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5 sintomas de Lombalgia: fique por dentro

Segundo a própria Organização Mundial da Saúde, a OMS, a lombalgia é uma dor que afeta cerca de 80% da população mundial, mas, ainda assim, muitas pessoas não sabem o que ela significa ou como pode afetá-las. 

 

Nesse cenário, torna-se muito importante conhecer mais a fundo as características desse problema, visando a sua prevenção e a garantia de uma rotina de boa qualidade, em que não haja dores com frequência. Acompanhe a leitura!

O que é lombalgia, afinal?

Da forma mais básica possível, a lombalgia se refere a uma dor na região lombar, a qual está localizada na parte mais baixa da coluna, podendo sentir desde dores mais leves na rotina até suas formas mais agudas. 

 

Devido a sua frequência, a OMS acredita que grande parte dos adultos irá, provavelmente, sofrer ao menos uma vez na vida a dor da lombalgia, com maior incidência entre as idades de 35 e 55 anos. 

 

Essa crença surge uma vez que há a estimativa de que ela irá afetar até 90% dos adultos ao longo da vida e a existência de aproximadamente um terço da população dos países desenvolvidos com queixas dessas dores. 

 

A lombalgia, além de ser um problema para a garantia de qualidade de vida e conforto para as pessoas, também é um grande empecilho, pois é uma das principais causas de recorrência a recursos médicos e do absenteísmo ao trabalho. 

 

De forma geral, ela é proveniente de diversas causas, o que acaba por dificultar a realização de um diagnóstico preciso e definitivo, contudo não há a necessidade, geralmente, de realização de exames ou tratamento específico. 

 

Para entender a localização da região lombar, é interessante imaginar uma torre de iluminação móvel, a qual possui, ao longo de sua extensão, diversos fios ligados, tendo os da base como os responsáveis por manter a estabilidade de todo o resto. 

 

Passando para a anatomia humana, a torre seria a coluna vertebral, a qual é constituída por diversos ossos chamados vértebras, os fios, articulando-se pelos discos intervertebrais, responsáveis por garantir o movimento e a retenção de choques. 

 

Dessa maneira, a região lombar seria a base da torre, assim como é a base da coluna vertebral. Por esse motivo, essa síndrome de dores também pode ser conhecida como “dor ao fundo das costas”. 

Quais as formas de surgimento e sintomas da lombalgia?

Além de surgir a partir de diferentes causas, a lombalgia também afeta os indivíduos de diferentes formas e sintomas, o que permite a sua divisão em alguns tipos, diferenciando-os pela origem da dor e o tempo de duração.

1 – Sem origem específica

O primeiro tipo é aquele em que a dor aparece sem a existência de um motivo patológico claro, sendo classificada como não-específica, devido ao fato de ser possível a identificação de um problema de saúde ou situação causadora da dor. 

 

Nesse caso, é preciso que o paciente visite um médico especialista no assunto, seja ele um ortopedista ou fisioterapeuta, para descartar a possibilidade de existirem outros problemas, como hérnias de disco, osteoporose ou outras doenças.

 

Isso é importante porque, por exemplo, para que a manutenção de ar condicionado seja realizada com qualidade, o profissional precisa entender que ações estão afetando o seu funcionamento, caso contrário, irá arrumar algo que não precisa.

 

O mesmo acontece com a lombalgia, já que o médico só irá conseguir cuidar desse problema se compreender que não existem outras causas para ele, possibilitando o tratamento exato das condições de seu paciente. 

2 – Quando há origem específica

Quando a lombalgia é caracterizada como de origem específica, significa que existe alguma causa ou problema mais sério que desencadeou a dor, como inflamações nos discos da coluna, artrite reumatoide ou fratura na região.

 

Sendo assim, pode variar mais em relação à duração dos sintomas de dor, sendo classificadas em aguda, subaguda e crônica, com ou sem uso de touca cirúrgica masculina

3 – Do tipo aguda

A lombalgia aguda é aquela que não está frequentemente presente na vida do paciente, tendo duração máxima de um mês e meio, ocorrendo episódios de dor que surgem com os afazeres diários. 

 

Nesse caso, ela é proveniente de pequenas ações inadequadas, mas que podem ser comuns no cotidiano do afetado, como a má postura no trabalho, realização de movimentos repetitivos, sedentarismo, etc.

 

Por esse motivo, se uma pessoa trabalha sentada a maior parte do tempo em uma fábrica de cilindro de argônio, é aconselhável que pausas durante o expediente para alongar a coluna e arrumar a postura sejam realizadas, além da prática de atividade física. 

4 – Do tipo subaguda

Neste caso, a duração da dor fica em torno de seis a doze semanas, também sem relação com nenhuma patologia, mas problemas na coluna e nas articulações podem ser estopins para essa forma de lombalgia. 

 

Mesmo com maior duração, esse tipo da dor possui a necessidade de cuidados semelhantes, com a realização de ações mais preventivas e básicas do que tratamentos prolongados e específicos. 

 

De forma geral, a regra é aprender a cuidar dos hábitos comuns, como mexer em um paquímetro digital profissional pela primeira vez. Conforme o tempo passa, a pessoa aprende técnicas capazes de facilitar o uso, assim como hábitos preventivos.

5 – Do tipo crônica

Por fim, a lombalgia crônica é quando a dor dura por, no mínimo, três meses, sendo uma dor frequente e surgindo durante o cumprimento das atividades cotidianas. Aqui, há grandes chances de existência de problemas patológicos. 

 

Sendo assim, em sua maioria ele possui uma fonte que causa a lombalgia, o que necessita avaliação por parte de um médico ortopedista ou fisioterapeuta, que irá indicar o tratamento adequado para cada caso e gravidade.

O que pode causar essa dor?

Como citado, a lombalgia pode ser proveniente de múltiplas causas, sendo muitas vezes sentida a partir da realização de algum movimento ou para capturar algum objeto, o que a deixa conhecida como lombalgia de esforço.

 

No entanto, em sua grande parte, ela está ligada a alterações na coluna conforme o indivíduo envelhece, tendo esse processo degenerativo iniciado desde cedo, o que faz com que a coluna fique mais suscetível à dor. 

 

Isto é, ela pode ser sentida com mais força quando a coluna precisa ser utilizada, como em atividades laborais ou recreativas de peso, o que a caracteriza como lombalgia mecânica.

 

Em outros casos, ela pode ser proveniente de lesões ou degeneração dos discos intervertebrais, espondilose, deslizamentos vertebrais ou aperto da coluna, todos problemas na coluna que podem levar a sua instabilidade e surgimento das queixas na região. 

 

Em relação a pequenas ações que podem ser consideradas problemas desencadeadores de lombalgia, sem a avaliação específica do profissional, podem ser incluídas a má postura corporal, inflamações e infecções, artrose, sedentarismo ou trabalho repetitivo. 

 

Nesse caso, a garantia de uma postura corporal correta é essencial a partir de qualquer idade, então prezar pelo uso de um sapato para enfermagem que seja confortável e ajuste da estrutura da coluna são opções muito vantajosas. 

 

Há ainda a possibilidade de distúrbios emocionais desencadearem a lombalgia, o que é muito comum ver em pessoas com depressão ou sob situações de estresse e ansiedade excessivos. 

Como cuidar dessa doença?

Antes de tudo, é imprescindível destacar a necessidade da busca de um médico, visto que ele dará o diagnóstico correto e o tratamento mais assertivo. 

 

Após a identificação da causa, o responsável irá orientar o paciente de acordo com as suas dores, a qualidade de seus exames e a troca dos hábitos do cotidiano que podem prejudicar o tratamento da lombalgia.

 

Além disso, ele poderá prescrever a manipulação de medicamentos, como analgésicos e anti-inflamatórios para ajudar com a dor ou, dependendo do caso, alguma intervenção cirúrgica. Contudo, em alguns casos, apenas o repouso já ajuda. 

 

Ademais, é importante a implementação de certas ações, como a prática de exercícios físicos com regularidade, manutenção de uma boa postura, a utilização de um colchão de qualidade e a realização de fisioterapia preventiva.

 

Sendo assim, para o caso de pessoas mais velhas que ficam muito tempo sentadas em sua cadeira elétrica para idoso, é essencial que a postura seja adequada, evitando o desencadeamento de dores, devido ao longo tempo em uma mesma posição. 

 

Por fim, é importante saber identificar quando a lombalgia está afetando o indivíduo, o que torna essencial a identificação de alguns de seus sintomas, a começar por intensa dor nas costas que não melhora com repouso, que pode ou não ser lancinante.

 

Além disso, alguns dos demais sintomas são:

 

  • Dor irradiada para quadris, virilhas, coxas e costas;
  • Dificuldade para ficar sentado ou caminhar ereto;
  • Incômodo nos glúteos;
  • Maior tensão dos músculos costais;
  • Piora da dor ao se inclinar para trás;
  • Sensação de queimação ou formigamento.

 

A fraqueza e dificuldade para realizar movimentos simples também podem ser acrescidos à essa lista, mas a mudança de posição pode melhorar a dor.

Conclusão

A lombalgia é uma dor na coluna muito comum entre os adultos e que pode causar diversos incômodos, diminuindo a qualidade de vida das pessoas que sofrem com essa condição. 

 

Sendo assim, é importante compreender todas as suas características, sintomas e tratamentos, a partir do que foi tratado ao longo deste artigo, para a prevenção desse problema e a garantia de uma vida saudável.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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