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Fisioterapia Esportiva: saiba mais sobre o assunto

No Brasil é normal que algumas pessoas já cresçam com o sonho de trabalhar na área, seja como jogador profissional ou na área de fisioterapia esportiva.

De fato, a busca por essa e por outras profissões da área tem crescido cada vez mais, segundo pesquisa realizada por órgãos desse próprio segmento, como o Ministério do Esporte, que verificou um crescimento de mais de 30% nas buscas dos últimos anos.

O levantamento foi feito em parceria com o Coffito, que é o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, e com a Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física. Ambos detectaram vários motivos para isso.

Primeiramente, com base em dados de profissionais da área, desde médicos até profissionais liberais que atuam em clínicas com um cartão de visita fisioterapia

Segundo, a da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, ambas no Brasil.

Tudo isso somado à tendência cultural já referida acima, de um país tropical e latino-americano naturalmente inclinado para atividades físicas e esportivas. 

Deste modo, os nichos mais comuns da fisioterapia são os seguintes:

  • Fisioterapeuta Neurofuncional;
  • Fisioterapia Dermatofuncional;
  • Fisioterapia Aquática;
  • Fisioterapia Traumato-Ortopédica;
  • Acupuntura e Linhas alternativas.

Qualquer uma dessas, inclusive a Fisioterapia Esportiva em sentido lato, só pode ser feita como uma especialidade dentro da Fisioterapia tradicional. 

Com a vantagem de que hoje ela pode ser realizada até mesmo na modalidade EAD (Ensino a Distância).

Assim, o profissional da área vai aprender desde questões ligadas à rotina de exercícios, até alimentação e nutrição para determinado paciente ou esportista, como a alimentação saudável que o pão funcional pode trazer em determinados casos.

Por isso decidimos aprofundar o tema neste texto, detalhando um pouco do conceito dessa área de estudos, quais seus objetivos e aplicações, além dos benefícios e vantagens que essa formação pode trazer no curto, médio e longo prazo.

Portanto, se você quer entender de uma vez por todas como é possível fazer um curso que para muitas pessoas realiza um verdadeiro sonho, basta seguir adiante na leitura.

O que é Fisioterapia Esportiva?

Além de ser uma especialização dentro da própria graduação tradicional de Fisioterapia, podemos aprofundar um pouco mais nos conceitos dessa área de estudos.

Inclusive no sentido de deixar claro que não se trata apenas de uma área teórica e conceitual, evidentemente, mas de aplicações práticas.

Assim, o profissional pode graduar-se como licenciatura, para ser professor e ensinar nas universidades que fornecem tal formação. 

Portanto, também pode ser bacharel, com foco na prática e na colocação no mercado de trabalho.

Assim como um tecnólogo no setor industrial, que pode estudar a aplicação de um relógio comparador milesimal para futuramente tornar-se professor e também ensinar, ou pode aprender isso para aplicar no chão de fábrica.

A única diferença é que às vezes é preciso complementar a formação com o curso de pedagogia. Mas, ele sempre elimina algumas disciplinas e exige menos horas curriculares.

Ademais, a função básica do fisioterapeuta esportivo nada mais é do que tratar de atletas e esportistas. 

Sendo assim, não apenas dos profissionais que atuam jogando qualquer esporte, mas também de pessoas que se exercitam por hobbie.

Neste sentido, a carreira começa a se mostrar um tanto mais promissora, sem sombra de dúvida. 

Lembrando que o salário é menor neste segundo caso, mas o mercado se abre incrivelmente em termos de oportunidades de atuação.

Tanto que uma pesquisa realizada pelo mesmo Coffito citado acima identificou que mais de 50% dos brasileiros fazem algum tipo de exercício sistematicamente.

Portanto, cada uma dessas pessoas seria um paciente ou cliente em potencial para a pessoa que se formasse como profissional da área de fisioterapia esportiva.

Por dentro das aplicações

Como o fisioterapeuta esportivo lida tanto com profissionais quanto com amadores, sua lista de atribuições pode ser bastante extensa, o que é positivo.

No segundo caso, trata-se de acompanhar passo a passo o quadro de cada paciente ou cliente que queira mudar de vida. 

As demandas mais comuns são perda de peso, musculação, resistência, elasticidade do corpo e afins.

A aplicação também pode passar pelo processo de definir ou redefinir a dieta da pessoa, bem como a entrada com medicação genérica, ou mesmo com produtos de farmácia de manipulação.

No caso profissional as demandas vão um pouco além, envolvendo sobretudo esportistas que estão atrás de uma performance de altíssimo nível. 

Afinal, esses campeonatos esportivos, olimpíadas e demais competições são bem competitivos.

Noutras vezes trata-se de lidar com a prevenção ou o tratamento de lesões, como no caso de processos mais complexos de reabilitação. Também é comum o fisioterapeuta ter de viajar junto com os jogadores profissionais, ao menos nesses casos.

Dicas para se diferenciar

Como toda carreira ou segmento que está em plena ascensão, é muito comum os profissionais que estão entrando agora enfrentarem alguns desafios específicos, especialmente no sentido de se diferenciarem.

O primeiro grande conselho nesse sentido é, naturalmente, nunca deixar de estudar, assim como um profissional que opera cilindro de oxigênio medicinal precisa estar sempre em dia com as novidades da área, com o surgimento de novos tipos de cilindros.

De fato, como a parte esportiva envolve a Fisioterapia como um todo, as novidades podem incluir várias áreas do saber, como ortopedia, traumatologia, terapias manuais e alternativas, fisiologia de exercícios físicos e afins.

Além de disciplinas como propriocepção, biomecânica e dinamometria, que têm uma convergência bem rica com a fisioterapia esportiva, ainda podendo acrescentar muito ao diploma e atuação do profissional da área.

No primeiro caso, temos a famosa cinestesia, que ajuda a pessoa a se situar melhor em um ambiente, ao ponto de conseguir realizar movimentos complexos de olhos fechados.

A biomecânica tem uma mesma ótica, focada no modo como organismos vivos lidam com as forças mecânicas da natureza. 

Assim, uma pessoa pode treinar uma corrida usando sapato para enfermagem, a fim de ganhar equilíbrio.

Por fim, a dinamometria lida com todas as questões anteriores, mas com foco nas articulações, bem como em evitar déficits e desequilíbrios no movimento articular do cliente, seja no joelho, no cotovelo ou nas demais partes essenciais do corpo.

Além disso, tal como em outras áreas, é preciso que esse profissional goste de pessoas, bem como de comunicação e de formação de networking.

Essa pode ser a diferença entre ser o fisioterapeuta particular de uma grande celebridade, ou acabar ficando de fora das maiores oportunidades. 

Por isso mesmo é que a comunicação, o diálogo e até o carisma são fatores essenciais aqui.

Quais os maiores benefícios?

Há dois modos distintos de encarar os benefícios e vantagens de atuar na área de Fisioterapia Esportiva, sendo o primeiro pela ótica do paciente ou cliente, e o segundo pela ótica do profissional, que investe nisso pensando em retornos financeiros e pessoais.

No primeiro caso, seja o profissional ou o amador, ambos precisam de um suporte técnico para poder ter um desempenho contínuo e seguro. Às vezes, um simples aquecimento operado na musculatura antes do esforço já pode mudar tudo.

Ademais, baterias de exercícios, aquecimentos e condicionamentos no geral demandam um acompanhamento, pois algumas lesões e prejuízos que podem ser ocasionados no médio e longo prazo nem sempre são visíveis logo de cara.

Também há um aspecto de recuperação de articulações, tecidos musculares e até dermatológicos, pelo excesso de exposição a metais, ferros e demais equipamentos típicos de exercícios ou academias de treino.

Assim, para saber se é indicado fazer assepsia de um instrumento com álcool gel perfumado 5 litros, pode ser preciso um parecer técnico do seu próprio fisioterapeuta esportivo, e não necessariamente um dermatologista, ao menos até ser encaminhado.

Por fim, lidar com entorses, luxações e até tendinites, que parecem ser casos mais simples, também é algo que demanda um cuidado especializado. 

De modo que os esforços ganham em continuidade, qualidade e sustentabilidade, que são essenciais.

Vantagens profissionais

Já as vantagens profissionais dizem respeito ao retorno que uma pessoa pode ter ao dedicar vários anos de sua vida a esse estudo, preparo e colocação no mercado.

A primeira delas é que se trata de uma profissão cuja tendência é crescer cada vez mais, na contramão de outras que simplesmente estão sendo substituídas ou mesmo subtraídas por conta da mudança de hábito das pessoas.

Mas, como a busca por uma vida fitness e saudável só aumenta, também o ramo de Fisioterapia Esportiva vai seguir surfando uma curva positiva.

Portanto, uma garota que já tinha o sonho de um dia vestir um jaleco branco feminino, agora pode fazer isso como fisioterapeuta nesta área esportiva.

Por fim, segundo a Sonafe Brasil (que é a Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física), a média salarial nessa área vai de R$ 2 mil a R$ 6 mil, o que é maior do que mais de 40% das graduações existentes no Brasil.

Conclusão

Portanto, a Fisioterapia Esportiva é um ramo que tem despertado a atenção de muitos, trazendo benefícios tanto a atletas profissionais quanto amadores.

Sem falar nos benefícios que o profissional da área também encontra, conforme as informações e dicas mais práticas que trouxemos acima.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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