Dicas de Fisioterapia para Pacientes e Fisioterapeutas

Leia nossos artigos. Melhore o seu estilo de vida agora!

5 tipos de avaliações manuais para um bom diagnóstico

A avaliação manual é uma das muitas formas de verificação de partes de um corpo que não apresentam conformidades, em relação ao movimento.

Assim, também de modo que uma ação preventiva aconteça, evitando maiores dores de cabeça no paciente.

Sendo bem comum que possamos enfatizar nossas idas aos médicos, a medida em que dores e desconfortos apareçam.

E estes acabam por passar verificações que envolvem exames, com acompanhamento de máquinas e equipamentos dos mais variados tipos.

E ainda que essa forma de análise seja importante, e busque sempre por problemas que podem estar além do olho nú, é por meio de uma forma mais próxima de verificação que muitos fisioterapeutas conseguem trazer um olhar diferenciado para as partes do corpo.

Isso faz com que erros e eventuais ocorrências sejam analisadas e tratadas separadamente, agregando um tipo de fisioterapia própria para aquele problema, e não apenas incorporada em um tratamento feito para um membro inteiro, como no tórax.

Portanto, no artigo a seguir vamos apresentar algumas das vantagens da avaliação manual, apresentando sua definição e alguns exemplos de verificações feitas nos principais consultórios, focando sempre na diferenciação das partes que compõem o corpo.

O que é uma avaliação manual?

A avaliação manual é uma forma de entender na prática o funcionamento ou a falta disso no corpo de um paciente.

O foco principal é a verificação pelo toque e pela infusão de ações, ainda que esta prática venha acompanhada de fatores como itens de aula de pilates.

Exames médicos, por exemplo, são uma forma interessante de encontrar problemas no interior do nosso corpo, que podem causar problemas na forma como o utilizamos externamente, como andar até uma parada de ônibus ou um simples gole de água.

Um dos principais nesse sentido são aqueles que envolvem algum tipo de conexão com os impulsos mentais, já que a cabeça é a parte do corpo que se conecta com todos os movimentos, sentidos e até mesmo pensamentos que temos em brunch corporativo.

Ainda assim, a avaliação manual é altamente necessária, sendo recorrente principalmente em situações de dores e desconfortos em que o paciente ainda não possui uma precisão exata do local da dor. Por isso, é necessário que o fisioterapeuta utilize o toque.

Dentro disso, é bem comum que alguns exames voltados à musculatura e movimentação de braços, pernas e outros membros do corpo sejam devidamente acompanhados, tanto pela mão do profissional quanto pela observação a partir de equipamentos.

Quais são seus benefícios?

Nem sempre conseguimos sentir algum tipo de dor que nos aflige, porque muitas vezes ela pode não dar nenhum tipo de sinal.

É o caso de uma ruptura em um tecido da mão que pode passar despercebido, por não estar em contato com aqueles movimentos.

Por isso, é importante que ocorra um entendimento sobre partes que exames não podem constatar com exatidão, que é o caso da avaliação manual dos membros e partes do corpo de um paciente.

Essa verificação pode fazer com que haja uma intervenção precoce. É o caso de uma fratura em um joelho, que aparentemente já está sarada. 

No entanto, por meio de uma avaliação manual verifica-se alguns pontos podem ter uma ligação com aquele membro, prejudicando em diferentes funções, como:

  • Baixar;
  • Levantar;
  • Dobrar;
  • Estalar.

Por isso, é interessante investir em formas de avaliação manual, que por meio de diferentes tipos de verificação acabam encontrando muitas vezes a causa de uma dor ou prevenindo uma possível lesão em um paciente, independente de seu histórico.

5 tipos de avaliações manuais

A avaliação manual é bastante eficiente, mas por outro lado é bem complexa de ser realizada, pois engloba a participação e verificação de partes do corpo de maneira separada, tal como uma busca minuciosa por um problema em uma grande planilha.

Isso demanda não apenas uma forte compreensão sobre o sistema de verificação corpórea, mas também uma habilidade de notar movimentos e ligações que podem estar corrompidas apenas por uma respiração ou um andar que provoca espasmos, por exemplo.

Por isso, é importante pontuar cada uma das partes que compõem essa avaliação total, entendendo a complexidade dela e os itens fabricante de lencol de papel para maca 50×50 que levam-na a um diagnóstico pontual sobre o problema sentido pelo paciente.

Assim, entenda abaixo algumas das avaliações mais utilizadas por fisioterapeutas e entenda as diferenças e relevância de cada uma delas em um contexto clínico.

  1. Avaliação Postural Estática

Nesse tipo de avaliação o foco do fisioterapeuta é fazer uma compreensão sobre tudo o que diz respeito ao corpo do paciente, seja em um ambiente frontal, de verso e nos lados, dando ênfase para cada parte do corpo de acordo com divisões como tronco, cabeça e pés.

O principal objetivo é fazer uma identificação de todas as partes de forma separada justamente para que haja uma compreensão sobre onde pode estar ocorrendo um desconforto e o que isso pode acarretar ao paciente, entendo cada lado examinado.

Por exemplo, em um exame lateral, o profissional responsável vai fazer uma compreensão sobre cada junta do corpo, de modo a entender volume, tamanho, profundidade, e se for necessário, vai solicitar movimentos do paciente para destacar alguma parte conflitante. 

  1. Avaliação Dinâmica

Na avaliação dinâmica, diferente da anterior, onde o paciente se encontra parado, fazendo movimentos pontuais quando é solicitado, executa-se uma observação sobre a qualidade e a execução dos movimentos, entendendo os quadros que podem existir no paciente.

Por exemplo, é bem comum que exista um acompanhamento a partir de uma posição de prancha, entendendo de forma prática, pelo toque, quais partes informam dores ou contorções naquela pessoa, e como partes do corpo estão trabalhando unificadas.

É como se o paciente estivesse em uma aula de pilates classico fazendo movimentos contínuos e guiados, mostrando cada força e cada disposição de partes do corpo em situações diferentes, algo que pode mostrar possíveis danos e dores não aparentes.

  1. Avaliação Neural

Aqui, como o próprio nome indica, existe uma potencialização do fator cerebral, que é altamente interligado com todas as partes do corpo, providenciando ou não um bom funcionamento daquilo que o paciente precisa para se movimentar normalmente.

O fato é que um impulso nervoso fora do lugar pode provocar algum tipo de ação do corpo, ainda que tenha ou não dor, o que causa o desconforto e a análise própria uma difícil forma de encontrar erros e dores caso não sejam feitas em equipamentos medicos basicos.

Para esse tipo de exame é bem comum que os profissionais tragam aparelhos que estejam conectados a determinados pontos do corpo, bem como na parte da cabeça, coletando dados em aparelhos que evidenciem a potência dos estímulos e suas ações na prática.

  1. Avaliação de Cadeias Musculares

Ainda que não possamos ver, nosso corpo exibe músculos que podem tanto funcionar separados, quanto ter funções unificadas, como o caso de nossas pernas, braços, barriga e outras partes do corpo que estão juntas dentro de um único aspecto, sem separações.

Nessa análise o profissional vai atentar para os pontos de dores e desconfortos e fazer com que o atendimento verifique as cadeias musculares unificadas, entendendo onde pode estar o sinal daquela dor, trabalhando juntamente com um tipo de aparelho de medir pressao.

É ideal que sejam feitos testes, que mostrem a atuação dos músculos juntos e também aqueles movimentos que evidenciem algum tipo de dor pontual. 

Para isso, é preciso que o fisioterapeuta acompanhe palpando as regiões a serem estudadas dentro da ocasião.

  1. Avaliação da Dor Miofascial 

Se você já passou por uma catraca eletronica de academia e sentiu dores em pontos determinados da perna ou das coxas, apontando para dores que vão e voltam, sempre em lugares similares, como se estivessem se movimentando, esse exame será essencial.

Aqui o profissional faz uma verificação dos pontos tidos pelo paciente como determinantes para a dor que é sentida, e a partir dessa constatação, realizam-se exames nessas determinadas áreas, buscando uma maneira de encontrar o ponto de gatilho da dor.

É bem como que dentro desse exame, que também pode ser feito em espaços localizados em uma academia de ginastica, existam falta ou deficiência de modalidades, que incorporam outras características e sintomas, como fraqueza e até mesmo febre no corpo.

Considerações finais

Acima você entendeu um pouco mais sobre a importância da avaliação manual, e sua relevância em comparação com formas tradicionais de exames relacionados às problemáticas fisioterápicas, que geralmente ocupam maior preocupação.

Essas avaliações, apresentando suas diferenciações e focos a serem seguidos pelos profissionais, podem trazer respostas para problemas que jamais foram descobertos, aumentando as chances de uma solução das dores do paciente.  

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Escreva um Comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Quais melhores massagens eróticas para apimentar a relação

Não há quem não goste de uma boa massagem para relaxar e se desligar dos problemas do dia a dia. Mas você já experimentou …

5 dicas de como fidelizar seus pacientes de fisioterapia

Um dos principais processos que uma clínica de fisioterapia pode passar é o de fidelizar pacientes. Embora a maioria das …

Saúde: confira porque alimentação e atividade física se complementam

Alimentar-se de forma saudável e cuidar da própria saúde são atitudes que qualquer ser humano precisa ter para que tenha …