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About Frederico Costa e Lima

Profissional da fisioterapia há 10 anos com trabalhos de terapias manuais em especial osteopatia e acupuntura. Especialidade em coluna.


Torcicolo e osteopatia, quiropraxia e acupuntura em Franca

Os Torcicolos talvez sejam a forma mais comum de dor no pescoço (coluna cervical). Normalmente ocorrem por uma desinergia entre os músculos do pescoço secundário a alguma fixação articular após longos períodos de tensão ou por longos períodos na mesma posição.

O tratamento pode ser realizado de maneira caseira com compressas quentes, relaxantes musculares e movimentos confortáveis, evitando movimentos em que a dor aumenta. Caso isso não se resolva sozinho em 3 dias é preciso avaliar e reposicionar a articulação bloqueada, sendo para tanto o profissional mais indicado o osteopata ou o quiropraxista devidamente graduado para tal.

Caso de dúvidas entre em contato pelas midias sociais ou pelo telefone: (16) 99167-9057.

 

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Torcicolo como tratar? Osteopatia, quiropraxia em Franca SP

 

 

 

 


Cervicobraquialgia, o que é? Como ocorre? Como tratar? Osteopatia, Quiropraxia, Acupuntura em Franca SP

Ultimamente venho recebido em consultório diversos casos de dores que se iniciam na região cervical (pescoço) e que “andam” para o braço. As causas para essa condição porde ser tão vasta quanto a própria vida, pois cada pessoa possui sua identidade postural, e isso por si só diferencia as causas das dores do João e da Maria, mesmo que os sintomas sejam exatamente os mesmo. Protusões ou hérnias discais, espondiloartroses (artrose na coluna cervical) são as conseuqencias de um processo de posturas inadequadas a longo prazo. E esses fatores causam uma compressão da raiz nervosa que sai da coluna. Que por sua vez gera dor por toda a extensão do nervo que percorre o corpo, oriundo dessa raiz. Dai a explicação do porque a dor “anda”.

Os sintomas podem ser 3, agindo de forma isolada ou em conjunto.

1- Dor: local ou irradiada

2- Parestesia: dormência, pode também ser local ou irradiada.

3- Paresia: dificuldade de movimentação dealgum segmento ou falta de força no mesmo.

Tudo isso resulta em uma perda progressiva da qualidade de vida da pessoa, primeiro como um incômodo mas depois passa a restringir as atividades de vida diária (AVDs) que incluem dirigir, lavar louça, tomar banho, entre outras.

O tratamento correto é interromper o processo causador da compressão, isso é retirar de sobre a raiz nervosa qualquer estrutura que a esteja comprimindo e assim os sintomas somem naturalmente justamente por ter-se retirado o fator causador.

O tratamento medicamentoso é importante principalmente no inicio dos sintomas a fim de controlar a inflamação resultante desse tipo de agressão. E a cirurgia deve ser vista com muita cautela visto que a região é extremamente sensível e vital, e qualquer erro causa tetraplegia ou morte.

Tudo o que vem entre o medicamento e a cirurgia é de competência do fisioterapeuta, e esse deve ser de fato competente para que o tratamento não seja focado apenas em sintomas mas sim no processo causador, como foi explicado acima.

Normalmente em casos graves demoro de 1 a 2 meses para obter melhoras significativas ou curas desse tipo de problema e em seguida os encaminho para manutenção em algum tipo de atividade física. Sendo assim o uso de drogas fica restrito apenas ao necessário e a cirurgia é descartada.

Enfatizo que a conduta deve ser levado muito a serio no sentido de participação ativa do paciente em todos os retornos e nas orientações a fim de que o tempo de tratamento seja reduzido, evitando recidivas…

aos que gostarem do post e quiserem mais informações entre em contato pelo tel: (16) 99167-9057 ou (16) 99117-3434.

Grande abraço a todos e desculpem os erros de português, ma o objetivo é ser conciso e pratico.rsrs


Osteopatia em Franca

O profissional osteopata hoje é uma virtude da profissão de fisioterapia como um todo. Na minha opinião a fisioterapia deve ser o mais independente possível, não podendo se ater a equipamentos e técnicas que exijam mais de tecnologia do que de conhecimento, desta forma acho que a volta ao trabalho manual além de ser lindo é a essência da profissão. quando coloca-se as mãos nos pacientes, e digo isso a você fisioterapêuta, nos tornamos parte do plano biologico e com isso estamos aptos a identificar alterações que vão fazer mudar a vida do nosso paciente e não apenas trata-lo.

Hoje no Brasil temos dois problemas a enfrentar caro colega, a osteopatia não tem concorrência, temos sim a falta de coleguismo e de organização para nos impor como profissionais perante o loby médico e a sociedade que desconhece nossa técnica. Por isso apenas uma pequena fatia do mercado nos procura como primeiro atendimento, pensando que é necessário passar pelo médico antes. Outra coisa é o despreparo de cursos que vendem o osteopata como simplesmente estralos e o profissional sai pensando que qualquer barulho é tratamento e com isso “queima o filme’ da profissão.

O bom osteopata sabe fazer triagem tão bem ou melhor que muitos médicos por ai, e se houver a necessidade de encaminhamentos isso será feito sem protecionismo, pensando unicamente em resolver o problema da pessoa para que ela reconheça nosso papel e com isso fortaleça a profissão.

Enfim, essa é apenas minha opinião e gostaria de agradecer a todos os meus pacientes e colegas que acreditam que a osteopatia veio para ficar e que será em breve muito maior, em termos de publico, do que já é.


Tudo o que você precisa saber sobre dor ciática – Osteopatia

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O nervo ciático é o mais longo do corpo humano, nasce a partir da região lombar e desce até os dedos dos pés, sendo responsável pela sensibilidade e motricidade das pernas. A dor ciática ocorre devido a processos inflamatórios ou compressivos de uma ou mais das raízes nervosas que o formam, bem como de possíveis lesões ao longo do trajeto do nervo. A compressão das raízes nervosas é causada por distúrbios na coluna (artrose, fraturas, osteoporose, hérnias, tumores ou processos inflamatórios). A dor costuma se manifestar ao longo do trajeto do nervo, ou seja, na região do quadril e irradia-se para a parte de traz da coxa e das panturrilhas, podendo afetar, inclusive, o pé, variando bastante em cada paciente na dependência de quais raízes ou porções do nervo sejam afetadas.

A hérnia de disco é a causa mais comum de dor ciática. A dor ciática costuma se caracterizar por uma dor lombar que se irradia para uma das pernas, na maioria dos casos. Além da dor, o paciente pode sentir dormência, sensações como queimação ou formigamento ao longo do trajeto do nervo (parte posterior da perna e panturrilha) e diminuição da força de alguns músculos da perna, levando à sensação de fraqueza e dificuldade para alguns movimentos como caminhar e subir escadas. Como resposta à dor, costuma haver espasmo dos músculos próximos da coluna lombar, gerando uma rigidez da região que dificulta ainda mais a mobilidade do indivíduo afetado. Habitualmente, uma crise aguda de dor lombar/dor ciática costuma durar de três a seis semanas, mas até em um terço dos casos pode evoluir por mais tempo tornando-se uma dor crônica, limitando os movimentos e o retorno para às atividades habituais da pessoa, inclusive ao trabalho.

O pico de incidência, fase em que as crises de dor ciática costumam surgir, ocorre por volta da terceira e quarta década da vida, podendo se repetir ao longo de toda a vida do indivíduo, tendendo a piorar a intensidade e a frequência com o advento da idade avançada devido às mudanças degenerativas que ocorrem com o tempo, como perda de massa muscular e o processo de artrose da coluna.

A dor no ciático, na maior parte dos casos, é de causa mecânica, relacionada com excesso de pressão exercida sobre as vértebras da coluna lombar pelo peso do corpo, que leva ao deslocamento e ruptura do disco intervertebral conforme mecanismo descrito anteriormente. Situações que aumentam a pressão sobre a região lombar têm sido apontadas como fatores de risco para o desenvolvimento de dor ciática, como excesso de peso, posturas inadequadas, movimentos de elevação de carga acima da linha de cintura, fraqueza nos músculos de sustentação do tronco, principalmente os abdominais e da região lombar. Essas situações devem ser evitadas através de atividade física regular, tanto aeróbica, para evitar o ganho de peso, quanto para o fortalecimento de musculatura localizada, correção de hábitos posturais inadequados durante trabalho, descanso e, mesmo ao dormir, e através de cuidados quando da  execução de movimentos de abaixar para apanhar objetos, carregar peso e torcer o tronco, particularmente nas pessoas que o fazem de forma repetitiva, seja no trabalho, nas atividade domésticas ou em práticas esportivas.

O tratamento da dor ciática baseia-se na definição do diagnóstico etiológico da dor, ou seja, no mecanismo causador dela. Conforme citado acima, a dor é habitualmente de causa mecânica devido a deslocamentos dos discos intervertebrais, como também por processos degenerativos dos ossos e articulações da coluna, sendo considerado o fator físico da compressão sofrida pelas raízes nervosas o principal problema a ser tratado. 

A recomendação de tratamento inicial é reduzir a carga sobre essa região da coluna, o que se faz com um período de repouso em posição deitada, evitando-se movimentos de se dobrar para frente, torção lateral da coluna e carregar peso, medidas que, associadas ao uso de medicação sintomática como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares costumam ser eficazes na maior parte dos casos, levando a uma resolução completa dos sintomas em até três meses. Métodos fisioterápicos analgésicos também são importantes aliados nessa fase para o alívio e o retorno mais precoce às atividades, assim como a acupuntura e massoterapia e, para alguns casos mais resistentes, métodos invasivos de controle de dor (bloqueios neurais e infiltrações), a serem executados por médico especialista. O que precisa ser conscientizado pelo portador dessas condições é que o alívio da dor não significa cura, pois o processo mecânico de compressão neural ainda estará presente e, possivelmente, acompanhará o indivíduo por toda a vida. Cabe, então, o tratamento de prevenção para se evitar novas crises, o que pode ser feito com mudanças de hábitos de vida, como perda de peso e atividades físicas que reforcem a musculatura abdominal e paravertebral, além de mudanças posturais durante o trabalho, atividades cotidianas, lazer e o sono, necessitando do acompanhamento de fisioterapeutas e educadores físicos.  

Para um pequeno número dos portadores de dor ciática, essas estratégias, acima descritas, não serão suficientes para trazer um melhora suficiente e duradoura, sendo candidatos aos tratamentos cirúrgicos existentes. Nesses casos, cabe ao médico especialista, ortopedista ou neurocirurgião, optar, entre as várias técnicas atualmente disponíveis, a que melhor convém àquele indivíduo específico.



osteopatia para dor no nervo ciático em Franca SP

Foto real do nervo ciático (3). Vital para a função das pernas, este nervo pode entrar em condição dolorosa e diminuir consideravelmente a qualidade de vida. 
Osteopatia + maca de tração combinada é o tratamento, não invasivo (cirurgico), ideal para lidar com esse tipo de problema. 
Marque uma consulta e conheça!

osteopatia para dor no nervo ciático em Franca

osteopatia para dor no nervo ciático em Franca


Hernia de disco

Hérnia de disco e a Ostepatia

Ha algum tempo venho falando sobre o grande leque de possibilidades que a Osteopatia e a Quiropraxia abrangem, demonstrando que em se tratando principalmente de coluna e dores, não há hoje melhor opção para o tratamento não invasivo, isto é, não cirúrgico.

O disco intervertebral é uma estrutura localizada nos espaços entre cada uma das vértebras da coluna, e tem a função de amortecer e dar flexibilidade a coluna. Os casos de hérnia de disco pode ocorrer por vários motivos sendo o excesso de peso ou postura corporal é desleixada os principais.

Para a osteopatia dois passos são fundamentais nesse processo, que são: 1) Remover os bloqueios que fixam o disco herniado, isto é, encontrar locais que não permitem esse disco voltar ao seu estado normal, assim depois deve ser realizado uma trabalho postural a fim de corrigir o centro de gravidade para a posição ideal, utilizando para isoo o Pilates e o RPG.

Todos os comprometimentos que afetam a coluna devem ser tratados com prioridade, pois é lá que se encontram as informações e comandos que percorrem o corpo, além de ser o ponto de partida para toda a informação que rege o organismo.


Osteopatia. O que é? Para que serve?

A Osteopatia ainda é um tratamento desconhecido do grande público em geral. Mas vem se tornando uma grande aliado principalmente em se tratando de dores, em especial na coluna, principalmente por ser um tratamento rápido não invasivo, isto é, não cirúrgico. É claro que em alguns casos quando o problema se tornou demasiadamente grave essa opção não é descartada, tudo em vista da melhor qualidade de vida do paciente.

Essa é uma área da fisioterapia ortopédica que se iniciou nos EUA no século XIX pelo Dr. Still e se espalhou pelo mundo de forma exponencial até chegar ao Brasil na década de 90. Para entender melhor é preciso entender que os princípios da Osteopatia são a de que a estrutura governa a função e vice versa, isto é, quando a estrutura (ossos, músculos, ligamentos, discos, etc) esta em sofrimento a função será alterada, gerando dificuldades em realizar as atividades diárias, assim como se a função for comprometida, isto é, a limitação de movimentos provocados por uma dor, as estruturas sofrerão com isso.

O tratamento com Osteopatia visa a liberação de áreas em que estão bloqueadas propiciando a retomada da função normal de todos os segmentos do corpo, com isso a mecânica se reorganiza naturalmente aliviando os sintomas de dor. Para isso o profissional usa de várias técnicas como os famosos thrusts que são as manobras de estalos que provocam a imediata função do segmento bloqueado, assim como liberações de músculos e fáscias, bem como ligamentos e tendões, tudo feito de forma manual sem auxilio de equipamentos ou aparelhos externos. Dessa forma ela pode ser realizada em um ambiente simples e que necessita simplesmente do conhecimento do profissional devidamente formado.

Os bloqueios podem ocorrer pelos mais diversos motivos, sejam eles físicos, como um tropeção, acidentes, esforços repetitivos, mas também emocionais como estresse, tristeza, medo e ainda problemas químicos, como alimentação, fumo, ou remédios em excesso, que afetam os órgãos e vísceras, interferindo na função normal do organismo trazendo dores.

A Osteopatia têm muito o que crescer no Brasil pois nossa população necessita de profissionais que sejam resolutivos no tratamento de dores que causam tantos prejuízos a população de forma geral. A divulgação via mídias sociais vem trazendo muitas informações e abrindo essa opção fantástica para o publico entender e buscar esse tipo de profissional.

 

 


Plexo Braquial – osteopatia, quiropraxia e acupuntura

 

Plexo braquial é o nome dado ao conjunto de nervos provenientes da região da coluna cervical que tem como destino todo o membro superior do corpo humano.

Para entender a importância do plexo braquial é necessário primeiro entender o que é e a importância do nervo. O nervo é considerado a parte elétrica do corpo humano, tem a capacidade de transmitir sinais elétricos que são interpretadas como sensações e movimento para os diversos sistemas que compõe nosso corpo. O plexo braquial é, portanto, o conjunto de nervos em um complexo de ramificações e prolongamentos nervosos que percorre todo nosso membro superior, a começar pelo pescoço, passando pela axila, por baixo da clavícula e do musculo peitoral menor e se estendendo pelo braço, passando pelo cotovelo, antebraço, mão e dedos.

Qualquer desvio, compressão ou interrupção desse trajeto nervoso terá como consequência, dores, parestesia, também conhecida como formigamento ou dormência e eventualmente paresia, que significa perda de força. A interrupção dos sinais pode acontecer em qualquer parte desse trajeto, sendo de raiz as que ocorrem no inicio do plexo e de trajeto as que ocorrem em algum local ao longo do nervo.

A maior parte das compressões que resultam em dor e perda de função ocorrem na raiz, isto é, onde o nervo “nasce” na coluna cervical. Quando o nervo é comprimido nessa altura ele gera sintomas para todo o restante, gerando as famosas dores irradiadas, podendo ser sentida no ombro, trapézios, braço, antebraço, mãos e dedos.

A compressão de raiz de nervo pode ocorrer por diversas razões, entre elas estão hérnias de disco, espondiloartroses (desgaste), osteófitos (bicos de papagaio), fixações vertebrais mantidas, compressões de peso sobre a cabeça, traumas, quedas, entre outras.

O tratamento osteopático ou quiropático consiste em identificar o local da compressão e aliviar esse complicador, dessa forma a biomecânica se normaliza assim como os sintomas. O trabalho osteopatico é eficaz justamente por focar a atenção na causa e não nos sintomas, resolvendo os problemas em metade do tempo de um tratamento convencional.

 


Plexo Braquial e sintomas de compressão – Osteopatia e quiropraxia

LESÃO DO PLEXO BRAQUIAL

O plexo braquial é um agrupamento de nervos, com cerca de 15 centímetros de comprimento, que se origina da medula espinhal na região do pescoço, passa debaixo da clavícula e alcança a axila, onde origina cinco nervos que vão controlar os movimentos e a sensibilidade do ombro, braço, antebraço e mão.

As lesões do plexo braquial afetam as funções motoras (movimento) e funções sensitivas (sensibilidade) dos membros superiores podendo ocorrer uma paralisia, dor ou dormência parcial ou completa dos membros superiores (dependendo da gravidade e da extensão da lesão). Com frequência há dor intensa, constante podendo ser em compressão ou em queimação (sensibilização) desse conjunto neural (foto).

O diagnóstico é realizado através do exame clínico, por ressonância magnética e os estudos eletrofisiológicos (conduções nervosas e eletromiografia).

Problemas do plexo braquial devem ser acompanhadas clinicamente a fim de indicar ou não procedimentos cirúrgicos o mais precocemente possível. Para esse tratamento é fundamental realizar reabilitação com fisioterapia, sendo a osteopatia e a quiropraxia técnicas fundamentais para a completa remissão dos sintomas.