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3 dicas para retardar o Alzheimer

Quem tem um idoso na família ou acompanha de perto o cenário da saúde na terceira idade, certamente já ouviu falar de casos de Alzheimer, uma doença que afeta a memória e que tem grande incidência no grupo de pacientes mais velhos. 

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Alzheimer é o quadro correspondente a 60% dos casos de demência em idosos. A doença não tem cura, uma vez que pouco se sabe sobre a sua origem. 

No entanto, há vários métodos que são aplicados para oferecer maior qualidade de vida aos pacientes, mesmo que o quadro não possa ser, de fato, revertido. 

O acesso à informação hoje em dia permite que as pessoas conheçam possíveis doenças que podem ser desenvolvidas ao longo da vida, de modo que elas possam tomar decisões pessoais que diminuam as possibilidades de adquirir esses problemas. 

Assim, seja por meio da impressão de catálogo de uma clínica médica, ou por matérias variadas disponíveis na internet, buscar conhecimento e se preparar para mudar hábitos ruins podem ser ações fundamentais para desfrutar de uma velhice mais tranquila. 

O Alzheimer está entre as doenças mais temidas da terceira idade, e os estudos para tentar desvendá-la não param de ser aplicados. É a partir deles que se obtém informações que podem otimizar vários aspectos dela. 

Assim, descobrem-se meios de lidar antecipadamente com o quadro, ou mesmo novas metodologias capazes de trazer maior bem-estar para quem já foi afetado pelo quadro. 

Se você se interessa pelo assunto, sabe da importância de se cuidar ou quer entender mais sobre o Alzheimer para facilitar a vida de alguém que possui a doença, este artigo é para você. 

Então, siga na leitura deste conteúdo e conheça algumas dicas que podem ser aplicadas para diminuir o avanço do Alzheimer, aprendendo a aplicá-las e garantindo uma qualidade de vida muito melhor para quem precisa. 

O que é o Alzheimer?

Cuidar da saúde sempre foi uma atitude de extrema importância. Não à toa, é fundamental que as pessoas busquem realizar um check up geral periodicamente, além de investir nos cuidados com o próprio corpo.

Isso traz um maior bem-estar, ao mesmo tempo em que permite que se possa ter maior controle sobre as mais diversas situações relacionadas à saúde. 

Ter uma alimentação balanceada e realizar exercícios físicos são ações indispensáveis para quem deseja desfrutar de uma vida mais sadia e tranquila. Atualmente, já não existe quem não saiba disso. 

Em paralelo, é sabido que alguns quadros de saúde podem surgir com o passar dos anos, e em geral, eles costumam ser vistos quando se atinge uma maior idade. 

O Alzheimer é uma dessas doenças, e que ainda precisa ter os seus estudos aprofundados para que se possa saber mais sobre ela. 

A princípio, ela se trata de um quadro com efeito degenerativo do cérebro. Ela afeta uma série de funções mentais, tais como:

  • A memória;
  • A linguagem;
  • A capacidade de fazer cálculos;
  • O comportamento.

Esses problemas surgem e se desenvolvem de forma progressiva, o que faz com que o idoso se torne dependente de ajuda para realizar diversas tarefas do seu cotidiano. 

Nesse sentido, equipes médicas do mundo todo estão em busca de entender mais sobre a doença, e o que se sabe sobre ela pode ser encontrado em diversas fontes de informações, como um folheto a3 ou comparecendo a uma consulta médica. 

O Alzheimer é um tipo de perda de células cerebrais e possui relação direta com a idade do paciente. Assim, quanto mais idade tiver um idoso, maiores são as chances de ele apresentar a doença. 

Além disso, não há um caráter especificamente hereditário no quadro. Porém, existe a verificação de que um paciente desenvolve a doença por predisposição genética, principalmente quando unida a fatores ambientais. 

Entre os principais sintomas da doença, é possível percebê-la quando há uma perda recorrente de memória que compromete a rotina do paciente, assim como algumas mudanças de comportamento, como a agitação, depressão, delírio, agressividade, etc.

Para um diagnóstico preciso, é essencial levar o idoso a uma consulta médica, onde serão solicitados exames de sangue e de imagem, com os quais seja possível diagnosticar o quadro com maior precisão.

Como desacelerar os efeitos do Alzheimer?

Já existem diversos estudos na área médica que tem o objetivo de encontrar formas de desacelerar os efeitos do Alzheimer e de tornar a vida do paciente menos dificultosa. 

Um deles, realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, identificou que a liberação do hormônio irisina durante atividades físicas pode trazer uma série de benefícios para os pacientes. 

De fato, há vários meios de diminuir o avanço da doença, e alguns exercícios podem ter papel fundamental nesse cenário. Conheça alguns deles a seguir. 

1. Exercícios mentais

Exercitar a mente é indispensável para que a memória permaneça ativa, o que pode fazer toda a diferença no dia a dia do idoso que possui Alzheimer. 

Assim, alguns exercícios práticos para isso são:

  • Realizar a leitura de livros variados;
  • Estimular que o idoso decore poemas;
  • Desenvolver atividades artísticas;
  • Aprender a lidar com novas tecnologias;
  • Manter conversas e estimular a memória.

Tal como as atividades de estimulação sensorial, os exercícios mentais podem ser aplicados para que o idoso mantenha a sua memória sempre trabalhando, de maneira que ele possa garantir que ela esteja ativa. 

Para tanto, realizar leituras, decorar poemas, fazer pinturas e tocar músicas são exemplos de ações que podem desenvolver aspectos artísticos, o que faz com que a mente nunca fique parada por muito tempo. 

Além disso, adquirir um novo aprendizado, como o uso de novas tecnologias, é outro fator positivo. Em paralelo, manter atividades sociais, como conversas e visitas a amigos e parentes pode ser um auxílio para estimular a memória. 

Todos esses exercícios podem ser fundamentais para que o idoso mantenha a sua mente em funcionamento, justamente porque com eles é possível ir desacelerando os efeitos do Alzheimer. 

2. Acompanhamento médico

O acompanhamento médico do paciente que possui o Alzheimer é essencial para diminuir as dificuldades trazidas pela doença. 

Há a necessidade de que ele tenha um suporte completo, com nutricionista, fonoaudiólogo, neuropsicólogo, fisioterapeuta, entre outros, especialidades estas que permitem uma boa reabilitação. 

A medicação também é de suma importância no tratamento. Por isso, uma sugestão importante é criar um flyer digital e imprimi-lo para deixar as informações como o horário e a dosagem do medicamento disponíveis, para que o idoso possa tomá-lo corretamente. 

3. Alimentação equilibrada

Os cuidados com a alimentação sempre foram indispensáveis para qualquer quadro de saúde, e com o Alzheimer não seria diferente. 

É fazendo refeições balanceadas e nutritivas que o paciente consegue fornecer para o seu corpo os elementos que ele precisa para permanecer ativo e saudável. 

Além de maior disposição física, consumir alimentos com proteínas e ômega 3, por exemplo, podem ser os responsáveis por trazer efeitos positivos para a mente, de modo que estimular o consumo deles é essencial para o paciente com Alzheimer. 

Sinalizar essas informações com placas informativas personalizadas pode ser uma forma de garantir que o idoso queira investir na sua alimentação e desfrutar de melhores condições de vida no curto e no longo prazo. 

Essas são algumas das ações mais significativas para garantir melhorias no quadro do Alzheimer, e que podem trazer efeitos positivos na rotina do paciente. 

Outras considerações 

Assim como um médico precisa utilizar o seu crachá de identificação para atender os seus pacientes, ele também precisará usar o seu jaleco e ter uma sala devidamente equipada para o atendimento ao público. 

Quando o assunto se trata de desacelerar os efeitos do Alzheimer, investir em exercícios mentais, no acompanhamento profissional e na alimentação equilibrada é importante, mas há ainda outra forma de complementar esse processo: realizando atividades físicas. 

Isso é essencial não apenas para quem já possui a doença, mas também para quem quer preveni-la, de modo que ter uma vida mais ativa é essencial para que o corpo tenha maior liberação dos hormônios que podem auxiliar em uma vida mais saudável. 

Acompanhar os avanços da ciência no tratamento da doença também é indispensável para se manter atualizado sobre o que pode ser feito com o intuito de diminuir os males do Alzheimer, ajudando na qualidade de vida dos afetados por esse quadro. 

Tal como uma sinalização vertical de advertência, é preciso estar sempre alerta sobre possíveis sintomas que sejam percebidos na rotina do idoso e que podem dar pistas sobre a presença da doença. 

Por isso, realizar exames preventivos é essencial para controlar de perto todo o histórico clínico do paciente. 

Cuidar da saúde é parte fundamental da vida. Sendo assim, não deixe de seguir as dicas abordadas neste conteúdo, de forma que seja possível diminuir as chances de ter Alzheimer na velhice, ou de poder ajudar um idoso que já apresenta a doença.

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