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Anti-inflamatórios: veja como eles atuam no organismo

Entenda importância de orientação e farmacêutica para bem-estar da saúde das pessoas 

 

 Repentinamente, você sente um mal-estar, como se estivesse resfriado. No dia anterior, espirrou; em seguida, dor de garganta e febre no final do dia. Indisposto, dorme mais cedo e, quando acorda, o quadro de saúde continua, acrescido de um cansaço e um desconforto no corpo, que prejudica as suas atividades cotidianas. Soma-se a essa situação a preocupação com a pandemia do Covid-19. Busca atendimento médico e faz um exame para detectar se está ou não contaminado, cujo resultado é negativo. O médico faz um exame físico e conclui que não está com uma infecção bacteriana; portanto, não prescreve antibiótico e recomenda descansar em casa, ingerir muita água e manter uma alimentação leve e saudável. Com isso, há o diagnóstico de virose e recomenda-se um anti-inflamatório. 

 A situação descrita é muito comum em postos de saúde, em pronto-atendimento ou em consultórios de otorrinolaringologia. Possivelmente, a maioria das pessoas já vivenciou em algum momento de suas vidas uma orientação médica, por não identificar o vírus envolvido, de recomendar um tratamento onde o corpo do paciente irá lidar sozinho com a infecção, exceto nos casos onde há condições preexistentes, como doença pulmonar ou tratamento oncológico. 

 A indicação médica na administração de anti-inflamatórios tem como objetivo nos fazer sentir melhor e reduzir o desconforto corporal e a febre, para que possamos ter disposição para executar algumas de nossas atividades diárias. E é importante ressaltar que o fato de tomar um remédio tem uma relação psicológica com a forma de estarmos sendo cuidados – até a reação de melhora diante de uma doença.  

 A função dos anti-inflamatórios é diminuir os mecanismos fisiológicos responsáveis para acabar com a infecção, ou seja, uma reação imunológica para o combate do organismo invasor, que resultou nos sintomas comuns de resfriado, como febre, cansaço e fadiga.  

 Tecnicamente, os anti-inflamatórios atuam no organismo com a inibição de uma enzima chamada ciclooxigenase (COX), que faz aumentar a produção da substância prostaglandina, responsável pelo surgimento do quadro inflamatório. Combater a COX diminuindo a produção de prostaglandina e cessar inflamação, dor e febre: essa é a função do anti-inflamatório. 

O clínico geral Gabriel Dotta comenta que as substâncias anti-inflamatórias (antioxidantes) estão presentes em alimentos e ajudam a prevenir o aparecimento de uma série de doenças, além de explicar que “os anti-inflamatórios atuam em diferentes graus, inibindo a enzima ciclooxigenase (COX), prejudicando a transformação de ácido araquidônico em prostaglandinas e tromboxanos”. 

 Os anti-inflamatórios causam efeitos colaterais sérios se seu uso for indiscriminado, a longo prazo e sem orientação de um médico ou de um especialista. O doutor Gabriel alerta: “Podem afetar o coração, os rins e o trato gastrointestinal quando utilizados com abuso, tanto na dose, quanto na duração. Os principais efeitos são infarto agudo do miocárdio, úlcera péptica, insuficiência renal e hipertensão arterial. O médico sempre deve prescrever e escolher o melhor anti-inflamatório para cada caso e cada paciente”, conclui. 

 Para complementar as orientações médicas, o profissional qualificado, com formação no curso de farmácia, está pronto para informar sobre a medicação, a administração correta e os efeitos colaterais, ou seja, preocupado com sua saúde e seu bem-estar. 

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