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4 dicas de marketing digital para área da saúde

A internet simplesmente mudou o estilo de vida, no pessoal e profissional, um dos efeitos disso é a força de frentes como a da publicidade e do marketing para a área de saúde, que hoje é fundamental.

De fato, as pessoas passam tanto tempo conectadas e a dependência de alguns recursos digitais como as redes sociais e os motores de busca é tão grande, que a marca que não souber marcar presença ali vai acabar ficando para trás.

Basta imaginar que se hoje uma pessoa precisa de algo como sistemas de automação residencial, dificilmente ela vai pedir alguma indicação direta ou procurar algo em revistas e jornais. É bem mais provável que acabe pesquisando na internet.

O que muitos não entendem é que isso não vale apenas para marcas tradicionais, ou para produtos e serviços populares, de cunho fortemente comercial. 

Entretanto, vale também para a área da saúde, que permite e até exige o investimento em marketing.

Também é verdade que o CFM (Conselho Federal de Medicina) tem algumas restrições para o setor, conforme aprofundaremos adiante. 

Portanto, o fato de que o médico não pode fazer propagandas apelativas também não impede todo tipo de marketing.

Por exemplo, um especialista da área de osteopatia joelho não pode explorar fotos de seus clientes reais. 

Contudo, ele pode criar um blog e gerar conteúdos que explicam melhor o segmento de osteopatia, ajudando muitas pessoas e captando mais leads.

Inclusive, esse mesmo tipo de restrição vale também para outros tipos de profissionais, tais como os advogados. 

Eles não podem fazer propagandas que estimulem as pessoas a entrarem com litígio, se divorciarem ou algo parecido, mas podem fazer outras ações.

No caso da medicina há um universo de recursos que permanecem válidos e legais. 

Por isso decidimos entrar nesse assunto, trazendo aqui não apenas as 4 dicas de marketing digital para a área de saúde, mas também a importância e o conceito dele.

Assim, permitimos que cada profissional compreenda melhor seu papel e suas possibilidades dentro desse cenário, tudo isso com exemplos muito claros e práticos. 

Em vez de dar dicas genéricas, que provavelmente não ajudariam ninguém na prática.

O ponto mais interessante disso é que atualmente as estratégias e recursos do marketing digital são tão amplas, que realmente podem ajudar profissionais de qualquer nicho, seja um famoso cirurgião plástico ou alguém da área de massagem holística.

Desta maneira, se você quer entender de uma vez por todas como o marketing digital para área da saúde pode virar a chave da sua clínica ou da sua carreira, fortalecendo sua marca e gerando oportunidades incríveis, basta continuar aqui até o fim.

Conceito e conscientização

A resolução do CFM que trata do marketing e da publicidade é de 2011, cujo número é 1974/11. 

Ao contrário do que alguns pensam, são regras que com frequência passam por revisão, justamente por entender que as coisas mudam com o tempo.

Sendo assim, novas tendências podem afrouxar ou intensificar um pouco o que é permitido, por exemplo, o aumento ou diminuição de fake news e de fraudes na área da saúde.

Entretanto, tem algo que nunca mudou, que é a compreensão de que nem todo tipo de comunicação que um profissional da saúde faz com seu público-alvo é necessariamente apelativa.

No fundo, é uma questão de ética e de bom senso, o mesmo vale para segmentos transversais em relação à medicina, como uma loja que vende cadeira de rodas adaptada.

Basicamente, as diretrizes principais afirmam o seguinte:

  • Não fazer sensacionalismo;
  • Informar dados de registro do médico;
  • Não explorar tecnologia como diferencial;
  • Sempre praticar o rigor científico;
  • Não explorar pacientes e casos reais;
  • Evitar um tom de concorrência apelativa;
  • Não divulgar fotos de pacientes reais.

Enfim, qualquer profissional que seguir nesse sentido certamente fará uma comunicação muito mais humanizada e respeitosa para com todos, tanto seus pacientes em potencial quanto a sociedade civil.

De modo que, sem ser apelativo, ele pode e até deve imaginar seu próprio nome como um negócio, a fim de criar uma conscientização de marca que o permita realmente impactar as pessoas que compõem o seu público-alvo.

Portanto, o problema não se trata de ver o paciente como um cliente, pois no fundo ele também é isso. 

Trata-se, com certeza, de não usar gatilhos comerciais que possam ludibriar qualquer tipo de pessoa.

1. Entenda melhor seu público

Como vimos, o médico ou profissional da área de saúde também tem um público-alvo, de modo que seria injusto proibir que ele procure impactar as pessoas que fazem parte desse grupo de interesse, as quais aliás também podem se beneficiar disso.

Deste modo, um passo fundamental é estudar melhor as características dessas pessoas, que é o que no marketing se chama formação da persona do público. 

Isso consiste em criar dois ou três perfis semi fictícios, inclusive com nomes e fotos de pessoas reais.

Todavia, pode ficar em paz, que esse modelo não será publicado em momento nenhum, então não tem problema usar uma foto real. 

O fato é que se o seu alvo são jovens que procuram comida fitness, eles têm traços em comum que você precisa entender melhor.

Por exemplo, compreender onde esses jovens estão, que tipo de conteúdo eles mais consomem, quais as plataformas digitais e redes sociais que os atraem realmente, e daí em diante. Com isso, suas ações de marketing se tornarão bem mais assertivas.

Lá no começo falamos sobre captação de leads, que é justamente o esforço de criar um banco de contatos de pessoas interessadas em sua área, como modo de se comunicar com essas pessoas, conforme ficará claro adiante.

2. Criando conteúdos que engajam

Depois de fazer o devido recorte sobre o tipo de pessoas e de leads que possam ter interesse em seus serviços, é preciso aprender a se comunicar com assertividade e qualidade.

O curioso é que isso atrai para a área da saúde uma estratégia chamada de marketing de conteúdo, que também é praticada pelas maiores marcas do mundo, por ser uma tendência mesmo entre segmentos que não têm restrição nenhuma em termos de publicidade.

Sendo assim, com isso você coloca seu consultório ou seu nome no centro do que realmente importa, criando um valor de marca que é incomparável. 

O modo mais preciso de começar é criando um blog e gerando conteúdo original, rico e gratuito.

Depois que um blog se torna referência na área de algo como marmita fitness low carb, é possível começar a diversificar no formato, gerando multimídias como áudios, vídeos explicativos, infográficos, e-books.

Ademais, também chega o momento de ir além do próprio blog ou do site institucional, enfim marcando presença nas redes sociais.

O mais bacana é que tudo nasce do artigo do blog, depois ele é que vira script para um vídeo, ou subsídio para uma postagem de mídia social. 

Isso também garante a qualidade do conteúdo, independentemente do formato em que for publicado.

3. Otimização e automação

Hoje em dia, tão importante quanto gerar conteúdo é fazer com que ele dialogue com as plataformas de busca como Google, Bing e Yahoo, que são as mais utilizadas no Brasil.

O modo próprio de garantir isso é por meio do SEO (Search Engine Optimization), que faz a Otimização de Páginas para Motores de Busca, garantindo um bom ranqueamento nas buscas realizadas diariamente nessas grandes plataformas.

De fato, o sonho de alguém que trabalha com controle de acesso é dominar o topo da primeira página, pois assim sua marca ficará em exposição nisso que já é uma das maiores vitrines do mundo, gerando muito mais resultado.

Já a parte de automatização diz respeito a um esforço interno da sua clínica, consultório ou hospital. 

Quem ajuda com isso é a tecnologia dos CRMs (Customer Relationship Management), que fazem a Gestão de Relacionamento com o Cliente.

Assim seus pacientes em potencial vão poder preencher formulários para receber newsletters e e-mail marketing, o que vai acelerar a jornada deles como clientes do seu negócio.

4. O papel do atendimento

Por fim, toda essa otimização e automação não podem fazer com que você se afaste do seu público, de modo que é preciso humanizar sua marca.

Isso volta ao ponto inicial da questão da ética e do bom senso. No fundo, se um artigo sobre treinamento admissional NR 18 desperta dúvidas e interações no campo de perguntas do blog ou das redes sociais, isso é bom.

Afinal, é o que vai garantir uma comunicação mais próxima com o seu público, beneficiando essas pessoas. O que por sua vez fortalece sua marca, gera compartilhamentos e cria um círculo virtuoso de presença digital.

Considerações finais

Sendo assim, o marketing médico tem algumas restrições impostas pelo próprio CFM, mas nem por isso o profissional da área está impedido de empreender várias ações publicitárias.

Com as informações de base e as 4 dicas práticas que trouxemos aqui, ficará muito mais fácil qualquer um dar os primeiros passos nesse sentido, garantindo as boas práticas que são exigidas e ampliando os seus resultados.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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