia miofascial de Jones, Sutherland, Dejarne, Maitland, Mulligan, entre outros. Cada qual com sua visão derivada da osteopatia de Still.

A quiropraxia foi uma das variações oriundas da osteopatia e foi sintetizada por David Palmer também nos EUA. A visão de Palmer era simplificar a osteopatia em técnicas mais diretas e sem muitos rodeios, indo direto para a área a ser tratada utilizando técnicas mais abrangentes e genéricas, cobrindo em uma manobra áreas inteiras que na osteopatia seriam descontruídas uma a uma.

Por isso diz-se que a quiropraxia é uma técnica mais reflexogena que a ostepatia, justamente por tratar áreas ao invés de pontos ela produz um efeito mais responsivo no corpo, ativando de forma mais poderosa o sistema de autocura do corpo.

Existe inclusive uma brincadeira para explicar essa diferença: diz-se que para diferenciar a atuação de um osteopata para um quiropata, ou quiropraxista é assim; como se faz para achar um gato em um balaio de coelhos? O osteopata palpa tudo e encontra o gato, o quiropata joga o balaio na parede e o que miar é o gato…

Isso serve para ilustrar que a osteopatia tem a finesa e o minimalismo dos movimentos a fim de atuar de forma precisa e sem excessos que podem gerar a famosa “ressaca” da consulta (dor causada pelos próprios ajustes que tendem a passar em 24h após).

A Filosofia da Quiropraxia

A quiropraxia tem uma abordagem quase que oposta nessa filosofia, eles entendem que gerando grande carga energética com as manipulações temos mais chances de acertar o que está errado no corpo, pois assim podemos tratar de forma mais rápida com movimentos mais agressivos que vão gerar grande quantidade de reações corporais e com isso resultar em mudanças mais radicais e rápidas.

O ideal para o terapeuta é entender as mais diversas vertentes das terapias manuais para que com ferramentas diversificadas fique mais fácil entender e atuar em cada corpo conforme as necessidades.

Para aqueles corpos mais delicados a osteopatia pode ser mais efetiva, enquanto que em grandes áreas de bloqueios e em corpos maiores a quiropraxia pode ser mais efetiva, até porque muitas vezes seja por dificuldade na palpação ou na correta avaliação, seja por dor ou falta de cooperação involuntária do paciente fica impossível chegar a alguma conclusão por testes.

O objetivo deste é informar sobre as principais dúvidas que aparecem em consultório e ajudar a esclarecer e facilitar a escolha de terapias ou exercícios para cada caso específico.

Pensamentos finais sobre: diferenças entre Osteopatia e Quiropraxia!

Para começo de conversa, ambas as técnicas tem muito mais coisas parecidas do que distintas.
São técnicas destinadas a correções de microlesões ou desajustes, como é usualmente chamado, que apesar de serem micro causam grandes problemas no funcionamento biomecânico do corpo, o que inevitavelmente leva a dores e perda da qualidade de vida.

Tais ajustes podem ser realizados em articulações, músculos, órgãos e vísceras, nervos e até mesmo artérias, sendo para tanto utilizado em inúmero arsenal de manobras, como manipulações (os famosos estalos), mobilizações (não produzem estalos), alongamentos, liberações fasciais e até mesmo choques verbais.

O que podemos salientar que existe na osteopatia e também na quiropraxia é a forma com que é entendido o processo de lesão primária.

Entende-se que a lesão primária não esta onde a dor aparece. Como em um escritório que não funciona bem, quem se queixa não é o que esta sem trabalhar, e sim o que trabalha dobrado para compensar a perda de uma função. Portanto, para isso, devemos trabalhar em zonas de ipomobilidade, ou seja, aquela que esta sem movimento.

Para a Quiropraxia o sistema nervoso é a fonte de toda a vida do organismo, sendo assim, com o sistema nervoso correto a saúde estará presente, sendo o contrário também verdadeiro.

Já na Osteopatia entende-se que a estrutura governa a função, sendo assim o tecido em sofrimento é o grande causador de dores, especialmente em função da disfunção do aporte sanguíneo.

Para a osteopatia o corpo possui uma característica inata de auto cura, sendo assim, quando este possui suas estruturas em ordem todo o organismo se reorganiza espontaneamente.

Cada técnica tem sua utilidade em sua devida hora, cabe ao terapeuta entender quando é hora de utilizar uma ou outra!!

Espero ter esclarecido alguma dúvida e comentem que será um prazer responder !!

Grande abraço a todos. Obrigado!!!

Frederico

Problemas relacionados ao esporte? Entenda porque e como prevenir.

Esportes que dão mais problemas de dores e lesões no brasil?

Claro que é o futebol, não poderia ser diferente ne?! Mas é claro que  não só o futebol tem alto risco de lesão, qualquer esporte em que haja breques e arranques explosivos tenderá a colocar toda a estrutura músculo articular sob forte pressão. Esportes como o tênis e o basquete são outros em que a competitividade em excesso sobre um aparelho (corpo) sem muito preparo, sucumbem a lesões.

Qual o fator mais importante para se prevenir de lesões do esporte?

De longe é a ativação e flexibilidade muscular juntamente com o treino proprioceptivo das articulações, só assim o corpo terá uma vantagem sobre o ambiente, de forma a reagir com rapidez e suportando as altas tensões geradas pelos esportes. Sem isso muito provavelmente um atleta amador e principalmente um profissional pagará a conta cedo ou tarde. Meio que um contrassenso mas na verdade o corpo quanto mais se usa melhor ele fica. Isso serve inclusive para a melhor idade ou pra pessoas que sofrem de dores cronicas.

E se eu ja me lesionei, o que posso fazer sozinho?

Qualquer tipo de lesão aguda, de origem traumática ou ortopédica pode-se aplicar gelo de imediato. Tirando algumas situações como dores musculares, que reagem melhor ao calor. Porém, fora as musculares todas as outras a aplicação de gelo por 20 min a cada 2h reduz a dor, o inchaço e acelera a cicatrização da lesão de forma significativa.

Caso o problema persista por muito tempo ou a dor for demasiada intensa procure um fisioterapeuta de confiança para avaliar melhor a situação.

Veja mais no vídeo abaixo! 

Gelol, para que serve? Quando usar?

Olá pessoal!

Venho através deste trazer semanalmente informações sobre a área da saúde e bem-estar para vocês.

Em Franca tanto na área da Fisioterapia, quanto na osteopatia, quiropraxia e acupuntura tenho muitos pacientes e potenciais pacientes, e entendam isso como “atletas” de final de semana, que me queixam a respeito do uso de adesivos e sprays a base, quase sempre de cânfora para lesões e dores.

Quando usar? Para que serve? qual o melhor momento?então decidi falar sobre isso essa semana.

Bom, para entender melhor a indicação é necessário entender primeiro, o que é, certo?

Composição

Então, esse tipo de composto que associa normalmente mentol, salicilato de metila e cânfora tem o objetivo de gerar vasodilatação no local. Isso quer dizer que os vasos sanguíneos que chegam ao local a ser aplicado vão aumentar de calibre e com isso facilitar a chegada de sangue no local, ponto.

O aumento do aporte de sangue local traz consigo oxigênio e nutrientes, ao mesmo tempo, levar embora as toxinas provenientes da lesão, acelerando o processo de cicatrização.

Este produto pode ser encontrado em farmácias, farmácias de manipulação e até mesmo em supermercado.

Prós e Contras

Porém, como nem tudo são flores, o que não é noticiado na propaganda da TV é que em lesões articulares agudas, isto é, aquela lesão que esta “aquecida” pela inflamação não responde bem ao calor. Óbvio, pois o calor, nesse caso iria aumentar a inflamação local, sendo necessário, nesse caso, o uso do gelo.

Em dores musculares em que não ocorre uma inflamação significativa ou em dores mais cronificadas, isto é, dores “antigas” com mais de 3 dias, o uso desse tipo de pomada, ou spray é sim recomendada.

Recapitulando: Lesões ou traumas, pancadas, torções, pisões, caneladas, quedas usa-se gelo no momento e sprays depois de 3 dias.

Cãimbras, contraturas, estiramento (muito comuns em pernas de pau que “furam” a bola na pelada), nesse caso o spray é com certeza uma boa opção associado by the way  com uma massagem local, ok? 

Após sessões de osteopatia e quiropraxia também podem ser uteis para aliviar pequenos espasmos que tenham permanecido.

Espero que esse artigo seja de alguma utilidade e caso queiram me procurem no facebook ou no meu blog.

Boa semana a todos!

Para saber mais assistam o vídeo : 

Como verificar através do site de sua Clínica de Fisioterapia se ela passa credibilidade

A internet nos abençoou com um tesouro de conhecimento, facilmente acessível com o clique de um botão. Mas, infelizmente, nem todos os sites são de empresas sérias e confiáveis.

Se você é como a maioria das pessoas, sempre que precisa encontrar um prestador de serviços como um fisioterapeuta, clínica de fisioterapia ou qualquer outro segmento se dirige até o Google e encontra a melhor empresa para lhe atender. Ou, no mínimo, procura a empresa que te indicaram para verificar se é uma empresa credível ou não.

Mas infelizmente nem todas as empresas que são exibidas são de boa qualidade e podem te prestar um bom atendimento. Especialmente neste serviço tão importante que é a fisioterapia.

É importante lembrar que só porque um autoproclamado especialista em saúde tem muitos seguidores e fãs, não significa que as informações que ele compartilha online sejam confiáveis. Na verdade, as histórias mais bizarras costumam gerar mais atenção.

Como parte de sua iniciativa Finding Common Ground, uma parceria contínua entre os principais cientistas de nutrição e jornalistas importantes que se preocupam em fundamentar seu trabalho em ciência sólida, a organização sem fins lucrativos Oldways está compartilhando conselhos sobre como avaliar a confiabilidade de uma empresa em seu site.

1. Autor

Dê uma olhada no indivíduo ou organização que administra o site. Os artigos são escritos por pessoas com credenciais ou experiência relevantes no tópico? A organização é uma voz confiável e estabelecida sobre esse assunto? Nesse caso, esses são bons sinais de que os autores do site fizeram seu dever de casa.

 

2. Manter-se atualizado

Quando foi a última vez que o site foi atualizado? Novos artigos ou tópicos são adicionados regularmente? Se o site não é atualizado há muito tempo, você pode não estar recebendo a conta mais atualizada sobre o assunto.

 

3. Além do título

Se um título parecer sensacional ou radical, leia atentamente o artigo para determinar a fonte do pronunciamento. Se a história real contradizer o título e se os pontos não forem apoiados por pesquisas científicas sólidas, é sinal de que este site pode priorizar os cliques em vez da correção.

 

4. Ciência Sólida

Falando em pesquisas científicas sólidas, verifique que tipo de evidência o site usa para apoiar sua posição. Se um artigo inclui links, eles são para artigos revisados ou para blogs desconhecidos e sites de notícias de baixo impacto? Sites confiáveis ​​são transparentes sobre suas fontes e ajudam o leitor a obter uma compreensão mais profunda do assunto, em vez de confiar em artigos de opinião ou notícias de segunda mão.

 

5. Público

Quem está envolvido com o site? Se profissionais de renome (como RDs, MDs, PhDs ou outros especialistas) estão fazendo referência ou compartilhando informações do site, isso oferece mais confiança de que é uma fonte de informações sólidas.

 

6. Faça perguntas

Se algo não parece certo, provavelmente não está. Se você não tiver certeza de como algo se soma, ou se algo postado parece bom demais para ser verdade, deixe um comentário ou envie um e-mail para o autor ou administrador do site para saber mais ou para perguntar sobre suas fontes. Seus comentários podem ajudar a fazer os outros pensarem duas vezes! Além disso, lembre-se de que alguém que vende um produto online pode ter uma opinião tendenciosa sobre a utilidade de um determinado produto (ou dieta).

Abaixo abordaremos algumas dicas adicionais para avaliar a empresa através do site dela:

 

Lista de verificação de credibilidade através de um site

Reveja esta lista e veja quais dos itens a seguir você avaliar para te ajudar a determinar o nível de credibilidade de uma marca.

  • O design da Web é importante. As pessoas julgam o livro pela capa e um site pelo design. Empresas sérias investem em bons serviços de desenvolvimento de sites profissionais. Se a imagem não transmitir confiança, desconfie;
  • Endereço e número de telefone visíveis o tempo todo. Incluindo no rodapé (obrigatório) mas, dependendo do seu site, também no cabeçalho. São itens fundamentais para saber se a empresa existe e é verídica;
  • Facilidade de contato. Você consegue contactar a empresa facilmente?
  • Site seguro: Um fator importante é o certificado SSL. Quando você acessa o site pelo Google, o que aparece no canto superior direito? Aparece a mensagem seguro ou não seguro? Isso se deve ou não ao uso de um certificado SSL. Empresas sérias se preocupam com a segurança das informações. Veja mais em certificado ssl gratuito Google.
  • Relevância e adaptação da mensagem. Um site que exibe informações relevantes para o visitante é instantaneamente mais confiável.
  • Linguagem simples. As pessoas não confiam no que não entendem. O site da clínica que está visitando é facilmente compreensível?
  • Pronúncia Correta. Gramática incorreta e grafia incorreta certamente fazem a empresa parecer menos confiável.
  • Fornece biografias e fotos da equipe. Empresas notáveis possuem equipes que transmitem credibilidade. Existe essa informação no site?
  • Informações detalhadas dos serviços. Você encontra informações detalhadas a respeito dos serviços da clínica de fisioterapia?
  • Depoimentos. A empresa possui depoimentos de clientes satisfeitos com os serviços? Vale muito mais o que as pessoas dizem sobre as empresas que as próprias empresas dizem sobre elas.
  • Artigos em publicações (online e offline). Credibilidade também é o que as pessoas leem e ouvem sobre a empresa antes de acessar o site. Se eles viram ou leram artigos em diferentes revistas ou jornais, gera mais credibilidade.
  • Classificação no Google. Se a empresa tem uma classificação elevada no Google (digamos, entre os cinco primeiros), ela deve estar lá por um motivo (o Google diz isso!).
  • Sinais de comunidade. Se você tiver um fórum movimentado, muitos comentários nas postagens do blog ou quaisquer outros sinais visíveis de uma comunidade ativa, a empresa parecerá mais confiável (ou seja, “As pessoas devem estar aqui por um motivo!”).

Estes motivos podem te ajudar a perceber se a clínica de fisioterapia que encontrou possui mais credibilidade ou não. Isso somente com as informações do site da empresa.

Boa sorte!

Como classificar vídeos sobre fisioterapia no Google com seu próprio site

Existem muitos guias excelentes sobre “como classificar vídeos no Google” ou “como fazer um site aparecer no Google” – mas a maioria deles é sobre como otimizar vídeos no YouTube. Ao classificar um vídeo do YouTube (ou um vídeo hospedado em outra plataforma de hospedagem) no Google, você enviará o tráfego para essa plataforma de hospedagem. E então a grande questão é: seu usuário visitará seu site depois de assistir ao vídeo ou ficará por perto para assistir mais? (Com plataformas de hospedagem sugerindo continuamente outros vídeos para assistir e reproduzindo automaticamente o próximo da fila, aposto que é o segundo ).

Mostrar como resultado de vídeo no Google com seu próprio site não significa necessariamente que você tenha que hospedar seus vídeos automaticamente – também para vídeos incorporados, seu site pode aparecer como um resultado aprimorado de vídeo. Com as etapas de SEO de vídeo a seguir, explicarei como classificar vídeos no Google com seu próprio site.

Como gravar o vídeo perfeito para SEO

O Google pode acionar resultados de vídeo para aparecer em qualquer consulta, desde que haja um vídeo sobre isso e o Google pense que mostrar um vídeo como resultado faz sentido. Os tipos de vídeo para os quais o Google gosta de mostrar resultados são (1) instruções, (2) análises, (3) tutoriais, (4) qualquer coisa relacionada a esportes e condicionamento físico e (5) coisas divertidas e engraçadas.

Sabendo disso, você mergulha na ferramenta de palavras-chave. Sobre o que você quer fazer um vídeo? Preencha o seu tópico na ferramenta e descubra o que as pessoas gostam de saber. Como as pessoas pesquisam seu tópico – e ‘se’ as pessoas pesquisam por seu tópico.

Em seguida, comece a pensar em seu objetivo. O que você deseja alcançar com seu vídeo? Você deseja educar, inspirar ou entretê-los? Se for para educar: ensine a seus usuários novas habilidades ou conhecimentos por meio de como fazer, tutoriais, vídeos de desembalagem ou análises de produtos. Se for para inspirar: motive seus usuários a agir usando vídeos artísticos, vídeos de marcas, apresentações ou entrevistas. E se for para entreter: faça seus usuários rir através de anúncios engraçados, esquetes cômicos ou paródias. De acordo com isso, você escreve seu roteiro. (Defina sua estratégia de marketing de conteúdo principal para seu vídeo).

Ao gravar, verifique se as luzes estão boas, a qualidade do som é boa e o seguinte: as suas habilidades de edição são boas. (Lembre-se de que você precisa competir com bilhões de outros vídeos, então faça valer a pena assistir ao seu vídeo). Embora gravar o vídeo perfeito possa não ser fácil, certamente irá ajudá-lo em sua classificação eventualmente.

 

ETAPA 1: use vídeo SEO

Gravação, edição e exportação de vídeo: FEITO.

Agora que o arquivo de vídeo está em seu computador, você deve alterar o nome do arquivo de vídeo para um mais descritivo. Embora o Google não possa assistir ao seu vídeo, ele pode ler o nome do arquivo do vídeo para entender do que se trata. O que é melhor, é mudar o nome do arquivo de vídeo para sua palavra-chave primária. Se a sua palavra-chave for: “Como cortar um abacate”, altere o nome do arquivo de vídeo para: como-cortar-um-abacate.MOV. Se o seu vídeo já foi carregado na plataforma de hospedagem, tudo bem – não há necessidade de reenviar o vídeo. Você pode continuar com as etapas abaixo ou, se não for aplicável: vá para a etapa 2.

(As etapas a seguir são para vídeos hospedados em uma plataforma de hospedagem como YouTube, Vimeo ou Dailymotion).

Ao usar o SEO de vídeo, seu objetivo inicial é melhorar sua classificação no mecanismo de busca de onde seu vídeo está hospedado, obter mais tráfego para sua página de vídeo e aumentar o número de visualizações de vídeo; assinantes, interações e comentários da mesma forma. Embora uma classificação elevada em uma plataforma de hospedagem não garanta uma classificação elevada no Google, ajuda o Google a entender mais sobre o seu vídeo.

Título do vídeo: escolha um título de vídeo bom, rápido e categórico – mas o importante aqui é que seu título seja descritivo e inclua palavras-chave.

Descrição do vídeo: as primeiras linhas são as mais valiosas – é isso que os usuários veem primeiro, antes de clicar no botão ‘ler mais’. Use essas primeiras linhas para realmente apresentar o seu vídeo ao público e tente chamar a atenção deles. O resto da descrição você pode usar para escrever sobre seu vídeo com mais detalhes e para fazer sua própria promoção de marca: crie um link para seu site, canais de mídia social ou outras páginas.

Tags de vídeo: (não ajudam diretamente na classificação no Google). Adicionar tags o ajudará a classificar seu vídeo na própria plataforma de hospedagem. Além disso, eles conectam outros vídeos com tags semelhantes para aparecerem ‘próximos’ – e pode ajudar a aumentar as visualizações do vídeo, quando o próximo vídeo for seu.

Transcrições e legendas de vídeo: plataformas de hospedagem com legendas ocultas (CC, transcrições ou legendas) para beneficiar pessoas com dificuldades auditivas e que falam outros idiomas além do seu vídeo – e essas legendas são rastreáveis ​​pelo Google. Se as palavras-chave que você deseja classificar estão em seu CC (ou seja: você falou sua palavra-chave em voz alta em seu vídeo), uau; as chances de seu vídeo ser classificado no Google ficaram muito melhores.

Miniaturas de vídeo: (não ajudam diretamente na classificação no Google). Quando o seu vídeo tem uma bela imagem em miniatura, as chances de alguém clicar em seu trecho de vídeo são mais prováveis. Especialmente importante para celular: aqui, o título e a miniatura do seu vídeo são a única coisa que um usuário vê quando ele é exibido no Google.

(Para obter uma explicação completa sobre como otimizar seus vídeos e canal do YouTube, verifique o site Trendszone. Há sempre bons conteúdos por lá).

 

ETAPA 2: adicione o vídeo ao seu site

Quando você deseja classificar no Google com seu vídeo, é na verdade a página da web onde você carregou seu vídeo hospedado (2.1) ou auto-hospedado (2.2) que você está tentando classificar. O importante aqui é dar a cada vídeo uma página própria. Pode ser uma página dedicada, como uma página de destino; ou uma página de tópico, como uma postagem de blog.

(2.1) Se o seu vídeo estiver hospedado em uma plataforma de hospedagem, use o código embed para adicionar o seu vídeo à página. (Para incorporar um vídeo em HTML, use o código <iframe>. Na maioria das plataformas, você pode obter esse código clicando em compartilhar> incorporar).

(2.2) Se o seu vídeo for auto-hospedado, certifique-se de que o arquivo de vídeo é compatível com o Google. O Google oferece suporte aos seguintes tipos:.3g2,.3gp2,.3gp,.3gpp,.asf,.avi,.divx,.f4v,.flv,.m2v,,.m3u8,.m4v,.mkv,.mov,. mp4,.mpe,.mpeg,.mpg,.ogv,.qvt,.ram,.rm,.vob,.webm,.wmv,.xap

 

ETAPA 3: aplique técnicas de SEO na página

Como seu vídeo é carregado ou incorporado em uma página comum, você aplicará técnicas comuns de SEO na página – exatamente como faria em qualquer outra página do seu site.

Pense em adicionar suas palavras-chave ao slug de URL, à tag de título e à meta descrição. Quando o seu vídeo for o foco da página, mencione isso na sua tag de título e / ou meta-descrição também, por exemplo. “Como cortar um abacate em pedaçoes [Vídeo]”. Dica: adicionar a palavra ‘vídeo’ ajudará você a se classificar no Google para consultas de pesquisa de vídeo – provavelmente até mesmo entre os 10 primeiros.

 

ETAPA 4: Estruture a página e adicione conteúdo

A posição do vídeo em uma página é importante. O ideal é colocá-lo próximo ao topo da página e torná-lo grande; vai mostrar que o vídeo é o foco da página.

Logo acima do vídeo, você escreve uma pequena peça introdutória sobre o vídeo ou o tópico. Com isso, seus visitantes logo entenderão se este vídeo é o que procuram, o que podem aprender com ele e se o vídeo vai ou não responder às suas perguntas. Mas não é apenas para os seus visitantes – ao adicionar conteúdo à sua página, o Google também terá uma ideia melhor do que é o seu vídeo. Em seu conteúdo, use suas palavras-chave (mais variações de palavras-chave e palavras-chave relacionadas) e também adicione suas palavras-chave na tag H1 e o texto alternativo de uma imagem.

 

ETAPA 5: adicione uma transcrição de vídeo

Adicionar transcrições é ótimo para o SEO, pois (1) o Google pode rastrear as transcrições para entender mais sobre o tópico e a relevância e (2) nem todo mundo prefere assistir a um vídeo; adicionando uma transcrição em sua página, você pode veicular conteúdo baseado em vídeo e texto, atraindo tanto alunos visuais quanto leitores.

 

Observações importantes e dicas finais

Certifique-se de que o Googlebot pode rastrear suas páginas de vídeo. Seu vídeo deve ser hospedado em uma página disponível publicamente; para assistir ao vídeo, não é necessário fazer login e a página não deve ser bloqueada por robots.txt, metatag de robôs ou noindex).

Depois de assistir a um clipe incorporado do YouTube, você provavelmente verá outros vídeos que o YouTube sugere que você assista. No passado, você tinha a opção de impedir a exibição de “outros vídeos relacionados” no final, mas essa opção foi removida. Se você não quiser mostrar os vídeos sugeridos, há uma maneira de contornar isso adicionando um código ao seu site.

As informações que você anotou no mapa do site do vídeo e na marcação do esquema do vídeo devem ser consistentes com o próprio conteúdo do vídeo.

Seu vídeo na Pesquisa Google, Google Video e Imagens do Google

Depois de realizar todas as etapas, seu vídeo pode ser exibido em cada um dos serviços de pesquisa de propriedade do Google; Pesquisa, vídeo e imagens.

 

Na Pesquisa Google

Com apenas a miniatura do vídeo e o link, seu vídeo terá uma aparência básica no Google. Assim que você começa a fornecer mais informações, o Google também pode mostrar isso junto com o trecho de seu vídeo. Pense em coisas extras, como a duração do vídeo, a reprodução automática da visualização do vídeo, a data do vídeo, a capacidade de restringir a exibição do seu vídeo em determinados países ou dispositivos e muito mais.

Novo: os resultados do seu vídeo na Pesquisa Google estão se tornando ainda mais valiosos para os usuários, agora que o Google é capaz de mostrar carimbos de data / hora abaixo do resultado do seu vídeo – uma espécie de função de pesquisa no conteúdo do vídeo. (No momento, o recurso “neste vídeo” funciona apenas para vídeos do YouTube (use dados estruturados do Clip e verifique as práticas recomendadas ). Se você estiver interessado em adicionar carimbos de data / hora a vídeos não YouTube, preencha este formulário ).

Fisioterapia Ortopédica Desmistificada

Fisioterapeuta: Parâmetros da Jornada de Trabalho | Blog do Secad

Fisioterapia Ortopédica

A fisioterapia ortopédica é aquela que faz a prevenção e o tratamento de dores e disfunções que sejam de causas naturais da utilização convencional do corpo, sem que tenha como origens traumas ou doenças associadas.

Esse tipo de fisioterapia tem como principal função a identificação e correção de desordens tanto pré como pós sintomas. Nesse caso, tem-se a noção exata do padrão apresentado e assim pode-se usar a ferramenta adequada.

Como ferramentas destacam-se a terapia manual que é a osteopatia, a quiropraxia, entre outras como as principais. Elas são usadas para fazer a parte de correções de pequenos parâmetros, isto é, fazer as pequenas correções que preparam o corpo para as grandes correções. Nestas estão envolvidas atividades ortopédicas que equilibram o uso que a pessoa tem em seu corpo, seja fortalecendo, alongando ou conscientizando sobre como utilizar o corpo segundo cada demanda, seja ela de uma pessoa que tem um trabalho braçal ou intelectual.

Resumo

Falando de forma clara a ortopedia entende o corpo e consequentemente os problemas por ele apresentado como uma consequência individual ou somada de fatores como genética, ambientais (trabalho, hábitos e costumes) e psicossociais.

Tendo isso em vista, fica claro que o alivio dos sintomas de forma definitiva e duradoura depende mais do paciente do que do terapeuta, pois somente o paciente tem o poder da escolha pra fazer as mudanças necessárias, cabendo ao fisioterapeuta o papel de orientação e procedimentos.

Conclusão

Infelizmente, nos fisioterapeutas também erramos em nossa atividade, não explicando pro paciente qual é a causa do seu problema e qual o passo a passo para inverte isso de forma definitiva. Essa orientação e muito importante para o paciente aderir ao tratamento tomando pra si a responsabilidade de seguir de forma correta até a solução completa dos sintomas.

Pensando em experimentar a Acupuntura? Leia Isto Primeiro!

A Acupuntura é uma nova e controversa ferramenta utilizada na medicina moderna de hoje. Pode ser um tratamento extremamente intimidante e confuso para aqueles de vocês que são novos na idéia. Uma vez que você tenha passado algum tempo pesquisando e aprendendo sobre o processo, de fato receber os tratamentos não vai parecer tão severo. Armado com o conhecimento abaixo, você pode estar confiante na sua decisão de receber tratamentos de acupuntura.

O que é Acupuntura?

A acupuntura é um conjunto de práticas terapêuticas inspirado nas tradições médicas orientais. Criada há mais de dois milênios, é um dos tratamentos médicos mais antigos do mundo. Consiste na estimulação de locais anatômicos chamados pontos de acupuntura.

De acordo com a tradição chinesa, a técnica é capaz de ajustar canais energéticos do corpo, chamados na acupuntura de meridianos, de acordo com equilíbrio de yin e yang. A medicina ocidental e moderna, contudo, sugere que o método estimule a liberação de substâncias químicas que alteram o sistema nervoso e podem ter efeitos em todo o corpo, promovendo o equilíbrio do organismo. Sendo assim, está muito associada a transtornos orgânicos resultantes de tensões emocionais como o estresse.

O diagnóstico é feito após o questionamento de diferentes aspectos da vida do paciente e a observação de manifestações físicas como a pulsação, a respiração, cor e aspecto da pele e da língua. Assim que o problema é identificado, o paciente pode ter alguns de seus mais de mil pontos de acupuntura estimulados em diversas e frequentes sessões.

Para que serve?

A acupuntura busca a recuperação do organismo como um todo pela indução de processos regenerativos, normalização das funções alteradas, reforço do sistema imunológico e controle da dor.

A técnica sobrevive há milênios mostrando benefícios a indivíduos com problemas gastrointestinais, respiratórios, musculares, urológicos, endocrinológicos, psicológicos e neurológicos, ginecológicos e até mesmo dermatológicos.

A acupuntura é especialmente indicada para a redução da dor em casos de fibromialgia e dores
localizadas nas costas, tratamento de náuseas e vômitos em pacientes que se submetem a quimioterapias ou cirurgias, e diminuição da tensão emocional.

Curiosidades

De acordo com a medicina chinesa, os meridianos energéticos que atravessam o corpo são afetados por energias “perversas”, que afetam o organismo de forma geral. Apesar de soar místico, a própria tradição ocidental considera que ventos, bactérias, vírus, lesões, traumas, ansiedades, frio ou calor constituam boa parte das energias “perversas”. A medicina moderna concorda.

O paciente tinha muita dor na mão

Nem apenas de agulhas vive a acupuntura: a estimulação de pontos de acupuntura pode ser feita também pelos dedos (acupressão), moxabustão (bastão incandescente que contém erva de artemísia), ventosas (copos que retiram energias estagnadas através do vácuo), magnetos (imãs usados para alivio de dor e melhora da circulação energética), pedras quentes, laser, entre outras técnicas. O importante, pregam os defensores da prática, é que os fluxos energéticos sejam retomados e a energia do corpo equilibrada.

O que fazer antes?

Antes de uma consulta de acupuntura, não coma uma refeição pesada. Você estará deitado de barriga para baixo a maior parte do tempo durante a sua sessão. Isto pode lhe causar desconforto no estômago se sua barriga estiver cheia. Ao invés disso, coma uma refeição leve, de fácil digestão, ou apenas petisque em alguns lanches.

Preocupações

Não se preocupe com o número de agulhas que estão envolvidas na acupuntura. A acupuntura envolve agulhas e não há como contorná-la. Você não pode esperar acupuntura sem agulhas. Portanto, você deve se permitir acostumar a este fato antes de receber um tratamento. Se você não se acostumar, você vai ficar estressado durante a sessão, o que minimizará a eficácia da mesma.

Precauções

Não coma muito antes de ir para a sua consulta. Embora você não deva entrar de estômago vazio, pois pode sentir náuseas se o fizer, o recheio só vai fazer você se sentir mal. Ao invés disso, planeje fazer um lanche cerca de uma hora ou duas antes do horário da consulta.

Reveja qualquer medicamento que você esteja tomando para determinar se algum deles está contra-indicado durante a acupuntura. Converse com o acupunturista ou seu médico para descobrir o que você precisa para parar de ingerir antes da consulta. Não tome nada antes, durante ou depois que possa dificultar o resultado do tratamento.

O tratamento deve ser sempre agendado em um momento de relaxamento. Tentar fazer acupuntura diretamente após um evento estressante ou tributário fará com que seu tratamento seja menos bem sucedido que o normal. A melhor opção é fazer sua consulta em uma hora do dia em que as janelas antes e depois do tratamento estejam relativamente calmas. Isso permitirá que você colha todos os benefícios do tratamento.

Se você se sente frequentemente lento e como se estivesse ficando sem gasolina muito antes do final do seu dia, considere o que a acupuntura pode fazer por você. A maioria das pessoas tem a impressão de que é só para a dor, mas essa não é toda a verdade! A acupuntura pode ajudar a rejuvenescer você e dar-lhe mais energia para lidar com o seu dia.

Dicas Extras

Se você está interessado em acupuntura mas não pode arcar com isso, pergunte ao seu médico se ele o aceitará como paciente em uma escala móvel. Muitos praticantes oferecem este serviço, pois percebem os benefícios de saúde oferecidos por esta terapia. Tipicamente, você pagará apenas o que você pode pagar ou concordará com um pagamento em massa por vários tratamentos.

Veja o tempo que uma visita demora antes de ir à consulta inicial. Você precisa permanecer relaxado durante sua consulta. Saiba quanto tempo demora a sua consulta, depois reserve tempo suficiente para agendá-la.

Ouça música durante a sua sessão de acupuntura. Escolha algo que o relaxe completamente, e não algo que o faça sentir-se bem. Lembre-se, é tudo uma questão de relaxar. A música clássica é uma ótima escolha, ou você pode optar por uma forma relaxante de jazz. Tudo bem se você estiver relaxado até o ponto de quase dormir. Isso vai ajudar seus músculos a responder ao tratamento.

Alguns pacientes apresentam corrimento nasal ou gripe leve, como sintomas após um tratamento de acupuntura. Na medicina chinesa, acredita-se que constipações e gripes estão na raiz de muitas enfermidades dentro do corpo. Estes sintomas são apenas a forma do corpo liberar toxinas, e normalmente não duram por muito tempo. Faça o seu melhor para se manter confortável durante este tempo, e você logo voltará à saúde ótima.

Roupas adequadas

É melhor usar algumas roupas soltas na sua consulta de acupuntura. Roupas soltas ajudarão seu acupunturista a alcançar todos os lugares onde ele ou ela precisa colocar alguns pinos. Além disso, roupas apertadas podem impedir a circulação do seu sangue e deixá-lo muito desconfortável durante seu tratamento de acupuntura.

Alimentação

Pergunte sobre vitaminas, remédios fitoterápicos ou remédios que você possa estar tomando. O seu acupunturista pode ajudá-lo a determinar se algum destes precisa ser adiado antes do seu tratamento. Às vezes você pode precisar evitar tomá-los entre as sessões também. Consulte primeiro e você saberá exatamente como aumentar os benefícios.

Faça muitas perguntas ao seu acupunturista antes e depois de um tratamento. Você pode aprender muito sobre acupuntura se pedir ao seu acupunturista para descrever o tratamento que ele está prestes a administrar e falar sobre as sensações que você sentiu após o tratamento. Você poderá pedir novamente o mesmo tratamento se souber o que seu acupunturista fez.

Profissional

Verifique se o seu acupunturista possui as certificações e qualificações adequadas. Pergunte sobre qualquer organização profissional da qual ele faça parte, e verifique sua posição junto a organizações como o Better Business Bureau. Você quer ter certeza de encontrar um verdadeiro profissional que tenha recebido o treinamento adequado neste campo da medicina alternativa. Fazer isso o ajudará a saber que os tratamentos são legítimos e que as suas necessidades de saúde estão sendo atendidas.

Considere sempre o seu nível de conforto quando encontrar um acupunturista. Você vai ficar confortável com essa pessoa quando estiver deitado sobre uma mesa sem roupa? Você vai se sentir bem quando ele estiver colocando agulhas em várias partes do seu corpo? Você confia nele? Se você respondeu não, é hora de procurar um outro praticante.

O seu acupunturista pode pedir para ver a sua língua. O pulso da língua é usado como parte da determinação de como seu qi, ou energia corporal, está fluindo. Tanto seus níveis de estresse quanto sua freqüência cardíaca serão observados. Ele usará todas essas informações para adaptar um plano que se adapte às suas necessidades.

Pensamentos finais

Agora você sabe um pouco mais sobre o campo da acupuntura e como ela pode influenciar o seu bem estar. Não é difícil de entender uma vez que você tenha sido introduzido às idéias acima. Agora é a hora de agir e buscar tratamento se você está sofrendo de dor ou desconforto.

Quais melhores massagens eróticas para apimentar a relação

Não há quem não goste de uma boa massagem para relaxar e se desligar dos problemas do dia a dia. Mas você já experimentou …

5 dicas de como fidelizar seus pacientes de fisioterapia

Um dos principais processos que uma clínica de fisioterapia pode passar é o de fidelizar pacientes. Embora a maioria das …

Saúde: confira porque alimentação e atividade física se complementam

Alimentar-se de forma saudável e cuidar da própria saúde são atitudes que qualquer ser humano precisa ter para que tenha …