Tag Archives: dor

Tudo o que você precisa saber sobre dor ciática – Osteopatia

https://ortopediasp.files.wordpress.com/2013/10/ciatico.jpg

O nervo ciático é o mais longo do corpo humano, nasce a partir da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo responsável pela sensibilidade e motricidade das pernas. A dor ciática ocorre devido a processos inflamatórios ou compressivos de uma ou mais das raízes nervosas que o formam, bem como de possíveis lesões ao longo do trajeto do nervo. A compressão das raízes nervosas é causada por distúrbios na coluna (artrose, fraturas, osteoporose, hérnias, tumores ou processos inflamatórios). A dor costuma se manifestar ao longo do trajeto do nervo, ou seja, na região do quadril e irradia-se para a parte de traz da coxa e das panturrilhas, podendo afetar, inclusive, o pé, variando bastante em cada paciente na dependência de quais raízes ou porções do nervo sejam afetadas.

A hérnia de disco é a causa mais comum de dor ciática. A dor ciática costuma se caracterizar por uma dor lombar que se irradia para uma das pernas, na maioria dos casos. Além da dor, o paciente pode sentir dormência, sensações como queimação ou formigamento ao longo do trajeto do nervo (parte posterior da perna e panturrilha) e diminuição da força de alguns músculos da perna, levando à sensação de fraqueza e dificuldade para alguns movimentos como caminhar e subir escadas. Como resposta à dor, costuma haver espasmo dos músculos próximos da coluna lombar, gerando uma rigidez da região que dificulta ainda mais a mobilidade do indivíduo afetado. Habitualmente, uma crise aguda de dor lombar/dor ciática costuma durar de três a seis semanas, mas até em um terço dos casos pode evoluir por mais tempo tornando-se uma dor crônica, limitando os movimentos e o retorno para às atividades habituais da pessoa, inclusive ao trabalho.

O pico de incidência, fase em que as crises de dor ciática costumam surgir, ocorre por volta da terceira e quarta década da vida, podendo se repetir ao longo de toda a vida do indivíduo, tendendo a piorar a intensidade e a frequência com o advento da idade avançada devido às mudanças degenerativas que ocorrem com o tempo, como perda de massa muscular e o processo de artrose da coluna.

A dor no ciático, na maior parte dos casos, é de causa mecânica, relacionada com excesso de pressão exercida sobre as vértebras da coluna lombar pelo peso do corpo, que leva ao deslocamento e ruptura do disco intervertebral conforme mecanismo descrito anteriormente. Situações que aumentam a pressão sobre a região lombar têm sido apontadas como fatores de risco para o desenvolvimento de dor ciática, como excesso de peso, posturas inadequadas, movimentos de elevação de carga acima da linha de cintura, fraqueza nos músculos de sustentação do tronco, principalmente os abdominais e da região lombar. Essas situações devem ser evitadas através de atividade física regular, tanto aeróbica, para evitar o ganho de peso, quanto para o fortalecimento de musculatura localizada, correção de hábitos posturais inadequados durante trabalho, descanso e, mesmo ao dormir, e através de cuidados quando da  execução de movimentos de abaixar para apanhar objetos, carregar peso e torcer o tronco, particularmente nas pessoas que o fazem de forma repetitiva, seja no trabalho, nas atividade domésticas ou em práticas esportivas.

O tratamento da dor ciática baseia-se na definição do diagnóstico etiológico da dor, ou seja, no mecanismo causador dela. Conforme citado acima, a dor é habitualmente de causa mecânica devido a deslocamentos dos discos intervertebrais, como também por processos degenerativos dos ossos e articulações da coluna, sendo considerado o fator físico da compressão sofrida pelas raízes nervosas o principal problema a ser tratado. 

A recomendação de tratamento inicial é reduzir a carga sobre essa região da coluna, o que se faz com um período de repouso em posição deitada, evitando-se movimentos de se dobrar para frente, torção lateral da coluna e carregar peso, medidas que, associadas ao uso de medicação sintomática como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares costumam ser eficazes na maior parte dos casos, levando a uma resolução completa dos sintomas em até três meses. Métodos fisioterápicos analgésicos também são importantes aliados nessa fase para o alívio e o retorno mais precoce às atividades, assim como a acupuntura e massoterapia e, para alguns casos mais resistentes, métodos invasivos de controle de dor (bloqueios neurais e infiltrações), a serem executados por médico especialista. O que precisa ser conscientizado pelo portador dessas condições é que o alívio da dor não significa cura, pois o processo mecânico de compressão neural ainda estará presente e, possivelmente, acompanhará o indivíduo por toda a vida. Cabe, então, o tratamento de prevenção para se evitar novas crises, o que pode ser feito com mudanças de hábitos de vida, como perda de peso e atividades físicas que reforcem a musculatura abdominal e paravertebral, além de mudanças posturais durante o trabalho, atividades cotidianas, lazer e o sono, necessitando do acompanhamento de fisioterapeutas e educadores físicos.  

Para um pequeno número dos portadores de dor ciática, essas estratégias, acima descritas, não serão suficientes para trazer um melhora suficiente e duradoura, sendo candidatos aos tratamentos cirúrgicos existentes. Nesses casos, cabe ao médico especialista, ortopedista ou neurocirurgião, optar, entre as várias técnicas atualmente disponíveis, a que melhor convém àquele indivíduo específico.


osteopatia para dor no nervo ciático em Franca SP

Foto real do nervo ciático (3). Vital para a função das pernas, este nervo pode entrar em condição dolorosa e diminuir consideravelmente a qualidade de vida. 
Osteopatia + maca de tração combinada é o tratamento, não invasivo (cirurgico), ideal para lidar com esse tipo de problema. 
Marque uma consulta e conheça!

osteopatia para dor no nervo ciático em Franca

osteopatia para dor no nervo ciático em Franca


Plexo Braquial – osteopatia, quiropraxia e acupuntura

 

Plexo braquial é o nome dado ao conjunto de nervos provenientes da região da coluna cervical que tem como destino todo o membro superior do corpo humano.

Para entender a importância do plexo braquial é necessário primeiro entender o que é e a importância do nervo. O nervo é considerado a parte elétrica do corpo humano, tem a capacidade de transmitir sinais elétricos que são interpretadas como sensações e movimento para os diversos sistemas que compõe nosso corpo. O plexo braquial é, portanto, o conjunto de nervos em um complexo de ramificações e prolongamentos nervosos que percorre todo nosso membro superior, a começar pelo pescoço, passando pela axila, por baixo da clavícula e do musculo peitoral menor e se estendendo pelo braço, passando pelo cotovelo, antebraço, mão e dedos.

Qualquer desvio, compressão ou interrupção desse trajeto nervoso terá como consequência, dores, parestesia, também conhecida como formigamento ou dormência e eventualmente paresia, que significa perda de força. A interrupção dos sinais pode acontecer em qualquer parte desse trajeto, sendo de raiz as que ocorrem no inicio do plexo e de trajeto as que ocorrem em algum local ao longo do nervo.

A maior parte das compressões que resultam em dor e perda de função ocorrem na raiz, isto é, onde o nervo “nasce” na coluna cervical. Quando o nervo é comprimido nessa altura ele gera sintomas para todo o restante, gerando as famosas dores irradiadas, podendo ser sentida no ombro, trapézios, braço, antebraço, mãos e dedos.

A compressão de raiz de nervo pode ocorrer por diversas razões, entre elas estão hérnias de disco, espondiloartroses (desgaste), osteófitos (bicos de papagaio), fixações vertebrais mantidas, compressões de peso sobre a cabeça, traumas, quedas, entre outras.

O tratamento osteopático ou quiropático consiste em identificar o local da compressão e aliviar esse complicador, dessa forma a biomecânica se normaliza assim como os sintomas. O trabalho osteopatico é eficaz justamente por focar a atenção na causa e não nos sintomas, resolvendo os problemas em metade do tempo de um tratamento convencional.

 


Plexo Braquial e sintomas de compressão – Osteopatia e quiropraxia

LESÃO DO PLEXO BRAQUIAL

O plexo braquial é um agrupamento de nervos, com cerca de 15 centímetros de comprimento, que se origina da medula espinhal na região do pescoço, passa debaixo da clavícula e alcança a axila, onde origina cinco nervos que vão controlar os movimentos e a sensibilidade do ombro, braço, antebraço e mão.

As lesões do plexo braquial afetam as funções motoras (movimento) e funções sensitivas (sensibilidade) dos membros superiores podendo ocorrer uma paralisia, dor ou dormência parcial ou completa dos membros superiores (dependendo da gravidade e da extensão da lesão). Com frequência há dor intensa, constante podendo ser em compressão ou em queimação (sensibilização) desse conjunto neural (foto).

O diagnóstico é realizado através do exame clínico, por ressonância magnética e os estudos eletrofisiológicos (conduções nervosas e eletromiografia).

Problemas do plexo braquial devem ser acompanhadas clinicamente a fim de indicar ou não procedimentos cirúrgicos o mais precocemente possível. Para esse tratamento é fundamental realizar reabilitação com fisioterapia, sendo a osteopatia e a quiropraxia técnicas fundamentais para a completa remissão dos sintomas.


Esporão de calcâneo – Osteopatia, quiropraxia e acupuntura

O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

Um dos motivos mais frequentes de problemas nos pés tem relação com dores no calcanhar. Microtraumatismos no osso calcâneo podem levar à formação do esporão. As mesmas lesões que, normalmente, desencadeiam o surgimento de uma condição chamada fascite plantar, isto é, inflamação da fáscia plantar – tecido que recobre a musculatura da sola do pé.

A planta do pé é composta por estruturas elásticas (músculo) e rígidas (fáscia) que aumentam a eficiência do impulso da marcha e potencializam a força dos músculos. O esporão de calcâneo é caracterizado por um calo ósseo na base do osso calcâneo (na sola do pé) ou ainda na região posterior do calcâneo, bem próximo à inserção do tendão de Aquiles. Pessoas com a curvatura dos pés acentuada, que sofrem com o sobrepeso ou que trabalham em pé durante muito tempo têm forte tendência a apresentar o problema. Outros fatores de risco para o surgimento do esporão de calcâneo como usar, excessivamente, salto alto ou calçados que sejam pouco apropriados para os pés. Praticar esportes com forte impacto nos pés. Dança e corrida, por exemplo; pisar com o pé torto por longos períodos também podem desencadear esse problema.

O tratamento para o esporão e para a fascite plantar é controlar a inflamação com repouso e gelo local. Mas nos casos em que há resistência, a melhor forma de tratamento é a fisioterapia que oferece exercícios e alongamentos bem específicos para os pés e as panturrilhas. A grande maioria dos pacientes responde muito bem ao tratamento com fisioterapia, assim como liberações miofasciais e manipulações de osteopatia e quiropraxia. A acupuntura pode ser associada sendo uma grande aliada no controle dos sintomas de dor.

A prevenção deve ser enfatizada como a melhor das opções, portanto controlar o excesso de peso do próprio corpo para reduzir o estresse provocado sobre os pés; usar calçados adequados nas práticas esportivas e no dia-a-dia; evitar permanecer de pé por longos períodos e fortalecer, regularmente, a musculatura da planta do pé, certamente irão contribuir para que o problema não ocorra.


Acupuntura, osteopatia e quiropraxia no SUS

Ola pessoal!

Hoje trago pra vocês um assunto que vai além do que hoje podemos ter nos dias atuais.

o SUS brilhante na teoria, fere os direitos oferecidos na prático por não se estruturar corretamente prevendo as necessidades de cada um a fim de evitar o gargalo nos plantões e emergências espalhadas pelo pais.

O SUS tem um sistema que abrange a cobertura de “terapias complementares” ao repasse do sistema aos municípios. Porem são pouco os que atuam de forma correta nessa questão, liberando profissionais das áreas de acupuntura, osteopatia, quiropraxia, massoterapia, para a realização de procedimentos iniciais em um sem numero de casos em que poderia desafogar as queixas simples de dores crônicas, psicossomáticas e leves que tanto custam ao sistema.

Espero que algum dia o sistema corresponda ao que ele foi criado e de uma chance aos profissionais não médicos atuarem de forma multidisciplinar no combate a escassez de saúde no Brasil.


Trabalho multidisciplinar em Franca

  Ola a todos! É sempre um prazer vir aqui e esclarecer duvidas e expor conteudo a respeito de saúde, esse assunto tão extenso e complexo. Gostaria hoje de falar sobre o trabalho multidisciplinar. Isso é o trabalho feito em conjunto com profissonais de diversas áreas da saúde e que de alguma forma complementam o tratamento de um mesmo paciente, tendo o enfoque na orientação completa e multidirecional, abrangendo portanto todos os aspectos que estejam envolvidos em seu problema. O tema pode ser de grande importancia e as vezes, tem-se a impressão que isso nao é bem seguido na nossa sociedade. A tendencia muitas vezes tende a ser o isolamento de uma área segmentada e tão especifica que fica contido em um unico olhar, perdendo assim a complexidade que o individuo é. darei um exemplo do que acontece no cotidiano: Na area da fisioterapia, osteopatia e quiropraxia em Franca é muito comum recebermos pacientes indicados de outros profissionais como médicos e psicólogos, porque o individuo que adoece geralmente passa pelo médico que lhe encaminha a fazer exames e a tomar medicamentos. Tais sintomas podem ser remissivos mas podem recidivar, ou seja, voltar, sendo necessário nesse caso o acompanhamento do fisioterapeuta. Se esse paciente, por exemplo, deixa de trabalhar, praticar esportes ou fazer algo que gostava antes de lesionar, possivelmente vai desenvolver um quadro de melancolia e isso pode gerar problemas psicologicos, sendo necessario o encaminhamento para o profissional da area. Se esse paciente tem dificuldades em voltar a se relacionar em sociedade, seja por conta de sequelas do tratamento ou por conta de uma dificuldade fisica, entra ai a terapia ocupacional, importante na reestruturação social desse individuo. Quando ha de fato o interesse na recuperação integral do paciente é de suma importancia o pensamento multidiscipinar, é impossivel e altamente enviesado que um unico profissional seja capaz de abranger toda a necessidade de todos os casos de adoencimento de um individuo, pois é cada vez mais comum a especialização aguda em áreas de conhecimento e isso promove, de fato, um enfoque bem mais especifico nos problemas, mas também retira do foco areas que nao estao relacionadas. É preciso que o profissional reconheça os limites de sua atuação e conceda a outros colegas e ao paciente a oportunidade de dar continuidade com vistas ao bem estar e qualidade de vida do individuo que nos procura. Hoje ha ainda, infelismente, uma grande distancia entre as profissões, tanto por receio de não estar fazendo a coisa certa, ou por não conhecer o profissional certo para o caso, quanto por questões financeiras, entendendo que estaria “perdendo” aquele paciente. Ora, a visão estreita sempre afeta aquela que mais precisa e menos entende, portanto é importante que o profissional esteja atento as outra profissoes complementares a fim de pode ter mais autonomia e confiança na indicação e obter feedbacks em troca, fazendo um acompanhamento de perto e com um olhar amplo para com quem nos procura.


Dor ciática ou dor no ciático? Causas, sintomas e tratamento

O que é do ciática? Como acontece? Como prevenir?

Dor ciática ou “dor no ciático” é uma condição dolorosa que afeta grande parte da população mundial, sendo altamente incapacitante. A dor é relatada como um “choque” que percorre a perna, do glúteo podendo chegar até o pé na parte de posterior (atrás) das pernas.

A ciatalgia, como é formalmente conhecida, não é uma doença, mas sim um sintoma que pode vir acompanhada de formigamentos, e diminuição de força e coordenação motora no membro afetado.

Para que o nervo doa é necessário que aja alguma força ou pressão o comprimindo, isto é, o nervo não se inflama do nada, sempre há algo por traz dessa inflamação e portanto deve ser tratada a sua causa e não apenas a dor.

Existem duas maneiras de compressão do nervo ciático, são elas:

1-      Compressão da raiz nervosa: esse tipo de pressão ocorre na raiz do nervo, assim que ele sai da coluna e pode ser causado ou por hérnia de disco, espondiloartrose, espondilolistese, espondilólise, osteófitos (bicos de papagaio), tumores, fraturas, desidratação discal ou diminuição do espaço intervertebral.

 

2-      Compressão no trajeto do nervo: Após sair da coluna o nervo passa por um trajeto sinuoso, próximo a articulações, ossos e músculos. Em qualquer ponto desse trajeto ele pode ser “incomodado”. As causas mais comuns pra disparar esse “incomodo” são: Espasmos musculares, principalmente do musculo piriforme, posições viciosas no trabalho ou em exercícios e bloqueios articulares, que são tratados com quiropraxia ou osteopatia.

Todos podemos estar sujeitos a ter uma dor ciática em algum momento de nossas vidas. Os fatores de risco que aumentam essa probabilidade são, idade avançada, sobrepeso/obesidade, jornadas de trabalhos desgastantes, exercícios feitos em excesso (overtrainning), e sedentarismo.

No tratamento deve ser levado em conta, primeiramente, a desinflamação do nervo, usando para tanto medicamentos associados a fisioterapia anti-inflamatória. Após passada a inflamação inicial deve ser avaliado qual fator desencadeou essa compressão e nesse caso os exames de imagens são importantes ferramentas esclarecedoras e munidos disso a osteopatia, ou a quiropraxia são altamente resolutivas em poucas sessões.

A fisioterapia ortopédica é uma área em franco crescimento na cidade de Franca, surgem a cada dia novos estudos e técnicas eficazes no tratamento de diversas patologias como a osteopatia, a quiropraxia, a acupuntura, antes só resolvidas por meio de cirurgias, evitando assim o aumento do custo com saúde e ao mesmo tempo diminuindo o tempo de coalescência dos pacientes.


Gelol, para que serve? Quando usar?

 

Ola pessoal!

Venho através deste trazer semanalmente informações sobre a área da saúde e bem-estar para vocês.

Em Franca tanto na área da fisioterapia, quanto na osteopatia, quiropraxia e acupuntura tenho muitos pacientes e potenciais pacientes, e entendam isso como “atletas” de final de semana, que me queixam a respeito do uso de adesivos e sprays a base, quase sempre de cânfora para lesões e dores.

Quando usar? Para que serve? qual o melhor momento?então decidi falra sobre isso essa semana.

Bom, para entender melhor a indicação é necessário entender primeiro, o que é, certo?

Bom, esse tipo de composto que associa normalmente mentol, salicilato de metila e cânfora tem o objetivo de gerar vasodilatação no local. Isso quer dizer que os vasos sanguíneos que chegam ao local a ser aplicado vão aumentar de calibre e com isso facilitar a chegada de sangue no local, ponto.

O aumento do aporte de sangue local traz consigo oxigênio e nutrientes, ao mesmo tempo, levar embora as toxinas provenientes da lesão, acelerando o processo de cicatrização.

Porém, como nem tudo são flores, o que não é noticiado na propaganda da TV é que em lesões articulares agudas, isto é, aquela lesão que esta “aquecida” pela inflamação não responde bem ao calor. Óbvio, pois o calor, nesse caso iria aumentar a inflamação local, sendo necessário, nesse caso, o uso do gelo.

Em dores musculares em que não ocorre uma inflamação significativa ou em dores mais cronificadas, isto é, dores “antigas” com mais de 3 dias, o uso desse tipo de pomada, ou spray é sim recomendada.

Recapitulando: Lesões ou traumas, pancadas, torções, pisões, caneladas, quedas usa-se gelo no momento e sprays depois de 3 dias.

Cãimbras, contraturas, estiramento (muito comuns em pernas de pau que “furam” a bola na pelada), nesse caso o spray é com certeza uma boa opção associado by the way  com uma massagem local, ok? 

Após sessões de osteopatia e quiropraxia também podem ser uteis para aliviar pequenos espasmos que tenham permanecido.

Espero que esse artigo seja de alguma utilidade e caso queiram me procurem no facebook ou no meu blog.

Boa semana a todos!


Como sua personalidade influencia sua postura?

 

Trago hoje essa coluna com um assunto de grande interesse a grande parte das pessoas, e em especial às mulheres. Como a postura influencia na personalidade?

Na rotina de um consultório nos deparamos com certos tipos de casos que são mais comuns e outros nem tanto, sendo assim gostaria de compartilhar com você uma queixa que é bastante comum, a famosa barriguinha saliente, aquela que independe de estado geral de peso e é inclusive mais incidente em magros.

O interessante nesse caso é que em muito dos indivíduos analisados a barriguinha desaparece quando colocamos em alinhamento postural correto, portanto essa barriguinha não indica que há algum excesso de circunferência abdominal e sim que sua postura está de tal forma que provoca a projeção da região abdominal a frente.

A postura inadequada quando permanece por um longo período de tempo gera padrões de encurtamento e fraqueza de grupos musculares, fixando essa posição e deixando a pessoa acostumada a esse alinhamento incorreto.

O padrão postural de cada indivíduo está intimamente ligada a sua personalidade. Por exemplo, pessoas tímidas tendem a ter os ombros mais anteriorizados, isto é, fechados para frente, como se tentassem se esconder, gerando encurtamentos no pescoço e nos peitorais.

Tipos mais relaxados ou até mesmo descuidados tendem a projetar a barriga pra frente e também a sentar-se dessa maneira largada, gerando a barriguinha acentuada e curvaturas lombares aumentadas.

Pessoas confiantes e desafiadoras conferem um padrão de estufar o peito e erguem o queixo, gerando encurtamentos nos paravertebrais.

Enfim, é fácil associarmos as personalidade há um tipo único, específico, quase como uma impressão digital da pessoa, revelando seus padrões de encurtamentos e fraquezas musculares.

Fisioterapeutas especialistas na área postural, osteopatia e quiropraxia possuem ferramentas e técnicas para diagnosticar e tratar qualquer tipo de problema resultante dessas alterações e com isso gerar um uma melhor qualidade de vida para as pessoas.

 

Frederico Soares

Fisioterapeuta