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Incontinência urinária: 3 exercícios para diminuir esse problema

É conhecida a afirmação de que quando estamos com saúde não percebemos, nem paramos para pensar nesses assuntos. Porém, quando surge um problema ou desafio como o da incontinência urinária, logo ficamos apreensivos.

De fato, esse desajuste pode acontecer por várias razões e em vários níveis diferentes, como no caso que se convencionou chamar de urgência urinária, que é a necessidade de ir várias vezes ao banheiro durante o dia, ou mesmo durante a noite.

Até casos mais drásticos, em que qualquer esforço pode fazer a pessoa perder o controle e permitir o escape de urina. Nem se fala de esforços grandes como fazer uma instalação de ar condicionado, mas uma simples tosse ou espirro já pode ocasionar o problema.

Além da variedade de circunstâncias em que esse desajuste pode ocorrer, há também uma diversidade grande de perfis de pessoas abatidas por isso. Talvez o exemplo mais clássico seja o das gestantes, que perdem a continência por razões evidentes.

Isto é, porque seu corpo está passando por transformações físicas radicais, que com o tempo e o crescimento do bebê na barriga chegam a espremer a bexiga e acabar ocasionando esses quadros de incontinência, desde os mais leves até os mais graves.

Mas ela também é comum em homens, tanto na terceira idade, quando a pessoa já se encontra em situações como a de uma cadeira elétrica para idoso, quanto em jovens que possam estar passando por algum desafio pontual, inclusive psicológico.

Por esta razão é que decidimos escrever este material, como subsídio para quem deseja compreender seriamente a questão da incontinência urinária. Além de trazer os 3 exercícios mais fáceis para diminuir esses problemas, também conceituamos alguns pontos.

Realmente, o problema ao falar nesse assunto é que às vezes o material se perde muito em questões técnicas e conceituais, tornando-se acessível para o grande público. Ou então se perde em dicas práticas que não explicam o fundamento da questão.

Além disso, mais recentemente o assunto tem se popularizado, de modo que é normal ver pessoas procurando por soluções mais variadas nessa área, desde medicamentos de farmácia de manipulação, até roupas íntimas para contenção, de tipo pants.

Por isso mesmo, se o seu interesse genuíno e mais imediato é dominar de uma vez por todas algumas dicas e exercícios práticos que qualquer um já pode começar a fazer hoje mesmo, para melhorar um pouco sua vida pessoal e social, basta seguir até o fim da leitura.

O que é a incontinência, afinal?

O ser humano tem mil e uma funcionalidades em termos de corpo físico ou mesmo de psicologia pessoal, profissional e social.

Neste sentido, desajustes como esses podem ocorrer em campos tão diferentes quanto a incontinência de conduta e a incontinência sexual. No caso da urinária, o que ocorre já está sugerido no próprio termo técnico para especificar o problema.

O que precisa ficar claro é que essa disfunção pode ocasionar sérios problemas à vida social dos pacientes. Às vezes, trata-se da incapacidade de manter-se em uma reunião de negócio, ou então de fazer uma atividade física ou um hobbie qualquer.

Se a pessoa atua de modo externo, como um consultor de móveis corporativos, por exemplo, é evidente que esse problema pode assumir proporções bastante paralisantes e comprometedoras.

Em casos mais graves, pode chegar a ocasionar quadros de depressão, já que a pessoa começa a se sentir impotente e incapaz de administrar as situações mais básicas da própria vida.

Basicamente, a incontinência pode acometer ou ser oriunda dos seguintes casos:

  • Gestantes em geral;
  • Casos de partos múltiplos;
  • Lesões no esfíncter;
  • Cirurgias prostáticas;
  • Lesão no assoalho pélvico;
  • Boa parte dos idosos;
  • Herança genética;
  • Aumento na próstata;
  • Problemas na bexiga;
  • Quadros de obesidade;
  • Casos de prisão de ventre.

Ou seja, há uma série de pessoas e de problemas ligados a esse tipo de incontinência, sendo que apenas um médico especialista pode diagnosticar e tratar devidamente o problema.

Essa área específica da saúde se chama urologia, de modo que o urologista está habilitado para lidar com o caso de homens, mulheres, idosos ou mesmo crianças que possam sofrer dessa condição de maneira temporária ou permanente.

Em alguns casos é possível atingir a reversão completa do quadro de incontinência, geralmente por meio de cirurgia, mais comum em mulheres. Neste caso, a paciente coloca uma touca cirúrgica feminina e vai para o centro cirúrgico.

A intervenção consiste em implantar uma fita chamada Tape and Trans Obturator Tape, cuja sigla oficial é TOV. Já em outras situações o máximo que se faz é recorrer a dispositivos, roupas ou exercícios que possam minimizar o problema, como ficará claro adiante.

Quem regula esse segmento é a própria Sociedade Brasileira de Urologia, que conta com portarias e órgãos competentes para estudar casos e emitir estudos na área, como o Departamento de Disfunções Miccionais.

1. Esvaziando a bexiga

Um ponto fundamental de quem lida com a incontinência urinária é o conhecimento do próprio corpo, a atenção redobrada e a observação que vem com o tempo.

Um dos maiores exemplos desse novo perfil que o paciente precisa desenvolver diz respeito ao funcionamento da bexiga, que precisa ser racionalizado. Afinal, há um horário em que você sente mais vontade de ir ao banheiro.

Ou, ainda, existe um tempo médio em que você sente a vontade após a ingestão de líquidos? Mesmo nos casos mais graves de incontinência, pode haver uma certa lógica por trás do comportamento, o que já ajuda na hora de buscar melhorias.

Além disso, mesmo que os horários sejam disfuncionais, um exercício muito positivo é o de começar a se esforçar para sempre esvaziar a bexiga até o fim.

Pense em um cilindro de oxigênio industrial, que pode expelir oxigênio de maneira pré-configurada ou mesmo vazar um pouco, mas não se ele já estiver vazio.

No caso da incontinência, além de esperar o corpo eliminar totalmente o que os médicos chamam de micção, é possível fazer um esforço ou exercício físico que ajuda e muito. Trata-se de inclinar o corpo até comprimir o próprio abdômen.

Essa pressão exercida sobre a bexiga tende a esvaziá-la de modo mais assertivo. Lembrando que é possível fazer isso antes de sair de casa, mesmo que a princípio não haja necessariamente uma vontade de ir ao banheiro.

Outro exercício prático é ligar uma torneira ou chuveirinho para ouvir o barulho de líquido escorrendo, o que costuma despertar o desejo de urinar. Se quiser economizar água, ouça um som natural de cachoeira pelo celular, mesmo.

2. Bebidas cafeinadas e álcool

Pouca gente sabe, mas aquele cafezinho após o almoço, que fecha uma boa experiência à mesa com chave de ouro, ou a dose que vem durante a tarde, para lutar contra o sono, pode ter relação direta ou indireta com a incontinência urinária.

Ocorre que o café e todo derivado de cafeína tem uma substância que estimula a produção urinária do corpo. Uma dica para não precisar romper drasticamente com esse costume, é optar pelo café descafeinado, e já ir administrando aos poucos.

Ademais, o álcool tem várias aplicações e pode fazer muito bem para o ser humano, como no caso da aplicação de álcool gel perfumado 5 litros, que higieniza as mãos e ainda deixa um cheirinho bom após a limpeza.

Contudo, quando falamos em bebidas alcoólicas, é preciso ter cuidado e moderação. Se isso vale para qualquer pessoa, vale ainda mais para quem sofre de incontinência urinária.

Neste caso, o que o álcool faz é afetar os sinais nervosos do corpo inteiro, o que inclui o sistema urinário e agrava os casos de incontinência.

Na verdade, são as propriedades diuréticas que causam esse efeito, de modo que o ideal é evitar todas elas em excesso, tais como chás e sucos de melancia, melão, limão, abacaxi e outros, que geram o mesmo efeito.

3. Hidratação e exercícios

Duas confusões muito comuns quando a pessoa sofre de incontinência urinária é achar que essa situação é inimiga da água ou da ingestão de líquidos em geral, bem como de esforços e exercícios físicos de quaisquer tipos.

Sobre a água, o problema de beber muito abaixo do indicado é que, além de fazer mal para o organismo e causar desidratação, é algo que vai diminuir mais ainda a bexiga e, portanto, agravar o caso de incontinência.

Ao passo que manter-se bem hidratado é algo que faz a bexiga funcionar e trabalhar mais, como modo de começar a tratar o problema.

Outra dúvida é sobre os exercícios, que não são 100% proibidos. Qualquer paciente com incontinência pode pegar seu cartão de visita fisioterapia e ir para uma clínica, a fim de fazer atividades como pilates e até mesmo esteira em velocidade baixa.

Conclusão

A incontinência urinária é uma disfunção que pode causar desde problemas biológicos e desconfortos físicos até quadros psicológicos, então ela merece atenção.

Acima listamos os 3 exercícios mais indicados para diminuir esse problema. Não se esqueça de que o mais importante nesses casos também é consultar a opinião de um especialista, portanto, vá ao médico urologista o mais rápido possível.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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