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Como as camisetas surgiram?

Confira uma breve história desta peça clássica.

 

Hoje em dia, é até difícil imaginar um mundo em que camisetas não sejam onipresentes. A peça é essencial em qualquer guarda-roupa, seja masculino, feminino, infantil, jovem, adulto ou idoso. Contudo, nem sempre foi assim: o item percorreu um longo trajeto até ocupar lugar de destaque definitivo no vestuário.

 

Considerada uma das roupas confortáveis do guarda-roupa atual, antes, a camiseta vivia escondida, ganhando as vitrines, as ruas e os corações de todos nós apenas em um passado relativamente recente. Contamos um pouco dessa história aqui, acompanhe abaixo.

1.  Longo início

A origem da camiseta remonta à Antiguidade. Por baixo das armaduras dos soldados romanos, havia uma proteção de linho, chamada “camisia”. Foi assim que tudo começou e permaneceu por muito tempo: o item era usado como peça de baixo para proteger o corpo principalmente da transpiração.

 

A popularização veio a partir da Revolução Industrial, quando praticamente todas as áreas de produção sofreram grandes mudanças. Com a introdução do tear mecânico e das máquinas têxteis, a camiseta passou a ser produzida e consumida em larga escala por trabalhadores.

 

Os filhos desses operários, que, muitas vezes, também trabalhavam na indústria, passaram a usar as camisetas desde a infância. No entanto, o uso não ficou restrito aos cidadãos urbanos: por causa do baixo custo, a peça passou a ser largamente utilizada para trabalhos rurais justamente pelo conforto.

 

Até a Primeira Guerra Mundial, permaneceu como roupa de baixo, sendo utilizada por trabalhadores braçais. Naquela época usar camiseta socialmente não era uma hipótese. Entretanto, o conflito foi importantíssimo por incluir a peça de algodão como vestimenta dos soldados, figuras enaltecidas no pós-guerra.

 

Graças aos soldados norte-americanos, a camiseta ganhou a cara que conhecemos hoje. Por meio da propaganda dos oficiais, a peça também começou a ser exportada.

2.  Grande virada

Pode perguntar para os seus avós se eles viam as camisetas com bons olhos: há muitas chances de que a resposta seja negativa. Até os anos 50, a peça ainda era usada embaixo das roupas, escondida.

 

Tudo mudou quando Marlon Brando apareceu de camiseta branca e calça jeans no filme Um Bonde Chamado Desejo. Nesse momento, até os idosos se renderam à peça. Foi um sucesso estrondoso, enquanto a imagem de virilidade de Brando era o ideal a ser alcançado pelos homens.

 

Ainda na década de 50, mais especificamente, em 1955, apareceu outro ícone do cinema usando o look formado por camiseta branca e calça jeans, combinado com carros em alta velocidade e cigarros: James Dean. Assim, a camiseta ganhou os corações da juventude contestadora e passou a ser sinônimo de posicionamento político.

 

Falando em política, foi na esteira da herança de rebeldia e contestação juvenil que a camiseta conquistou seu posto de vestimenta mais usada para expressar mensagens. Com o movimento hippie e os festivais de música, as camisetas passaram a trazer as clássicas frases de paz e amor, além de símbolos da contracultura, texto antiguerras e estampas tie-dye — que voltou à moda hoje.

3.  Incontestável ícone

Desde então, não teve mais volta: a camiseta chegou e ficou. Dos anos 80 para cá, as camisetas não eram mais exclusivas de jovens rebeldes, mas pertencendo a todos. Até a Princesa Diana apareceu usando a peça por baixo de um blazer, deixando a Família Real enlouquecida.

 

As camisetas de banda viraram tendências, mas as listradas, no estilo náutico, também caíram no gosto dos mais refinados. Hoje em dia, viraram até uniformes de CEOs de sucesso: Mark Zuckerberg e Steve Jobs sempre advogaram usar apenas um estilo de camiseta e calça jeans para não perderem tempo pensando em roupas, o que contribuiu para que a peça fosse cada vez mais aceita em ambientes de trabalho.

 

Não tem como contestar: a camiseta é uma peça confortável, atemporal, simbólica e universal, presente em todos os guarda-roupas, festivais de música, passarelas, escritórios e, principalmente, corações.

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